{"id":27459,"date":"2007-10-10T11:28:56","date_gmt":"2007-10-10T11:28:56","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2007\/10\/10\/o-servico-da-caridade-e-uma-sabia-e-santa-forma-de-evangelizar\/"},"modified":"2007-10-10T11:28:56","modified_gmt":"2007-10-10T11:28:56","slug":"o-servico-da-caridade-e-uma-sabia-e-santa-forma-de-evangelizar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/o-servico-da-caridade-e-uma-sabia-e-santa-forma-de-evangelizar\/","title":{"rendered":"<i>O servi\u00e7o da caridade \u00e9 uma s\u00e1bia e santa forma de evangelizar"},"content":{"rendered":"<p>Introdu\u00e7\u00e3o ao plano pastoral da Diocese de Aveiro <!--more-->  Servidores do Teu amor, Senhor              1.A Igreja celebra este ano o quadrag\u00e9simo anivers\u00e1rio da publica\u00e7\u00e3o da Enc\u00edclica Populorum Progressio de Paulo VI e o vig\u00e9simo anivers\u00e1rio da Enc\u00edclica Sollicitudo Rei Socialis de Jo\u00e3o Paulo II.  Estes textos constituem marcos significativos da Doutrina Social da Igreja e afirmam conte\u00fados essenciais do pensamento e do agir crist\u00e3os.  A Diocese de Aveiro, consciente da realidade do mundo concreto onde se insere, uma realidade que procura conhecer, amar e evangelizar, centra agora a sua aten\u00e7\u00e3o pastoral nos mais pobres.  Tra\u00e7a-nos o caminho deste nosso plano pastoral o amor misericordioso do Pai. Anima-nos neste prop\u00f3sito pastoral o Evangelho de Jesus que nos envia a proclamar a Boa-Nova aos pobres. Ilumina-nos no nosso agir o magist\u00e9rio mais recente da Igreja que desde Le\u00e3o XIII com a Enc\u00edclica Rerum Novarum, de 1891, at\u00e9 aos nossos dias tem oferecido ao mundo um manancial inesgot\u00e1vel de doutrina que urge conhecer e praticar.  O tri\u00e9nio pastoral que agora se conclui, e desde 2005 se desenvolve, procurou colocar-nos como \u201cIgreja serva e pobre, em estado de miss\u00e3o e de convers\u00e3o, Igreja que se alimenta da Eucaristia, d\u00e1 testemunho de Jesus Cristo no mundo, procura evangelizar a Fam\u00edlia e se coloca ao servi\u00e7o dos mais pobres\u201d.  Todos sabemos que nenhum trabalho desta dimens\u00e3o estar\u00e1 algum dia conclu\u00eddo e nenhuma miss\u00e3o deste \u00e2mbito ser\u00e1 alguma vez terminada.  Mais do que concluir um tri\u00e9nio pastoral pertence-nos consolidar iniciativas e propostas acolhendo os dinamismos que brotam do Esp\u00edrito Santo e assumindo os desafios pastorais que o Conc\u00edlio Vaticano II e o II S\u00ednodo Diocesano nos relan\u00e7aram e que urge nunca esquecer.           Os pobres n\u00e3o podem esperar              2.A pobreza \u00e9 um mal. A este mal humano e social a Igreja responde com o imperativo da justi\u00e7a, com a ousadia da caridade e com uma proposta evang\u00e9lica de bem-aventuran\u00e7a (Mt. 5,3).  A Igreja nunca foi alheia, indiferente ou insens\u00edvel ao fen\u00f3meno da pobreza e ao drama da mis\u00e9ria. As pessoas que sofrem a falta de p\u00e3o, de casa, de sa\u00fade, de liberdade, de paz e de esperan\u00e7a s\u00e3o pessoas humanas concretas e irrepet\u00edveis.  