{"id":278062,"date":"2023-04-09T11:49:23","date_gmt":"2023-04-09T10:49:23","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=278062"},"modified":"2023-04-09T11:49:23","modified_gmt":"2023-04-09T10:49:23","slug":"homilia-do-bispo-das-forcas-armadas-e-forcas-de-seguranca-no-domingo-de-pascoa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/homilia-do-bispo-das-forcas-armadas-e-forcas-de-seguranca-no-domingo-de-pascoa\/","title":{"rendered":"Homilia do Bispo das For\u00e7as Armadas e For\u00e7as de Seguran\u00e7a no Domingo de P\u00e1scoa"},"content":{"rendered":"<p><!--more--><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/69518727_1407270029397494_2496414277255036928_o.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-157984 size-full\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/69518727_1407270029397494_2496414277255036928_o.jpg\" alt=\"\" width=\"1426\" height=\"951\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/69518727_1407270029397494_2496414277255036928_o.jpg 1426w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/69518727_1407270029397494_2496414277255036928_o-390x260.jpg 390w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/69518727_1407270029397494_2496414277255036928_o-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/69518727_1407270029397494_2496414277255036928_o-768x512.jpg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/69518727_1407270029397494_2496414277255036928_o-1080x720.jpg 1080w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/69518727_1407270029397494_2496414277255036928_o-1280x854.jpg 1280w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/69518727_1407270029397494_2496414277255036928_o-980x654.jpg 980w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/69518727_1407270029397494_2496414277255036928_o-480x320.jpg 480w\" sizes=\"(max-width: 1426px) 100vw, 1426px\" \/><\/a><\/p>\n<ol>\n<li>O caminho pascal vivido nos tr\u00eas \u00faltimos dias, realizou-se em v\u00e1rias etapas cujo iniciou ficou marcado por uma afirma\u00e7\u00e3o pujante, escutada na Missa de Quinta-feira Santa, In Coena Domini \u201csabendo Jesus que chegara a sua hora de passar deste mundo para o Pai, Ele, que amara os seus que estavam no mundo, amou-os at\u00e9 ao fim.\u201d (Jo 13, 1) E concluindo-se, por assim dizer, na tarde do Domingo da Ressurrei\u00e7\u00e3o, com outra igualmente poderos\u00edssima \u201c\u00abNa verdade, o Senhor ressuscitou e apareceu a Sim\u00e3o\u00bb. E eles contaram o que tinha acontecido no caminho e como O tinham reconhecido ao partir o p\u00e3o.\u201d (Lc 24, 34-35)<\/li>\n<\/ol>\n<p>Estamos perante um ingresso e um epilogo: passar deste mundo para o Pai, para resgatar ao mundo. N\u00e3o h\u00e1 hist\u00f3ria de liberta\u00e7\u00e3o que n\u00e3o implique uma sa\u00edda, uma passagem para um mais al\u00e9m. No caso do mundo e da humanidade, \u00e9 necess\u00e1rio reconhecer que n\u00e3o s\u00e3o a temporalidade que redime o tempo, mas a eternidade; que n\u00e3o \u00e9 a terrestridade que salva o mundo, mas o C\u00e9u; que nenhum homem pode dar a salva\u00e7\u00e3o eterna ao homem, mas apenas Deus. Porque s\u00f3 o Senhor nos comunica a sua pr\u00f3pria vida gloriosa.