{"id":2917,"date":"2006-04-03T14:44:19","date_gmt":"2006-04-03T14:44:19","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/04\/03\/inauguracao-do-centro-pastoral-de-amarante\/"},"modified":"2006-04-03T14:44:19","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:19","slug":"inauguracao-do-centro-pastoral-de-amarante","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/inauguracao-do-centro-pastoral-de-amarante\/","title":{"rendered":"Inaugura\u00e7\u00e3o do Centro Pastoral de Amarante"},"content":{"rendered":"<p>A festa come\u00e7ara de manh\u00e3, com a celebra\u00e7\u00e3o vicarial da Confirma\u00e7\u00e3o, na Igreja de S\u00e3o Gon\u00e7alo, presidida pelo Bispo do Porto, Dom Armindo Lopes Coelho, e concelebrada pelo Vig\u00e1rio Episcopal da Regi\u00e3o de Sobret\u00e2mega, Monselhor Clemente, pelo Vig\u00e1rio de Amarante I e pelos p\u00e1rocos dos candidatos ao Crisma, de S\u00e3o Gon\u00e7alo e S\u00e3o Ver\u00edssimo, de Gat\u00e3o, Lomba e Salvador. Foram setenta e sete crismados, a maioria deles jovens. Na Homilia, Dom Armindo insistiu que \u201ca f\u00e9 sem obras est\u00e1 completamente morta\u201d e catequizou sobre a natureza pessoal do Esp\u00edrito Santo, no seio do mist\u00e9rio de Deus e a sua miss\u00e3o na vida dos crentes, da Igreja e do mundo. Partindo do Evangelho, insistiu no papel do Esp\u00edrito Santo, \u201cAquele que nos lembra, nos recorda, nos esclarece sobre a Palavra e a obra de Jesus\u201d. A concluir a celebra\u00e7\u00e3o, Dom Armindo insistiu na import\u00e2ncia dos jovens para uma cultura da \u00abesperan\u00e7a\u00bb numa Europa em que, como refere o Papa Jo\u00e3o Paulo II na Exorta\u00e7\u00e3o Apost\u00f3lica, se verifica uma certa \u201capostasia silenciosa\u201d, uma nega\u00e7\u00e3o, na pr\u00e1tica, da presen\u00e7a e do agir de Deus no mundo.  O CORTEJO  A chuva da tarde foi mais um sinal de b\u00ean\u00e7\u00e3o, do que uma amea\u00e7a. O previsto cortejo do Largo de Santa Luzia at\u00e9 ao Centro Pastoral concretizou-se, numa manifesta\u00e7\u00e3o p\u00fablica de alegria, como h\u00e1 muito n\u00e3o se via. Os 10 anos da Catequese distinguiam-se pelas cores dos bal\u00f5es. Os Bombos de Jazente e a Fanfarra abriam o Cortejo. Os Bombeiros impunham-se com um carro antigo e bonito, preparado para o efeito. Uma multid\u00e3o de gente abra\u00e7ou o Centro Pastoral. T\u00e3o grande e t\u00e3o pequeno, naquela hora, que a comitiva das entidades oficiais tinha dificuldade em cumprir as formalidades.   A INAUGURA\u00c7\u00c3O  Depois da largada de bal\u00f5es, fez-se o i\u00e7ar das Bandeiras, a entrega da Chave pelo Empreiteiro, o destapar da Bandeira do CNE, na Sede dos Escuteiros, do Agrupamento 448. Se a Fanfarra dos Bombeiros fez inicialmente as honras \u00e0 Bandeira Nacional, a Banda de M\u00fasica de Amarante acabaria por saudar o Bispo e o povo com hinos de festa. Obviamente n\u00e3o faltaram os foguetes. Mas quase ficava por descerrar a l\u00e1pide, no meio de uma enorme multid\u00e3o que deixou o p\u00e1roco completamente \u201cperdido\u201d entre a gente e \u201cemocionado\u201d pelo magn\u00edfico apoio popular prestado a esta casa e a esta causa.   