{"id":295942,"date":"2023-08-28T15:47:59","date_gmt":"2023-08-28T14:47:59","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=295942"},"modified":"2023-08-31T15:57:34","modified_gmt":"2023-08-31T14:57:34","slug":"lusofonias-o-lugar-da-mae-nas-jmj-lisboa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/lusofonias-o-lugar-da-mae-nas-jmj-lisboa\/","title":{"rendered":"LUSOFONIAS &#8211; O lugar da M\u00e3e nas JMJ Lisboa"},"content":{"rendered":"<p><em>Tony Neves, em Jancido &#8211; Gondomar<\/em><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/Lusofonias-JMJ4-28-8-23.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-full wp-image-295943\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/Lusofonias-JMJ4-28-8-23.jpg\" alt=\"\" width=\"1500\" height=\"1000\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/Lusofonias-JMJ4-28-8-23.jpg 1500w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/Lusofonias-JMJ4-28-8-23-390x260.jpg 390w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/Lusofonias-JMJ4-28-8-23-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/Lusofonias-JMJ4-28-8-23-768x512.jpg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/Lusofonias-JMJ4-28-8-23-391x260.jpg 391w\" sizes=\"(max-width: 1500px) 100vw, 1500px\" \/><\/a><\/p>\n<p>As Jornadas Mundiais da Juventude foram um momento enorme de Miss\u00e3o que congregou 1,5 milh\u00e3o de pessoas no Parque Tejo, mas envolveu muitos outros milh\u00f5es e marcou quantos a viveram ou acompanharam atrav\u00e9s dos media. O Papa apelou sempre \u00e0 miss\u00e3o de uma Igreja, sem medo, sem des\u00e2nimo, em sa\u00edda, aberta a todos, onde todos (todos, todos) t\u00eam vez e voz. Pediu uma op\u00e7\u00e3o clara pelos pequenos e pobres que vivem nas margens e periferias e colocou Maria como modelo. Disse no Parque Eduardo VII, na Celebra\u00e7\u00e3o de Acolhimento: \u2018Dispomos de uma grande ajuda \u2013 uma M\u00e3e \u2013 que, especialmente nestes dias, nos toma pela m\u00e3o e indica o caminho. \u00c9 a maior criatura da hist\u00f3ria! E n\u00e3o porque tivesse uma cultura superior ou habilita\u00e7\u00f5es especiais, mas porque nunca se separou de Deus. O seu cora\u00e7\u00e3o n\u00e3o se deixou distrair nem poluir: foi um espa\u00e7o aberto ao Senhor, sempre em conex\u00e3o com Ele. Teve a coragem de se aventurar pelos caminhos da palavra de Deus e, assim, trouxe a esperan\u00e7a e a alegria ao mundo. Maria ensina-nos a caminhar na vida\u2019.<\/p>\n<p>A interven\u00e7\u00e3o do Papa na Vig\u00edlia das JMJ volta a insistir na dimens\u00e3o mission\u00e1ria de Maria que parte apressadamente: \u2018Ela cultiva a alegria, pondo-se a caminho. Diz-nos que, para aumentar e conservar a alegria, \u00e9 preciso aprender a arte do caminho. Esta exige um ritmo cadenciado, regular, enquanto hoje se vive de emo\u00e7\u00f5es r\u00e1pidas, sensa\u00e7\u00f5es moment\u00e2neas, instintos que duram instantes. N\u00e3o! A alegria n\u00e3o nasce assim. Mas ensina-nos que \u00e9 preciso a const\u00e2ncia da caminhada. Passo a passo chega-se longe!\u2019. E, para quem gosta de futebol, o Papa lembrou que por detr\u00e1s de um golo est\u00e3o muitos dias de treino\u2026por tr\u00e1s de uma bela can\u00e7\u00e3o, muitas horas de inspira\u00e7\u00e3o e trabalho, por tr\u00e1s de uma descoberta importante est\u00e1 muito estudo e investiga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Mas foi em F\u00e1tima que o Papa Francisco abriu o seu cora\u00e7\u00e3o \u00e0 M\u00e3e. Disse: \u2018Rez\u00e1mos o ter\u00e7o, uma ora\u00e7\u00e3o muito bela e vital; vital, porque nos p\u00f5e em contacto com a vida de Jesus e de Maria. E medit\u00e1mos os mist\u00e9rios da alegria, que nos lembram que a Igreja n\u00e3o pode ser sen\u00e3o <em>a casa da alegria<\/em>. A Capelinha onde nos encontramos constitui uma bela imagem da Igreja: acolhedora, sem portas. A Igreja n\u00e3o tem portas, para que todos possam entrar. E aqui podemos insistir tamb\u00e9m no facto que todos podem entrar, porque esta \u00e9 a casa da M\u00e3e, e uma m\u00e3e tem sempre o cora\u00e7\u00e3o aberto para todos os seus filhos, todos, todos, todos, sem excluir nenhum\u2019.