{"id":28822,"date":"2007-12-17T16:06:46","date_gmt":"2007-12-17T16:06:46","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2007\/12\/17\/natal-de-2007-a-estrela-da-ternura\/"},"modified":"2007-12-17T16:06:46","modified_gmt":"2007-12-17T16:06:46","slug":"natal-de-2007-a-estrela-da-ternura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/natal-de-2007-a-estrela-da-ternura\/","title":{"rendered":"Natal de 2007: a Estrela da Ternura"},"content":{"rendered":"<p>Mensagem de Natal do Bispo de Leiria-F\u00e1tima <!--more--> No tempo de Natal h\u00e1 estrelas por toda a parte a enfeitar ruas, montras e janelas. De certo modo, elas fazem parte da festa, mas quase ningu\u00e9m se admira e surpreende com isso. Muitos j\u00e1 nem sabem a origem desta tradi\u00e7\u00e3o, que remonta \u00e0 estrela que serviu de sinal \u00e0 peregrina\u00e7\u00e3o dos Magos at\u00e9 parar sobre o lugar onde estava o Menino: \u201cVimos a Sua estrela no Oriente e viemos ador\u00e1-lo\u201d. O poeta e dramaturgo ingl\u00eas W.H. Anden, numa \u201cOrat\u00f3ria de Natal\u201d explica porque os Magos seguiram a estrela: \u201cO primeiro diz: Devo descobrir como ser verdadeiro hoje: eis porque eu segui a estrela. O segundo diz, por sua vez: Quero descobrir como viver hoje: eis porque eu segui a estrela. Por fim, o terceiro afirma: necessito descobrir como amar hoje: eis porque eu segui a estrela. E, depois, dizem todos juntos: devemos descobrir como ser homens hoje: eis porque n\u00f3s seguimos a estrela\u201d! A mensagem da estrela do Natal de Cristo fala-nos de Deus e dos homens! N\u00f3s n\u00e3o celebramos o Natal \u00e0 maneira de uma comemora\u00e7\u00e3o dos anivers\u00e1rios de grandes homens da hist\u00f3ria e da obra que nos deixaram. Para n\u00f3s Jesus n\u00e3o \u00e9 apenas um homem. No seu nascimento celebramos a presen\u00e7a do Deus invis\u00edvel que se torna vis\u00edvel e pr\u00f3ximo. O Natal \u00e9 a descoberta surpreendente de Deus que manifesta o Seu rosto de amor na fragilidade da carne humana, no rosto do Filho feito menino, rico de miseric\u00f3rdia e ternura. \u00c9 este o estilo de Deus que  Jesus exprimir\u00e1 no seu modo de viver com os homens. \u00c9 de facto um mist\u00e9rio de ternura! Ele vem, sempre de novo, encher os nossos olhos com a Sua luz de verdade, aquecer os nossos cora\u00e7\u00f5es com o fogo do Seu amor, dar esperan\u00e7a \u00e0 nossa vida com a for\u00e7a do Seu Esp\u00edrito, superar as nossas divis\u00f5es com a gra\u00e7a da Sua Paz. \u201cDeus ama-nos e por isso espera que abramos o cora\u00e7\u00e3o ao Seu amor, que ponhamos a nossa m\u00e3o na Sua e nos recordemos de ser Seus filhos\u201d (Bento XVI). Eis porque o Natal de Cristo n\u00e3o nos pode deixar indiferentes. \u00c9 um momento particular em que uma onda de ternura e de esperan\u00e7a enche o nosso \u00e2nimo, juntamente com uma grande necessidade de intimidade e de paz. O que seria o nosso mundo sem esta ternura? Tornar-se-ia in\u00f3spito, \u00e1rido, frio, inabit\u00e1vel, desumano. Sem ternura n\u00e3o h\u00e1 vida, n\u00e3o h\u00e1 beleza, n\u00e3o h\u00e1 felicidade! Por\u00e9m, aquilo que torna a ternura concreta e contagiante n\u00e3o s\u00e3o as coisas, mas as rela\u00e7\u00f5es interpessoais, que s\u00e3o a ess\u00eancia da riqueza humana. Menos coisas, menos consumismo e mais rela\u00e7\u00f5es ternas e fraternas (mais partilha) para um Natal mais aut\u00eantico!  No mais profundo de cada um de n\u00f3s h\u00e1 uma \u201cestrela interior\u201d que nos guia na peregrina\u00e7\u00e3o \u00e0 fonte da ternura e da confian\u00e7a \u2013 Jesus Cristo. Segue a estrela que brilha no teu cora\u00e7\u00e3o e nos teus olhos!&#8230;  Santo Natal e Feliz Ano 2008! <i>D. Ant\u00f3nio Marto, Bispo de Leiria-F\u00e1tima<\/i><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mensagem de Natal do Bispo de Leiria-F\u00e1tima<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[120,177,207,267],"class_list":["post-28822","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-bento-xvi","tag-diocese-de-leiria-fatima","tag-fatima","tag-natal"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28822","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=28822"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28822\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=28822"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=28822"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=28822"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}