Mas a placa foi mesmo descerrada, pelo Bispo, na presen\u00e7a de in\u00fameras autoridades: o Secret\u00e1rio de Estado da Juventude e Desportos, Dr. Herm\u00ednio Loureiro, o Governador Civil do Porto, Dr. Manuel Moreira, o Deputado Nacional Dr. Marco Ant\u00f3nio, o Presidente da C\u00e2mara Municipal de Amarante, o Presidente da Assembleia Municipal, o Vereador Dr. Ac\u00e1cio, o Presidente da Junta de Freguesia de S\u00e3o Gon\u00e7alo, os representantes da Comiss\u00e3o de Coordena\u00e7\u00e3o do Desenvolvimento Regional e ainda de outras institui\u00e7\u00f5es locais, como a GNR, a Miseric\u00f3rdia, o Instituto do Emprego, a Cruz Vermelha, o Hospital de S\u00e3o Gon\u00e7alo, a Associa\u00e7\u00e3o Comercial e Industrial, a Cooperativa Agr\u00edcola, as v\u00e1rias Escolas de Amarante, os Bombeiros, a Banda de M\u00fasica e tantas outras que se confundiam num mar de gente.  J\u00e1 no espa\u00e7o do Audit\u00f3rio, antes ainda da B\u00ean\u00e7\u00e3o houve uma apresenta\u00e7\u00e3o animada de slides, sobre a hist\u00f3ria da constru\u00e7\u00e3o do Centro. Seguiu-se a B\u00ean\u00e7\u00e3o. Dom Armindo explicou a sua dificuldade em escolher o texto b\u00edblico, dada a amplitude de fun\u00e7\u00f5es e utilidades a que este Centro Pastoral se destinava. Insistiu na voca\u00e7\u00e3o \u00abcat\u00f3lica\u00bb da Igreja, no seu dever de abertura universal, de modo que todos em Amarante pudesse dizer \u00abesta \u00e9 a nossa casa. Esta casa \u00e9 nossa. N\u00e3o \u00e9 minha, porque \u00e9 de todos\u00bb. O Coro confirmava a palavra-chave da constru\u00e7\u00e3o e deste dia, cantado o c\u00e2none \u2018se o Senhor n\u00e3o edifica a casa, em v\u00e3o trabalham os que a constroem\u2019 (Sal.126,1).   OS DISCURSOS DE INAUGURA\u00c7\u00c3O  J\u00e1 na parte dos Discursos, o P\u00e1roco saudaria os presentes, glosando essa palavra b\u00edblica do salmista, como \u201csentido e mote que presidiram ao curso desta Obra, desde a primeira e j\u00e1 long\u00ednqua hora do sonho e do projecto, at\u00e9 este instante \u00faltimo da sua forma e concretiza\u00e7\u00e3o\u201d. O seu discurso foi um testemunho de f\u00e9 na necessidade da gra\u00e7a do Alto, para prosseguir na obra de Deus. E lembrou que \u201co tempo desta obra nos ensinou a conjugar na mesma vontade os verbos edificar e construir. Porque uma coisa tamb\u00e9m faz a outra\u201d. A assembleia n\u00e3o resistiu a um fort\u00edssimo aplauso, quando o P\u00e1roco, emocionado, conclu\u00eda o seu Discurso, dizendo: \u00abn\u00e3o \u00e9 o Centro Pastoral de Amarante a menina dos meus olhos. A \u201cmenina dos meus olhos\u201d \u00e9 a Igreja, sois todos e \u00e9 cada um de v\u00f3s\u00bb. Palavras que comoveram tamb\u00e9m o Secret\u00e1rio de Estado da Juventude e Desportos que, no seu convicto discurso, exaltou a \u00abjuventude\u00bb do p\u00e1roco, o seu dinamismo e coragem, ao construir aquela obra, como espa\u00e7o e factor de inclus\u00e3o social. O Presidente da C\u00e2mara, mostrou-se muito satisfeito com a constru\u00e7\u00e3o do Centro, depois de algumas dificuldades \u201cimpostas por alguns burocratas e n\u00e3o pelos pol\u00edticos\u201d destacando o rigor e a qualidade do projecto, a beleza do Edif\u00edcio, que mereceram todo o apoio e empenho da C\u00e2mara, que contribuiu ali\u00e1s com 50 mil euros (dez mil contos). Armindo Abreu evocou ainda e muito justamente o papel e a import\u00e2ncia do ex-Secret\u00e1rio de Estado da Administra\u00e7\u00e3o Local, o Deputado Jos\u00e9 Augusto Carvalho, na atribui\u00e7\u00e3o do subs\u00eddio do Estado em 500 mil euros (100 mil contos) . Dom Armindo encerrou os Discursos, como que inscrevendo uma nota fundamental na voca\u00e7\u00e3o desta Casa: \u00abN\u00e3o \u00e0 exclus\u00e3o\u00bb. Insistiu.  