{"id":30107,"date":"2008-02-18T16:29:17","date_gmt":"2008-02-18T16:29:17","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2008\/02\/18\/laicado-em-portugal-precisa-de-formacao\/"},"modified":"2008-02-18T16:29:17","modified_gmt":"2008-02-18T16:29:17","slug":"laicado-em-portugal-precisa-de-formacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/laicado-em-portugal-precisa-de-formacao\/","title":{"rendered":"Laicado em Portugal precisa de forma\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>Jornadas de Teologia do ISET, em Coimbra <!--more--> As Jornadas de Teologia do Instituto Superior de Estudos Teol\u00f3gicos (ESET) decorreram nos dias 15 e 16 de Fevereiro, no audit\u00f3rio da delega\u00e7\u00e3o do Instituto da Juventude de Coimbra. Ao concluir estas jornadas, D. Albino Cleto deixou uma mensagem de esperan\u00e7a aos cerca de 100 participantes que se congregaram estes dois dias \u00e0 volta do tema \u201cOs leigos e o futuro da Igreja\u201d. Para o Bispo de Coimbra, o laicado est\u00e1 a viver uma \u201caut\u00eantica primavera\u201d. O prelado da diocese reconhece que a Igreja tem que saber melhor preparar o laicado. Congratulou-se pelo facto de alguns leigos sentirem a necessidade de forma\u00e7\u00e3o doutrinal na \u00e1rea da pol\u00edtica ou c\u00edvica. Desafio, esse, que foi lan\u00e7ado pelo vice-presidente da C\u00e2mara Municipal de Coimbra, Jo\u00e3o Rebelo, em que se poder\u00e1 vir a traduzir na realiza\u00e7\u00e3o de umas jornadas nacionais, organizadas pela Comiss\u00e3o dos Bens Culturais da Confer\u00eancia Episcopal. D. Albino reconhece que os leigos tem que ser presen\u00e7a no mundo de hoje, mas para isso, necessitam de forma\u00e7\u00e3o. Quanto a esta mat\u00e9ria, todos os conferencistas foram un\u00e2nimes: os leigos precisam de forma\u00e7\u00e3o!  <b>Organiza\u00e7\u00e3o do mundo do trabalho <\/b> O economista Abel Pinto, o primeiro conferencista das Jornadas de Teologia, criticou, a organiza\u00e7\u00e3o do mundo do trabalho, considerando que acentua \u201cuma cultura de gest\u00e3o assente no medo e na subservi\u00eancia ao chefe\u201d e n\u00e3o privilegia uma cultura de excel\u00eancia.  O especialista falava nas Jornadas de Teologia organizadas pelo Instituto Superior de Estudos Teol\u00f3gicos (ISET) de Coimbra, subordinadas ao tema \u201cOs leigos e o futuro da Igreja\u201d.  Pinto censurou um mundo do trabalho, caracter\u00edstico do modelo econ\u00f3mico dominante, \u201cprofundamente desigual\u201d em termos remunerat\u00f3rios e em que a facilita\u00e7\u00e3o dos despedimentos, ritmos intensivos de trabalho e \u201cuma crescente precariza\u00e7\u00e3o\u201d s\u00e3o medidas apresentadas como necess\u00e1rias para garantir a continuidade e competitividade das empresas.  Assiste-se ainda \u2013 adiantou durante a comunica\u00e7\u00e3o que proferiu \u2013 a \u201cuma acentua\u00e7\u00e3o duma cultura de gest\u00e3o assente no medo, na subservi\u00eancia ao chefe e numa postura acr\u00edtica ao que se passa na empresa\u201d.  Al\u00e9m disso, h\u00e1 \u201cpouco est\u00edmulo \u00e0 cultura da excel\u00eancia e a que cada um d\u00ea o melhor de si, acompanhada por uma partilha mais equitativa do rendimento gerado em cada ano\u201d.  \u201cTemos um mundo do trabalho em que a maioria das pessoas est\u00e3o muito descontentes do ponto de vista material, nem sempre motivadas do ponto de vista t\u00e9cnico e profissional e muito revoltadas com a forma como s\u00e3o tratadas pela hierarquia das empresas e das organiza\u00e7\u00f5es, desde a chefia imediata \u00e0 gest\u00e3o do topo\u201d, sublinhou.  