{"id":279648,"date":"2023-04-23T08:53:52","date_gmt":"2023-04-23T07:53:52","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=279648"},"modified":"2023-04-23T08:53:52","modified_gmt":"2023-04-23T07:53:52","slug":"do-encontro-ao-anuncio-do-jardim-florido-as-novas-pracas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/do-encontro-ao-anuncio-do-jardim-florido-as-novas-pracas\/","title":{"rendered":"Do encontro ao an\u00fancio, do jardim (florido) \u00e0(s) [novas] pra\u00e7a(s)"},"content":{"rendered":"<p><em>Padre Ant\u00f3nio Henrique, diocese de Viseu<\/em><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/PeAntonioHenrique-viseu.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignright wp-image-268332 size-medium\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/PeAntonioHenrique-viseu-390x260.jpg\" alt=\"\" width=\"390\" height=\"260\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/PeAntonioHenrique-viseu-390x260.jpg 390w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/PeAntonioHenrique-viseu-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/PeAntonioHenrique-viseu-768x512.jpg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/PeAntonioHenrique-viseu-391x260.jpg 391w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/PeAntonioHenrique-viseu-1080x720.jpg 1080w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/PeAntonioHenrique-viseu-980x653.jpg 980w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/PeAntonioHenrique-viseu-480x320.jpg 480w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/PeAntonioHenrique-viseu.jpg 1200w\" sizes=\"(max-width: 390px) 100vw, 390px\" \/><\/a>Depois de termos percorrido todo o itiner\u00e1rio quaresmal \u2013 recordo que partimos do deserto \u00e1rido na esperan\u00e7a de alcan\u00e7armos o jardim (e [claro!] n\u00e3o me refiro apenas ao tempo cronol\u00f3gico; este \u00e9 um exerc\u00edcio permanente, cheio da gra\u00e7a de Deus \u2013 encontramo-nos, agora, no meio do jardim florido da P\u00e1scoa.<\/p>\n<p>Esta imagem do jardim traz-nos \u00e0 mem\u00f3ria o maravilhoso e sugestivo relato do t\u00famulo vazio (Jo 20 1-10) mas mais concretamente a apari\u00e7\u00e3o de Jesus (Ressuscitado), \u00abfora\u00bb, \u00abjunto ao sepulcro\u00bb aberto ((Jo 20 11-18), que vos convido a (re)ler no Evangelho de S\u00e3o Jo\u00e3o.<\/p>\n<p>A \u00abAp\u00f3stola dos Ap\u00f3stolos\u00bb, Maria Madalena, assim designada por S\u00e3o Tom\u00e1s de Aquino, \u00e9 a figura que nos inspira e desafia, especialmente, tendo em conta a \u00e9poca lit\u00fargica que estamos a viver e o grande acontecimento deste ano: a JMJ Lisboa 2023.<\/p>\n<p>Desde logo, o relato come\u00e7a por nos oferecer uma informa\u00e7\u00e3o importante acerca do local, dentro do jardim, onde Maria se encontrava: \u201cjunto ao sepulcro, do lado de fora\u201d. Segue-se uma descri\u00e7\u00e3o simples e sucinta que, \u00e0 primeira vista, pode parecer de pouca import\u00e2ncia, mas, na verdade, revela o ponto do caminho em que Maria Madalena se encontra: Maria \u201cestava a chorar\u201d; e os movimentos seguintes s\u00e3o feitos neste estado, \u201csem parar de chorar\u201d.<\/p>\n<p>O pranto e a tristeza de Maria Madalena s\u00e3o-nos muito familiares e muito facilmente nos identificamos com esta mulher e com os seus sentimentos. Tinha acabado de \u201cperder\u201d uma pessoa pr\u00f3xima! Este choro de Maria Madalena recorda-nos o choro de Jesus junto do sepulcro do seu amigo L\u00e1zaro (Jo 11, 1-44).<\/p>\n<p>Em contraste com o epis\u00f3dio imediatamente anterior, em que os disc\u00edpulos homens voltam para sua casa, a mulher disc\u00edpula permanece junto ao sepulcro de Jesus (v.11). Mas, ao mesmo tempo, encontramos uma semelhan\u00e7a: se os disc\u00edpulos foram para casa, a disc\u00edpula encontra-se\u2026 j\u00e1 em sua casa, porque para esta mulher o sepulcro (gr. <em>ho mnemeion<\/em> \u2013 literalmente \u00aba mem\u00f3ria\u00bb) do Mestre tornou-se a verdadeira casa.