{"id":278186,"date":"2023-04-11T11:00:08","date_gmt":"2023-04-11T10:00:08","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=278186"},"modified":"2023-04-11T11:00:08","modified_gmt":"2023-04-11T10:00:08","slug":"homilia-do-bispo-de-beja-no-domingo-de-pascoa-4","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/homilia-do-bispo-de-beja-no-domingo-de-pascoa-4\/","title":{"rendered":"Homilia do bispo de Beja no Domingo de P\u00e1scoa"},"content":{"rendered":"<p><em>\u00abCelebremos, com um cora\u00e7\u00e3o puro e amante da verdade, a Festa da P\u00e1scoa\u00bb &#8211; D. Jo\u00e3o Marcos<\/em><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><strong><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-210089 alignright\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/D.Joao-Marcos_Solenidade-Coracao-Jesus-390x260.jpg\" alt=\"\" width=\"390\" height=\"260\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/D.Joao-Marcos_Solenidade-Coracao-Jesus-390x260.jpg 390w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/D.Joao-Marcos_Solenidade-Coracao-Jesus-768x511.jpg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/D.Joao-Marcos_Solenidade-Coracao-Jesus-480x320.jpg 480w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/D.Joao-Marcos_Solenidade-Coracao-Jesus.jpg 862w\" sizes=\"(max-width: 390px) 100vw, 390px\" \/>HOMILIA DO DOMINGO DA P\u00c1SCOA<\/strong><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><em>S\u00e9 de Beja, 2023<\/em><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\n<p style=\"font-weight: 400;\"><em>Aleluia! O Senhor ressuscitou verdadeiramente!<\/em><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">1 &#8211; Queridos irm\u00e3os e irm\u00e3s: <em>Cristo, nossa P\u00e1scoa, foi imolado. Celebremos a festa, n\u00e3o com fermento velho de mal\u00edcia e perversidade, mas com os p\u00e3es \u00e1zimos da pureza e da verdade. <\/em>Com estas palavras de S\u00e3o Paulo aos Cor\u00edntios, vos quero saudar na manh\u00e3 deste dia de P\u00e1scoa. Unidos a Cristo ressuscitado somos p\u00e3es \u00e1zimos, e, por isso, n\u00e3o deve haver em n\u00f3s lugar para o fermento, ou seja, para a mal\u00edcia e para a perversidade.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Somos Crist\u00e3os. Fomos batizados, ou seja, morremos e fomos sepultados com Cristo. Estamos, em esperan\u00e7a, ressuscitados com Ele. Mortos para o pecado e vivos para Deus, vivamos, unidos a Cristo, a Sua Vida divina.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\n<p style=\"font-weight: 400;\">2 \u2013 Na pr\u00e1tica, que significa para n\u00f3s esta mudan\u00e7a de vida?<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><em>Quem vive segundo a carne n\u00e3o pode agradar a Deus.<\/em> N\u00f3s n\u00e3o vivemos segundo a carne, para nos satisfazermos com as nossas paix\u00f5es e apetites, vivemos segundo o Esp\u00edrito, segundo o Esp\u00edrito que Jesus nos entregou ao morrer crucificado por amor de n\u00f3s. Ser crist\u00e3o, viver uma vida agrad\u00e1vel a Deus, \u00e9 sermos d\u00f3ceis ao Esp\u00edrito Santo. \u00c9 amarmos a Deus com todo o cora\u00e7\u00e3o, louvando-O e obedecendo-Lhe em tudo. \u00c9 estarmos no mundo situados pela f\u00e9. \u00c9 vivermos conscientes de que, como Jesus, sa\u00edmos do Pai que nos criou e para Ele voltamos. \u00c9 vivermos na esperan\u00e7a, caminhando como disc\u00edpulos de Jesus que p\u00f5em os p\u00e9s nas Suas pegadas. \u00c9 amarmo-nos uns aos outros com o mesmo amor, com o mesmo esp\u00edrito, com os mesmos sentimentos de Jesus. \u00c9 vivermos em P\u00e1scoa permanente, como quem passa de si para os outros, caminhando em comunidade, sinodalmente, mais atento \u00e0s necessidades dos irm\u00e3os que \u00e0s suas. \u00c9 caminharmos neste mundo como estrangeiros, porque a nossa p\u00e1tria est\u00e1 nos c\u00e9us, e s\u00e3o as coisas do alto que nos apaixonam e queremos cultivar. \u00a0<em>Porque n\u00f3s morremos e a nossa<\/em> <em>vida est\u00e1 escondida com Cristo em Deus, quando Cristo, que \u00e9 a nossa vida,<\/em> <em>Se manifestar, ent\u00e3o tamb\u00e9m n\u00f3s nos havemos de manifestar com Ele na gl\u00f3ria.