<\/p>\n<ol start=\"2\">\n<li>Comunica\u00e7\u00e3o essa que aconteceu na gloriosa manh\u00e3 de P\u00e1scoa quando, ao corpo humano de Jesus, foi infundido a pr\u00f3pria vida divina. A Ressurrei\u00e7\u00e3o, para Jesus, n\u00e3o consistiu simplesmente no regresso \u00e0 vida temporal, quotidiana, social\u2026 a vida divina que ressuscita o corpo humano da morte, tornando-o glorioso, \u00e9 mais, muito mais, do que a supera\u00e7\u00e3o dos limites da morte, ou a vit\u00f3ria sobre a sepultura\u2026 ela, essencialmente, carateriza-se pela comunh\u00e3o de amor que determina que a realiza\u00e7\u00e3o pessoal acontece e desenvolve-se na d\u00e1diva rec\u00edproca do Eu, ao Tu do Pai. A Ressurrei\u00e7\u00e3o de Jesus, portanto, n\u00e3o o resgatou s\u00f3 das trevas da morte, mas situou-o numa nova e mais profunda comunh\u00e3o plena, permanente, eterna com o Pai e com a humanidade, no Esp\u00edrito.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Por isso, dizer que Jesus est\u00e1 vivo significa referir esta perp\u00e9tua vida na comunh\u00e3o plena com o Pai e a humanidade, no Esp\u00edrito. A bem dizer, o Eu redime-se na vitalidade interativa do Eu-Tu, (N\u00f3s). N\u00e3o se configura como projeto do individual, mas \u00e9, ali\u00e1s, exatamente o oposto.<\/p>\n<p>Por isso, este ano, gostaria de refor\u00e7ar a import\u00e2ncia que a dimens\u00e3o comunit\u00e1ria assume na din\u00e2mica da vida ressuscitada. Sobretudo porque, enquanto Ordinariato castrense, estamos presentes e ativos, seja atrav\u00e9s das For\u00e7as Armadas, seja com as For\u00e7as de Seguran\u00e7a, em tantos pa\u00edses do mundo, ao servi\u00e7o das pessoas e na disponibilidade de, por elas, derramar o pr\u00f3prio sangue.<\/p>\n<p>A vida divina n\u00e3o \u00e9 uma subst\u00e2ncia insuflada num corpo, mas uma comunh\u00e3o de d\u00e1diva do eu ao tu, na for\u00e7a do Esp\u00edrito Santo.<\/p>\n<ol start=\"3\">\n<li>A partir destas premissas, caros irm\u00e3os, queremos ent\u00e3o introduzir-nos, tamb\u00e9m n\u00f3s, na viagem dos disc\u00edpulos de Ema\u00fas para estarmos, tamb\u00e9m n\u00f3s, com Jesus que caminha connosco (Lc 24, 13-35).<\/li>\n<\/ol>\n<p>N\u00e3o nos surpreende o tom amargurado dos dois disc\u00edpulos que fazem a viagem do regresso a suas casas e \u00e0 vida antiga (cf Lc 24, 14. 17); \u00e9 o reconhecimento do fracasso e da desilus\u00e3o, daquela ambi\u00e7\u00e3o que os mobilizara a acompanharem Aquele que julgavam ser o Messias! (cf Lc 24, 21) O que nos surpreende \u00e9 precisamente n\u00e3o O reconhecerem! Jesus Cristo est\u00e1, ali, com eles mas \u201cos seus olhos, por\u00e9m, estavam impedidos de o reconhecer.\u201d (Lc 24, 16). Sim, os olhos da f\u00e9, com o qual se v\u00ea mais longe e mais em profundidade est\u00e3o entenebrecidos. N\u00e3o reconhecem o Ressuscitado, porque apenas veem o individuo, e a Ressurrei\u00e7\u00e3o, a vida divina comunicada, \u00e9 comunh\u00e3o e para ser captada\/notada exige abertura e reden\u00e7\u00e3o ao mais al\u00e9m.<\/p>\n<p>Sintomaticamente, no decorrer no caminho, Jesus Cristo Ressuscitado bem que tentou resgatar aqueles disc\u00edpulos ao instante dos v\u00e1rios momentos percorridos, ao lugar que caminhavam, para os levar mais longe e, por isso, falou-lhes da hist\u00f3ria, da Promessa, da alian\u00e7a, do Pai (vv. 25-27)\u2026 mas nada, n\u00e3o viam mais do que a individualidade e a presencialidade\u2026<\/p>\n<p>\u2026 at\u00e9 que, ao chegarem \u00e0 aldeia, entram em contacto com um conjunto de realidades e de gestos que s\u00e3o eminentemente de comunh\u00e3o: a casa, o porem-se \u00e0 mesa e, supremo feito, \u201cp\u00f4s-se \u00e0 mesa, tomou o p\u00e3o, pronunciou a b\u00ean\u00e7\u00e3o e, depois de o partir, entregou-lho\u201d (v. 30)\u2026 ent\u00e3o \u00e9 que se lhes abriram os olhos e