{"id":29416,"date":"2008-01-17T18:01:52","date_gmt":"2008-01-17T18:01:52","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2008\/01\/17\/internet-aproxima-cristaos\/"},"modified":"2008-01-17T18:01:52","modified_gmt":"2008-01-17T18:01:52","slug":"internet-aproxima-cristaos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/internet-aproxima-cristaos\/","title":{"rendered":"Internet aproxima crist\u00e3os"},"content":{"rendered":"<p>Realidades e possibilidades que se abrem \u00e0 Igreja atrav\u00e9s da utiliza\u00e7\u00e3o da Internet foi tema da confer\u00eancia organizada pelo Centro de Reflex\u00e3o Crist\u00e3. O objectivo era convidar os crist\u00e3os a pensar sobre o instrumento, neste caso a Internet, que possibilita a comunica\u00e7\u00e3o nos dias de hoje.  Uma organiza\u00e7\u00e3o que quis reflectir \u201csobre a aproxima\u00e7\u00e3o que os crist\u00e3os estabelecem \u00e0 rede\u201d, explica \u00e0 Ag\u00eancia ECCLESISA Ana Claudia Vicente, vogal da direc\u00e7\u00e3o. Tendo em conta que \u201ca rede \u00e9 uma m\u00faltipla realidade, e em constante muta\u00e7\u00e3o\u201d, a confer\u00eancia partiu de tr\u00eas experi\u00eancias pessoais para ilustrar essa aproxima\u00e7\u00e3o.  Carlos Cunha, \u00e9 um blogger. Leigo cat\u00f3lico, como descreve Ana Claudia Vicente, \u201ctem participado nos blogs colectivos. A ele se juntou Tiago Cavaco, da Igreja Evang\u00e9lica Baptista, tamb\u00e9m um blogger. Ana Vicente, enquanto moderadora na confer\u00eancia, \u00e9 uma \u201cobservadora do fen\u00f3meno e intervenho em alguns blogs\u201d, explica.   A reflex\u00e3o apontou que existem duas dimens\u00f5es na concep\u00e7\u00e3o e participa\u00e7\u00e3o na \u201crede portuguesa\u201d: \u201cuma postura institucional e outra informal, e noutra medida uma interven\u00e7\u00e3o individual e outra colectiva\u201d.   Ana Vicente aponta que nos \u00faltimos cinco anos, h\u00e1 uma evolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica do meio por parte de diferentes congrega\u00e7\u00f5es e confiss\u00f5es religiosas, mas existe uma \u201cgrande quantidade de express\u00f5es individuais, talvez amadoras tamb\u00e9m, que utilizam os blogs para expressar a sua opini\u00e3o\u201d.   Estas duas dimens\u00f5es da utiliza\u00e7\u00e3o da rede s\u00e3o \u201cpositivas\u201d, mas nota-se \u201cuma desarticula\u00e7\u00e3o entre ambas\u201d, aponta Ana Vicente, que exemplifica com o facto de existirem blogs de discuss\u00e3o interconfessional que \u201cs\u00e3o conhecidos dentro da blogosfera, mas n\u00e3o t\u00eam uma articula\u00e7\u00e3o com os sites institucionais\u201d.   A multiplicidade de vozes que se expressam \u201cs\u00e3o, apesar de um risco, uma riqueza\u201d, pois existem express\u00f5es muito diferentes, \u201calgumas mais conservadoras ou cr\u00edticas que outras\u201d, mas s\u00e3o \u201cuma frescura porque, desta participa\u00e7\u00e3o espont\u00e2nea, aparecem express\u00f5es francas\u201d.  A reflex\u00e3o na confer\u00eancia indicou que os portais e os s\u00edtios s\u00e3o mais utilizados pelas institui\u00e7\u00f5es e os blogs sobretudo por leigos. \u201cIsto mostra uma diferen\u00e7a no discurso\u201d, evidenciando tamb\u00e9m que as discuss\u00f5es eclesiol\u00f3gicas \u201ct\u00eam passado mais pelo meio blog do que pelo meio institucional\u201d.   Uma realidade notada como contrastante em outras partes do mundo, \u201ccomo em locais latino americanos\u201d, destaca Ana Vicente.   \u201cExiste uma riqueza e profundidade maior que em Portugal ainda n\u00e3o conhecemos\u201d, afirma a vogal da direc\u00e7\u00e3o. \u201cNo aprofundamento do pensamento e experi\u00eancia crist\u00e3o em Portugal e da utiliza\u00e7\u00e3o da Internet, temos ainda muito caminho para fazer\u201d.   A Internet \u201cj\u00e1 \u00e9 um bom cart\u00e3o de visita\u201d e Ana Vicente acrescenta ainda que \u201cem nada enfraquecia a Igreja torn\u00e1-lo mais interactivo\u201d. A informa\u00e7\u00e3o potenciada pelo meio \u201cest\u00e1 j\u00e1 dispon\u00edvel\u201d, afirma, dando exemplo das Enc\u00edclicas ou Cartas Pastorais dispon\u00edveis na Internet. No entanto, a \u201creflex\u00e3o \u00e9 que falta\u201d.  A Internet \u00e9 em si um espa\u00e7o \u201cimportante pela sua imediatez\u201d. Ana Vicente aponta que esta imin\u00eancia comporta riscos, mas que sendo utilizado por pessoas, tem \u201cvirtualidades e riscos\u201d.   Como exemplo e experi\u00eancia positiva, foi recordada uma experi\u00eancia \u201ccolectiva, iniciada por cat\u00f3licos, mas a que aderiram outras confiss\u00f5es\u201d &#8211; o blog \u201cA Terra da Alegria\u201d.   Este foi um espa\u00e7o de \u201creflex\u00e3o mais aprofundada, com subst\u00e2ncia\u201d, sublinha Ana Vicente. Este poderia ser uma forma \u201cde ajudar crentes e n\u00e3o crentes a fazer o seu itiner\u00e1rio de f\u00e9\u201d, adianta.  Ana Vicente aponta que os participantes na blogosfera s\u00e3o \u201cpessoas mais descomprometidas com as diferentes hierarquias, dai talvez se sintam mais \u00e0 vontade para discutir com mais calor, as suas convic\u00e7\u00f5es\u201d.   \u201cSeria interessante e positivo perceber uma maior participa\u00e7\u00e3o das hierarquias nestes espa\u00e7os\u201d, afirma. \u201cEste \u00e9 um caminho a descobrir\u201d.   Ana Vicente, enquanto vogal da direc\u00e7\u00e3o do Centro de Reflex\u00e3o Crist\u00e3 n\u00e3o rejeita as possibilidades que este tema ainda abre para reflex\u00e3o. \u00c9 um tema \u201cque n\u00e3o \u00e9 novo, mas est\u00e1 ai para ser enriquecido e explorado\u201d.   <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Realidades e possibilidades que se abrem \u00e0 Igreja atrav\u00e9s da utiliza\u00e7\u00e3o da Internet foi tema da confer\u00eancia organizada pelo Centro de Reflex\u00e3o Crist\u00e3. O objectivo era convidar os crist\u00e3os a pensar sobre o instrumento, neste caso a Internet, que possibilita a comunica\u00e7\u00e3o nos dias de hoje. Uma organiza\u00e7\u00e3o que quis reflectir \u201csobre a aproxima\u00e7\u00e3o que [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":["post-29416","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-nacional"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29416","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=29416"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29416\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=29416"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=29416"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=29416"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}