{"id":29332,"date":"2008-01-15T11:45:05","date_gmt":"2008-01-15T11:45:05","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2008\/01\/15\/jornadas-liturgicas-no-algarve-centradas-na-eucaristia\/"},"modified":"2008-01-15T11:45:05","modified_gmt":"2008-01-15T11:45:05","slug":"jornadas-liturgicas-no-algarve-centradas-na-eucaristia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/jornadas-liturgicas-no-algarve-centradas-na-eucaristia\/","title":{"rendered":"Jornadas lit\u00fargicas no Algarve centradas na Eucaristia"},"content":{"rendered":"<p>A diocese do Algarve voltou a relan\u00e7ar desafios \u00e0 vida dos crist\u00e3os, \u00e0 sua pr\u00f3pria vida e \u00e0 vida da Igreja em geral. Bispos, sacerdotes, di\u00e1conos, religiosos, seminaristas e fi\u00e9is leigos reflectiram uma vez mais sobre as interpela\u00e7\u00f5es que se colocam \u00e0 viv\u00eancia actual da f\u00e9 crist\u00e3, este ano a partir da Eucaristia. As Jornadas Diocesanas da Pastoral Lit\u00fargica abordaram, com base no enfoque colocado pelo Papa Bento XVI na sua exorta\u00e7\u00e3o apost\u00f3lica p\u00f3s-sinodal intitulada \u201cEucaristia Sacramentum Caritatis\u201d, as implica\u00e7\u00f5es resultantes da comunh\u00e3o eucar\u00edstica. Realizadas no passado s\u00e1bado e domingo no Centro Pastoral e Social da Diocese do Algarve, as Jornadas foram participadas por cerca de 170 pessoas, uma das maiores ades\u00f5es de sempre a esta iniciativa promovida pelo Departamento Diocesano de Pastoral Lit\u00fargica. Ao longo das diferentes interven\u00e7\u00f5es e espa\u00e7os reflectivos das jornadas foi poss\u00edvel encontrar muitos pontos de encontro entre as an\u00e1lises e o aspecto unificador entre todas as reflex\u00f5es foi a necessidade de identifica\u00e7\u00e3o da vida com Cristo para que se possa estabelecer uma comunh\u00e3o plena na Eucaristia.   Para al\u00e9m das cinco confer\u00eancias que especificaram detalhadamente as caracter\u00edsticas e implica\u00e7\u00f5es da viv\u00eancia do sacramento, o programa do fim-de-semana contou ainda com o desenvolvimento de quatro \u00e1reas tem\u00e1ticas que procuraram particularizar alguns aspectos resultantes da celebra\u00e7\u00e3o da Eucaristia. Albino Martins deteve-se na an\u00e1lise da \u201cEucaristia, sacramento esponsal\u201d; o di\u00e1cono Fl\u00e1vio Martins abordou a \u201cArte da celebra\u00e7\u00e3o eucar\u00edstica\u201d; o seminarista Ant\u00f3nio de Freitas reflectiu sobre a \u201cEucaristia e a transforma\u00e7\u00e3o do mundo\u201d; e o padre Joel Teixeira referiu-se a \u201cUma forma eucar\u00edstica da vida crist\u00e3 (a sa\u00fade)\u201d.  <b>Intimidade eucar\u00edstica<\/b> D. Manuel Neto Quintas apresentou os desafios pastorais resultantes do sacramento, sob o tema \u201cEucaristia, P\u00e3o para a vida do mundo\u201d. O Bispo do Algarve referiu-se \u00e0 rela\u00e7\u00e3o da miss\u00e3o e do testemunho com a Eucaristia, abordou a exist\u00eancia eucar\u00edstica e apontou as implica\u00e7\u00f5es sociais mesmo sacramento. O orador, lembrando que \u201ca transmiss\u00e3o da f\u00e9 est\u00e1 ligada \u00e0 celebra\u00e7\u00e3o eucar\u00edstica\u201d, sublinhou que \u201co caminho de inicia\u00e7\u00e3o crist\u00e3 tem como ponto de refer\u00eancia tornar poss\u00edvel a compreens\u00e3o e o acesso \u00e0 participa\u00e7\u00e3o na Eucaristia\u201d. \u201cSomos baptizados e crismados em ordem \u00e0 Eucaristia\u201d, concretizou o Bispo diocesano, destacando que \u201cos sacramentos da inicia\u00e7\u00e3o crist\u00e3 preparam para a Eucaristia\u201d. D. Manuel Quintas explicou que \u201ca Eucaristia leva \u00e0 plenitude a inicia\u00e7\u00e3o crist\u00e3 como centro e termo de toda a