{"id":2872,"date":"2006-04-03T14:44:19","date_gmt":"2006-04-03T14:44:19","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/04\/03\/25o-aniversario-do-pontificado-de-joao-paulo-ii\/"},"modified":"2006-04-03T14:44:19","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:19","slug":"25o-aniversario-do-pontificado-de-joao-paulo-ii","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/25o-aniversario-do-pontificado-de-joao-paulo-ii\/","title":{"rendered":"25\u00ba Anivers\u00e1rio  do Pontificado de Jo\u00e3o Paulo II"},"content":{"rendered":"<p>Alocu\u00e7\u00e3o do Bispo do Porto, na celebra\u00e7\u00e3o do Te Deum, Domingo, 19 de Outubro, na S\u00e9 Catedral do Porto <!--more--> Meus caros fi\u00e9is: Reunidos em ora\u00e7\u00e3o de louvor, damos gra\u00e7as a Deus pelos 25 anos de Pontificado do Papa Jo\u00e3o Paulo II. Nascido em Crac\u00f3via em 16 de Maio de 1920, no rescaldo de uma guerra que tanto afligiu a Pol\u00f3nia, o Cardeal Karol Wojtyla foi eleito Bispo de Roma e Sumo Pont\u00edfice pelo Col\u00e9gio dos Cardeais, em 16 de Outubro de 1978. Homem temperado e robustecido pelo sacrif\u00edcio, pelo trabalho e pelo desporto, o nosso Papa, vindo de leste com surpresa, iniciava um Pontificado que se adivinhava longo e que, apesar dos acidentes de uma sa\u00fade contrariada e ferida, acaba de atingir uma dura\u00e7\u00e3o invulgar ao perfazer 25 anos de actividade e abundantes frutos. As celebra\u00e7\u00f5es e festas jubilares sucedem-se e excedem-se no zelo de fazer a festa maior, mais original, e mais condigna, com a comunica\u00e7\u00e3o social a esfor\u00e7ar-se por retirar do seu patrim\u00f3nio o melhor de cada mem\u00f3ria, de cada imagem, de cada pensamento, de cada programa, para entrar na festa que tamb\u00e9m deseja sua e para abrilhantar a festa, despertar a intelig\u00eancia e aquecer o cora\u00e7\u00e3o de multid\u00f5es distra\u00eddas ou adormecidas.   A Igreja, \u00e0 qual preside o Papa, Bispo de Roma, est\u00e1 neste momento desperta para a unidade, para a colegialidade afectiva e efectiva, e para a comunh\u00e3o que a caracteriza e define. E verificamos, com admira\u00e7\u00e3o e sereno entusiasmo, que o Jubileu do Papa motiva e cria sentimentos de comunh\u00e3o mais vasta, universal e cat\u00f3lica. Na Exorta\u00e7\u00e3o Apost\u00f3lica p\u00f3s-Sinodal, que o Papa acaba de nos enviar, com a data precisamente do dia jubilar , 16 de Outubro de 2003, e que trata do \u201cBispo, servidor do Evangelho de Jesus Cristo para a Esperan\u00e7a do Mundo\u201d, l\u00ea-se: \u201cDesde os primeiros s\u00e9culos, a refer\u00eancia suprema da comunh\u00e3o \u00e9 a Igreja de Roma, onde Pedro e Paulo deram o seu testemunho de f\u00e9. Com ela, pela sua posi\u00e7\u00e3o mais excelente, deve necessariamente estar de acordo toda a Igreja, porque isso \u00e9 a garantia \u00faltima de integridade da tradi\u00e7\u00e3o transmitida pelos Ap\u00f3stolos. De facto, a Igreja de Roma preside \u00e0 comunh\u00e3o universal da caridade, tutela as leg\u00edtimas diversidades e ao mesmo tempo vigia para que as particularidades sirvam a unidade e de forma alguma a prejudiquem\u201d(n.