{"id":29038,"date":"2008-01-01T23:49:04","date_gmt":"2008-01-01T23:49:04","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2008\/01\/01\/homilia-no-final-do-ano-do-bispo-de-leiria-fatima\/"},"modified":"2008-01-01T23:49:04","modified_gmt":"2008-01-01T23:49:04","slug":"homilia-no-final-do-ano-do-bispo-de-leiria-fatima","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/homilia-no-final-do-ano-do-bispo-de-leiria-fatima\/","title":{"rendered":"Homilia no FInal do Ano do Bispo de Leiria-F\u00e1tima"},"content":{"rendered":"<p>Confiemo-nos \u00e0 Esperan\u00e7a que n\u00e3o desilude <!--more--> \u201cBendito seja Deus, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, que do alto dos C\u00e9us nos aben\u00e7oou com toda a esp\u00e9cie de b\u00ean\u00e7\u00e3os espirituais em Cristo\u201d (Ef 1,3).  No final de um ano, este hino do Ap\u00f3stolo tem resson\u00e2ncia particular no nosso cora\u00e7\u00e3o. Por isso nos encontramos aqui reunidos, nesta noite, para elevar um hino de ac\u00e7\u00e3o de gra\u00e7as a Deus, Senhor do tempo e da hist\u00f3ria, pelos numerosos benef\u00edcios concedidos a cada um, \u00e0s nossas fam\u00edlias, \u00e0 Igreja e \u00e0 humanidade.  Ao terminar o ano de 2007 e na vig\u00edlia de 2008 \u00e9 nosso dever, nossa alegria e nossa salva\u00e7\u00e3o louvar e agradecer Aquele que nos acompanha no tempo sem nunca nos abandonar e que vela sempre sobre a humanidade com a fidelidade do Seu amor terno e misericordioso.  Neste esp\u00edrito somos convidados a percorrer o ano que hoje finda, a revisitar muitos dons j\u00e1 recebidos da bondade do Senhor e a enfrentar com esperan\u00e7a o ano que agora se abre diante de n\u00f3s.  No recolhimento e no sil\u00eancio da medita\u00e7\u00e3o pessoal, cada um de n\u00f3s poder\u00e1 encontrar motivos particulares para dar gra\u00e7as a Deus e recordar as resson\u00e2ncias suscitadas no nosso cora\u00e7\u00e3o pelas maravilhas que Deus realizou, ao longo do ano, em nosso favor.  Neste contexto desejaria fazer-me porta-voz da mem\u00f3ria colectiva da Igreja, para elevar ao c\u00e9u a nossa comum ac\u00e7\u00e3o de gra\u00e7as por alguns dons mais significativos para a Igreja diocesana, nacional e universal. Evoco-os brevemente.  1. Antes de mais quero recordar a comemora\u00e7\u00e3o dos 90 anos das Apari\u00e7\u00f5es de Nossa Senhora em F\u00e1tima. Foi uma ocasi\u00e3o para revisitar e aprofundar a actualidade e a beleza da Mensagem prof\u00e9tica de miseric\u00f3rdia, consola\u00e7\u00e3o e esperan\u00e7a que a Senhora trouxe do c\u00e9u \u00e0 Igreja e \u00e0 humanidade numa das horas mais dram\u00e1ticas da sua hist\u00f3ria.  Fizemo-lo atrav\u00e9s de uma s\u00e9rie de iniciativas como tr\u00eas congressos de alto n\u00edvel teol\u00f3gico-pastoral, algumas exposi\u00e7\u00f5es art\u00edsticas e a inaugura\u00e7\u00e3o da nova igreja dedicada \u00e0 Sant\u00edssima Trindade. A nova igreja deu corpo vis\u00edvel a uma dimens\u00e3o essencial da Mensagem. \u00c9 um hino \u00e0 Sant\u00edssima Trindade. Torna-se um convite e uma ajuda a erguer o olhar e o cora\u00e7\u00e3o para contemplar o Rosto  Trinit\u00e1rio de Deus, como um abismo de Beleza \u2013 a Beleza do amor que salva \u2013 tal como foi dado a contemplar aos pastorinhos.  