vida sacramental\u201d. \u201cA nossa vida deve ser marcada por tudo aquilo que a Eucaristia \u00e9 e significa para cada crist\u00e3o\u201d, complementou, acrescentando que \u201ca Eucaristia transforma toda a vida em culto espiritual agrad\u00e1vel a Deus\u201d. \u201cPodemos, na Igreja, viver diferentes voca\u00e7\u00f5es, exercer diferentes minist\u00e9rios e enriquecer a Igreja com diferentes carismas, mas todos nos sentimos um s\u00f3 com Cristo na Eucaristia. A Eucaristia d\u00e1-nos essa dimens\u00e3o de eclesialidade que d\u00e1 consist\u00eancia \u00e0quilo que somos\u201d, observou o Bispo do Algarve.       Considerando que \u201ca intimidade eucar\u00edstica desperta para a urg\u00eancia do an\u00fancio e do testemunho com a vida\u201d, D. Manuel Quintas apresentou o \u201cdesafio pastoral\u201d. \u201cSomos chamados a ter esta vida eucar\u00edstica no dia-a-dia\u201d, concretizou, elucidando que \u201ca Eucaristia impele todo o que n\u2019Ele acredita, a fazer-se \u00abp\u00e3o partido\u00bb para os outros e a empenhar-se por um mundo mais justo e fraterno\u201d. \u201cA Eucaristia \u00e9 um meio importante para a mudan\u00e7a de mentalidade no que diz respeito \u00e0 perten\u00e7a \u00e0 Igreja, ao testemunho crist\u00e3o, \u00e0 celebra\u00e7\u00e3o e an\u00fancio da pr\u00f3pria f\u00e9 e \u00e0 oferta da pr\u00f3pria vida\u201d, afirmou.  Classificando a Eucaristia como \u201cprojecto de solidariedade em prol da humanidade\u201d, D. Manuel Quintas sustentou que \u201ca Eucaristia \u00e9 uma grande escola de paz, onde se formam homens e mulheres que se fazem construtores de di\u00e1logo e comunh\u00e3o\u201d.  O Prelado considerou ent\u00e3o que \u201ca autenticidade da nossa participa\u00e7\u00e3o na Eucaristia mede-se pelo modo como nos comprometemos na real na edifica\u00e7\u00e3o de uma sociedade mais equitativa e fraterna\u201d. \u201cParticipar na Eucaristia de costas para o mundo e depois voltar para o mundo de costas para a Eucaristia n\u00e3o resulta\u201d, constatou, sublinhando a \u201cprofunda incid\u00eancia social\u201d do sacramento. \u201cO pedido que fazemos em cada Eucaristia \u2013 o p\u00e3o nosso de cada dia nos dai hoje \u2013 obriga-nos a fazer tudo o que for poss\u00edvel em colabora\u00e7\u00e3o com as institui\u00e7\u00f5es internacionais, estatais e privadas para que cesse ou diminua no mundo o esc\u00e2ndalo da fome e da subnutri\u00e7\u00e3o de que padecem muitos milh\u00f5es de pessoas sobretudo nos pa\u00edses em vias de desenvolvimento\u201d, advertiu. A terminar, desejou que \u201cas dioceses e comunidades crist\u00e3s d\u00eaem a conhecer e fomentem o estudo da Doutrina Social da Igreja\u201d.  A concluir, destacou que \u201co culto agrad\u00e1vel a Deus nunca \u00e9 um acto meramente privado, sem consequ\u00eancias nas rela\u00e7\u00f5es sociais\u201d, pois \u201crequer o testemunho p\u00fablico da pr\u00f3pria f\u00e9\u201d.  <b>Comunh\u00e3o<\/b> Na confer\u00eancia que abriu as Jornadas Diocesanas de Pastoral Lit\u00fargica, intitulada \u201cEucaristia, sacramento da Caridade\u201d, D. Manuel Madureira Dias explicitou que na Eucaristia importa sobretudo a identifica\u00e7\u00e3o dos fi\u00e9is participantes na celebra\u00e7\u00e3o eucar\u00edstica com o seu fundador Jesus Cristo, que durante a sua vida terrena tamb\u00e9m procurou sempre identificar-se com a vontade de Deus Pai.  