{"id":30026,"date":"2008-02-14T12:57:50","date_gmt":"2008-02-14T12:57:50","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2008\/02\/14\/ousar-viver-a-unidade\/"},"modified":"2008-02-14T12:57:50","modified_gmt":"2008-02-14T12:57:50","slug":"ousar-viver-a-unidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/ousar-viver-a-unidade\/","title":{"rendered":"Ousar viver a unidade"},"content":{"rendered":"<p>H\u00e1 muito que a Igreja percebeu a necessidade de uma nova evangeliza\u00e7\u00e3o. H\u00e1 que dar passos efectivos no caminho dessa redescoberta do Evangelho e a hist\u00f3ria j\u00e1 nos provou que somos mais fortes e melhores quando somos capazes de caminhar juntos. N\u00e3o foi assim nas primeiras comunidade crist\u00e3os? N\u00e3o veio Jesus Cristo para todos, gregos e gentios? N\u00e3o nos disse que \u00e9ramos o seu corpo e que as diferentes partes do corpo n\u00e3o poderiam viver sozinhas?  Vivemos hoje numa Europa que se quer cada vez mais unida. Assinam-se tratados e conven\u00e7\u00f5es, mas a verdadeira unidade n\u00e3o se estipula por decerto. Ensinam-se os nossos jovens a pensar a sua vida profissional e pessoal para al\u00e9m dos limites de Vilar Formoso ou Caia. As fronteiras h\u00e1 muito que ca\u00edram. Alegremos-nos com esta unidade e sejamos capazes de a viver tamb\u00e9m na Igreja de Jesus Cristo mesmos com as diferentes confiss\u00f5es. Afinal o que nos une \u00e9 muito mais do que nos separa.  Em Taiz\u00e9 h\u00e1 uma comunidade de irm\u00e3os que todos os dias faz a experi\u00eancia da unidade e do encontro da diversidade. Uma diversidade que n\u00e3o \u00e9 diferen\u00e7a nem separa\u00e7\u00e3o mas que nos  enriquece.  Por estes dias, cento e vinte alunos dos Col\u00e9gios e Obras da Religiosas do Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Maria (RSCM)  em Portugal, foram a Taiz\u00e9, uma pequena aldeia em Fran\u00e7a onde h\u00e1 muitos anos o irm\u00e3o Roger fundou uma comunidade eucum\u00e9nica, que  permite ir ao encontro das fontes do Evangelho num esp\u00edrito de reconcilia\u00e7\u00e3o e unidade dos crist\u00e3os.  Estar atento aos sinais dos tempos e ousar uma nova evangeliza\u00e7\u00e3o \u00e9 ser capaz de alargar os horizontes sem perder o essencial. E o essencial \u00e9 Jesus Cristo!Foi essa a experi\u00eancia que vivemos em Taiz\u00e9. Acima  do encontro cultural, geracional, ou  lingu\u00edstico, todos entendem e se entendem no sil\u00eancio da ora\u00e7\u00e3o ou nos C\u00e2nticos meditativos.  Numa enorme simplicidade que surpreende e desafia ao mesmo tempo, os irm\u00e3os acolhem cada um com uma bondade de cora\u00e7\u00e3o que se &#8220;coloca&#8221; \u00e0 nossa pele e deixa vontade de ser assim.  Em Taiz\u00e9 reza-se tr\u00eas vezes ao dia, trabalha-se, partilham-se os textos b\u00edblicos e respira-se um esp\u00edrito de reconcilia\u00e7\u00e3o e esperan\u00e7a. De Taiz\u00e9 regressa-se com a vontade de redescobrir a intimidade com Deus e ousar viver a unidade, sem processos hist\u00f3ricos para determinar quem errou ou ainda erra.  Nas palavras do Padre Jean Gailhac, o fundador das RSCM, e neste inicio de Quaresma, volt\u00e1mos com a determina\u00e7\u00e3o que &#8220;Jesus Cristo seja tudo em n\u00f3s&#8221;.  <i>Lu\u00eds Pedro de Sousa <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 muito que a Igreja percebeu a necessidade de uma nova evangeliza\u00e7\u00e3o. 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