De acordo com o economista, \u201ca maioria dos trabalhadores encara o emprego, n\u00e3o como uma forma de realiza\u00e7\u00e3o pessoal e humana, mas como uma componente muito penosa da sua vida, mas da qual n\u00e3o pode fugir dado tratar-se da \u00fanica via que lhes permite aceder ao dinheiro poss\u00edvel para assegurar a sua sobreviv\u00eancia e do seu agregado familiar\u201d.  Segundo o antigo dirigente da Juventude Oper\u00e1ria Cat\u00f3lica e ex-sindicalista, \u201c\u00e9 poss\u00edvel construir empresas competitivas cuja gest\u00e3o assenta em princ\u00edpios \u00e9ticos, contabilidade transparente.  \u201c\u00c9 poss\u00edvel criar empresas competitivas e onde os trabalhadores sejam vistos como uma componente fundamental do seu investimento e n\u00e3o como componente de custo que urge racionalizar a qualquer pre\u00e7o\u201d, sublinhou.   <b>Di\u00e1logo entre f\u00e9 e raz\u00e3o<\/b> O presidente do Tribunal de Contas, Doutor Guilherme de Oliveira Martins, abordou na segunda sess\u00e3o das jornadas do ISET, o tema os \u201cLeigos e presen\u00e7a da Igreja no mundo da cultura\u201d. O conferencista afirmou que \u201co di\u00e1logo entre f\u00e9 e raz\u00e3o \u00e9 absolutamente necess\u00e1rio para a compreens\u00e3o do fen\u00f3meno cultural\u201d. Ao analisar o fen\u00f3meno religioso nas sociedades contempor\u00e2neas, Guilherme de Oliveira Martins diz que h\u00e1 uma profunda ignor\u00e2ncia sobre esta mat\u00e9ria. O fen\u00f3meno religioso \u00e9 respons\u00e1vel pela falta de di\u00e1logo entre culturas, conduzindo a incompreens\u00e3o, indiferen\u00e7a e mesmo \u00e0 viol\u00eancia que se traduzem em choques entre religi\u00f5es. Para contrariar este efeito, que na sua opini\u00e3o \u00e9 uma sociedade \u201cvazia de valores\u201d, o antigo ministro da Educa\u00e7\u00e3o do Governo de Guterres, afirma que \u00e9 necess\u00e1rio \u201cgarantir o di\u00e1logo entre a f\u00e9 e a raz\u00e3o\u201d. Segundo o Professor Guilherme de Oliveira Martins, \u201c\u00e9 preciso fazer-se um percurso exigente na busca da liberdade e da autonomia\u201d. O conferencista referia-se no dever do crist\u00e3o em aceitar os outros, com as suas diferen\u00e7as culturais, \u00e9ticas e religiosas. \u201cNunca seremos os propriet\u00e1rios da verdade\u201d, exclamou perante o audit\u00f3rio. Noutro ponto Guilherme de Oliveira Martins, abordou a \u201ccultura como sendo a afirma\u00e7\u00e3o humana perante a natureza, que permite-nos entender o nosso pr\u00f3prio lugar na constru\u00e7\u00e3o do mundo\u201d. Para o presidente do Tribunal de Contas, n\u00e3o se pode falar de cultura sem abordar a pessoa humana, na sua pessoa complexa, em di\u00e1logo com os outros e com a sociedade. Segundo Guilherme de Oliveira Martins, \u201cquando se fala de cultura, fala-se de sementeira, tradi\u00e7\u00e3o, heran\u00e7a e patrim\u00f3nio (material e imaterial)\u201d. \u201cUma cultura n\u00e3o pode ser uma cultura esquecida, amn\u00e9sica\u201d, disse, tem que ter uma \u201crefer\u00eancia do \u201cpassado (mem\u00f3ria), do presente (agora) e do futuro (com alguma projec\u00e7\u00e3o)\u201d. \u201cFalar de cultura hoje, \u00e9 falar de rela\u00e7\u00e3o entre mem\u00f3ria e a cria\u00e7\u00e3o daquilo que recebemos e legamos, aquilo que semeamos e aquilo que