O Bispo Em\u00e9rito do Algarve exaltou a oferta da vida dos crist\u00e3os como sacrif\u00edcio a Deus, lembrando a prop\u00f3sito que \u201ca comunidade crist\u00e3, na sua reflex\u00e3o de f\u00e9, ajudada pelo Esp\u00edrito Santo, foi descobrindo que o verdadeiro sacrif\u00edcio dos crist\u00e3os era o sacrif\u00edcio da natureza do que Jesus fez\u201d, ou seja, \u201cn\u00e3o era dar coisas, era dar-se\u201d. \u201cDeus n\u00e3o precisa de nada. Deus quer o cora\u00e7\u00e3o e \u00e9 exactamente aqui que est\u00e1 a grande dimens\u00e3o da oferta sacrificial da vida\u201d, explicou D. Manuel Madureira Dias, recordando que \u201cna Ceia Pascal, estamos diante do verdadeiro sacrif\u00edcio\u201d. O Bispo Em\u00e9rito do Algarve considerou mesmo o espa\u00e7o compreendido entre a Ceia de Jesus e a sua morte no Calv\u00e1rio \u201cum \u00fanico acto\u201d. \u201cNa Ceia \u00e9 a entrega de Jesus no sacramento; no Jardim das Oliveiras acontece mais uma manifesta\u00e7\u00e3o da sua identifica\u00e7\u00e3o com a vontade do Pai; e no Calv\u00e1rio acontece o sacrif\u00edcio, real, vivo, cruento, da sua pr\u00f3pria entrega. \u00c9 um \u00fanico sacrif\u00edcio, que na Ceia \u00e9 antecipado de forma sacramental e no Calv\u00e1rio \u00e9 consumado com a sua morte e ressurrei\u00e7\u00e3o\u201d, aludiu D. Manuel Madureira Dias, designando o acontecimento como \u201co princ\u00edpio do sacrif\u00edcio da pr\u00f3pria vida de Jesus Cristo\u201d, \u201co sacrif\u00edcio dos crist\u00e3os\u201d, que se realiza na Eucaristia. \u201cEste sacrif\u00edcio tornou-se sacrif\u00edcio para n\u00f3s\u201d, afirmou, explicando que Jesus \u201cfez o sacrif\u00edcio de si mesmo ao Pai em favor de todos n\u00f3s\u201d, \u201cde tal maneira que ele implicou connosco na Ceia\u201d. \u201cO que Jesus fez na Ceia e no Calv\u00e1rio em nosso favor foi como se dissesse: \u00abo mesmo que eu fiz, f\u00e1-lo tu tamb\u00e9m\u00bb\u201d, interpretou. Confirmando isso mesmo, D. Manuel Madureira Dias, evocou o gesto do lava-p\u00e9s, realizado por Jesus aos ap\u00f3stolos antes da Ceia, quando disse \u201cse eu, sendo Mestre e Senhor, vos fiz isto, fazei v\u00f3s tamb\u00e9m uns aos outros\u201d. \u201cLigando o lava-p\u00e9s com a institui\u00e7\u00e3o da Eucaristia temos aqui um recadinho velado, mas muito bonito: \u00abolhem que isto tudo que est\u00e1 a acontecer n\u00e3o \u00e9 para assistirdes, \u00e9 para vos incluirdes tamb\u00e9m\u00bb\u201d, observou, considerando o amor como o \u201cacto unitivo\u201d da liga\u00e7\u00e3o entre a Ceia e o Calv\u00e1rio. O Bispo Em\u00e9rito do Algarve considerou igualmente que \u201cno sacrif\u00edcio est\u00e1 a primeira raz\u00e3o do amor fraterno\u201d. \u201cS\u00f3 na medida em que eu for capaz de me entregar eucaristicamente \u00e0 imagem do pr\u00f3prio Jesus Cristo \u00e9 que eu estou habilitado para amar\u201d, concretizou o Prelado, considerando que \u201cas ac\u00e7\u00f5es externas realizadas, chamadas de caridade ou de amor fraterno, se n\u00e3o forem tocadas e enformadas na base pela entrega a Deus, s\u00e3o vazias\u201d. Lembrando que \u201co que comemos transforma-se em n\u00f3s\u201d, o conferencista procurou descodificar o gesto de Cristo. \u201cJesus ao dar-se como comida e bebida quis dizer isto: \u00abquero que tu te identifiques comigo porque eu estou identificado contigo\u00bb\u201d, afirmou, frisando que \u201cJesus, identificado connosco desde o momento da incarna\u00e7\u00e3o, agora quer dar-nos oportunidades para que nos transformemos n\u2019Ele\u201d. \u201cEucaristia n\u00e3o \u00e9 apenas a comunh\u00e3o sacramental que se transforma em n\u00f3s, mas \u00e9 sobretudo o desej\u00e1vel: que n\u00f3s nos transformemos n\u2019Aquele que recebemos. Esta \u00e9 que \u00e9 a comunh\u00e3o\u201d, elucidou. D. Manuel Madureira Dias sublinhou igualmente o sentido comunit\u00e1rio da Eucaristia. \u201cJesus n\u00e3o se deu a cada um individualmente e em separado dos outros. Se eu estou na Eucaristia e recebo Cristo