{"id":27547,"date":"2007-10-12T22:59:01","date_gmt":"2007-10-12T22:59:01","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2007\/10\/12\/graca-e-misericordia-da-santissima-trindade\/"},"modified":"2007-10-12T22:59:01","modified_gmt":"2007-10-12T22:59:01","slug":"graca-e-misericordia-da-santissima-trindade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/graca-e-misericordia-da-santissima-trindade\/","title":{"rendered":"Gra\u00e7a e miseric\u00f3rdia da Sant\u00edssima Trindade"},"content":{"rendered":"<p>Homilia do Cardeal Bertone  no dia 12 de Outubro <!--more--> Amados Irm\u00e3os e Irm\u00e3s,   \u00abEm uni\u00e3o com [Cristo], tamb\u00e9m v\u00f3s sois integrados na constru\u00e7\u00e3o para vos tornardes, no Esp\u00edrito Santo, morada de Deus\u00bb (Ef 2, 22). Estas palavras da Carta aos Ef\u00e9sios, h\u00e1 pouco escutadas, falam duma constru\u00e7\u00e3o em acto e indicam claramente a sua finalidade: \u00e9 a morada de Deus. Eu fui enviado, e aqui estou, para vos confirmar no vosso glorioso destino: Tamb\u00e9m v\u00f3s sois integrados nesta constru\u00e7\u00e3o \u00abcujo arquitecto e construtor \u00e9 Deus\u00bb (Heb 11, 10). Se porventura tudo isto aparecesse aos vossos olhos meramente como uma promessa, e n\u00e3o uma obra em acto. Ou ent\u00e3o, se todo o mundo se levantasse para vos chamar \u00e0 raz\u00e3o, dizendo: Resignai-vos, pobres iludidos; n\u00e3o se encontra rasto nem vest\u00edgios de um Deus \u00e0 procura de casa por estes lados! Eis o que tenho a dizer-vos: N\u00e3o o perscruteis com os olhos porque ainda n\u00e3o enxergam, nem vos resigneis \u00e0 voz das sereias do mundo porque recusam o canto novo do amor de Deus a n\u00f3s manifestado. Apoiai-vos, antes, \u00absobre o alicerce dos Ap\u00f3stolos e dos Profetas, que tem Cristo como pedra angular\u00bb (Ef 2, 20). Ora, um dia algu\u00e9m perguntou a Jesus Cristo como era poss\u00edvel Deus manifestar-Se a n\u00f3s e n\u00e3o ao mundo; e Ele explicou: \u00abQuem Me ama guardar\u00e1 a minha palavra e meu Pai o amar\u00e1; N\u00f3s viremos a ele e faremos nele a nossa morada\u00bb (Jo 14, 23). Sobre este alicerce, assenta a consoladora certeza: Deus escolheu-nos para sua morada.       Em esp\u00edrito, detenho-me nos umbrais da min\u00fascula morada do Alt\u00edssimo, assinalada com o Sangue de Cristo Redentor, que \u00e9 cada um de v\u00f3s aqui presente ou em comunh\u00e3o connosco pelos meios de comunica\u00e7\u00e3o social: em ti, quero adorar o meu Deus e abra\u00e7ar o irm\u00e3o ou irm\u00e3 na gra\u00e7a de Nosso Senhor Jesus Cristo, no amor do Pai e na comunh\u00e3o do Esp\u00edrito Santo. Dilectos fi\u00e9is pela un\u00e7\u00e3o baptismal e crismal recebida que nos irmana no Corpo m\u00edstico de Cristo, vener\u00e1veis irm\u00e3os no episcopado e no sacerd\u00f3cio, queridos peregrinos de Nossa Senhora de F\u00e1tima, a todos transmito a cordial sauda\u00e7\u00e3o de Sua Santidade Bento XVI [dezasseis] e a sua B\u00ean\u00e7\u00e3o paterna.       Em particular, sa\u00fado o Senhor Dom Ant\u00f3nio Augusto dos Santos Marto, devotado Pastor desta diocese de Leiria-F\u00e1tima que, \u00e0 vista dos inumer\u00e1veis filhos que n\u00e3o gerou mas lhe batem \u00e0 porta, n\u00e3o hesitou em ampliar a sua tenda (cf. Is 54, 1-2) para melhor os acolher com este majestoso templo que hoje dedicamos \u00e0 Sant\u00edssima Trindade. A alegria desta hora e a nossa gratid\u00e3o \u00e9 devida de modo especial a seu venerando predecessor, o Senhor Dom Serafim de Sousa Ferreira e Silva, que h\u00e1 tr\u00eas anos aben\u00e7oava o in\u00edcio dos trabalhos tornando-se firme defensor e garante da prossecu\u00e7\u00e3o dos mesmos. Seu fiel int\u00e9rprete