<\/p>\n<p>Maria Madalena n\u00e3o foge da mem\u00f3ria do seu amado \u00abSenhor\u00bb, conservada no sepulcro, onde tamb\u00e9m ela permanece, fechada na morte. A sua procura est\u00e1 centrada na morte e \u00abno morto\u00bb, da\u00ed que ela n\u00e3o seja capaz de reconhecer Jesus numa pessoa viva. Contudo, ainda assim, o choro de Maria n\u00e3o \u00e9 um choro de desespero, mas permanece aberto \u00e0s perguntas de quem a possa ajudar a sair fora do seu pr\u00f3prio sepulcro.<\/p>\n<p>(Tamb\u00e9m) Maria Madalena precisa de \u00abressuscitar\u00bb. O sepulcro de Jesus \u00e9, ao mesmo tempo, o sepulcro de Maria, uma vez que ela permanece unida ao seu mestre mesmo na morte. \u00c9 por isso que o relato de Jo\u00e3o, de algum modo, nos descreve um processo de uma \u00abressurrei\u00e7\u00e3o\u00bb da disc\u00edpula.<\/p>\n<p>Este \u00e9 um movimento gradual que corresponde a um caminho de f\u00e9. Como para ressuscitar, primeiro \u00e9 necess\u00e1rio morrer, assim Maria, para sair do seu sepulcro e anunciar a ressurrei\u00e7\u00e3o, tem que, indispensavelmente, passar atrav\u00e9s da escurid\u00e3o do sepulcro, para ver em profundidade as vestes brancas dos mensageiros da ressurrei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Na literatura joanina o termo \u201cescurid\u00e3o\u201d (escuro, noite) \u00e9 usado frequentemente para indicar a aus\u00eancia da luz divina, isto \u00e9, o afastamento de Deus e, tamb\u00e9m, a morte (cf Jo 8,12). Mesmo que em Jo 20,1, o termo exprima em primeiro lugar uma falta de luz f\u00edsica, n\u00e3o se pode excluir, no entanto, uma alus\u00e3o \u00e0 dimens\u00e3o figurativa (poder\u00edamos pensar numa falta de f\u00e9 ou numa f\u00e9 d\u00e9bil!). A f\u00e9 e a compreens\u00e3o de Maria Madalena (v. 2) encontram-se, ainda, na obscuridade do \u00abn\u00e3o saber\u00bb o que realmente aconteceu com Jesus. Est\u00e1 no in\u00edcio do seu caminho de f\u00e9 no Ressuscitado, mas o seu primeiro passo em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 luz, foi dado.<\/p>\n<p>Como disse h\u00e1 pouco, importa, contudo, permanecer aberto \u00e0s perguntas essenciais, como aquelas dos anjos e de Jesus, acerca do motivo da sua procura e da identidade do objeto procurado (v. 15). \u00c9 importante n\u00e3o apenas olhar para ver, mas tamb\u00e9m escutar e responder (v.16); ou seja, entrar no di\u00e1logo com a pr\u00f3pria experi\u00eancia dolorosa\/sombria e deixar-se guiar\/conduzir para a luz da verdade.<\/p>\n<p>\u00abQuem procuras?\u00bb (v. 15). Esta pergunta de Jesus aparece, sob diversas formas, desde o in\u00edcio at\u00e9 ao final do Evangelho de S\u00e3o Jo\u00e3o, nos momentos cruciais do caminho de conhecimento, de decis\u00e3o e de acolhimento ou n\u00e3o do verdadeiro Salvador.<\/p>\n<p>Se, por um lado, o minist\u00e9rio de Jesus se abre com a pergunta \u00abque procurais?\u00bb, dirigida aos primeiros disc\u00edpulos em Jo 1,28; por outro, a pergunta \u00abQuem procuras?\u00bb, dirigida a Maria Madalena, no nosso texto (v.15), marca o fim deste minist\u00e9rio. Ambas as perguntas, juntamente com aquela de Jo 18,4.7, feita por Jesus a quem veio para O entregar e prender no \u201cjardim das oliveiras\u201d (Jo 18,1), convidam a refletir n\u00e3o s\u00f3 acerca do objeto da procura, mas tamb\u00e9m sobre o motivo da dessa mesma procura. No fundo, convidam a refletir sobre a nossa pr\u00f3pria rela\u00e7\u00e3o, atitude e expectativas relativamente a Jesus.<\/p>\n<p>O momento em que Maria Madalena reconhece Jesus \u00e9 o culminar da cena, marcado por dois vocativos: \u00abMaria!\u00bb, na boca de Jesus, que provoca uma mudan\u00e7a no destinat\u00e1rio e \u00abRabbuni!\u00bb, na boca de Maria Madalena, que responde a quem se lhe tinha dirigido. A situa\u00e7\u00e3o evoca o simbolismo da semelhan\u00e7a na atitude do Bom pastor em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s suas ovelhas (Jo 10,1-18), em particular (v. 2-4) onde podemos ler que \u00abas ovelhas escutam\u00bb a voz do pastor que \u00abas chama, cada uma pelo seu nome e as conduz para fora (\u2026) porque conhecem a sua voz\u00bb. Maria, ouvindo chamar pelo seu nome e gra\u00e7as \u00e0 familiaridade com o Mestre, reconhece-O, porque conhece a sua voz.