reconheceram o Ressuscitado: a vida divina \u00e9 comunh\u00e3o e, por isso, s\u00f3 se reconhece na comunh\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"4\">\n<li>Com base nestes dados, convido-te a revisitar a mesma p\u00e1gina para nos focarmos em tr\u00eas pontos fundamentais que nos indicam onde e como a Ressurrei\u00e7\u00e3o se realiza no quotidiano, no dia-a-dia:<\/li>\n<\/ol>\n<p>Em primeiro lugar: se, como \u00e9 certo, os dois disc\u00edpulos iam a caminho de Ema\u00fas porque desistiram do \u201csonho\u201d e, portanto, voltavam para tr\u00e1s, \u00e0s vidas de antigamente, significa que Jesus, ao aparecer-lhes, veio \u00e0 procura deles, que n\u00e3o os deixa para tr\u00e1s. E esta, caros irm\u00e3os, \u00e9 das atitudes mais humanas e heroicas que o ser humano possa realizar: nunca deixar ningu\u00e9m para tr\u00e1s; jamais abandonar algu\u00e9m.<\/p>\n<p>Ali\u00e1s, conta-se que um dia perguntaram \u00e0 antrop\u00f3loga americana Margaret Mead qual era, para ela, o primeiro vest\u00edgio de civiliza\u00e7\u00e3o humana numa cultura. Ela disse que era um f\u00eamur com quinze mil anos que se tinha partido e que foi curado. Mead continuou: \u201cO f\u00e9mur estava partido, mas tinha cicatrizado. \u00c9 um dos maiores ossos do corpo humano e demora seis semanas a curar. Algu\u00e9m tinha cuidado daquela pessoa. Abrigou-a e alimentou-a. Protegeu-a, ao inv\u00e9s de a abandonar \u00e0 sua sorte\u201d.<\/p>\n<p>Ou seja, algu\u00e9m s\u00f3 sobreviveu porque n\u00e3o foi deixado para tr\u00e1s. Na natureza, qualquer animal que parta uma perna est\u00e1 condenado. Se for um predador, n\u00e3o consegue ca\u00e7ar; se for uma presa, n\u00e3o consegue fugir. Est\u00e1 morto. Ent\u00e3o, conclu\u00eda Mead, o que nos distingue enquanto civiliza\u00e7\u00e3o \u00e9 a empatia, a capacidade de nos preocuparmos com os outros. \u00c9 o gesto ressuscitador do Ressuscitado, vem ao encontro de quem quer desistir para o reintroduzir na estrada da esperan\u00e7a e da vida.<\/p>\n<p>Hoje, a Igreja est\u00e1 convocada a efetuar esta mesma rota de n\u00e3o deixar ningu\u00e9m para tr\u00e1s. E s\u00e3o tantas e tantos os que hoje vivem nas franjas da sociedade, nas periferias\u2026 j\u00e1 repararam quanto custa um mero p\u00e3o, um simples kilo de arroz\u2026 estar pr\u00f3ximo das pessoas implica constatar que o n\u00edvel do custo de vida as chuta l\u00e1 para tr\u00e1s.<\/p>\n<p>Aos pobres devemos mobilizar toda a nossa caridade.<\/p>\n<ol start=\"5\">\n<li>Em segundo lugar, neste caminho de Ema\u00fas reescreve-se, de certa maneira, o caminho do Calv\u00e1rio. N\u00e3o s\u00f3 porque h\u00e1 um aut\u00eantico sentimento de fracasso, de solid\u00e3o, mas existe tamb\u00e9m a presen\u00e7a acutilante da incompreens\u00e3o. Afigura-se como um dram\u00e1tico caminho das pedras; tamb\u00e9m os disc\u00edpulos, a exemplo de Jesus, n\u00e3o alcan\u00e7am o momento sublime da d\u00e1diva da vida ressuscitada, sem que, antes, tenham atravessado a \u201cnoite escura\u201d do abandono, e da Cruz.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Emerge, assim, um dos m\u00f3dulos imprescind\u00edveis da ressurrei\u00e7\u00e3o, que consiste precisamente na nova compreens\u00e3o do sofrimento e das adversidades que a concretude da vida nos apresenta. N\u00e3o s\u00e3o metas, mas etapas e estradas de passagem para arribar \u00e0 plenitude da vida em Deus.