e incans\u00e1vel promotor \u00e9 o benem\u00e9rito Reitor do Santu\u00e1rio de F\u00e1tima, Monsenhor Luciano Gomes Paulo Guerra, que se empenhou de alma e cora\u00e7\u00e3o nesta iniciativa movido pela sua grande devo\u00e7\u00e3o a Nossa Senhora. Desejo saudar ainda os idealizadores, os projectistas e as v\u00e1rias empresas que se encarregaram da edifica\u00e7\u00e3o da igreja e os artistas que cuidaram do seu embelezamento, como este imponente mosaico diante de v\u00f3s com o C\u00e9u que desce at\u00e9 n\u00f3s, a revela\u00e7\u00e3o da meta para onde tende o caminho de cada um. Por fim, um sentido obrigado aos peregrinos de Nossa Senhora de F\u00e1tima, a cuja generosidade se fica a dever a cobertura das despesas com a sua constru\u00e7\u00e3o. Que Deus vos pague! O vosso cora\u00e7\u00e3o exulte de alegria no Senhor, porque \u00aba alegria do Senhor \u00e9 a vossa fortaleza\u00bb (cf. Ne 8, 10)!         Com o presente rito da dedica\u00e7\u00e3o, esta igreja torna-se o trono da divina gra\u00e7a onde poder\u00e1 alcan\u00e7ar miseric\u00f3rdia quem dele se aproximar confiadamente \u00e0 procura de um aux\u00edlio oportuno (cf. Heb 4, 16). De facto, as palavras \u00abgra\u00e7a\u00bb e \u00abmiseric\u00f3rdia\u00bb campeiam numa vis\u00e3o concedida \u00e0 Irm\u00e3 L\u00facia no dia 13 [treze] de Junho de 1929 [mil novecentos e vinte e nove], cuja realidade (prescindindo naturalmente das coordenadas de tempo e espa\u00e7o insignificantes, por quanto sabemos, em Deus) poder\u00e1 doravante ser celebrada e adorada aqui. Dir-se-ia que a Sant\u00edssima Trindade aguardava em F\u00e1tima por este tributo de gratid\u00e3o e louvor pela sua incessante interven\u00e7\u00e3o salv\u00edfica na hist\u00f3ria. Eis a descri\u00e7\u00e3o da vidente numa carta que dirigiu ao Sumo Pont\u00edfice Pio XII [doze], em 22 [vinte  e dois] de Outubro de 1940 [mil novecentos e quarenta]:         Na capela do convento de Tuy, \u00abestando uma noite s\u00f3, ajoelhei-me entre a balaustrada no meio da capela a rezar, prostrada, as Ora\u00e7\u00f5es do Anjo. (\u2026) A \u00fanica luz era a da l\u00e2mpada. De repente iluminou-se toda a capela com uma luz sobrenatural e sobre o altar apareceu uma cruz de luz que chegava at\u00e9 ao tecto. Em uma luz mais clara, via-se na parte superior da cruz uma face de homem com corpo at\u00e9 \u00e0 cinta, sobre o peito uma pomba de luz e pregado na cruz o corpo de outro homem. Um pouco abaixo da cinta, suspenso no ar, via-se um c\u00e1lice e uma H\u00f3stia grande, sobre a qual ca\u00edam algumas gotas de sangue que corriam pelas faces do crucificado e duma ferida do peito. Sob o bra\u00e7o direito da cruz estava Nossa Senhora (\u2026), com o seu Imaculado Cora\u00e7\u00e3o na m\u00e3o. Sob o bra\u00e7o esquerdo, umas letras grandes, como se fossem de \u00e1gua cristalina que corresse para cima do Altar, formavam estas palavras: \u201cGra\u00e7a e Miseric\u00f3rdia\u201d\u00bb. At\u00e9 aqui a vis\u00e3o da Irm\u00e3 L\u00facia, que comenta: \u00abCompreendi que me era mostrado o Mist\u00e9rio da Sant\u00edssima Trindade, e recebi luzes sobre este Mist\u00e9rio que n\u00e3o me \u00e9 permitido revelar\u00bb (Mem\u00f3rias e Cartas da Irm\u00e3 L\u00facia, edi\u00e7\u00e3o do P. Ant\u00f3nio Maria Martins SJ, Porto 1973,  pp. 463-464).       