{"id":277380,"date":"2023-04-11T09:00:02","date_gmt":"2023-04-11T08:00:02","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=277380"},"modified":"2023-04-05T13:00:05","modified_gmt":"2023-04-05T12:00:05","slug":"bendita-entre-as-mulheres-senhora-da-ressurreicao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/bendita-entre-as-mulheres-senhora-da-ressurreicao\/","title":{"rendered":"\u00abBendita entre as Mulheres\u00bb \u2013 Senhora da Ressurrei\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><em>Ant\u00f3nio Salvado Morgado, Diocese da Guarda<\/em><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Antonio-Morgado-guarda.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignright wp-image-271042 size-medium\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Antonio-Morgado-guarda-390x260.jpg\" alt=\"\" width=\"390\" height=\"260\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Antonio-Morgado-guarda-390x260.jpg 390w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Antonio-Morgado-guarda-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Antonio-Morgado-guarda-768x512.jpg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Antonio-Morgado-guarda-391x260.jpg 391w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Antonio-Morgado-guarda-1080x720.jpg 1080w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Antonio-Morgado-guarda-1280x853.jpg 1280w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Antonio-Morgado-guarda-980x653.jpg 980w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Antonio-Morgado-guarda-480x320.jpg 480w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Antonio-Morgado-guarda.jpg 1500w\" sizes=\"(max-width: 390px) 100vw, 390px\" \/><\/a>Semana Santa, Semana da P\u00e1scoa. Na liturgia destes dias vamos ouvindo ler os v\u00e1rios relatos b\u00edblicos da ressurrei\u00e7\u00e3o de Jesus Cristo. Vamo-los ouvindo ler e vamos sendo convidados a sabore\u00e1-los, contemplando-os, meditando-os e rezando-os na alegria da Gl\u00f3ria da Ressurrei\u00e7\u00e3o. \u00c9 com estes relatos que encerram os quatro evangelhos: Mateus [28], Marcos [16], Lucas [24] e Jo\u00e3o [20 e 21].<\/p>\n<p>Como \u00e9 sabido, a \u201cAve Maria\u201d \u00e9, sem qualquer d\u00favida, a ora\u00e7\u00e3o mariana mais recitada em todo o mundo, sendo rezada todos os dias por milh\u00f5es de cat\u00f3licos. Muitos a rezar\u00e3o diariamente dezenas de vezes. Bastar\u00e1 lembrar as contas do ros\u00e1rio. Esta ora\u00e7\u00e3o, que em tempos medievais era conhecida como \u201cSauda\u00e7\u00e3o ang\u00e9lica\u201d, possui uma longa hist\u00f3ria e, na vers\u00e3o actual, \u00e9 composta por duas partes: uma de louvor, a primeira, e a segunda de peti\u00e7\u00e3o ou s\u00faplica.<\/p>\n<p>Importa-nos aqui a parte relativa ao louvor, com origem Evangelho de Lucas. Da Anuncia\u00e7\u00e3o \u00e9 retirada a sauda\u00e7\u00e3o do Anjo Gabriel a Maria: \u00ab<em>Salve, cheia de gra\u00e7a, o Senhor est\u00e1 contigo<\/em>!\u00bb [1,28]. Do quadro da Visita\u00e7\u00e3o \u00e9 retirada a exclama\u00e7\u00e3o de Isabel perante a inesperada visita de Maria, sua prima: \u00ab<em>Bendita \u00e9s tu entre as mulheres, e bendito o fruto do teu ventre!<\/em>\u00bb [1,42].<\/p>\n<p>Lucas, que inicia o Evangelho com estes dois maravilhosos quadros em que Maria ocupa um lugar central, termina-o com as apari\u00e7\u00f5es sem qualquer refer\u00eancia \u00e0 M\u00e3e do Senhor Ressuscitado. O que acontece em Lucas verifica-se tamb\u00e9m nos outros evangelistas, incluindo Jo\u00e3o, o disc\u00edpulo que acompanha Maria junto \u00e0 cruz. O mesmo acontece nas outras passagens b\u00edblicas em que se referem as apari\u00e7\u00f5es: Primeira Carta aos Cor\u00edntios [15, 5-7] e Actos dos Ap\u00f3stolos [1,3-11]. Em nenhum relato, ou men\u00e7\u00e3o de apari\u00e7\u00f5es, encontramos Maria, M\u00e3e do Ressuscitado.