<\/p>\n<p>Maria, em F\u00e1tima, assume integralmente a sua Miss\u00e3o de M\u00e3e que sai apressadamente ao encontro dos filhos. O Papa lembrou aos peregrinos: \u2018Estamos aqui, sob o olhar materno de Maria, estamos aqui como Igreja, Igreja m\u00e3e. A peregrina\u00e7\u00e3o \u00e9 precisamente uma caracter\u00edstica mariana, porque a primeira a fazer uma peregrina\u00e7\u00e3o, depois da anuncia\u00e7\u00e3o de Jesus, foi Maria. Logo que soube que sua prima se encontrava gr\u00e1vida \u2013 esta estava j\u00e1 em idade avan\u00e7ada \u2013, Maria saiu correndo. Traduzindo um pouco livremente a express\u00e3o do Evangelho \u00abdirigiu-se \u00e0 pressa\u00bb, dir\u00edamos que \u00abEla saiu correndo\u00bb; saiu correndo levada pelo desejo de ajudar, de estar presente\u2019.<\/p>\n<p>Nossa Senhora recebeu, ao longo da hist\u00f3ria, muitos t\u00edtulos que constam nas ladainhas ou nas invoca\u00e7\u00f5es de muitas padroeiras de Congrega\u00e7\u00f5es, Igrejas e Capelas. Mas o papa Francisco, em F\u00e1tima, foi original e criativo na sua rela\u00e7\u00e3o \u00e0 M\u00e3e: \u2018Temos muitos t\u00edtulos de Maria, mas, se pensarmos bem, h\u00e1 mais este que tamb\u00e9m poder\u00edamos dizer: a Virgem \u2018que sai correndo\u2019, sempre que h\u00e1 um problema; sempre que A invocamos, Ela n\u00e3o demora a vir; \u00e9 sol\u00edcita. Nossa Senhora sol\u00edcita: gostais assim? Digamo-lo todos juntos: \u2018Nossa Senhora sol\u00edcita\u2019. Apressa-Se, para estar perto de n\u00f3s, apressa-Se porque \u00e9 M\u00e3e. Em portugu\u00eas, dizemos \u00abapressada<em>\u00bb<\/em> \u2013 observa-me D. Ornelas. \u00abNossa Senhora apressada\u00bb! E \u00e9 assim que acompanha a vida de Jesus; e n\u00e3o Se esconde depois da Ressurrei\u00e7\u00e3o, acompanha os disc\u00edpulos \u00e0 espera do Esp\u00edrito Santo; e acompanha a Igreja que come\u00e7a a crescer depois do Pentecostes. Nossa Senhora que Se mostra sol\u00edcita e Nossa Senhora que acompanha. Acompanha sempre. Nunca \u00e9 protagonista. O gesto com que Maria M\u00e3e acolhe \u00e9 duplo: primeiro acolhe e depois aponta para Jesus. Maria, na sua vida, n\u00e3o faz sen\u00e3o indicar Jesus: \u2018Fazei o que Ele vos disser\u2019. Segui Jesus.<\/p>\n<p>Pensemos que estes s\u00e3o os dois gestos de Maria: acolhe-nos a todos e indica Jesus. E f\u00e1-lo com solicitude, apressada. Nossa Senhora sol\u00edcita, que nos acolhe a todos e nos indica Jesus\u2019. E conclui: \u2018Esta assim \u00e9 Maria. Esta \u00e9 a nossa M\u00e3e, Nossa Senhora sol\u00edcita em estar perto de n\u00f3s. Que Ela nos aben\u00e7oe a todos!\u2019.<\/p>\n<div class=\"ast-oembed-container \" style=\"height: 100%;\"><iframe title=\"Spotify Embed: LUSOFONIAS - O lugar da M\u00e3e nas JMJ Lisboa\" style=\"border-radius: 12px\" width=\"100%\" height=\"152\" frameborder=\"0\" allowfullscreen allow=\"autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/episode\/72UAb7NVKVoZaByrR0nvnH?si=MBOg0fgZTuuyb8HbV3P0pg&#038;utm_source=oembed\"><\/iframe><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tony Neves, em Jancido &#8211; Gondomar<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":114253,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"default","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"default","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"default","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[75],"tags":[],"class_list":["post-295942","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-opiniao-rubricas"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/295942","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=295942"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/295942\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/114253"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=295942"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=295942"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=295942"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}