<\/em><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\n<p style=\"font-weight: 400;\">3 \u2013 A porta que nos introduz na vida de ressuscitados \u00e9 esta: escutar o an\u00fancio do Evangelho do Senhor Jesus Cristo, o an\u00fancio da Sua Morte e Ressurrei\u00e7\u00e3o. Ele morreu por amor a todos n\u00f3s, e destruiu os nossos pecados no Seu Corpo Crucificado. E o Pai ressuscitou-O para nos anunciar o perd\u00e3o. Ningu\u00e9m pode ser condenado por matar algu\u00e9m que est\u00e1 vivo. A Boa Nova, o Evangelho de Jesus para n\u00f3s, encontra-Se aqui. Quem aceita isto como Verdade, acredita em Jesus como seu Salvador, recebe-O como seu Redentor e Senhor, une-se a Ele e pode dizer como S. Paulo: j\u00e1 n\u00e3o sou Eu que falo; \u00e9 Cristo que fala em mim. J\u00e1 n\u00e3o sou eu que trabalho; \u00e9 Cristo que trabalha em mim. <em>J\u00e1 n\u00e3o sou eu que vivo; \u00e9 Cristo que vive em mim. E esta vida presente na carne, vivo-a na f\u00e9 do Filho de Deus que me amou e Se entregou a Si mesmo por mim.<\/em><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\n<p style=\"font-weight: 400;\">4 \u2013 Pode parecer uma tarefa heroica vivermos como ressuscitados neste mundo de mentiras, onde os \u00eddolos e a soberba, a avareza, a lux\u00faria, a ira, a gula, a inveja e a pregui\u00e7a comandam a vida dos povos e na\u00e7\u00f5es. N\u00e3o pretendo enganar-vos, queridos irm\u00e3os e irm\u00e3s. Esta vida divina dos crist\u00e3os s\u00f3 pode cultivar-se em Igreja, s\u00f3 pode ser vivida em comunidade. Isso est\u00e1 muito claro no livro dos Atos dos Ap\u00f3stolos quando diz que <em>aqueles que abra\u00e7aram<\/em> <em>a f\u00e9 viviam unidos, e tinham um s\u00f3 cora\u00e7\u00e3o e uma s\u00f3 alma<\/em>. Individualmente, sem uma comunh\u00e3o cultivada com os irm\u00e3os, \u00e9 muito dif\u00edcil, para n\u00e3o dizer imposs\u00edvel, de viver.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Lembro-me muitas vezes do que me disse um homem quando eu era padre novo: o cristianismo \u00e9 muito bonito, mas tem um problema: n\u00e3o funciona! E porque n\u00e3o funciona? Se todos tiv\u00e9ssemos sempre dezoito anos, funcionaria. Mas aos quarenta anos n\u00e3o h\u00e1<em> ideal<\/em>que se aguente. Eu sou como sou, a mulher \u00e9 como \u00e9, os filhos s\u00e3o como s\u00e3o, o patr\u00e3o \u00e9 como \u00e9, e \u00e9 com estas pessoas, assim como s\u00e3o, que tenho de viver.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Fiquei a pensar no que me disse este homem. E uma pergunta se levantou dentro de mim: mas quem disse que o cristianismo \u00e9 um <em>ideal<\/em>? Um <em>ideal<\/em> \u00e9 uma proje\u00e7\u00e3o nossa que nasce em n\u00f3s e que regressa a n\u00f3s. O cristianismo \u00e9 uma boa-not\u00edcia, impens\u00e1vel para qualquer de n\u00f3s, que nos entra pelo ouvido e que, se for acolhida, se cumpre, se faz carne, acontecimento, em nossas vidas. \u00c0 pergunta feita a Jesus pelos Seus primeiros disc\u00edpulos: <em>Mestre, onde moras?<\/em> Que respondeu o Senhor? <em>Vinde e vede! <\/em>E a Igreja, ao longo dos s\u00e9culos, foi tamb\u00e9m assim que respondeu enquanto p\u00f4de, at\u00e9 que Joaquim Ant\u00f3nio de Aguiar, no s\u00e9culo XIX, suprimiu os conventos de frades e de monjas. Foi ent\u00e3o que se come\u00e7ou a falar de <em>ideal<\/em> na Igreja. Mas, na realidade, Cristo n\u00e3o \u00e9 um <em>ideal<\/em>. \u00c9 carne. \u00c9 a palavra de Deus feita carne. E o Cristianismo n\u00e3o \u00e9 uma ideia, n\u00e3o \u00e9 um<em> ideal<\/em>: \u00e9 um acontecimento! \u00c9 Cristo a viver em n\u00f3s! \u00c9 a Vida de Cristo Ressuscitado a acontecer em n\u00f3s.