{"id":289607,"date":"2023-07-16T20:54:26","date_gmt":"2023-07-16T19:54:26","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=289607"},"modified":"2023-07-17T10:56:08","modified_gmt":"2023-07-17T09:56:08","slug":"o-hoje-da-galileia-e-lisboa-la-o-vereis","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/o-hoje-da-galileia-e-lisboa-la-o-vereis\/","title":{"rendered":"O hoje da Galileia \u00e9 Lisboa! L\u00e1 o vereis!"},"content":{"rendered":"<p><em>D. Antonino Dias, Diocese de <\/em><em>Portalegre-Castelo Branco<\/em><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<figure id=\"attachment_184289\" aria-describedby=\"caption-attachment-184289\" style=\"width: 390px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/antonino-dias1.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-184289 size-medium\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/antonino-dias1-390x260.jpg\" alt=\"\" width=\"390\" height=\"260\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/antonino-dias1-390x260.jpg 390w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/antonino-dias1-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/antonino-dias1-768x512.jpg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/antonino-dias1-1080x720.jpg 1080w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/antonino-dias1-1280x853.jpg 1280w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/antonino-dias1-980x653.jpg 980w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/antonino-dias1-480x320.jpg 480w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/antonino-dias1.jpg 1500w\" sizes=\"(max-width: 390px) 100vw, 390px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-184289\" class=\"wp-caption-text\">Fotos: Ag\u00eancia ECCLESIA<\/figcaption><\/figure>\n<p>A JMJ \u00e9 a paz em movimento por entre continentes, povos e culturas, num interc\u00e2mbio sem igual de experi\u00eancias e dons. Ao seu jeito, com o \u2018idioma da proximidade\u2019 e da alegria, os jovens fazem ecoar \u2013 hoje! -, aquela feliz not\u00edcia da radiosa manh\u00e3 de P\u00e1scoa: \u201cN\u00f3s vimos o Senhor!\u201d (Jo 20, 25). Ele ressuscitou, est\u00e1 vivo, ide anunciar uns aos outros que Ele vai \u00e0 vossa frente para a Galileia, l\u00e1 o vereis! (cf. Mc 16, 7).\u00a0 Nestes dias que se aproximam, o \u2018HOJE\u2019 da Galileia \u00e9 Lisboa, l\u00e1 o vereis!<\/p>\n<p>\u201cEu n\u00e3o acreditarei\u201d, dir\u00e3o os que, como Tom\u00e9, exigem ver e tocar. Jesus, com amizade e compreens\u00e3o, disse a Tom\u00e9: \u201cTu acreditaste porque viste. Felizes os que h\u00e3o de acreditar sem terem visto\u201d (Jo 20, 29). Estamos entre aqueles que acreditam sem terem visto, somos felizes por isso! O Senhor est\u00e1 vivo e faz-se encontrado por todos quantos, sem medo e com f\u00e9, lhe escancaram as portas do cora\u00e7\u00e3o! Com eles estabelece uma amizade t\u00e3o forte que a todos d\u00e1 a sua paz e responsabiliza, em todos confia e a todos envia, em seu nome, pelos caminhos do mundo e da hist\u00f3ria, a ensinar o que Ele disse e fez, porque \u00e9 que o fez e disse. Como o mundo seria diferente se todos o quisessem saber e viver!<\/p>\n<p>Animada pelo Esp\u00edrito que a todos congrega e acompanha, a JMJ \u00e9 uma assembleia constitu\u00edda por gente muito para al\u00e9m de \u201cpartos, medos, elamitas, habitantes da Mesopot\u00e2mia, da Judeia e da Capad\u00f3cia, do Ponto e da \u00c1sia, da Fr\u00edgia e da Panf\u00edlia, do Egito e das regi\u00f5es da L\u00edbia vizinha de Cirene, colonos de Roma, tanto judeus como pros\u00e9litos, cretenses e \u00e1rabes\u201d (cf. At 2, 5-11). \u00c9 uma assembleia muit\u00edssimo maior do que essa. S\u00e3o milhares e milhares de jovens provenientes de cento e oitenta pa\u00edses a manifestar que amam a vida e gostam de viver na dire\u00e7\u00e3o certa! E n\u00e3o s\u00e3o meros destinat\u00e1rios da Palavra, s\u00e3o os protagonistas por excel\u00eancia, s\u00e3o eles que tamb\u00e9m anunciam e sentem o apelo que a Igreja, em nome de Jesus, lhes faz, a irem por todo o mundo a anunciar a Boa Nova que liberta e salva.