<\/p>\n<p>\u00c9 sabido que se tem mostrado imposs\u00edvel proceder a um encadeamento sequencial das apari\u00e7\u00f5es do Ressuscitado. Elas s\u00e3o variadas, nem sempre concordantes, e pr\u00f3ximas, at\u00e9, de alguma contradi\u00e7\u00e3o. Mas lembremo-las, num resumo superficial, suficiente para o efeito aqui pensado.<\/p>\n<p>S\u00e3o doze as apari\u00e7\u00f5es do Senhor Ressuscitado, n\u00e3o contando com a apari\u00e7\u00e3o a Paulo a caminho de Damasco. Realizam-se cinco no Domingo da P\u00e1scoa, sendo quatro em Jerusal\u00e9m e uma entre de Jerusal\u00e9m e Ema\u00fas. Das outras sete, passam-se cinco tamb\u00e9m em Jerusal\u00e9m e duas na Galileia, uma na montanha e outra no Lago de Tiber\u00edades.<\/p>\n<p>Exceptuando os quinhentos disc\u00edpulos mencionados na Primeira Carta aos Cor\u00edntios [15, 6], os destinat\u00e1rios comuns das apari\u00e7\u00f5es s\u00e3o os Onze, na totalidade, parcialmente ou individualmente, como \u00e9 o caso de Pedro e Tiago. Mas s\u00e3o mulheres as privilegiadas.<\/p>\n<p>Foram mulheres que descobriram o sepulcro vazio, mas nada se diz sobre a M\u00e3e de Jesus. S\u00e3o mulheres as primeiras benefici\u00e1rias das apari\u00e7\u00f5es: Maria Madalena, sozinha, no relato de Jo\u00e3o [Jo 20, 11-18] e Maria Madalena, mulher de Alfeu, m\u00e3e de Tiago e Jos\u00e9, no relato de Mateus [Mt 28, 8-10]. Ou seja, nas primeiras apari\u00e7\u00f5es relatadas nos evangelhos, as destinat\u00e1rias s\u00e3o mulheres. Mas, nem a\u00ed, nesse grupo de mulheres, se encontra Maria, M\u00e3e de Jesus. A \u00ab<em>bendita entre as mulheres<\/em>\u00bb parece exclu\u00edda do grupo. Mesmo o Evangelista Jo\u00e3o, que nos diz que \u00ab<em>Junto \u00e0 cruz de Jesus, estavam de p\u00e9 a sua M\u00e3e, a irm\u00e3 de sua M\u00e3e, Maria mulher de Clopas, e Maria Madalena<\/em>\u2026 <em>E, a partir daquela hora, o disc\u00edpulo recebeu-A entre os seus.<\/em>\u00bb [Jo 19, 25-27], d\u00e1 qualquer indica\u00e7\u00e3o relativa \u00e0 M\u00e3e de Jesus nas apari\u00e7\u00f5es. Quem n\u00e3o estranhar\u00e1 estas aus\u00eancias? De um lado, uma M\u00e3e que ignora o sepulcro do Filho. E, do outro lado, um Filho que parece ignorar a sua M\u00e3e.<\/p>\n<p>Cada ano Maria, a M\u00e3e de Jesus, est\u00e1, portanto, ausente nas leituras eucar\u00edsticas da semana pascal. E, tendo em aten\u00e7\u00e3o a minha experi\u00eancia pessoal, nas homilias que vamos ouvindo, s\u00f3 raramente a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 mencionada, pese embora o facto de, a partir do dia de P\u00e1scoa, e durante todo o tempo pascal, a ora\u00e7\u00e3o do \u201c<em>Angelus<\/em>\u201d ser substitu\u00edda, na Igreja Cat\u00f3lica, pela ora\u00e7\u00e3o mariana e cristol\u00f3gica \u201c<em>Regina Caeli<\/em>\u201d (\u201cRainha do C\u00e9u\u201d).<\/p>\n<p>Os relatos das apari\u00e7\u00f5es mostram que Cristo Ressuscitado compreendia bem aquilo de que cada destinat\u00e1rio precisava para acreditar. \u00c9 de crer que Maria, a M\u00e3e, n\u00e3o precisasse de qualquer sinal exterior. Ela encontrava-se desde a Anuncia\u00e7\u00e3o conhecedora da miss\u00e3o salv\u00edfica do seu Filho. A certeza da Ressurrei\u00e7\u00e3o seria para Maria t\u00e3o verdade como o Filho que trouxe no ventre.<\/p>\n<p>Leigo que sou, vou-me socorrendo, particularmente em tempo pascal, dos mestres da espiritualidade, para desvendar este e outros mist\u00e9rios e apurar a acuidade dos sentidos espirituais, tantas vezes adormecidos no inebriamento di\u00e1rio daqueles sentidos que s\u00e3o estudados pela Fisiologia, mas que importa sempre avivar.