{"id":27567,"date":"2007-10-13T16:11:21","date_gmt":"2007-10-13T16:11:21","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2007\/10\/13\/90-anos-da-ultima-aparicao-de-nossa-senhora\/"},"modified":"2007-10-13T16:11:21","modified_gmt":"2007-10-13T16:11:21","slug":"90-anos-da-ultima-aparicao-de-nossa-senhora","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/90-anos-da-ultima-aparicao-de-nossa-senhora\/","title":{"rendered":"90 anos da \u00faltima apari\u00e7\u00e3o de Nossa Senhora"},"content":{"rendered":"<p>Homilia do Cardeal Tarciso Bertone dia 13 de Outubro de 2007 <!--more--> Venerados Irm\u00e3os no Episcopado e no Sacerd\u00f3cio, Amados Irm\u00e3os e Irm\u00e3s no Senhor!   Quando Isabel ouviu a sauda\u00e7\u00e3o de Maria, o menino exultou-lhe no seio advertindo-a da chegada do Emanuel esperado; ent\u00e3o, cheia do Esp\u00edrito Santo, ela exclama: \u00abDonde me \u00e9 dado que venha ter comigo a M\u00e3e do meu Senhor?\u00bb (Lc 1, 43). A mesma exclama\u00e7\u00e3o se eleva hoje desta assembleia \u00e0 vista dos sinais de miseric\u00f3rdia que Deus Se dignou conceder a indiv\u00edduos, povos e na\u00e7\u00f5es, ao longo dos \u00faltimos 90 [noventa] anos, pela media\u00e7\u00e3o da M\u00e3e da Miseric\u00f3rdia aqui manifestada como Nossa Senhora do Ros\u00e1rio.  Conta-se que, em Fevereiro de 1918 [mil novecentos e dezoito], se encontraram na C\u00e2mara Eclesi\u00e1stica do Patriarcado de Lisboa alguns sacerdotes e um jornalista cat\u00f3lico, o qual criticara a exposi\u00e7\u00e3o ali feita por um dos sacerdotes sobre o chamado \u00abmilagre do sol\u00bb no c\u00e9u de F\u00e1tima quatro meses antes. Nisto apareceu uma veneranda figura sacerdotal do tempo, o Padre Cruz, a quem o jornalista, depois de lhe beijar a m\u00e3o, perguntou em tom ir\u00f3nico: \u00abTamb\u00e9m viu bailar o sol no dia 13 [treze] de Outubro?\u00bb. \u00abN\u00e3o \u2013 respondeu o Servo de Deus \u2013, n\u00e3o vi o sol bailar em F\u00e1tima; n\u00e3o estava l\u00e1. Mas digo-lhe: Tenho enxugado tantas l\u00e1grimas a bailarem nos olhos (que \u00e9 como quem diz no sol) de tantas dezenas de pecadores arrependidos sob o impulso do milagre de F\u00e1tima, que n\u00e3o me custa acreditar que o sol tenha bailado. Pois, \u00e0 semelhan\u00e7a do que Nosso Senhor ensinou quando disse ser mais f\u00e1cil um camelo entrar pelo fundo duma agulha do que um rico converter-se, tamb\u00e9m afirmarei que \u00e9 mais f\u00e1cil o sol ter bailado do que tantos e tantos pecadores se haverem convertido sem uma causa sobrenatural que os movesse\u00bb. Pois bem, estes sinais de Deus \u2013 reconhecidos e interpretados por quem de direito \u2013 n\u00e3o cessaram de multiplicar-se ao longo destas 9 [nove] dezenas de anos; n\u00e3o \u00faltimo deles, a partida para a Gl\u00f3ria do Servo de Deus Jo\u00e3o Paulo II [segundo] rodeado duma multid\u00e3o incalcul\u00e1vel e com todos no cora\u00e7\u00e3o enquanto repete para a M\u00e3e de Miseric\u00f3rdia: \u00abTotus tuus\u2026 Eu sou todo vosso, \u00f3 minha Rainha e minha M\u00e3e, e tudo quanto tenho vos pertence\u00bb. Hoje, tomados pela maravilha de quantos os viveram e sustentados pela esperan\u00e7a acesa nos cora\u00e7\u00f5es simples e humildes de quem, \u00e0 sua vista, acreditara, n\u00e3o podemos deixar de exclamar, num misto de gratid\u00e3o e confus\u00e3o: \u00abDonde me \u00e9 dado que venha ter comigo a M\u00e3e do meu Senhor?