<\/p>\n<p>Ao ouvir e anunciar Jesus, ningu\u00e9m est\u00e1 fora de si nem \u201cembriagado com vinho doce\u201d, como, \u2018admirados e perplexos\u2019, alguns afirmaram naquela manh\u00e3 do Pentecostes quando ouviam falar os ap\u00f3stolos nas suas pr\u00f3prias l\u00ednguas (At 2,13). Quem se deixa inundar pelo Esp\u00edrito, sempre canta e louva as maravilhas de Deus de forma incr\u00edvel! E ningu\u00e9m melhor do que os jovens o sabem fazer! Em Lisboa, todos entender\u00e3o o an\u00fancio do Ressuscitado na sua pr\u00f3pria l\u00edngua! O Esp\u00edrito Santo \u00e9 dom do Ressuscitado destinado a todos os homens, a todas as na\u00e7\u00f5es e em todos os tempos. A sua miss\u00e3o tem valor de universalidade no tempo e no espa\u00e7o. Os que se deixam transformar pela Boa Nova e pelo Esp\u00edrito Santo aprendem e falam uma linguagem que todos compreendem: \u00e9 a linguagem do amor e da ternura, a linguagem que faz com que todos tenham um s\u00f3 cora\u00e7\u00e3o e uma s\u00f3 alma e se amem uns aos outros como Cristo nos amou e ama. \u00c9 uma linguagem semelhante \u00e0quela lala\u00e7\u00e3o entre a m\u00e3e e o seu beb\u00e9, uma linguagem que n\u00e3o precisa de int\u00e9rpretes, ambos se entendem de forma t\u00e3o extraordin\u00e1ria e t\u00e3o bela que vivem e convivem confiantes e felizes.<\/p>\n<p>Sendo uma peregrina\u00e7\u00e3o de f\u00e9, s\u00e3o os jovens, os menos jovens, as pessoas de boa vontade e todos os volunt\u00e1rios que rezam, estimulam, apoiam e trabalham em prol do \u00eaxito da JMJ, que, numa experi\u00eancia sem igual da catolicidade da Igreja, sem barreiras de origem, ra\u00e7a e cultura, se sentem miss\u00e3o na pista do que d\u00e1 significado e sentido \u00e0 vida e \u00e0s coisas da vida: Jesus Cristo!<\/p>\n<p>Com vitalidade, dinamismo e entusiasmo, toda esta gente de boa vontade testemunha ao mundo o que \u00e9 que a faz correr em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 JMJ, mesmo que por entre muitos sacrif\u00edcios e algum sofrimento, renunciando ao sup\u00e9rfluo e optando apenas pelo essencial e pr\u00e1tico, impondo-se austeridade e exig\u00eancia pessoal. O que a todos faz correr n\u00e3o \u00e9 uma motiva\u00e7\u00e3o semelhante \u00e0 da Rainha de Sab\u00e1 que veio dos confins do mundo s\u00f3 para ouvir a sabedoria de Salom\u00e3o (Mt 12,42). N\u00e3o correm para ver uma cana agitada pelo vento ou um homem vestido com roupas finas (Lc 7, 24-25). O que os traz a Lisboa \u00e9 uma raz\u00e3o t\u00e3o forte e t\u00e3o envolvente que n\u00e3o se pode comparar seja ao que for. \u00c9 a presen\u00e7a do Senhor, o Rei do Universo, o princ\u00edpio e o fim. Ele est\u00e1 no meio de todos, como aquele que serve e ensina a servir. \u00c9 a centralidade da JMJ na pessoa de Jesus e na sua Palavra, uma Palavra sempre atual e atuante, feita caminho, verdade e vida.<\/p>\n<p>Logo ap\u00f3s o seu nascimento, o homem come\u00e7a a trepar o caminho do tempo e do espa\u00e7o da sua exist\u00eancia. A peregrina\u00e7\u00e3o simboliza isso mesmo. Desde Ad\u00e3o at\u00e9 hoje, a peregrina\u00e7\u00e3o \u00e9 uma constante, \u00e0s vezes por caminhos errados, \u00e9 certo. No entanto, mesmo que, por vezes, seja por caminhos errados, eles podem transformar-se num s\u00e9rio momento para reconsiderar e regressar \u00e0 casa do Pai, em busca daquele abra\u00e7o apertadinho que acolha, perdoe e console.<\/p>\n<p>Essa \u00e9 a certeza que anima a nossa esperan\u00e7a! Deus nunca nos abandona nem nos mostra cara de vinagre. De bra\u00e7os abertos para nos abra\u00e7ar, sempre aguarda o regresso em liberdade do filho pr\u00f3digo. N\u00e3o faz perguntas, n\u00e3o censura, fica feliz pelo reencontro, cura as feridas, faz festa, integra e ama sem preconceitos, aponta caminhos que libertam e salvam.\u00a0 Os jovens e as pessoas de boa vontade que t\u00eam a gra\u00e7a de participar ou acompanham \u00e0 dist\u00e2ncia a JMJ, testemunham a sua comunh\u00e3o na grande peregrina\u00e7\u00e3o que Cristo, a Igreja e a humanidade continuam a realizar atrav\u00e9s da hist\u00f3ria em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 \u2018Tenda do Encontro\u2019, \u00e0 cidade futura e permanente. Nesta caminhada, devemos apostar sempre na fidelidade, na forma\u00e7\u00e3o, no amor fraterno, na vida comunit\u00e1ria e no servi\u00e7o.<\/p>\n<p><em>D. Antonino Dias<br \/>\n<\/em><em>Portalegre-Castelo Branco<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>D. Antonino Dias, Diocese de Portalegre-Castelo Branco<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":184289,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"default","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"default","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"default","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[10],"tags":[],"class_list":["post-289607","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/289607","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=289607"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/289607\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/184289"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=289607"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=289607"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=289607"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}