colhemos\u201d, disse ainda ao abordar o tema. \u201cFalar de cultura \u00e9 tamb\u00e9m falar da capacidade de aprender\u201d, segundo Guilherme de Oliveira Martins. A sociedade hoje, \u00e9 uma sociedade de aprendizagem, uma sociedade educativa. Por isso que \u201ceducar\u201d e \u201ccultivar\u201d s\u00e3o termos pr\u00f3ximos. No entanto, o conferencista chama a aten\u00e7\u00e3o para uma pequena particularidade: \u201caprender n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 acumular informa\u00e7\u00e3o\u201d. \u00c9 necess\u00e1rio interpretar, entender e compreender.  <b>Leigos a <i>meio tempo<\/i><\/b> \u201cO (bom) professor, na sua rela\u00e7\u00e3o pedag\u00f3gica, d\u00e1-se ao aluno, procurando criar condi\u00e7\u00f5es para que desabrochem os seus talentos, as suas potencialidades\u201d. Esta afirma\u00e7\u00e3o \u00e9 de Jorge Cotovio, respons\u00e1vel pelo n\u00facleo das Escolas Cat\u00f3licas da Diocese de Coimbra ao abordar o tema \u201cO leigo na (sociedade e na) escola\u201d. Jorge Cotovio referia a miss\u00e3o do papel do leigo na escola, mas tamb\u00e9m na sociedade e na Igreja Para o director pedag\u00f3gico do Col\u00e9gio de S\u00e3o Teot\u00f3nio, \u201cleigos a meio tempo, n\u00e3o d\u00e1!\u201d. \u201cSe queremos leigos \u00abem exclusividade\u00bb, \u2013 a Igreja tem que lhes proporcionar \u2013 \u201ccondi\u00e7\u00f5es e contrapartidas\u201d, referiu o pedagogo. Quanto ao lugar dos leigos na Igreja, Jorge Cotovio afirma que \u201celes ainda esperam, em sil\u00eancio, por serem chamados para uma verdadeira participa\u00e7\u00e3o\u201d. Na sua opini\u00e3o, \u201cfaz-se, hoje, muito apelo aos leigos, principalmente porque h\u00e1 falta de voca\u00e7\u00f5es sacerdotais\u201d, se n\u00e3o, a Igreja j\u00e1 tinha despertado h\u00e1 muitos anos atr\u00e1s, quando \u201cos ventos do conc\u00edlio eram favor\u00e1veis\u201d. Neste dom\u00ednio, Jorge Ferreira Cotovio deixa algumas linhas de orienta\u00e7\u00f5es \u00e0 Igreja: \u201ch\u00e1 que acolher os leigos, estim\u00e1-los, valoriz\u00e1-los, n\u00e3o s\u00f3 ouvi-los, mas tamb\u00e9m torn\u00e1-los participantes activos nas decis\u00f5es, integr\u00e1-los nos \u00f3rg\u00e3os de c\u00fapula, n\u00e3o para mandar, mas para melhor se sentirem correspons\u00e1veis no servi\u00e7o.\u201d  <b>Pol\u00edtica<\/b> Jo\u00e3o Rebelo, vice-presidente da C\u00e2mara Municipal de Coimbra abordou o tema \u00abLeigos e presen\u00e7a da Igreja na actividade pol\u00edtica\u00bb. O autarca n\u00e3o gosta muito de diferenciar a participa\u00e7\u00e3o c\u00edvica com a participa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica. Segundo o seu testemunho, o cargo p\u00fablico que exerce actualmente na autarquia de Coimbra, \u00e9 apenas de passagem, e tenta exerc\u00ea-lo o melhor poss\u00edvel, servindo a comunidade. Para Jo\u00e3o Rebelo, a pol\u00edtica \u00e9 \u201cuma arte de servir os povos e servir os outros\u201d. Hoje \u00e9 uma ci\u00eancia e estuda-se pol\u00edtica, apresentando-se em tr\u00eas tipos: doutrina; orienta\u00e7\u00e3o e discuss\u00e3o de ideias.  