\u00ba 57). \u00c9 por isso que aqui estamos e aqui viemos, numa manifesta\u00e7\u00e3o de simpatia, de respeito, de f\u00e9 e comunh\u00e3o, para na festa que fazemos e para fazermos festa, louvamos a Deus pela vida, pelo dom que \u00e9 a pessoa de Jo\u00e3o Paulo II, e para evocarmos \u00e0 nossa maneira alguns momentos, actividades, atitudes e obras do Papa. O patrim\u00f3nio doutrinal que nos legou j\u00e1 divide-se entre documentos assinados em Roma (\u201cdados em Roma, junto de S. Pedro\u201d), e interven\u00e7\u00f5es in\u00fameras durante as 102 visitas apost\u00f3licas internacionais e as 143 visitas em territ\u00f3rio italiano. Numas e noutras o Papa abordou e tratou problemas correntes da Igreja, das igrejas, dos crist\u00e3os e das popula\u00e7\u00f5es em geral, e enfrentou os problemas e temas mais quentes da vida social, pol\u00edtica, \u00e9tica e religiosa do nosso tempo e do nosso mundo. Bastaria lembrar  os temas tratados nas assembleias ordin\u00e1rias e extraordin\u00e1rias dos S\u00ednodos que convocou e a que presidiu, examinar as respectivas Exorta\u00e7\u00f5es p\u00f3s \u2013 sinodais; os problemas da vida de que sempre foi defensor ac\u00e9rrimo, mesmo tendo de combater s\u00f3; os problemas da sa\u00fade, nomeadamente na sua dimens\u00e3o \u00e9tica, da biologia e da bio-\u00e9tica; a defesa da fam\u00edlia \u00e0 base do projecto revelado de Deus e \u00e0 luz do evangelho e da melhor tradi\u00e7\u00e3o crist\u00e3; o conjunto dos direitos humanos: a apologia e defesa das crian\u00e7as, o carinho com os idosos e doentes, a doutrina social da Igreja, as mensagens de paz e as interven\u00e7\u00f5es em favor da paz (mesmo quando a guerra parece inevit\u00e1vel, o Papa n\u00e3o deixa de proclamar que a paz \u00e9 poss\u00edvel \u2013 contra spem in spem credidit \u2013 acredita na paz e no seu cora\u00e7\u00e3o projecta a paz mesmo quando todos se precipitam para a guerra. Tem avers\u00e3o \u00e0 guerra: Guerra, nunca mais&#8230;). Levantando-se contra a l\u00f3gica da guerra, entra em comunh\u00e3o e faz comunh\u00e3o contra o terrorismo. Pouco se deixando influenciar pelo peso das maiorias, acede facilmente ao consenso universal (pelo menos da parte mais s\u00e3) contra o terrorismo. Acima de tudo \u00e9 pela pessoa humana, pelos seus direitos, pela paz fraterna e universal. Os jovens s\u00e3o uma das suas paix\u00f5es. N\u00e3o porque o Papa o afirme, como \u00e9 costume nos lugares ou momentos de demagogia, mas porque s\u00e3o os jovens que se apaixonam pelo Papa. Convocados para os grandes encontros internacionais, deslocam-se e acorrem indiferentes a dificuldades e sacrif\u00edcios at\u00e9 de heroicidade. Se lhes perguntamos porqu\u00ea, s\u00f3 conseguem dizer que se sentem chamados, convocados, felizes, quase beatificados. Conservamos as imagens do Papa a dialogar com as multid\u00f5es de jovens, a cantar com eles, a dar o tom dos c\u00e2nticos que escolhe. Os jovens s\u00e3o e sentem que s\u00e3o a esperan\u00e7a que enche o cora\u00e7\u00e3o do Papa e preenche grande parte dos seus documentos e apelos. A Igreja est\u00e1 marcada pela abertura e universalidade de Jo\u00e3o Paulo II. A doutrina do Ecumenismo, a insist\u00eancia no Ecumenismo, as atitudes concretas de Ecumenismo, o di\u00e1logo inter-religioso, o encontro amigo, verdadeiro e leal com o outro, com os outros, de qualquer etnia, cultura ou religi\u00e3o (Constantinopla, Roma\/Sinagoga, Jerusal\u00e9m, Muro das Lamenta\u00e7\u00f5es e Mesquita, Londres, Assis) s\u00e3o sinais fortes e indel\u00e9veis da abertura e universalidade que exornam o Papa e que ele sempre desejou imprimir na Igreja. H\u00e1 uma quest\u00e3o que se formula numa pergunta que ser\u00e1 porventura mais elucidativa