<\/p>\n<p>E como aos disc\u00edpulos s\u00f3 se lhes abriram os olhos depois de tanta err\u00e2ncia, tamb\u00e9m para o crist\u00e3o, a cruz \u00e9 caminho para, em Deus, alcan\u00e7ar a Sua plenitude de vida na comunh\u00e3o com Ele. Que \u00e0 Igreja ressuscitada, assista esta for\u00e7a de indicar e revelar, a quem sofre, a esperan\u00e7a de que esse sofrimento e essa dor \u00e9 caminho e etapa da caminhada da salva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<ol start=\"6\">\n<li>Por fim, \u201cQuando Se p\u00f4s \u00e0 mesa, Jesus tomou o p\u00e3o, recitou a b\u00ean\u00e7\u00e3o, partiu-o e entregou-lho. Nesse momento abriram-se-lhes os olhos e reconheceram-n\u2019O.\u201d (Lc 24, 30) O dom de si, atrav\u00e9s do que \u00e9 oferecido no esp\u00edrito de entrega, constitui a suprema realiza\u00e7\u00e3o pascal da vida plena. Jesus, naquela mesa de Ema\u00fas, como antes na mesa do Cen\u00e1culo e na pr\u00f3pria oferta da Cruz, atuou no esp\u00edrito da vida eterna; materializou o mist\u00e9rio eterno de comunh\u00e3o de d\u00e1diva rec\u00edproca ao Pai na partilha de si \u00e0 humanidade; encarnou a consigna\u00e7\u00e3o existente desde o princ\u00edpio ao Pai, no Esp\u00edrito, na oferta do seu Ser aos homens que, assim, se tornaram filhos no Filho.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Deste modo, se evid\u00eancia que a exist\u00eancia da Igreja, corpo de Cristo, constitui a forma hist\u00f3rica da Ressurrei\u00e7\u00e3o de Cristo. E, n\u00e3o s\u00f3 porque edificada no batismo, o que faz dela a Comunidade constitu\u00edda por aquelas e aqueles que foram resgatados \u00e0 morte, e vivificados na vida de Cristo Ressuscitado; mas tamb\u00e9m porque, n\u00e3o sendo uma mera sociedade \u00e9 a encarna\u00e7\u00e3o da vida de Deus que, na reciprocidade do Amor, se doa e oferece \u00e0 humanidade.<\/p>\n<p>Neste dia de Ressurrei\u00e7\u00e3o, tenhamos sempre presente que, a Ressurrei\u00e7\u00e3o, \u00e9 a d\u00e1diva gratuita da vida de Deus ao ser humano. A comunh\u00e3o \u00e9 Ressurrei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Somos, pois, convidados a transpor os individualismos -que, na Igreja, podem assumir diversas figuras e formas, todas elas nefastas, todas elas de morte e de aut\u00eanticos t\u00famulos, como o clericalismo, o autoritarismo, e at\u00e9 os abusos de v\u00e1ria ordem \u2013 para a luz resplandecente da comunh\u00e3o. Ressuscitaremos, acolhendo a vida de comunh\u00e3o eterna de Deus. \u00c1men!<\/p>\n<p>Igreja de Nossa Senhora do Ar, 8 de abril de 2023<\/p>\n<p><em style=\"font-size: 16px;\">D. Rui Val\u00e9rio, bispo das For\u00e7as Armadas e For\u00e7as de Seguran\u00e7a<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":2,"featured_media":157984,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"default","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"default","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"default","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[271,275],"class_list":["post-278062","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-documentos","tag-ordinariato-castrense","tag-pascoa"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/278062","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=278062"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/278062\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/157984"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=278062"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=278062"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=278062"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}