A participa\u00e7\u00e3o \u00e9 um dever essencial de todos, disse, mas, para haver participa\u00e7\u00e3o, \u00e9 necess\u00e1rio que haja informa\u00e7\u00e3o. \u201cN\u00e3o podemos opinar sem saber aquilo que estamos a dizer ou a escrever\u201d. Por outro lado, na pol\u00edtica, \u00e9 necess\u00e1rio que haja \u201csentido de justi\u00e7a social\u201d. Um pol\u00edtico deve preocupar-se com o bem colectivo e n\u00e3o com o bem pessoal. N\u00e3o participar na vida pol\u00edtica \u00e9 segundo o autarca de Coimbra \u201cp\u00f4r-se \u00e0 margem da discuss\u00e3o p\u00fablica\u201d. Os crist\u00e3os devem ser os primeiros a participarem na actividade pol\u00edtica e de visarem o bem colectivo, \u201cdeveriam estar na primeira linha de participa\u00e7\u00e3o\u201d, rematou. Quanto ao facto de um estado ser laico, Jo\u00e3o Rebelo \u00e9 frontal e diz, \u201cque nada pode inibir um crist\u00e3o de agir e actuar, pondo em pr\u00e1tica os valores e ensinamentos que fazem parte do seu percurso de vida\u201d. Para justificar, Jo\u00e3o Rebelo, salienta que a Igreja tamb\u00e9m diz que os crist\u00e3os n\u00e3o podem deixar de actuar e defender uma sociedade de valores. \u201cS\u00f3 participa quem se sente parte dela\u201d, afirmou. Jo\u00e3o Rebelo salienta que alguns documentos devem servir de manuais para os pol\u00edticos-crist\u00e3os, como o documento Gaudiam et Spes (que \u00e9 muito conhecido na sua generalidade e pouco conhecido na sua profundidade); o comp\u00eandio da Doutrina Social da Igreja; a carta da CEP de 2000 e o documento \u201cComportamento dos crist\u00e3os na vida pol\u00edtica\u201d. Jo\u00e3o Rebelo deixou algumas provoca\u00e7\u00f5es a quem queira fazer pol\u00edtica: agir com prud\u00eancia; servir a pessoa humana; o Estado sendo laico, a sociedade n\u00e3o \u00e9; a laicidade s\u00f3 tem sentido quando se faz dela uma religi\u00e3o e relembrou para a necessidade de uma profunda reflex\u00e3o sobre a Doutrina Social da Igreja. Por fim, o vice-presidente da C\u00e2mara de Coimbra deixou um desafio \u00e0 Igreja, para a necessidade de uma forma\u00e7\u00e3o c\u00edvica e pol\u00edtica para os crist\u00e3os que exercem determinadas actividades p\u00fablicas, quer sejam nas autarquias, nas freguesias ou institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas.  <b>Hierarquia e laicado<\/b> O Bispo do Porto, D. Manuel Clemente referiu que a hierarquia da Igreja tem o dever de apoiar o laicado. \u201cFalar no leigo no futuro da Igreja \u00e9 a mesma coisa que falar da Igreja no futuro do laicado\u201d, disse ao terminar as Jornadas de Teologia do ISET. O presidente da Comiss\u00e3o dos Bens Culturais da CEP, reconhece que a Doutrina Social da Igreja deve ser muito mais contemplada que aquilo que \u00e9\u201d. \u201cAo fim de 10 anos de catequese e da catequese para adultos, continuamos completamente em branco\u201d, criticou o prelado, sentido, a necessidade de uma profunda mudan\u00e7a neste campo.  <i>Miguel Cotrim\/Correio de Coimbra <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Jornadas de Teologia do ISET, em Coimbra<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[127,174,187,193,200,239,285],"class_list":["post-30107","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-nacional","tag-catequese","tag-diocese-de-coimbra","tag-diocese-do-porto","tag-educacao","tag-estudos-teologicos","tag-joc","tag-patrimonio"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30107","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=30107"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30107\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=30107"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=30107"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=30107"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}