{"id":30299,"date":"2008-02-26T15:17:52","date_gmt":"2008-02-26T15:17:52","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2008\/02\/26\/algarve-lar-da-mae-esta-a-funcionar-e-tem-acolhido-mulheres\/"},"modified":"2008-02-26T15:17:52","modified_gmt":"2008-02-26T15:17:52","slug":"algarve-lar-da-mae-esta-a-funcionar-e-tem-acolhido-mulheres","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/algarve-lar-da-mae-esta-a-funcionar-e-tem-acolhido-mulheres\/","title":{"rendered":"Algarve: Lar da M\u00e3e est\u00e1 a funcionar e tem acolhido mulheres"},"content":{"rendered":"<p>O presidente da Caritas Diocesana do Algarve, explica que o Lar da M\u00e3e, uma das val\u00eancias daquela institui\u00e7\u00e3o, tem servido para acolher as m\u00e3es que procuram aquele apoio nas mais \u201cdiferentes situa\u00e7\u00f5es sociais, econ\u00f3micas, e at\u00e9 f\u00edsicas\u201d, \u201cv\u00edtimas de viol\u00eancia, de maus tratos ou de abandono familiar\u201d e \u201coutras que n\u00e3o aceitam o aborto\u201d.  Carlos Oliveira, que garante terem sido acolhidas directamente cerca de uma d\u00fazia de mulheres no presente mandato, explica que \u201ceste trabalho \u00e9 feito debaixo de um certo sigilo\u201d. \u201cN\u00e3o nos colocamos na postura de divulgar cada vez que temos uma m\u00e3e\u201d, sublinha, advertindo que \u201ceste trabalho que \u00e9 feito com pessoas, v\u00edtimas de viol\u00eancia, tem de ser feito com muita cautela\u201d.  Fazendo quest\u00e3o de sublinhar que a prioridade da Caritas do Algarve \u00e9 fazer com que o problema seja solucionado sem que haja necessidade de recorrer ao internamento, o presidente da Caritas refere que foram muito poucas (cerca de 4 ou 5) as mulheres que permaneceram no Lar da M\u00e3e at\u00e9 ao termo da gravidez ou mesmo at\u00e9 depois. \u201cTemos feito com que todas sejam integradas no seu ambiente familiar\u201d, esclarece, explicando que o Lar da M\u00e3e acolhe as mulheres desde que se confirma a sua gravidez at\u00e9 4 meses depois do nascimento da crian\u00e7a.  Neste sentido, aquele respons\u00e1vel destaca as situa\u00e7\u00f5es, n\u00e3o contabilizadas nas utentes acolhidas no Lar da M\u00e3e, que foram solucionadas sem que fosse necess\u00e1rio o internamento. \u201cN\u00e3o temos gosto nenhum em t\u00ea-las em casa, se conseguimos resolver o seu problema logo \u00e0 partida\u201d, refor\u00e7a, salientando que o Lar da M\u00e3e \u201c\u00e9 uma casa para resposta \u00e0s situa\u00e7\u00f5es emergentes que no imediato n\u00e3o conseguem ser solucionadas\u201d.  Tamb\u00e9m ainda neste contexto, o presidente da Caritas algarvia lembra que \u201co Lar da M\u00e3e apoia as m\u00e3es gr\u00e1vidas ou n\u00e3o gr\u00e1vidas que tenham beb\u00e9s\u201d e \u201cn\u00e3o atende apenas as que ficam internas, mas tamb\u00e9m as que passam por l\u00e1 e precisam de ser ajudadas\u201d, por exemplo com g\u00e9neros.  Carlos Oliveira elucida que as mulheres \u201cchegam por via de informa\u00e7\u00f5es de alguns crist\u00e3os e de algumas comunidades religiosas e atrav\u00e9s do SOS Vida\u201d, outra val\u00eancia da Caritas algarvia. \u201cContinuam a chegar mulheres por via do SOS Vida, n\u00e3o tantas como chegavam, porque t\u00ednhamos um homem, a quem se deve dar o valor devido \u2013 o padre Jer\u00f3nimo Gomes \u2013, que trabalhava 24 horas para aquele servi\u00e7o, e que, com a reformula\u00e7\u00e3o que foi necess\u00e1rio impor, passando a depender da Caritas, o trabalho n\u00e3o tem uma amplitude t\u00e3o grande\u201d, justifica.  Para al\u00e9m de dois directores da Caritas respons\u00e1veis pelas val\u00eancias do SOS Vida e o Lar da M\u00e3e, cada um com um telem\u00f3vel para atender casos urgentes, estes servi\u00e7os contam ainda com um conjunto de t\u00e9cnicos volunt\u00e1rios, que Carlos Oliveira diz serem psic\u00f3logos, m\u00e9dicos, enfermeiros, advogados, profissionais de servi\u00e7o social e educadores de inf\u00e2ncia.  No entanto, o presidente da Caritas reconhece que, para garantir uma atitude mais activa na identifica\u00e7\u00e3o dos casos de risco, os recursos humanos precisam ser ampliados.  \u201cO quadro humano existir\u00e1 quando o quadro f\u00edsico estiver constru\u00eddo. Neste momento estamos em instala\u00e7\u00f5es provis\u00f3rias e s\u00f3 podemos acolher pessoas com mais de 18 anos que assinam um termo de responsabilidade a dizer que querem ficar no Lar da M\u00e3e\u201d, esclarece, apontando as limita\u00e7\u00f5es actuais.  Neste contexto, Carlos Oliveira recorda que s\u00f3 dever\u00e1 ser poss\u00edvel acolher menores e receber apoios do Estado quando a nova sede do Lar da M\u00e3e, constru\u00edda de raiz, obedecer \u00e0s exig\u00eancias da legisla\u00e7\u00e3o. \u201cOs apoios que temos, tem sido da generosidade dos crist\u00e3os e do povo algarvio e at\u00e9 de outras partes do Pa\u00eds\u201d, frisa o respons\u00e1vel da Caritas algarvia.  Sobre a campanha a favor da constru\u00e7\u00e3o do novo edif\u00edcio, lan\u00e7ada no \u00e2mbito da peregrina\u00e7\u00e3o da imagem peregrina de Nossa Senhora de F\u00e1tima ao Algarve, Carlos Oliveira diz que ser\u00e1 um compromisso resultante da passagem da imagem mariana.  \u201c\u00c9 um compromisso da comunidade crist\u00e3 e n\u00e3o s\u00f3, porque a imagem peregrina n\u00e3o arrasta consigo apenas os crist\u00e3os, mas tamb\u00e9m uma multid\u00e3o de pessoas que est\u00e3o afastadas da Igreja e que pela sua presen\u00e7a aceitam tamb\u00e9m este desafio da Igreja do Algarve\u201d, refere, acrescentando que \u201c\u00e9 necess\u00e1rio que permane\u00e7a uma marca indel\u00e9vel da passagem da imagem\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O presidente da Caritas Diocesana do Algarve, explica que o Lar da M\u00e3e, uma das val\u00eancias daquela institui\u00e7\u00e3o, tem servido para acolher as m\u00e3es que procuram aquele apoio nas mais \u201cdiferentes situa\u00e7\u00f5es sociais, econ\u00f3micas, e at\u00e9 f\u00edsicas\u201d, \u201cv\u00edtimas de viol\u00eancia, de maus tratos ou de abandono familiar\u201d e \u201coutras que n\u00e3o aceitam o aborto\u201d. 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