{"id":286079,"date":"2023-06-19T13:06:16","date_gmt":"2023-06-19T12:06:16","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=286079"},"modified":"2023-06-19T14:27:09","modified_gmt":"2023-06-19T13:27:09","slug":"lusofonias-jmj-a-voz-aos-mais-velhos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/lusofonias-jmj-a-voz-aos-mais-velhos\/","title":{"rendered":"LUSOFONIAS &#8211; JMJ. A voz aos mais velhos\u2026"},"content":{"rendered":"<p><em>Tony Neves, Espiritano, em Roma<\/em><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Lusofonias.Vozaosmaisvelhos.19.06.2023.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignright wp-image-286080 \" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Lusofonias.Vozaosmaisvelhos.19.06.2023-680x1024.jpg\" alt=\"\" width=\"396\" height=\"596\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Lusofonias.Vozaosmaisvelhos.19.06.2023-680x1024.jpg 680w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Lusofonias.Vozaosmaisvelhos.19.06.2023-173x260.jpg 173w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Lusofonias.Vozaosmaisvelhos.19.06.2023-768x1157.jpg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Lusofonias.Vozaosmaisvelhos.19.06.2023-1020x1536.jpg 1020w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Lusofonias.Vozaosmaisvelhos.19.06.2023.jpg 1130w\" sizes=\"(max-width: 396px) 100vw, 396px\" \/><\/a><\/p>\n<p>As JMJ Lisboa 2023 s\u00e3o um ponto de chegada. Ser\u00e3o um ponto de partida. At\u00e9 aqui, percorreu-se j\u00e1 um longo caminho. Para refletir sobre os passos dados, nada melhor que ir \u00e0 procura dos respons\u00e1veis pela Pastoral Juvenil em Portugal nos \u00faltimos 40 anos. Devo, em nome da justi\u00e7a, recordar com gratid\u00e3o o P. Victor Feytor Pinto (desde 1975), o P. Manuel Costa Freitas e o Dom Il\u00eddio Leandro (1999-2000), que Deus j\u00e1 chamou a si.<\/p>\n<p>O P. Ad\u00e9rito Barbosa, dehoniano, hoje a trabalhar no mundo universit\u00e1rio, em Nampula, no norte de Mo\u00e7ambique, come\u00e7ou a investir na Pastoral Juvenil na Madeira. Depois, foi nomeado Diretor do Departamento Nacional da Pastoral Juvenil (DNPJ), cargo que exerceu entre 1985 e 1990. Esta longa experi\u00eancia e a forma\u00e7\u00e3o acad\u00e9mica motivaram-no a escrever v\u00e1rios livros para os jovens. Lembra: \u2018percorri as 20 dioceses do pa\u00eds dando forma\u00e7\u00e3o\u00a0 aos jovens e aos animadores juvenis. Nunca teremos uma profunda pastoral de jovens se n\u00e3o\u00a0 formarmos com qualidade os seus animadores. Temos de caminhar muito. H\u00e1 muita estrada a fazer. Estamos ainda numa fase verde. H\u00e1\u00a0 que caminhar para a maturidade\u2019.<\/p>\n<p>O P. Augusto Gon\u00e7alves reanimou o DNPJ em 1996, ap\u00f3s seis anos em hiberna\u00e7\u00e3o. Foi o seu diretor at\u00e9 1999. Partilha: \u2018Para Portugal, a JMJ em Lisboa \u00e9 acontecimento \u00fanico; \u00e9 o chamamento a uma maior aten\u00e7\u00e3o aos jovens, dando-lhes mais protagonismo. Desafia o pa\u00eds a dar-lhes mais valor e aten\u00e7\u00e3o, numa abertura \u00e0 vida, ao trabalho, \u00e0 criatividade e ao seu futuro. Os jovens poder\u00e3o dar \u00e0 Igreja uma face nova. Poder\u00e3o ajudar imenso a construir uma Igreja mais pr\u00f3xima, criativa e renovada. Para a Igreja, esta celebra\u00e7\u00e3o \u00edmpar ajudar\u00e1 a perceber melhor os anseios e as inquieta\u00e7\u00f5es dos jovens com a pedagogia de Deus. Todos alargaremos os horizontes, daremos mais aten\u00e7\u00e3o aos jovens e seremos todos refer\u00eancia uns para os outros\u2019.