Frente ao sofrimento causado pelo mal e pelo pecado, a Igreja muniu-se de miseric\u00f3rdia e bondade, expressas de forma t\u00e3o bela na par\u00e1bola do Filho Pr\u00f3digo (Lc. 15). Face \u00e0s l\u00e1grimas e dramas dos que n\u00e3o t\u00eam nada nem ningu\u00e9m, a Igreja envolve-os com a caridade terna e criativa que faz de todo o homem e mulher nossos irm\u00e3os. Diante da viol\u00eancia e da explora\u00e7\u00e3o, a Igreja lan\u00e7a-nos um alerta, tantas vezes pioneiro e nem sempre compreendido, que nos lembra que a justi\u00e7a \u00e9 um imperativo a que ningu\u00e9m se deve eximir e que   \u201co desenvolvimento \u00e9 o caminho da paz\u201d (PauloVI).  O sil\u00eancio da sociedade diante das injusti\u00e7as sociais \u00e9 respons\u00e1vel por in\u00fameras situa\u00e7\u00f5es de explora\u00e7\u00e3o e de pobreza.  Os pobres t\u00eam o direito de continuar a bater \u00e0 porta da Igreja e de a encontrar aberta: no acolhimento fraterno que lhes \u00e9 dado, no p\u00e3o repartido, na paz reencontrada e nas formas m\u00faltiplas e plurais que as institui\u00e7\u00f5es sociais crist\u00e3s t\u00e3o generosamente lhes oferecem. Quantas vezes somos a sua \u00fanica porta e a sua \u00fanica voz!  Diante de situa\u00e7\u00f5es de urg\u00eancia e de emerg\u00eancia e face a tantos constrangimentos de car\u00e1cter administrativo, jur\u00eddico e financeiro apetece-nos dizer: deixem-nos fazer bem o bem. Os pobres n\u00e3o podem esperar.   Quanto tempo se perde e quantos pobres deixam de ser atendidos em acordos adiados, em respostas silenciadas e em decis\u00f5es tardias?  \u201cV\u00f3s que ouvistes o apelo dos pobres na afli\u00e7\u00e3o, v\u00f3s que vos empenhais em responder-lhes, v\u00f3s sois os ap\u00f3stolos do bem e do verdadeiro desenvolvimento\u201d (Populorum Progressio, 86).           O dom da caridade              3.A caridade representa o maior mandamento evang\u00e9lico e o mais efectivo imperativo social. Manda-nos amar como Deus ama e respeitar o outro nos seus direitos. Exige a pr\u00e1tica da justi\u00e7a e s\u00f3 a caridade nos torna capazes de a praticar plenamente. Inspira-nos e d\u00e1 sentido e valor a uma vida de doa\u00e7\u00e3o, a tantas vidas dadas a Deus por amor dos irm\u00e3os (Cf. Catecismo da Igreja Cat\u00f3lica, n.\u00ba1889).  Aqui radica a viv\u00eancia da caridade e a op\u00e7\u00e3o preferencial pelos pobres a que a Igreja tem sido t\u00e3o sens\u00edvel e atenta. A f\u00e9 implica a pr\u00e1tica da caridade.   A Igreja proclama diariamente o c\u00e2ntico do Magnificat louvando o Deus da Alian\u00e7a que \u201cexalta os humildes\u201d e \u201cenche de bens os famintos\u201d (Lc. 4,18).  Faz-nos bem recordar as palavras do Ap\u00f3stolo S. Jo\u00e3o: \u201cSe algu\u00e9m, possuindo os bens deste mundo, v\u00ea o seu irm\u00e3o na necessidade e lhe fecha o cora\u00e7\u00e3o, como permanecer\u00e1 nele o amor de Deus\u201d (1 Jo 3,16-17). Ao comentar esta carta de S. Jo\u00e3o, o bispo Santo Agostinho diz-nos: \u201cS. Jo\u00e3o afirma: n\u00e3o amemos por palavras e linguagem, mas em actos e verdade. A quest\u00e3o \u00e9 de saber em que actos e verdade reconhecemos aquele que ama a Deus e que ama o seu irm\u00e3o\u201d. E Santo Agostinho conclui: \u201c\u00e9 necess\u00e1rio colocarmo-nos diante de Deus para julgar a inten\u00e7\u00e3o com que agimos\u201d (Tratado VI, 1-P\u00e1g.277).  A recente Enc\u00edclica \u201cDeus caritas est\u201d de Bento XVI assume, de forma nova e numa linguagem actual, a mensagem evang\u00e9lica de sempre e relan\u00e7a-nos com determina\u00e7\u00e3o e coragem no caminho que a Igreja nunca perdeu: o caminho do amor a Deus e do servi\u00e7o aos irm\u00e3os. Aqui se consubstancia o essencial e o mais sublime da vida e da miss\u00e3o da Igreja.  \u00c9 ainda Bento XVI que na Exorta\u00e7\u00e3o Apost\u00f3lica P\u00f3s-Sinodal sobre a Eucaristia Sacramentum Caritatis nos recorda que a Eucaristia \u00e9 p\u00e3o repartido para a vida do mundo. Escreve o Santo Padre Bento XVI: \u201cDevemos denunciar quem delapida as riquezas da terra provocando desigualdades que bradam ao c\u00e9u. \u00c9 imposs\u00edvel calar diante das imagens impressionantes dos grandes campos de deslocados e refugiados. Porventura estes seres humanos n\u00e3o s\u00e3o nossos irm\u00e3os e irm\u00e3s? Os seus filhos n\u00e3o vieram ao mundo com os mesmos leg\u00edtimos anseios de felicidade que os outros? \u2026 pode-se afirmar que bastaria menos de metade das somas imensas destinadas ao armamento para tirar, de forma est\u00e1vel da indig\u00eancia o ex\u00e9rcito ilimitado dos pobres\u201d(Sacramentum Caritatis, 90).   A verdadeira caridade brota do amor trinit\u00e1rio de Deus, fortalece-se na mensagem b\u00edblica e no magist\u00e9rio da Igreja, alimenta-se na Eucaristia, consolida-se na viv\u00eancia fraterna da comunidade crist\u00e3 e deve ser universal, gratuita e criativa.     Amar \u00e9 um acto de f\u00e9              4.Amar como Deus nos ama e nos manda amar, amar ao jeito de Jesus segundo o espirito evang\u00e9lico do mandamento novo \u00e9 um acto de f\u00e9, \u00e9 uma forma de acreditar e de tornar coerente e eficaz, em palavras e obras, a nossa f\u00e9.  Assim, a caridade torna-se tantas vezes momento de convers\u00e3o e \u00e9 sempre acto e caminho de evangeliza\u00e7\u00e3o. O exerc\u00edcio da caridade \u00e9 uma s\u00e1bia e santa forma de evangelizar.  A evangeliza\u00e7\u00e3o n\u00e3o se pode reduzir aos que se movimentam no espa\u00e7o dos recintos sagrados dos nossos templos, mas deve enviar-nos com esp\u00edrito criativo e dinamismo mission\u00e1rio a todas as pessoas, fam\u00edlias, grupos e povos em ordem a fazermos da caridade crist\u00e3 e da solidariedade afectiva e efectiva com todos \u201cum sinal vis\u00edvel e expressivo da verdadeira Igreja de Jesus Cristo\u201d e um testemunho inequ\u00edvoco e imprescind\u00edvel da nossa f\u00e9. \u201cSem ac\u00e7\u00f5es a favor da justi\u00e7a e sem solidariedade da Igreja a favor dos que sofrem, o Evangelho resulta incompreens\u00edvel\u201d, recorda-nos o S\u00ednodo dos Bispos de 1974.  O nosso modo de agir crist\u00e3o e de viver a caridade contribuir\u00e1 para uma imagem mais activa e participativa da Igreja, \u201ccasa e escola de comunh\u00e3o\u201d, fortalecer\u00e1 a f\u00e9 d\u00e9bil de muitos, reencontrar\u00e1 outros que se afastaram da Igreja e ir\u00e1 \u00e0 procura de tantos que vivem a saudade de Deus. \u00c9 que o mundo do religioso e dos que procuram Deus \u00e9 mais amplo do que o \u00e2mbito estrito da Igreja. A caridade evangeliza a cultura e tudo quanto \u00e9 humano e deve estar atenta a tantas v\u00edtimas da mis\u00e9ria proveniente de uma civiliza\u00e7\u00e3o do consumo, da apar\u00eancia e da abund\u00e2ncia.  Deixemo-nos conduzir neste urgente servi\u00e7o da justi\u00e7a e da caridade pelo Esp\u00edrito de Deus, que procede do Pai e do Filho, que actua no mundo e guia a Igreja.            \u00c9 urgente intervir              5.Centrar a vida pastoral de uma diocese no servi\u00e7o dos mais pobres constitui uma proposta simultaneamente dolorosa e redentora que a ningu\u00e9m deve deixar insens\u00edvel, indiferente, neutro ou passivo. Esta proposta pastoral aproxima-nos de Jesus Cristo, servo e pobre, o Bom Samaritano e implica um desafio imenso na dimens\u00e3o do acolhimento fraterno, da procura da verdade da justi\u00e7a em tudo e sempre, da ren\u00fancia e do despojamento pessoais, da coer\u00eancia de vida das comunidades crist\u00e3s, da autenticidade e da qualidade do servi\u00e7o prestado pelas institui\u00e7\u00f5es sociais da Igreja, da visibilidade e do incentivo a dar ao voluntariado e \u00e0s parcerias, da gratuidade e da partilha de todos os dons, da simplicidade humilde da aceita\u00e7\u00e3o do outro, da urg\u00eancia da educa\u00e7\u00e3o na escola da caridade e da disponibilidade permanente para a forma\u00e7\u00e3o humana, espiritual e profissional.  Este dec\u00e1logo enuncia dez de entre muitos outros compromissos pastorais que a Igreja de Aveiro \u00e9 chamada a viver, a celebrar e a testemunhar ao longo deste ano pastoral.   Convido toda a Igreja diocesana: presb\u00edteros, di\u00e1conos, comunidades religiosas, consagrados e consagradas, fam\u00edlias e comunidades crist\u00e3s a vivermos a \u201cousadia da caridade\u201d, de que nos falava Jo\u00e3o Paulo II, com os mais belos sentimentos crist\u00e3os de confian\u00e7a, de responsabilidade e de comunh\u00e3o. A Igreja preocupa-se mais com a fidelidade ao Evangelho do que com o \u00eaxito dos seus planos ou com o sucesso das suas iniciativas.   A confian\u00e7a e a coragem crist\u00e3s sustentam-se na ora\u00e7\u00e3o perseverante de todas as horas e a\u00ed se alicer\u00e7am as propostas, os caminhos e os objectivos pastorais em cada momento delineados.  Servem-nos de paradigma para esta op\u00e7\u00e3o pastoral de evangeliza\u00e7\u00e3o, e para este servi\u00e7o da caridade, da comunh\u00e3o e da corresponsabilidade  as comunidades crist\u00e3s dos tempos apost\u00f3licos (Act. 2,16-21).  Confiemos hoje e sempre \u00e0 M\u00e3e de Deus e M\u00e3e da Igreja e a Santa Joana Princesa, nossa Padroeira, os caminhos e os horizontes pastorais que nos propomos percorrer como Igreja de Jesus Cristo em Aveiro.  Aveiro, 21 de Setembro de 2007  + Ant\u00f3nio Francisco dos Santos, bispo de Aveiro. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Introdu\u00e7\u00e3o ao plano pastoral da Diocese de Aveiro<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[120,144,170,193,206,237,291,311,314,329],"class_list":["post-27459","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-bento-xvi","tag-concilio-vaticano-ii","tag-diocese-de-aveiro","tag-educacao","tag-familia","tag-joao-paulo-ii","tag-refugiados","tag-sinodo-dos-bispos","tag-solidariedade","tag-voluntariado"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27459","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=27459"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27459\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=27459"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=27459"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=27459"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}