A VISITA AO EDIF\u00cdCIO  Seguiu-se a visita ao Edif\u00edcio, onde foram apreciados e explicados os pormenores de Arquitectura, pelos Arquitectos da Arquiprojecta ali presentes, Dante Macedo e Jos\u00e9 Afonso, este \u00faltimo com especial papel na concep\u00e7\u00e3o, desenho e esp\u00edrito da obra. Dante Macedo, um ilustre amarantino, acompanhou sempre com frequ\u00eancia not\u00e1vel e capacidade invulgar de resposta a constru\u00e7\u00e3o do edif\u00edcio em quase duas dezenas de reuni\u00f5es. Era not\u00f3ria a alegria e a satisfa\u00e7\u00e3o, por um espa\u00e7o que oferece beleza e funcionalidade.   O LANCHE-CONV\u00cdVIO  A Visita terminaria com um lanche oferecido por 750 catequizandos (crian\u00e7as e adolescentes), alguns amigos, pessoas e empresas ligadas \u00e0 cultura do vinho e da restaura\u00e7\u00e3o. A longa cave do Edif\u00edcio era um \u00abovo\u00bb cheio de gente, que comia, conversava e cantava. Dom Armindo esteve presente, congratulando-se com uma t\u00e3o expressiva manifesta\u00e7\u00e3o de apoio e de interesse por esta obra da Igreja. N\u00e3o se esqueceu de dar os parab\u00e9ns ao p\u00e1roco, nesse dia a completar onze anos de paroquialidade.   E AGORA?  Ao outro dia, na sua Homilia Dominical e ainda \u00aba quente\u00bb, o P\u00e1roco lembrou aos fi\u00e9is que \u00aba partir de agora, nada pode ficar como dantes\u201d. \u201cFoi dif\u00edcil chegar aqui. \u00c9 ainda mais exigente partir daqui e a partir de aqui. A comunidade tem de dar resposta. E espera-se agora muito mais dela. Se n\u00e3o tivermos obra para construir, temos sempre uma comunidade para edificar. E este esfor\u00e7o continuar\u00e1, com a capacidade que cada um revelar de servir. De servir a Igreja. Desinteressadamente. De ajudar a Igreja a servir os homens, a servir todas as pessoas de boa vontade\u201d, concluiu.    Os pedidos que j\u00e1 t\u00eam sido feitos para \u00abocupar a casa\u00bb e os projectos de anima\u00e7\u00e3o que se sonham, d\u00e3o-nos o \u00edndice justificativo do empenho merecido que o Estado e a Igreja, a C\u00e2mara e a Junta de Freguesia, as Par\u00f3quias e os seus benfeitores, puseram nesta Casa, que se tornou claramente o grande \u00abCentro\u00bb, um Centro \u00abPastoral\u00bb, o Centro Pastoral \u00abde Amarante\u00bb.     <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A festa come\u00e7ara de manh\u00e3, com a celebra\u00e7\u00e3o vicarial da Confirma\u00e7\u00e3o, na Igreja de S\u00e3o Gon\u00e7alo, presidida pelo Bispo do Porto, Dom Armindo Lopes Coelho, e concelebrada pelo Vig\u00e1rio Episcopal da Regi\u00e3o de Sobret\u00e2mega, Monselhor Clemente, pelo Vig\u00e1rio de Amarante I e pelos p\u00e1rocos dos candidatos ao Crisma, de S\u00e3o Gon\u00e7alo e S\u00e3o Ver\u00edssimo, de 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