Dado que a ela n\u00e3o lhe foi permitido revelar, a n\u00f3s s\u00f3 nos resta contemplar com os olhos da f\u00e9 o \u00edcone grandioso que nos deixou, onde sobressai a cruz como hist\u00f3ria trinit\u00e1ria (cf. Bruno Forte, Trinit\u00e0 come storia, Mil\u00e3o 51993, pp. 35-42): o Crucificado entrega ao Pai, na hora da cruz, o Esp\u00edrito que o Pai Lhe tinha dado e que Lhe ser\u00e1 devolvido em plenitude no dia da ressurrei\u00e7\u00e3o. A Sexta-feira Santa, dia da entrega que o Filho faz de Si mesmo ao Pai e que o Pai faz do Filho \u00e0 morte pelos pecadores, \u00e9 o dia em que o Esp\u00edrito \u00e9 entregue pelo Filho a seu Pai, para que o Crucificado fique abandonado, longe de Deus, em companhia dos pecadores. \u00c9 a hora da morte em Deus, quando tem lugar o abandono do Filho por parte do Pai, embora sempre na sua grande comunh\u00e3o de amor eterno; facto este que se consuma na entrega do Esp\u00edrito Santo ao Pai e que torna poss\u00edvel o supremo ex\u00edlio do Filho na alteridade do mundo, o seu tornar-Se \u00abmaldi\u00e7\u00e3o\u00bb na terra dos amaldi\u00e7oados por Deus, para que estes, juntamente com Ele, possam entrar na alegria da reconcilia\u00e7\u00e3o pascal.       L\u00ea-se na Carta aos Ef\u00e9sios: \u00abFoi em Cristo Jesus que v\u00f3s, outrora longe de Deus, vos aproximastes d\u2019Ele, gra\u00e7as ao sangue de Cristo. Cristo \u00e9, de facto, a nossa paz. (\u2026) Por Ele, n\u00f3s podemos, uns e outros, aproximar-nos do Pai, num \u00fanico Esp\u00edrito\u00bb (2, 13-14.18). De facto, \u00abo homem foi criado para ser integrado em Cristo e, consequentemente, na vida da Sant\u00edssima Trindade. Qualquer que seja o afastamento do homem pecador de Deus \u00e9 sempre menos profundo do que o distanciar-Se do Filho relativamente ao Pai no seu despojamento quen\u00f3tico (Fil 2, 7) e do que a mis\u00e9ria do \u201cabandono\u201d (Mt 27, 46). Este \u00e9, na economia da reden\u00e7\u00e3o, precisamente o aspecto da distin\u00e7\u00e3o das pessoas na Sant\u00edssima Trindade, que por outro lado permanecem perfeitamente unidas na identidade de uma mesma natureza e de um amor infinito\u00bb (Comiss\u00e3o Teol\u00f3gica Internacional, Doc. Quest\u00f5es de cristologia, 1980, IV-D. 8). Se, na cruz, o Filho entrega o Esp\u00edrito ao Pai entrando no abismo do abandono de Deus, na ressurrei\u00e7\u00e3o o Pai d\u00e1 o Esp\u00edrito ao Filho, assumindo n\u2019Ele e com Ele o mundo na infinita comunh\u00e3o divina. A alteridade e a comunh\u00e3o dos Tr\u00eas resplandece em plenitude nos acontecimentos da cruz e da ressurrei\u00e7\u00e3o. A cruz mostra a Trindade que faz seu o ex\u00edlio pr\u00f3prio do mundo sujeito ao pecado, para que, na P\u00e1scoa, este ex\u00edlio entre na p\u00e1tria da comunh\u00e3o trinit\u00e1ria.       Tal poderia ser a interpreta\u00e7\u00e3o da vis\u00e3o recebida pela Irm\u00e3 L\u00facia, na qual a Sant\u00edssima Trindade d\u00e1 significado e luz a v\u00e1rios elementos que foram sobressaindo nas sucessivas apari\u00e7\u00f5es: os preanunciados des\u00edgnios de gra\u00e7a e miseric\u00f3rdia; o c\u00e1lice e a h\u00f3stia que sangra, trazidos pelo Anjo aos pastorinhos; a cruz, termo da peregrina\u00e7\u00e3o dos m\u00e1rtires; \u00e0 sua sombra os Cora\u00e7\u00f5es de Jesus e de Maria solid\u00e1rios e unidos, oferecendo seus m\u00e9ritos pela convers\u00e3o dos pobres pecadores; o corpo e o sangue de Cristo horrivelmente ultrajados e Deus muito ofendido; o Cora\u00e7\u00e3o Imaculado da Virgem M\u00e3e, t\u00e3o triste mas oferecendo-Se como ref\u00fagio e caminho seguro at\u00e9 Deus; a luz da gra\u00e7a divina, tanta luz que irradia das suas m\u00e3os maternas e penetra no mais \u00edntimo da alma dos pastorinhos fazendo-os verem-se em Deus que era aquela Luz; eles, ali\u00e1s, viram-se dentro da luz que espargia aquela Senhora vestida toda de branco, mais brilhante que o sol. A mesma gra\u00e7a imploro da Virgem M\u00e3e para os peregrinos de F\u00e1tima que entrem pelas portas deste templo que hoje benzemos e dedicamos \u00e0 Sant\u00edssima Trindade.      