<\/p>\n<p>Santo In\u00e1cio de Loyola inicia a quarta semana dos \u201cExerc\u00edcios Espirituais\u201d, dedicada \u00e0 Ressurrei\u00e7\u00e3o, com uma contempla\u00e7\u00e3o sobre \u00ab<em>Como Cristo Nosso Senhor apareceu a Nossa Senhora<\/em>\u00bb [EE, 218]. E explica: \u00ab<em>Primeiro, apareceu \u00e0 Virgem Maria, o que, ainda que n\u00e3o se diga na Escritura, se tem como dito, ao dizer que apareceu a tantos outros; porque a Escritura sup\u00f5e que temos entendimento, como est\u00e1 escrito: \u201cTamb\u00e9m v\u00f3s sois sem entendimento?<\/em>\u201d\u00bb [EE, 299]. Quer dizer, Santo In\u00e1cio apoia-se numa certa evid\u00eancia do entendimento humano, para o qual ser\u00e1 um suposto inquestion\u00e1vel que o Filho Ressuscitado aparece primeiro a sua M\u00e3e e que os evangelistas tenham privilegiado nos relatos outros elementos mais incr\u00e9dulos da sua proximidade, incluindo os Onze e algumas mulheres. E aponta, ent\u00e3o, para os pre\u00e2mbulos habituais: a hist\u00f3ria (da expira\u00e7\u00e3o na cruz \u00e0 apari\u00e7\u00e3o a Nossa Senhora), a composi\u00e7\u00e3o do lugar (a disposi\u00e7\u00e3o do santo sepulcro e a casa de Nossa Senhora), a ora\u00e7\u00e3o de peti\u00e7\u00e3o (a gra\u00e7a e o intenso gozo de tanta gl\u00f3ria)<\/p>\n<p>Importar\u00e1 atender ao facto de o Santo de Loyola iniciar a semana dos \u201cExerc\u00edcios Espirituais\u201d, dedicada \u00e0 Ressurrei\u00e7\u00e3o, com a apari\u00e7\u00e3o a Nossa Senhora e n\u00e3o com uma medita\u00e7\u00e3o ou contempla\u00e7\u00e3o sobre a Ressurrei\u00e7\u00e3o de Jesus como tal. At\u00e9 parece que, para Santo In\u00e1cio, o \u201cmomento\u201d transcendente da Ressurrei\u00e7\u00e3o \u00e9 tamb\u00e9m o momento da apari\u00e7\u00e3o \u00e0 M\u00e3e. A Ressurrei\u00e7\u00e3o de Jesus \u00e9 subsumida pela apari\u00e7\u00e3o \u00e0 M\u00e3e. Ser\u00e1 por isso, talvez, que na composi\u00e7\u00e3o do lugar, o Santo de Loyola associe o santo sepulcro \u00e0 casa de Nossa Senhora.<\/p>\n<p>A Senhora das Dores da Paix\u00e3o n\u00e3o pode fazer esquecer a Senhora da Gl\u00f3ria da Ressurrei\u00e7\u00e3o. As dores dos dramas e trag\u00e9dias por que vamos passando, pessoalmente e na globalidade da comunidade humana, n\u00e3o podem ofuscar a alegria da P\u00e1scoa da Ressurrei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Nossa Senhora da Anuncia\u00e7\u00e3o \u00e9 tamb\u00e9m Nossa Senhora da Ressurrei\u00e7\u00e3o. Dois nascimentos compendiam a Hist\u00f3ria da Salva\u00e7\u00e3o. \u00ab<em>Cheia de gra\u00e7a<\/em>\u00bb e \u00ab<em>Bendita entre as mulheres<\/em>\u00bb em Nazar\u00e9 e na casa de Isabel, Maria, M\u00e3e de Jesus, \u00e9 tamb\u00e9m a \u00ab<em>Bendita entre as mulheres<\/em>\u00bb na Jerusal\u00e9m da P\u00e1scoa da Ressurrei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ave, \u00ab<em>Bendita entre as mulheres<\/em>\u00bb, Senhora da Ressurrei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Guarda, 4 de Abril de 2023<\/p>\n<p>Ant\u00f3nio Salvado Morgado<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ant\u00f3nio Salvado Morgado, Diocese da Guarda<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":271042,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"default","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"default","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"default","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[10],"tags":[],"class_list":["post-277380","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/277380","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=277380"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/277380\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/271042"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=277380"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=277380"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=277380"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}