<\/p>\n<p>D. Il\u00eddio Leandro foi o respons\u00e1vel do DNPJ em 1999 e 2000. Manuel Oliveira de Sousa e Leonel Rocha, leigos com compromissos nos mundos da pol\u00edtica e da educa\u00e7\u00e3o, partilharam a responsabilidade do DNPJ de 2001 a 2004. Diz Leonel Rocha: \u2018Umas Jornadas Mundiais da Juventude s\u00e3o sempre acontecimentos que marcam. Marca a vida do Jovem, que respira universalidade, podendo entender melhor o que \u00e9 ser Cat\u00f3lico; tem a oportunidade de escutar as palavras sempre interpeladoras do Santo Padre; pode refor\u00e7ar as suas mem\u00f3rias de f\u00e9, revendo-se na f\u00e9 de muitos outros jovens. Marca a Igreja, porque toma o pulso ao futuro da Igreja, que s\u00e3o os jovens; porque tem a oportunidade de interpelar o mundo, convocando os jovens para a miss\u00e3o; marca as Igrejas locais porque reenvia os Jovens para um maior empenho nas suas comunidades\u2019.<\/p>\n<p>Manuel Oliveira de Sousa, que assumiria o DNPJ por mais alguns anos (at\u00e9 2007), partilha: \u2018Nunca uma JMJ foi t\u00e3o cibern\u00e9tica; digital, \u201csocial media\u201d! Esta JMJ, em Lisboa, fechar-se-\u00e1 sobre si mesma no dia 7. Por isso, a segunda oportunidade, \u00e9 voltar a come\u00e7ar. Voltar \u00e0 viv\u00eancia em comunidade preparando novas lideran\u00e7as, novos planos, novas estrat\u00e9gias, novos agentes, novos protagonistas,\u2026, novos jovens! Nascer de novo!\u2019.<\/p>\n<p>O P. Pablo Lima seria o diretor do DNPJ de 2009 a 2011, escrevendo agora de Cambridge:\u00a0 \u2018As JMJ s\u00e3o uma das oportunidades mais marcantes que um jovem pode ter na sua vida e na sua caminhada de f\u00e9. Elas permitem uma experi\u00eancia de amizade, fraternidade e internacionalidade e um mergulho na f\u00e9 e na ora\u00e7\u00e3o que escapam \u00e0 experi\u00eancia \u201cparoquial\u201d, no sentido mais pequeno do termo. Podem ser um aut\u00eantico \u201cPentecostes\u201d. Enquanto iniciativa eclesial, elas exigem um esfor\u00e7o log\u00edstico, um investimento de energia e criatividade e um dinamismo pastoral que arrancam as pessoas e comunidades do marasmo habitual. Ao n\u00edvel pessoal, implicam assumir o risco do encontro e do desconhecido que desinstala e abre \u00e0 a\u00e7\u00e3o da gra\u00e7a divina. Por outro lado, as JMJ s\u00e3o uma experi\u00eancia muito r\u00e1pida e ef\u00e9mera: 5 ou 10 dias ap\u00f3s meses ou anos de prepara\u00e7\u00e3o. Nesse sentido, \u00e9 absolutamente essencial que haja um investimento radical no p\u00f3s-jornadas, sob pena de ser uma atividade efervescente\u2019.<\/p>\n<p>O P. Eduardo Novo (2012-2017) projeta o futuro: \u2018Porque este dinamismo n\u00e3o pode parar, n\u00e3o podemos voltar como fomos\u2026 n\u00e3o podemos voltar para fazer como faz\u00edamos\u2026 mas renovados e revitalizados com novas for\u00e7as e perspetivas. E, no p\u00f3s JMJ, sejamos capazes de sonhar juntos o encontro de uns com os outros, para que n\u00e3o seja apenas mais um grande evento no meio de tantos, mas que fortale\u00e7a a comunidade no presente do futuro. Espero, com esperan\u00e7a! Que a juventude encontre\u2026o que apressadamente anseia\u2019.<\/p>\n<p>2017 marca o in\u00edcio de miss\u00e3o do P. Filipe Diniz, o atual respons\u00e1vel pelo DNPJ, a quem coube receber, no Panam\u00e1, a feliz not\u00edcia da atribui\u00e7\u00e3o da organiza\u00e7\u00e3o das JMJ 2022 a Portugal. E, um ano depois do previsto, tudo est\u00e1 a ser feito para que este evento mundial seja um grande momento de encontro, celebra\u00e7\u00e3o, cultura e festa. Em julho e agosto, todos os caminhos dos jovens cat\u00f3licos v\u00e3o dar a Portugal.<\/p>\n<div class=\"ast-oembed-container \" style=\"height: 100%;\"><iframe title=\"Spotify Embed: LUSOFONIAS - JMJ. 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