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\n<p style=\"font-weight: 400;\">4 \u2013 O Evangelho proclamado na liturgia desta manh\u00e3 fala-nos da experi\u00eancia de Maria Madalena e dos ap\u00f3stolos Pedro e Jo\u00e3o, ao descobrirem o t\u00famulo aberto de Jesus. Ela foi de manh\u00e3zinha, ainda escuro, ao sepulcro, e viu que a pedra da entrada fora removida. Correu a dizer a Pedro e a Jo\u00e3o que, por sua vez, foram ao sepulcro. Corriam os dois juntos, mas Jo\u00e3o chegou primeiro. Viu as ligaduras no ch\u00e3o, mas n\u00e3o entrou. Esperou por Pedro que entrou primeiro no t\u00famulo. Jo\u00e3o viu e acreditou. Materialmente, Maria Madalena, Pedro e Jo\u00e3o, os tr\u00eas viram o mesmo: o sepulcro aberto, as ligaduras no ch\u00e3o e o sud\u00e1rio. Mas Jo\u00e3o viu e acreditou. Viu a aus\u00eancia do Corpo do Senhor e acreditou na Sua Ressurrei\u00e7\u00e3o. Mais tarde o pr\u00f3prio Jesus aparecer\u00e1 a Maria Madalena e a todos os ap\u00f3stolos e dar-lhes-\u00e1 o Esp\u00edrito Santo que tornar\u00e1 poss\u00edvel o an\u00fancio do Evangelho a todas as na\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Pode acontecer convosco, queridos irm\u00e3os e irm\u00e3s, que a vossa experi\u00eancia de Vida Crist\u00e3 ainda esteja no come\u00e7o, e que n\u00e3o vos tenhais encontrado ainda com o pr\u00f3prio Senhor Ressuscitado. Confiai, irm\u00e3os, no testemunho da Igreja. Ela n\u00e3o mente! O seu testemunho \u00e9 verdadeiro! Chegar\u00e1 o momento em que tereis a vossa experi\u00eancia de encontro pessoal com o Senhor. Lembrai-vos do testemunho de S. Paulo que, depois de enumerar as apari\u00e7\u00f5es de Jesus Ressuscitado acrescenta:<em> e, por fim, apareceu tamb\u00e9m a mim.<\/em><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\n<p style=\"font-weight: 400;\">5 \u2013 A Solenidade da P\u00e1scoa, na qual desaguam os quarenta dias da Quaresma, vamos festej\u00e1-la nestes cinquenta dias, at\u00e9 ao Pentecostes. Os oito dias da primeira semana vamos viv\u00ea-los como se fossem um dia \u00fanico. Em cada um deles rezaremos as Laudes e as V\u00e9speras do domingo de P\u00e1scoa. Ser\u00e1 um tempo de alegria e de louvor ao Senhor durante o qual ser\u00e1 proibido zangarmo-nos. Trata-se de vivermos como ressuscitados. Ser\u00e1, talvez, um tempo mais dif\u00edcil de passar que a Quaresma, mas com a ajuda do Senhor, \u00e9 poss\u00edvel. Com a viv\u00eancia deste tempo nos treinamos para a P\u00e1scoa eterna.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Caros irm\u00e3os e irm\u00e3s: <em>Cristo, nossa P\u00e1scoa, foi imolado. Celebremos a festa n\u00e3o com fermento velho de mal\u00edcia e perversidade, mas com os p\u00e3es \u00e1zimos da pureza e da verdade. <\/em>P\u00e3es \u00e1zimos, sem fermento nem sal, s\u00e3o os p\u00e3es consagrados da Eucaristia, o Corpo de Cristo que a Igreja nos d\u00e1 a comer. A festa dos \u00e1zimos que o povo de Israel celebra nos sete dias ap\u00f3s a P\u00e1scoa, como memorial da sa\u00edda do Egito e da Passagem do Mar Vermelho, ajuda este povo a manter viva a consci\u00eancia de que \u00e9 um povo n\u00f3mada, que est\u00e1 neste mundo de passagem, a caminho da Terra Prometida.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u00a0Assim tamb\u00e9m n\u00f3s, afastemos o cora\u00e7\u00e3o de todas as coisas que s\u00e3o fermento de perversidade e de mal\u00edcia. E celebremos, com um cora\u00e7\u00e3o puro e amante da verdade, a Festa da P\u00e1scoa.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\"><em>+ Jo\u00e3o Marcos<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00abCelebremos, com um cora\u00e7\u00e3o puro e amante da verdade, a Festa da P\u00e1scoa\u00bb &#8211; D. 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