{"id":273303,"date":"2023-03-05T09:00:16","date_gmt":"2023-03-05T09:00:16","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=273303"},"modified":"2023-03-02T11:17:55","modified_gmt":"2023-03-02T11:17:55","slug":"no-centenario-do-nascimento-diocese-de-braga-homenageia-dom-eurico-dias-nogueira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/no-centenario-do-nascimento-diocese-de-braga-homenageia-dom-eurico-dias-nogueira\/","title":{"rendered":"No centen\u00e1rio do nascimento diocese de Braga homenageia dom Eurico Dias Nogueira"},"content":{"rendered":"<p><em>C\u00f3nego Paulo Abreu, Arquidiocese de Braga<\/em><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/jose-paulo-abreu.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignright wp-image-273304 size-medium\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/jose-paulo-abreu-390x260.jpg\" alt=\"\" width=\"390\" height=\"260\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/jose-paulo-abreu-390x260.jpg 390w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/jose-paulo-abreu-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/jose-paulo-abreu-768x512.jpg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/jose-paulo-abreu-391x260.jpg 391w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/jose-paulo-abreu-1080x720.jpg 1080w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/jose-paulo-abreu-980x653.jpg 980w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/jose-paulo-abreu-480x320.jpg 480w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/jose-paulo-abreu.jpg 1200w\" sizes=\"(max-width: 390px) 100vw, 390px\" \/><\/a>Completam-se, a 6 de mar\u00e7o de 2023, cem anos sobre o nascimento de D. Eurico Dias Nogueira. A efem\u00e9ride ser\u00e1 sublinhada com uma Eucaristia, na Catedral, \u00e0s 17,30h, presidida pelo Arcebispo de Braga, D. Jos\u00e9 Manuel Garcia Cordeiro, seguindo-se uma romagem ao t\u00famulo e momento de sufr\u00e1gio, depois ainda uma visita ao espa\u00e7o musealizado com os legados do Prelado, \u00e0 entrada do coro alto da S\u00e9. \u00c0 noite, \u00e0s 21,30h, no <em>Auditorio Vita<\/em>, um Col\u00f3quio sentar\u00e1 na Presid\u00eancia D. Jorge Ferreira da Costa Ortiga, que falar\u00e1 sobre \u00abD. Eurico e a dimens\u00e3o sinodal da Igreja\u00bb; Rui Ferreira, que versar\u00e1 sobre \u00abO Arcebispo D. Eurico Dias Nogueira e o Edif\u00edcio do Semin\u00e1rio Conciliar\u00bb; e Paulo Abreu, que estar\u00e1 \u00abCom o Papa S. Jo\u00e3o Paulo II. No Sameiro\u00bb. A tudo se d\u00e1 o tom de \u00abUma Homenagem Merecida\u00bb.<\/p>\n<p>D. Eurico Dias Nogueira nasceu em Dornelas do Z\u00eazere, Pampilhosa da Serra. Em outubro de 1934 entrou para o Semin\u00e1rio, em Coimbra. Alem dos estudos, envolveu-se no Escutismo, na Liga Mission\u00e1ria, na Confer\u00eancia Vicentina, no Centro de Estudos dos Seminaristas. J\u00e1 no Curso Teol\u00f3gico, participou em sess\u00f5es de estudo do CADC (Centro Acad\u00e9mico de Democracia Crist\u00e3). Foi ordenado sacerdote no dia 22 de dezembro de 1945. \u201cAo lusco-fusco da madrugada g\u00e9lida do Natal de 1945, empreendi \u2013 \u00e9 o Prelado a contar-se \u2013 a viagem para Roma, com sabor a aventura: ignorava como seria e quanto tempo demoraria\u201d.