\u00bb  E, se veio ter comigo, manda a boa educa\u00e7\u00e3o perguntar-lhe: \u00abQue \u00e9 que Vossemec\u00ea me quer? \u2013 \u201c\u00c9 preciso que se emendem, que pe\u00e7am perd\u00e3o dos seus pecados\u201d e Ela, tomando um aspecto mais triste, acrescenta: \u201cN\u00e3o ofendam mais a Deus Nosso Senhor, que j\u00e1 est\u00e1 muito ofendido\u201d\u00bb (apari\u00e7\u00e3o de 13 de Outubro de 1917).   Isto \u00e9 F\u00e1tima, amados irm\u00e3os e irm\u00e3s: convers\u00e3o, emenda de vida, deixar de pecar, reparar a Deus ofendido no irm\u00e3o. Isto \u00e9 F\u00e1tima; n\u00e3o os sinais, ou pelo menos s\u00e3o secund\u00e1rios: passam para deixar lugar ao que significam, isto \u00e9, \u00e0 vida nova de ressuscitados. Por isso, seria insensato continuar indefinidamente a pedir sinais, sem os discernir nem lhes dar cr\u00e9dito; sobre n\u00f3s, penderia a censura do divino Mestre: \u00abEsta gera\u00e7\u00e3o perversa e infiel pretende um sinal, mas nenhum sinal lhe ser\u00e1 dado, sen\u00e3o o sinal do profeta Jonas. Assim como Jonas esteve tr\u00eas dias e tr\u00eas noites no ventre da baleia, assim o Filho do Homem estar\u00e1 tr\u00eas dias e tr\u00eas noites no seio da terra\u00bb (Mt 12, 39-40). O sinal de Deus \u00e9 a ressurrei\u00e7\u00e3o de Cristo e nossa: de facto, como ouvimos h\u00e1 pouco na segunda leitura, \u00aba n\u00f3s, que est\u00e1vamos mortos por causa dos nossos pecados, [Deus] restituiu-nos \u00e0 vida com Cristo (\u2026) e com Ele nos ressuscitou\u00bb (Ef 2, 5-6). Por isso, \u00abeis o que vos digo e aconselho em nome do Senhor: (\u2026) Deixai-vos renovar no mais \u00edntimo do vosso esp\u00edrito, adquirindo os h\u00e1bitos do homem novo criado \u00e0 imagem de Deus na justi\u00e7a e santidade verdadeiras\u00bb (Ef 4, 17.23-24). Como o Beato Francisco, como a Beata Jacinta\u2026 como tantas e tantos outros que se entregaram ao Imaculado Cora\u00e7\u00e3o de Maria, ref\u00fagio e caminho que conduz at\u00e9 Deus.    Com efeito, aqui Nossa Senhora n\u00e3o pediu para ser admirada, invocada, venerada\u2026 Quis gente \u00abentregue\u00bb; pediu que os cora\u00e7\u00f5es dos indiv\u00edduos, das na\u00e7\u00f5es e da humanidade inteira Lhe fossem \u00abconsagrados\u00bb. Aqui desfraldou a sua bandeira que \u00e9 um s\u00edmbolo e um programa: o seu Cora\u00e7\u00e3o Imaculado. Aqui se manifestou o Cora\u00e7\u00e3o da mais doce das m\u00e3es, pedindo a todos que unam o seu cora\u00e7\u00e3o ao d\u00b4Ela, para darem ao mundo Jesus Cristo Salvador. E, acolhendo o seu convite, por toda a parte se formaram grupos e comunidades que despertaram da apatia de ontem e se esfor\u00e7am por mostrar agora, ao mundo, o verdadeiro rosto do cristianismo. No Oriente e no Ocidente, o amor do Cora\u00e7\u00e3o de Maria conquistou um lugar no cora\u00e7\u00e3o dos povos e d\u00e1-lhes esperan\u00e7a e consola\u00e7\u00e3o.   Irm\u00e3os e irm\u00e3s, v\u00f3s sois as prim\u00edcias dessa grande seara aqui hoje consagrada no altar. Quando estendo o meu olhar por esta imensa assembleia \u00e0 procura dos seus confins, parece-me vislumbr\u00e1-los naquela nuvenzinha de Elias (cf. 1 Re 18, 44) que se realizou cabalmente na humilde Jovem de Nazar\u00e9, Maria, cheia de gra\u00e7a, cheia de Deus. Foi por obra e gra\u00e7a do Esp\u00edrito Santo que Ela gerou o Filho do Pai eterno e, por miss\u00e3o recebida na Cruz, Se tornou m\u00e3e de todos os redimidos; estes lembram incont\u00e1veis gotinhas de \u00e1gua que \u2013 atravessadas pela Luz de Cristo e, por Ele, atra\u00eddas e agregadas \u2013, formam hoje a coluna de nuvem luminosa de Deus \u00e0 cabe\u00e7a da humanidade na sua travessia da hist\u00f3ria (cf. Ex 40, 38). Povo da P\u00e1scoa pelas sendas do mundo, confessamos com Maria que \u00aba miseric\u00f3rdia [de Deus] se estende de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o sobre aqueles que O temem\u00bb (Lc 2, 50), multiplicando os semeadores da esperan\u00e7a e os construtores do Reino de Deus.   