Neste edif\u00edcio de culto, h\u00e1 partes especialmente santas: o lugar onde o celebrante preside in persona Christi, o amb\u00e3o onde se l\u00ea a Palavra de Deus, o confession\u00e1rio, o sacr\u00e1rio onde se conserva a presen\u00e7a eucar\u00edstica, etc. Contudo, a parte principal \u00e9 o altar como monumento est\u00e1vel, mesa do sacrif\u00edcio e da ceia pascal do Senhor. Uma vez que sobre o altar se celebra a Eucaristia, memorial que torna presente o sacrif\u00edcio de Cristo, e do altar se toma o corpo e o sangue de Cristo para os distribuir aos fi\u00e9is, aquele \u00e9 considerado sinal do pr\u00f3prio Cristo, Cristo que \u00e9 simultaneamente nosso templo, v\u00edtima e altar da Nova Alian\u00e7a. Ora, na vis\u00e3o da Sant\u00edssima Trindade, a Irm\u00e3 L\u00facia indica o altar como o ponto onde a eternidade pousa na terra: \u00abSobre o altar, apareceu uma cruz de luz\u2026Sob o bra\u00e7o esquerdo, umas letras grandes, como se fossem de \u00e1gua cristalina que corresse para cima do Altar, formavam estas palavras: \u201cGra\u00e7a e Miseric\u00f3rdia\u201d\u00bb. Sabeis agora, amados irm\u00e3os e irm\u00e3s, que a pen\u00faltima hora da hist\u00f3ria \u00e9 a Cruz, onde a humanidade encontra o \u00fanico Passador que tem para a sua hora \u00faltima, ou seja, a do trespasse para o seio da Trindade. O Passador \u00e9 Jesus Cristo e\u2026 \u00abnenhum outro, pois n\u00e3o existe debaixo do C\u00e9u outro nome, dado aos homens, pelo qual tenhamos de ser salvos\u00bb (Act 4, 12).        Concluo com estas palavras do Acto de Consagra\u00e7\u00e3o da humanidade feito por Jo\u00e3o Paulo II no dia 25 [vinte e cinco] de Mar\u00e7o de 1984 [mil novecentos e oitenta e quatro]: \u00abDesejamos, juntamente com toda a Igreja, unir-nos \u00e0 consagra\u00e7\u00e3o que, por nosso amor, o vosso Filho fez de Si mesmo ao Pai: \u201cEu consagro-Me por eles \u2013 foram as suas palavras \u2013 para eles serem tamb\u00e9m consagrados na verdade\u201d (Jo 17, 19). Queremos unir-nos ao nosso Redentor, nesta consagra\u00e7\u00e3o pelo mundo e pelos homens, a qual, no seu Cora\u00e7\u00e3o divino, tem o poder de alcan\u00e7ar o perd\u00e3o e de conseguir a repara\u00e7\u00e3o. A for\u00e7a desta consagra\u00e7\u00e3o permanece por todos os tempos e abrange todos os homens, os povos e as na\u00e7\u00f5es; e supera todo o mal, que o esp\u00edrito das trevas \u00e9 capaz de despertar no cora\u00e7\u00e3o do homem e  na sua hist\u00f3ria e que, de facto, despertou nos nossos tempos. (\u2026) V\u00f3s, Serva do Senhor, que obedecestes da maneira mais plena ao chamamento divino, ajudai-nos a viver na verdade da consagra\u00e7\u00e3o de Cristo por toda a fam\u00edlia humana do mundo contempor\u00e2neo\u00bb. Amen.      <i>Cardeal Tarcisio Bertone<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Homilia do Cardeal Bertone no dia 12 de Outubro<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[120,168,169,177,187,191,206,207,237,275],"class_list":["post-27547","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-bento-xvi","tag-diocese-da-guarda","tag-diocese-de-angra","tag-diocese-de-leiria-fatima","tag-diocese-do-porto","tag-economia","tag-familia","tag-fatima","tag-joao-paulo-ii","tag-pascoa"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27547","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=27547"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27547\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=27547"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=27547"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=27547"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}