em comunh\u00e3o, \u2013 dele comigo e de mim com Ele \u2013, recebo Cristo em comunh\u00e3o com a sua Igreja e Ele quer tamb\u00e9m que eu, como membro da Igreja, esteja em comunh\u00e3o com a Igreja para estar em comunh\u00e3o com Ele\u201d, explicou, justificando que \u201cpor isso n\u00e3o h\u00e1 uma comunh\u00e3o com Cristo separado da comunh\u00e3o com a Igreja\u201d, ou seja, \u201cn\u00e3o h\u00e1 uma comunh\u00e3o verdadeira com Cristo se n\u00e3o houver comunh\u00e3o com os irm\u00e3os\u201d. D. Manuel Madureira Dias explicou que n\u00e3o \u00e9 a comunh\u00e3o eucar\u00edstica que vai \u201cproduzir\u201d a comunh\u00e3o, mas apenas \u201cvem selar, confirmar e tornar mais s\u00f3lida a comunh\u00e3o se ela j\u00e1 existe\u201d. \u201cEu posso ter a minha piedade pessoal, os meus momentos de adora\u00e7\u00e3o diante do Sant\u00edssimo Sacramento, mas a Eucaristia que eu estou a adorar diante do Sant\u00edssimo Sacramento, \u00e9 uma Eucaristia que foi celebrada da comunidade, para a comunidade e na comunidade\u201d, disse.  O conferencista explicou ainda o sentido do amor fraterno. \u201c\u00c9 uma maneira de estabelecer liga\u00e7\u00e3o com o irm\u00e3o para que Cristo passe por esse gesto e o meu irm\u00e3o descubra, a tr\u00e1s do meu gesto, que a raz\u00e3o de ser dele \u00e9 o pr\u00f3prio Cristo\u201d, concretizou.  Sobre o sentido mission\u00e1rio da Eucaristia, o Bispo Em\u00e9rito do Algarve, lembrando o \u00faltimo documento sa\u00eddo do Vaticano II \u201cPresbyterorum Ordinis\u201d, elucidou que \u201ca Eucaristia deve levar os crist\u00e3os \u00e0s obras de caridade, \u00e0 ac\u00e7\u00e3o mission\u00e1ria e \u00e0s v\u00e1rias formas de dar testemunho crist\u00e3o\u201d. \u201cAquilo que aconteceu no altar vai passar por mim para outros que l\u00e1 n\u00e3o estiveram. A Eucaristia foi ali naquele espa\u00e7o e para aquela comunidade, mas como eu vou eucaristiado, vou, em nome da Igreja, da comunidade em que estou inserido, e da humanidade de que fa\u00e7o parte, ser presen\u00e7a eucar\u00edstica d\u2019Aquele que esteve comigo durante aquele tempo\u201d, frisou. A terminar, o orador referiu ainda que \u201cn\u00e3o h\u00e1 verdadeira celebra\u00e7\u00e3o eucar\u00edstica sem a busca da pr\u00f3pria santifica\u00e7\u00e3o que se realiza no amor quotidiano nos irm\u00e3os\u201d. D. Manuel Madureira Dias deixou ainda claro que \u201co Corpo de Cristo n\u00e3o \u00e9 apenas a h\u00f3stia consagrada\u201d. \u201cO Corpo de Cristo \u00e9 a comunidade que est\u00e1 ali a celebrar o mist\u00e9rio de Jesus ressuscitado\u201d, concluiu.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A diocese do Algarve voltou a relan\u00e7ar desafios \u00e0 vida dos crist\u00e3os, \u00e0 sua pr\u00f3pria vida e \u00e0 vida da Igreja em geral. Bispos, sacerdotes, di\u00e1conos, religiosos, seminaristas e fi\u00e9is leigos reflectiram uma vez mais sobre as interpela\u00e7\u00f5es que se colocam \u00e0 viv\u00eancia actual da f\u00e9 crist\u00e3, este ano a partir da Eucaristia. As Jornadas [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[120,185,294,314],"class_list":["post-29332","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-nacional","tag-bento-xvi","tag-diocese-do-algarve","tag-sacramentos","tag-solidariedade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29332","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=29332"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29332\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=29332"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=29332"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=29332"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}