{"id":30010,"date":"2008-02-13T17:29:54","date_gmt":"2008-02-13T17:29:54","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2008\/02\/13\/diocese-do-porto-atenta-aos-desafios-da-pastoral-da-saude\/"},"modified":"2008-02-13T17:29:54","modified_gmt":"2008-02-13T17:29:54","slug":"diocese-do-porto-atenta-aos-desafios-da-pastoral-da-saude","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/diocese-do-porto-atenta-aos-desafios-da-pastoral-da-saude\/","title":{"rendered":"Diocese do Porto atenta aos desafios da pastoral da sa\u00fade"},"content":{"rendered":"<p>A diocese do Porto aposta na forma\u00e7\u00e3o de pessoas ligadas \u00e0 Pastoral da Sa\u00fade. Esta forma\u00e7\u00e3o tem em vista a colabora\u00e7\u00e3o do doente na pastoral, enquanto evangelizador mas tamb\u00e9m abrir novas formas de trabalho, para que a Igreja n\u00e3o vote a pessoa a uma caridade simplista mas olhe para o doente como pleno sujeito de direitos.   Assinalando o Dia Mundial do Doente, a diocese do Porto entregou diplomas aos 45 participantes do II Curso de Pastoral da Sa\u00fade, organizados pelo Secretariado Diocesano da Pastoral da Sa\u00fade e pelo Centro de Cultura Cat\u00f3lica do Porto.  Esta forma\u00e7\u00e3o preparou visitadores paroquiais de doentes e cooperadores volunt\u00e1rios de Capelania Hospitalar. Esta segunda forma\u00e7\u00e3o iniciou-se em Fevereiro de 2007, tendo a sua fase lectiva decorrido at\u00e9 Junho. A partir de Outubro desenvolveu-se a fase de est\u00e1gio no lugar de inser\u00e7\u00e3o pastoral de cada formando.  Enquanto 45 formandos recebiam o diploma, 150 ministros extraordin\u00e1rios da comunh\u00e3o davam in\u00edcio \u00e0 terceira edi\u00e7\u00e3o do curso, este a desenvolver-se em tr\u00eas p\u00f3los da diocese &#8211; Porto (Torre da Marca), Paredes (Castel\u00f5es de Cepeda) e S\u00e3o Jo\u00e3o da Madeira.   Os novos participantes no curso reflectem a crescente aten\u00e7\u00e3o \u00e0 problem\u00e1tica da Pastoral da Sa\u00fade na Diocese do Porto e o esfor\u00e7o da organiza\u00e7\u00e3o do curso em o aproximar das comunidades crist\u00e3s.  O Pe.  Ad\u00e9lio Abreu, director do Centro de Cultura Cat\u00f3lica, presente na sess\u00e3o saudou os formandos e enalteceu os projectos formativos que \u201cv\u00e3o contribuindo para que a Pastoral da Sa\u00fade adquira uma consist\u00eancia pr\u00f3pria na organiza\u00e7\u00e3o das comunidades crist\u00e3s e seja animada por fi\u00e9is competentes na miss\u00e3o que lhes \u00e9 confiada\u201d.  Am\u00e9rico Azevedo, vice-presidente do Secretariado da Pastoral da Sa\u00fade no Porto, afirma \u00e0 Ag\u00eancia ECCLESIA que a diocese tem mostrado avan\u00e7os na capacidade de entender o doente e de com ele trabalhar, merc\u00ea do Secretariado Diocesano da Pastoral da Sa\u00fade e dos movimentos laicais.  O vice-presidente do Secretariado diocesano da Pastoral da Sa\u00fade acredita que as forma\u00e7\u00f5es \u201cv\u00e3o preparar pessoas para o encontro com o doente e perceber que mais do que levar a comunh\u00e3o v\u00e3o ser comunh\u00e3o com o doente\u201d.  Quem faz parte desta pastoral deve \u201cestar preparado para trabalhar de forma mais s\u00e9ria e digna junto dos doentes\u201d, pois enquanto pessoa \u201co doente quer fazer parte integrante da comunidade a que pertence e n\u00e3o ficar sujeito de uma \u00abcaridadezinha\u00bb\u201d.  \u201cO doente quer um lugar igual a qualquer outra pessoa\u201d. Ao receber cuidados de sa\u00fade, ele pode ser tamb\u00e9m evangelizador junto de quem lhe presta cuidados, \u201cdando um testemunho vivo\u201d.  Am\u00e9rico Azevedo, doente cr\u00f3nico e deficiente, explica que a Igreja tem tend\u00eancia a olhar para o doente \u201ccomo um privilegiado. Algu\u00e9m que Deus ama, mas esta filosofia n\u00e3o \u00e9 favor\u00e1vel para que o doente se sinta acolhido\u201d.  A Igreja responde com \u201cpieguice barata dizendo que Deus est\u00e1 connosco\u201d. Mas isto n\u00e3o chega. \u201c\u00c9 preciso que o homem esteja com o doente\u201d, enquanto leigo, enquanto padre, ou visitador.   \u201cO sofrimento n\u00e3o tira o direito de viver com dignidade, porque pode inclusivamente ser um acr\u00e9scimo \u00e0 vida de cada um\u201d, sublinha Am\u00e9rico Azevedo.  Inserido no contexto desta Jornada Diocesana do Dia Mundial do Doente, o Secretariado Diocesano da Pastoral da Sa\u00fade publicou na edi\u00e7\u00e3o da Voz Portucalense, jornal diocesano do Porto, a primeira p\u00e1gina especial da Pastoral da Sa\u00fade.   Este \u00e9 o primeiro passo do que pretende ser uma presen\u00e7a regular, quer junto dos doentes que encontram no seman\u00e1rio diocesano uma companhia constante, quer junto de quantos vivem, como profissionais ou volunt\u00e1rios, a exig\u00eancia de conjugar a f\u00e9 com os desafios do mundo da sa\u00fade.  Este objectivo quer \u201cdespertar a diocese para a realidade dos doentes. Quem n\u00e3o aparece esquece ou \u00e9 ignorado\u201d, lembra Am\u00e9rico Azevedo, por isso este \u00e9 uma forma de dar a conhecer o trabalho desenvolvido e provocar nos diocesanos interesse e quem sabe, despoltar novas iniciativas.  <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A diocese do Porto aposta na forma\u00e7\u00e3o de pessoas ligadas \u00e0 Pastoral da Sa\u00fade. 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