que a resposta: O Papa Jo\u00e3o Paulo II n\u00e3o \u00e9 tamb\u00e9m um pol\u00edtico? N\u00e3o \u00e9 um pol\u00edtico? Temos consci\u00eancia de que em 1989 foi derrubado o muro de Berlim. Era um esc\u00e2ndalo em confronto com a desejada unidade da Europa. O Papa consagrou a pr\u00f3pria terminologia que classifica aquele facto de que ele mesmo foi sem d\u00favida protagonista: \u201cOs acontecimentos de 1989&#8230;\u201d. Em 24 de Outubro de 1964 Paulo VI, no Mosteiro restaurado de Monte Cassino, proclamou S. Bento Padroeiro da Europa. Chamava a aten\u00e7\u00e3o para as ra\u00edzes crist\u00e3s da Europa e para o necess\u00e1rio ideal da unidade espiritual da Europa. E em 1982 Jo\u00e3o Paulo II clamava em S. Tiago de Compostela: \u201cEuropa, volta a encontrar-te. S\u00ea tu mesma. Descobre as tuas origens. Aviva as tuas ra\u00edzes. Revive aqueles valores aut\u00eanticos que tornaram gloriosa a tua hist\u00f3ria e ben\u00e9fica a tua presen\u00e7a nos outros Continentes. Reconstr\u00f3i a tua unidade espiritual num clima de respeito \u00e0s outras religi\u00f5es e \u00e0s genu\u00ednas liberdades\u201d. Este discurso europe\u00edsta, repetido no mesmo lugar em 1989, diz bem da vontade do Papa e do que pensa sobre as origens e hist\u00f3ria da Europa, sem esquecer toda a sua mensagem sobre o respeito pelas outras religi\u00f5es e pelas \u201cgenu\u00ednas liberdades\u201d. De resto, exactamente pelas mesmas raz\u00f5es de implanta\u00e7\u00e3o da Igreja em esfor\u00e7o de unidade europeia, o mesmo Jo\u00e3o Paulo II em 1980 tinha proclamado Padroeiros da Europa, a par de S. Bento, os Santos Cirilo e Met\u00f3dio, homens do leste europeu no s\u00e9culo IX. Assim, se podem entender os apelos repetidos do Papa para que a Constitui\u00e7\u00e3o Europeia n\u00e3o esque\u00e7a e n\u00e3o omita uma refer\u00eancia \u00e0s suas origens crist\u00e3s. Parece que as liberdades n\u00e3o genu\u00ednas apostam em abandonar o Papa a clamar num deserto manipulado, embora o \u201cOsservatore Romano\u201d, \u00f3rg\u00e3o pol\u00edtico e religioso do Vaticano, mantenha vivo o apelo do Papa em afirma\u00e7\u00e3o di\u00e1ria de testemunho em forma de slogan: \u201cA Europa ou \u00e9 crist\u00e3 ou n\u00e3o \u00e9 Europa\u201d.  O Papa neste tempo: Consciente da miss\u00e3o que Cristo lhe confiou e que exerce com serenidade e coragem, Jo\u00e3o Paulo II disse-nos no in\u00edcio deste III\u00ba mil\u00e9nio da era crist\u00e3: \u201cNo in\u00edcio do novo mil\u00e9nio&#8230; ressoam no nosso cora\u00e7\u00e3o as palavras com que um dia Jesus, depois de ter falado \u00e0s multid\u00f5es a partir da barca de Sim\u00e3o, convidou o Ap\u00f3stolo a \u201cfazer-se ao largo\u201d para a pesca: \u201cDuc in altum\u201d (Lc. 5,4) (Novo millennio ineunte, n\u00ba1). E advertiu-nos: \u201cO nosso passo tem de fazer-se mais lesto para percorrer as estradas do mundo\u201d (Ibid, n\u00ba 58). Em 28 de Junho do ano corrente publicava uma Exorta\u00e7\u00e3o Apost\u00f3lica sobre \u201cA Igreja na Europa\u201d. Lembrava-nos que na Europa de hoje h\u00e1 um certo ofuscamento da esperan\u00e7a, ao lado da nostalgia da esperan\u00e7a e de manifestos sinais de esperan\u00e7a. Dizia e insistia: Jesus Cristo \u00e9 a nossa Esperan\u00e7a, \u00e9 a fonte de toda a Esperan\u00e7a. Este sentimento de Esperan\u00e7a \u00e9 um dos dons mais caracter\u00edsticos de Jo\u00e3o Paulo II, um dom que ele mesmo tem que agradecer