<\/p>\n<p>O reconhecimento de Jesus, ainda que central, n\u00e3o constitui a verdadeira meta do caminho (v. 16). Aqui, Maria, chama Jesus usando o seu t\u00edtulo terreno: \u00abRabbuni\u00bb. Esta palavra deriva da translitera\u00e7\u00e3o grega do aramaico <em>rabb\u00ee<\/em>, que significa, literalmente, \u201cmeu mestre\u201d. Este t\u00edtulo de respeito, atribu\u00eddo frequentemente no juda\u00edsmo do tempo de Jesus aos \u201cprofessores\u201d e mestres, no NT aparece referido a Jesus (cf Mc 9,5; e paralelos; Jo 1, 38.49; etc) a Jo\u00e3o Batista (Jo 3,26) ou outros (Mt 23,7).<\/p>\n<p>Embora tenha, finalmente, acreditado que \u201co morto\u201d tenha voltado \u00e0 vida, ainda v\u00ea nele um Jesus terreno, O de antes, como se tivesse sido reanimado, \u00e0 semelhan\u00e7a de L\u00e1zaro. Maria \u00abvolta-se\u00bb e \u00abaproxima-se\u00bb em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 vida, mas deve, ainda, subir mais um degrau na sua f\u00e9 para reconhecer na pessoa do Jesus vis\u00edvel, que conheceu t\u00e3o bem, \u00abo Senhor\u00bb (v.18) glorificado e unido ao Pai.<\/p>\n<p>Podemos, assim, entender melhor aquela proibi\u00e7\u00e3o de Jesus \u00abn\u00e3o me detenhas\u00bb\/\u00abn\u00e3o me agarres\u00bb (v. 17). Maria quer agarrar-se \u00e0 presen\u00e7a de Jesus, aquela de antes, ligada \u00e0 dimens\u00e3o esp\u00e1cio-temporal. Na verdade, s\u00f3 n\u00e3o (se) agarrando (a) Jesus, fisicamente, e realizando a sua miss\u00e3o de anunciar a ressurrei\u00e7\u00e3o e a nova rela\u00e7\u00e3o filial entre o Homem e Deus (v. 17), Maria alcan\u00e7a a plenitude da sua f\u00e9, que se exprime e manifesta no an\u00fancio e no testemunho. Isto \u00e9, s\u00f3 saindo do jardim florido da P\u00e1scoa, levando consigo o perfume da ressurrei\u00e7\u00e3o, \u00e9 que Maria Madalena pode dizer aos disc\u00edpulos e a todos \u00abVi o Senhor!\u00bb, tornando-se, ela mesma, a primeira disc\u00edpula que viu o Ressuscitado e, simultaneamente, o \u00abanjo\u00bb, que quer dizer mensageiro, da dupla ressurrei\u00e7\u00e3o: a de Jesus e a sua pr\u00f3pria.<\/p>\n<p>Este \u00e9 um relato que (nos) mostra o caminho de f\u00e9 de Maria Madalena e que nos pode ajudar, tamb\u00e9m a n\u00f3s, a ressuscitar; a sair do (des)conforto do jardim ou do sepulcro e a anunciar com a vida a alegria da presen\u00e7a do Ressuscitado no meio de n\u00f3s e que connosco caminha e se quer encontrar.<\/p>\n<p>O encontro de Jesus com Maria Madalena, em que, mesmo conversando com Jesus, esta n\u00e3o foi capaz de O reconhecer, provoca uma mudan\u00e7a profunda, que n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 material (sair em dire\u00e7\u00e3o a Jerusal\u00e9m) mas tamb\u00e9m espiritual (crer e testemunhar).<\/p>\n<p>O objetivo desta partilha \u00e9 o de ajudar o leitor a olhar para este modelo de caminho da e na f\u00e9 pascal, a fim de que possa confrontar a sua experi\u00eancia espiritual batismal com o paradigma de Maria Madalena, pois, tamb\u00e9m o leitor, que vive situa\u00e7\u00f5es de perda\/morte, \u00e9 chamado pelo seu pr\u00f3prio nome, etc\u2026, \u00e9 desafiado, como ela, a fazer este caminho progressivo que o leva do encontro que acontece no jardim florido da P\u00e1scoa, em cada domingo, \u00e0(s) [novas] pra\u00e7a(s) que frequenta diariamente, testemunhando com a vida esta, sempre nova e grande, esperan\u00e7a de que o Senhor est\u00e1 vivo e quer (ch)amar a cada pessoa pelo seu nome!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Padre Ant\u00f3nio Henrique, diocese de Viseu<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":268332,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"default","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"default","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"default","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[10],"tags":[],"class_list":["post-279648","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/279648","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=279648"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/279648\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/268332"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=279648"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=279648"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=279648"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}