Representa tamb\u00e9m o novo desafio \u00e0 espiritualidade e \u00e0 pastoral de F\u00e1tima hoje, quando assistimos a um eclipse cultural de Deus e \u00e0 eros\u00e3o da f\u00e9 em muitos crist\u00e3os. F\u00e1tima \u00e9 chamada a ser um \u201clugar m\u00edstico\u201d e mistag\u00f3gico onde resplande\u00e7a a beleza do Rosto Trinit\u00e1rio de Deus; um lugar onde se desperte a dimens\u00e3o contemplativa e m\u00edstica da f\u00e9 para lhe dar calor e alegria; onde se anuncie o permanente advento de Deus \u00e0 hist\u00f3ria dos homens como in\u00edcio e fundamento de uma esperan\u00e7a capaz de mudar o mundo e a vida.   2. Em rela\u00e7\u00e3o ao caminho da diocese de Leiria-F\u00e1tima desejava deter-me brevemente sobre o programa pastoral diocesano que este ano dedica a sua aten\u00e7\u00e3o ao acolhimento e \u00e0 voca\u00e7\u00e3o, escolhendo como tema: \u201cTestemunhas da Ternura de Deus\u201d. Com este t\u00edtulo, eu pr\u00f3prio escrevi uma carta pastoral onde convido a contemplar as entranhas da ternura de Deus revelada em Cristo para tornar este nosso mundo mais terno e fraterno. \u201cSem ternura n\u00e3o h\u00e1 vida, n\u00e3o h\u00e1 beleza, n\u00e3o h\u00e1 felicidade!\u201d. Da\u00ed deriva a pastoral do acolhimento como elemento constitutivo da Igreja que revela o cora\u00e7\u00e3o de Cristo cheio de ternura, miseric\u00f3rdia e esperan\u00e7a. O acolhimento deve configurar o rosto da Igreja acolhedora, dialogante e calorosa, mais interessada nas pessoas do que nas estruturas; deve dar uma alma e um pouco de cora\u00e7\u00e3o, de afecto e calor humano \u00e0s rela\u00e7\u00f5es e \u00e0 vida de cada comunidade.  A ternura de Deus \u00e9 como uma chama que ama e chama. Aquele que a acolhe, sente-se chamado a testemunh\u00e1-la e servi-la nos outros. Nela encontra o seu \u201chumus\u201d, a pastoral vocacional.  Alegro-me porque o programa da diocese est\u00e1 a caminhar positivamente atrav\u00e9s de uma ac\u00e7\u00e3o apost\u00f3lica capilar. Disso s\u00e3o um sinal as vig\u00edlias vocacionais com grande participa\u00e7\u00e3o de adolescentes e jovens.  Que o Senhor nos conceda que este esfor\u00e7o comum conduza a uma renova\u00e7\u00e3o das comunidades e a um florescimento de muitas e boas voca\u00e7\u00f5es ao matrim\u00f3nio crist\u00e3o, ao sacerd\u00f3cio e \u00e0 vida consagrada.  3. A n\u00edvel da Igreja em Portugal quero referir a visita \u201cad limina\u201d que os bispos realizaram ao Santo Padre e \u00e0 S\u00e9 Apost\u00f3lica. Foi um momento importante da express\u00e3o da nossa comunh\u00e3o e do nosso afecto com o Sucessor de Pedro, o Papa Bento XVI, que preside \u00e0 comunh\u00e3o da Igreja universal. E foi, tamb\u00e9m, um momento de balan\u00e7o e de verifica\u00e7\u00e3o da vida crist\u00e3 e eclesial das nossas dioceses.  Particularmente significativo foi o discurso do Santo Padre aos bispos e, atrav\u00e9s deles \u00e0 Igreja em Portugal. Evoco, em s\u00edntese, os pontos deste discurso, por vezes t\u00e3o mal interpretado pela comunica\u00e7\u00e3o social.  