a Deus, e que a n\u00f3s compete tamb\u00e9m agradecer \u2013 por ele e por n\u00f3s. A nossa homenagem ao Papa, hoje, \u00e9 a participa\u00e7\u00e3o festiva num jubileu em que de Jo\u00e3o Paulo II foram e est\u00e3o a ser lembradas virtudes, actividades, benef\u00edcios para a igreja e para o mundo, e tamb\u00e9m porventura defeitos, resist\u00eancias, n\u00e3o ced\u00eancias doutrinais&#8230; Sabem-se do Papa muitas coisas, incluindo muitos segredos. Permito-me, porventura com presun\u00e7\u00e3o nem grave nem ferida de exclusividade, indicar o segredo da sua vida, santidade e exemplaridade: Em 16 de Outubro de 2002 Jo\u00e3o Paulo II publicou uma Carta Apost\u00f3lica \u2013 \u201cRosarium Virginis Mariae\u201d, para introduzir o Ano do Ros\u00e1rio no in\u00edcio do vig\u00e9simo quinto ano do seu Pontificado. Depois de nos contar a hist\u00f3ria da sua devo\u00e7\u00e3o \u00e0 M\u00e3e de Deus, escreve: \u201c Com estas palavras, meus caros Irm\u00e3os e Irm\u00e3s, inseria no ritmo quotidiano do Ros\u00e1rio o meu primeiro ano de Pontificado. Hoje, no in\u00edcio do vig\u00e9simo quinto ano de servi\u00e7o como Sucessor de Pedro, desejo fazer o mesmo. Quantas gra\u00e7as recebi nestes anos da Virgem Santa atrav\u00e9s do Ros\u00e1rio: Magnificat anima mea Dominum! Desejo elevar ao Senhor o meu agradecimento com as palavras da sua M\u00e3e Sant\u00edssima, sob cuja protec\u00e7\u00e3o coloquei o meu minist\u00e9rio petrino: Totus tuus!\u201d (n\u00ba2). E termina com uma ora\u00e7\u00e3o \u00e0 Senhora do Ros\u00e1rio de Pompeia: \u201cSeja para ti o \u00faltimo beijo da vida que se apaga&#8230; Sede bendita em todo o lado, hoje e sempre, na terra e no c\u00e9u\u201d. (n.\u00ba 43). Isto escreveu o Papa h\u00e1 um ano, no in\u00edcio do 25\u00ba ano do Pontificado que agora celebramos, neste final do Ano do Ros\u00e1rio. Entretanto o Papa foi recentemente \u00e0 sua terra natal, e esteve num santu\u00e1rio mariano que lhe \u00e9 querido e familiar. E pediu a Maria para lhe dar coragem e for\u00e7a at\u00e9 ao fim. E no dia 7 de Outubro foi a Pompeia coroar as celebra\u00e7\u00f5es do Ano do Ros\u00e1rio no Santu\u00e1rio de Nossa Senhora do Ros\u00e1rio. Que a Senhora lhe d\u00ea for\u00e7a e coragem para que continue a ser para n\u00f3s um exemplo de fidelidade, de perseveran\u00e7a e de amor ao servi\u00e7o da Salva\u00e7\u00e3o da Humanidade.  S\u00e9 Catedral do Porto, 19 de Outubro de 2003   + Armindo Lopes Coelho, Bispo do Porto<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Alocu\u00e7\u00e3o do Bispo do Porto, na celebra\u00e7\u00e3o do Te Deum, Domingo, 19 de Outubro, na S\u00e9 Catedral do Porto<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[110,154,167,187,189,192,203,206,237,267,285],"class_list":["post-2872","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-ano-do-rosario","tag-crianca","tag-dialogo-inter-religioso","tag-diocese-do-porto","tag-direitos-humanos","tag-ecumenismo","tag-europa","tag-familia","tag-joao-paulo-ii","tag-natal","tag-patrimonio"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2872","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2872"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2872\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2872"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2872"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2872"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}