E tais sois v\u00f3s, sacerdotes, cuja ordena\u00e7\u00e3o vos concede o poder de dispensar os dons da salva\u00e7\u00e3o; v\u00f3s, consagrados, cujos votos fazem de v\u00f3s testemunhas privilegiadas do \u00fanico necess\u00e1rio; v\u00f3s, fi\u00e9is leigos, de cujo seio jorram rios de \u00e1gua viva santificando o mundo nos vossos lares, no vosso trabalho e na sociedade inteira. Queridos peregrinos de F\u00e1tima, com grande alegria vos transmito a sauda\u00e7\u00e3o que Sua Santidade Bento XVI [dezasseis] me confiou para todos v\u00f3s, a come\u00e7ar pelo Bispo desta amada diocese de Leiria-F\u00e1tima, o Senhor Dom Antonio Marto, e terminar nos irm\u00e3os e irm\u00e3s doentes, que se encontram aqui ou est\u00e3o unidos connosco pela r\u00e1dio e a televis\u00e3o, e cujas inten\u00e7\u00f5es s\u00e3o objecto particular das preces di\u00e1rias do Santo Padre: Como sabem, Deus salvou o mundo numa cruz. O repouso, que n\u00e3o encontrou nos bra\u00e7os desta, deram-lho os bra\u00e7os de sua M\u00e3e. E, no cora\u00e7\u00e3o da M\u00e3e, brilharam os primeiros alvores da P\u00e1scoa. Jesus ressuscitado sai ao encontro dos desanimados e diz: \u00abAssim est\u00e1 escrito que deve ser. Toma a tua cruz e segue-Me!\u00bb    Numa carta datada de 4 [quatro] de Maio de 1943 [mil novecentos e quarenta e tr\u00eas], a Irm\u00e3 L\u00facia escreve este \u00abrecadito de Nosso Senhor\u00bb: Ele \u00abdeseja que se fa\u00e7a compreender \u00e0s [pessoas] que a verdadeira penit\u00eancia, que Ele agora quer e exige, consiste antes de tudo no sacrif\u00edcio que cada um tem de se impor para cumprir com os pr\u00f3prios deveres religiosos e materiais\u00bb (Mem\u00f3rias e Cartas da Irm\u00e3 L\u00facia, edi\u00e7\u00e3o do P. Ant\u00f3nio Maria Martins SJ, Porto 1973,  pp. 447). Ora, j\u00e1 no Ver\u00e3o de 1916 [mil novecentos e dezasseis], o Anjo ensinara aos pastorinhos: \u00abDe tudo o que puderdes, oferecei um sacrif\u00edcio em acto de repara\u00e7\u00e3o pelos pecados com que [o Alt\u00edssimo] \u00e9 ofendido e de s\u00faplica pela convers\u00e3o dos pecadores. (\u2026) Sobretudo aceitai e suportai com submiss\u00e3o o sofrimento que o Senhor vos enviar\u00bb. Queridos peregrinos, sem negar o valor dos sacrif\u00edcios e penit\u00eancias volunt\u00e1rias, sabei que a penit\u00eancia de F\u00e1tima \u00e9 a aceita\u00e7\u00e3o submissa da vontade de Deus a nosso respeito, que se traduz nos nossos deveres de estado. Algu\u00e9m poderia observar: Mas, a fidelidade aos nossos deveres de estado n\u00e3o \u00e9 o m\u00ednimo que se nos pode exigir? Ser\u00e1 poss\u00edvel que uma obriga\u00e7\u00e3o t\u00e3o elementar seja proposta como penit\u00eancia suficiente, uma penit\u00eancia salvadora, capaz de afastar os males que incumbem sobre a humanidade?   \u00c9 poss\u00edvel, porque esta mobiliza\u00e7\u00e3o dos deveres de estado diz respeito a toda a gente. E o Evangelho no-lo mostra: ainda que n\u00f3s f\u00f4ssemos o servo com um \u00fanico talento, isso n\u00e3o poderia servir de desculpa para a inactividade (Mt 25, 24-30). Infelizmente, um grande n\u00famero de pessoas imagina que a vit\u00f3ria depende essencialmente do talento, da habilidade, do valor dos que escrevem nos jornais, dos que falam nas reuni\u00f5es, dos que t\u00eam um papel mais vis\u00edvel e que seria suficiente animar e aplaudir estes chefes como se anima e aplaude os jogadores no est\u00e1dio. N\u00e3o existe erro mais tem\u00edvel e desastroso! Se os soldados algum dia chegassem a pensar que a vit\u00f3ria j\u00e1 n\u00e3o dependia deles mas somente do Estado Maior (com a desculpa de que se comp\u00f5e de h\u00e1beis generais), esse ex\u00e9rcito marcharia de desastre em desastre, por muito maravilhosos que tivessem sido os planos de combate elaborados pelos seus chefes. Para evitar tal desastre no que se refere ao renascimento do homem para uma sociedade nova, o C\u00e9u exige o esfor\u00e7o, at\u00e9 o mais insignificante, dos servos mais humildes, dos servos com um s\u00f3 talento.   Assim, face aos pretensos senhores destes tempos (acham-se no mundo da cultura e da arte, da economia e da pol\u00edtica, da ci\u00eancia e da informa\u00e7\u00e3o) que exigem e est\u00e3o prontos a comprar, se n\u00e3o mesmo a impor, o sil\u00eancio dos crist\u00e3os invocando imperativos de uma sociedade aberta, quando na verdade lhe fecham todas as entradas e sa\u00eddas para o Transcendente; e que, em nome de uma sociedade tolerante e respeitosa, imp\u00f5em como \u00fanico valor comum a nega\u00e7\u00e3o de todo e qualquer valor real e permanente v\u00e1lido\u2026 Face a tais pretens\u00f5es, o m\u00ednimo que podemos fazer \u00e9 rebelar-nos com a mesma aud\u00e1cia dos Ap\u00f3stolos perante id\u00eantica pretens\u00e3o dos senhores daquele tempo: \u00abN\u00e3o podemos calar o que vimos e ouvimos\u00bb (Act 4, 20)! E, se vos lan\u00e7am \u00e0 cara erros passados ou presentes de alguns filhos da Igreja, pe\u00e7o-vos: fazei penit\u00eancia e reparai. Se vos acusam falsamente n\u00e3o poupando ofensas nem esc\u00e1rnios, pe\u00e7o-vos: rezai pelos vossos perseguidores e perdoai. Profundamente convictos da solidariedade da fam\u00edlia humana, a tal ponto que dez justos na cidade de Sodoma t\u00ea-la-iam salvo (cf. Gn 18, 32), conservai no pensamento e no cora\u00e7\u00e3o uma inquebrant\u00e1vel f\u00e9 no amor misericordioso de Deus. O seu olhar pouse ben\u00e9volo e prop\u00edcio sobre as vossas vidas, confiadas \u00e0 Virgem M\u00e3e para maior gl\u00f3ria da Sant\u00edssima Trindade. Amen. <i> Cardeal Tarcisio Bertone, Santu\u00e1rio de F\u00e1tima<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Homilia do Cardeal Tarciso Bertone dia 13 de Outubro de 2007<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[120,177,187,191,193,206,207,237,275,314],"class_list":["post-27567","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-bento-xvi","tag-diocese-de-leiria-fatima","tag-diocese-do-porto","tag-economia","tag-educacao","tag-familia","tag-fatima","tag-joao-paulo-ii","tag-pascoa","tag-solidariedade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27567","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=27567"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27567\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=27567"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=27567"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=27567"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}