Em primeiro lugar, o Papa convida a Igreja a olhar-se \u00e0 luz do mist\u00e9rio de Deus que se revela e comunica a n\u00f3s em Cristo. Como quem diz: a Igreja vive de Cristo e com Cristo; vive do \u201cfogo\u201d de Cristo que a ilumina, purifica e lhe d\u00e1 o calor do amor e da comunh\u00e3o.  Em seguida, \u00e0 luz da Igreja mist\u00e9rio de comunh\u00e3o, afirma: \u201ca palavra de ordem era e \u00e9 construir caminhos de comunh\u00e3o. \u00c9 preciso mudar o estilo de organiza\u00e7\u00e3o da comunidade eclesial portuguesa e a mentalidade dos seus membros para se ter uma Igreja ao ritmo do conc\u00edlio Vaticano II, na qual esteja bem estabelecida a fun\u00e7\u00e3o do clero e do laicado, tendo em conta que todos somos um, desde quando fomos baptizados e integrados na fam\u00edlia dos filhos de Deus, e todos somos correspons\u00e1veis pelo crescimento da Igreja\u201d. \u00c9 um chamamento \u00e0 corresponsabilidade de todos na vida da Igreja e a um maior afecto e sentido de perten\u00e7a \u00e0 Igreja de Jesus.  Depois, voltando-se para a miss\u00e3o da Igreja, chama ao essencial desta miss\u00e3o: \u201ca Igreja n\u00e3o deve falar primariamente de si mesma, mas de Deus\u201d. E lembra que a evangeliza\u00e7\u00e3o hoje depende do encontro vivo com Jesus Cristo vivo. Neste sentido, convida a rever os percursos de inicia\u00e7\u00e3o \u00e0 f\u00e9 para que alcancem este objectivo.  E por fim refere-se, de um modo muito belo, a F\u00e1tima \u201ccomo escola de f\u00e9 com a Virgem Maria por Mestra; l\u00e1 ela ergueu a sua c\u00e1tedra para ensinar aos pequenos videntes e \u00e0s multid\u00f5es as verdades eternas e a arte de orar, crer e amar\u201d.  O discurso do Papa \u00e9 um apelo forte \u00e0 revitaliza\u00e7\u00e3o da f\u00e9 \u00e0 qual falta alegria e entusiasmo; \u00e0 renova\u00e7\u00e3o das comunidades vencidas pelo cansa\u00e7o e pela rotina; a um novo vigor mission\u00e1rio da nossa Igreja. Sim,\u201cse n\u00e3o estivermos entusiasmados pela beleza e profundidade da nossa f\u00e9, n\u00e3o podemos verdadeiramente transmiti-la nem aos vizinhos, nem aos filhos, nem \u00e0s gera\u00e7\u00f5es futuras\u201d (Cardeal Lehmann).  O futuro do cristianismo repousa sobre a for\u00e7a da Palavra de Deus e da comunh\u00e3o e sobre a alegria e o entusiasmo dos crist\u00e3os.  4. Alargando o nosso olhar \u00e0 Igreja universal, quero recordar a recente enc\u00edclica \u201cSalvos na Esperan\u00e7a\u201d, como um dom de Bento XVI \u00e0 Igreja e \u00e0 humanidade. \u00c9 um verdadeiro hino \u00e0 Esperan\u00e7a.  Perante os cen\u00e1rios do tempo em que vivemos, marcados pela inseguran\u00e7a econ\u00f3mica e social, pela ang\u00fastia do terrorismo e da guerra, pela incerteza do futuro, pelo vazio interior dos grandes ideais e valores e pela perda do sentido para vida e a hist\u00f3ria, o Papa convida-nos a redescobrir a beleza e a profundidade da esperan\u00e7a crist\u00e3. A esperan\u00e7a crist\u00e3 \u00e9 \u00fanica no seu g\u00e9nero porque est\u00e1 fundada sobre a f\u00e9 em Deus-Amor, Pai misericordioso, que \u201camou tanto o mundo que lhe deu o seu Filho unig\u00e9nito\u201d, para que os homens tenham vida e vida em abund\u00e2ncia, j\u00e1 agora e depois em plenitude na eternidade. \u00c9 este amor que nos faz renascer para uma esperan\u00e7a viva. \u201cUm amor humano, s\u00f3 por si n\u00e3o resolve o problema da vida. \u00c9 um amor que permanece fr\u00e1gil; pode ser destru\u00eddo pela morte. O ser humano tem necessidade do amor incondicional\u201d at\u00e9 ao fim e para al\u00e9m da morte. A esperan\u00e7a \u00e9 a confian\u00e7a neste Amor mais poderoso que o mal, mais forte que a morte.  A esperan\u00e7a em Deus que n\u00e3o desilude, d\u00e1-nos a for\u00e7a para viver o presente com paix\u00e3o e abrir-nos com confian\u00e7a ao futuro e d\u00e1-nos a ousadia para abrir caminhos novos para um mundo novo. S\u00f3 quando h\u00e1 uma grande esperan\u00e7a em n\u00f3s, \u00e9 que podemos dar sentido \u00e0 vida, resistir \u00e0s prova\u00e7\u00f5es, amar para al\u00e9m de toda a medida e de todo o cansa\u00e7o. Confiemo-nos pois \u00e0 Esperan\u00e7a que n\u00e3o desilude!  5. Numa perspectiva ecum\u00e9nica, fa\u00e7o uma refer\u00eancia muito breve \u00e0 \u201cperegrina\u00e7\u00e3o de confian\u00e7a sobre a terra\u201d de 40.000 jovens crist\u00e3os de v\u00e1rias confiss\u00f5es, em Genebra, convocados pela comunidade de Taiz\u00e9. \u00c9 um sinal de esperan\u00e7a para o ecumenismo e para a Europa. \u00c9 um encontro \u201csimb\u00f3lico\u201d que nos permite escutar o palpitar da Europa na sua juventude, vinda de 50 pa\u00edses europeus, e que se prop\u00f5em lan\u00e7ar um dinamismo criador de paz, confian\u00e7a e reconcilia\u00e7\u00e3o, nos lugares da sua vida e com todas as gera\u00e7\u00f5es.  Enquanto nos despedimos do ano que se concluiu e estamos prestes a entrar no ano novo, o nosso pensamento volta-se para Maria, M\u00e3e de Deus, cuja solenidade celebramos amanh\u00e3. Pe\u00e7amos-lhe que interceda por n\u00f3s. Que a sua protec\u00e7\u00e3o materna nos acompanhe hoje e sempre para que Cristo nos confirme na verdadeira esperan\u00e7a, como reza o Te Deum que vamos cantar:  \u201cEm V\u00f3s espero, meu Deus;  N\u00e3o serei confundido eternamente\u201d! \u00c1men!  Santu\u00e1rio de F\u00e1tima, 31 de Dezembro de 2007 \u2020 Ant\u00f3nio Marto, Bispo de Leiria-F\u00e1tima <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Confiemo-nos \u00e0 Esperan\u00e7a que n\u00e3o desilude<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[100,120,144,177,192,199,203,206,207,315,326],"class_list":["post-29038","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-advento","tag-bento-xvi","tag-concilio-vaticano-ii","tag-diocese-de-leiria-fatima","tag-ecumenismo","tag-espiritualidade","tag-europa","tag-familia","tag-fatima","tag-taize","tag-vida-consagrada"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29038","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=29038"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29038\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=29038"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=29038"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=29038"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}