<\/p>\n<p>Instalou-se no Pontif\u00edcio Col\u00e9gio Portugu\u00eas e frequentou, entre os anos 1945-1948, a Pontif\u00edcia Universidade Gregoriana, doutorando-se em Direito Can\u00f3nico. Regressado a Portugal, estudou na Universidade de Coimbra, entre os anos 1950 e 1956, tendo-se licenciado em Direito. Tamb\u00e9m em Coimbra concluiu o Curso de Ci\u00eancias Pol\u00edtico-Econ\u00f3micas. Nessa Universidade chegou a presidir aos destinos do CADC (Centro Acad\u00e9mico de Democracia Crist\u00e3).<\/p>\n<p>A 21 de junho de 1964 recebeu, na Nunciatura Apost\u00f3lica de Lisboa, a not\u00edcia da designa\u00e7\u00e3o para primeiro Bispo da diocese de Vila Cabral (atual Lichinga). E ainda antes da sagra\u00e7\u00e3o episcopal, j\u00e1 como respons\u00e1vel por aquela diocese mo\u00e7ambicana, participou, em Roma, na III sess\u00e3o do II Conc\u00edlio do Vaticano. J\u00e1 sagrado Bispo (na S\u00e9 Nova de Coimbra, no dia 6-XII-1964), esteve na IV sess\u00e3o do Concilio.<\/p>\n<p>Durante oito anos pastoreou a (agora) Diocese de Lichinga. Espelhou refinada consci\u00eancia mission\u00e1ria (dando a\u00ed a vida pelo Evangelho e pugnando pelo apoio financeiro \u00e0s Miss\u00f5es Cat\u00f3licas). Revelou elevado esp\u00edrito ecum\u00e9nico, estabelecendo prof\u00edcuas pontes com os mu\u00e7ulmanos que vivam na diocese. Defendeu sempre as popula\u00e7\u00f5es nativas e pugnou pela paz, apontando caminhos de desocupa\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio colonial, o que ao Estado portugu\u00eas n\u00e3o ter\u00e1 agradado.<\/p>\n<p>Em 1972 tomou posse (e at\u00e9 1977), da diocese de S\u00e1 da Bandeira, atual Lubango, em Angola, acumulando, em 1975, a administra\u00e7\u00e3o apost\u00f3lica da rec\u00e9m-criada diocese de Pereira de E\u00e7a, hoje Ondjiva.<\/p>\n<p>Uma das suas cartas pastorais, datada de 1 de junho de 1972, intitula-se exatamente: \u00abDa Miss\u00e3o em Mo\u00e7ambique \u00e0 Miss\u00e3o em Angola\u00bb.<\/p>\n<p>D. Eurico regressa a Portugal em 13 de abril de 1977. Sucede, na Arquidiocese de Braga, a D. Francisco Maria da Silva. Sopram ainda fortes os ventos da Revolu\u00e7\u00e3o dos Cravos (25 de abril de 1974). Em Braga, como ali\u00e1s nos outros locais por onde passara -assim foi escrito numa p\u00e1gina digital da R\u00e1dio Renascen\u00e7a, D. Eurico investiu no rejuvenescimento da Igreja, no ecumenismo e na liberdade. Foi um bispo dialogante, mas firme, corajoso e humilde, portador da transpar\u00eancia dos simples e habitado pela grandeza do perd\u00e3o.<\/p>\n<p>Nunca teve medo da verdade. Defendeu denodadamente a \u00e9tica crist\u00e3. Disse o que tinha a dizer. Lutou contra tudo e contra todos conforme a consci\u00eancia e o Evangelho lhe ditavam. Defendeu uma descoloniza\u00e7\u00e3o diferente. J\u00e1 em 2012 falou, \u00e0 r\u00e1dio Antena 1, de uma Igreja \u201cdemasiado tempo calada\u201d sobre os casos de pedofilia. Escreveu imenso (e at\u00e9 percebemos que transportava \u00c1frica em cada aur\u00edcula e ventr\u00edculo do seu cora\u00e7\u00e3o).<\/p>\n<p>Dialogou sempre com a cultura. Apostou na Universidade Cat\u00f3lica Portuguesa (nascida em Braga). Criou o IHAC (Instituto de Hist\u00f3ria e Arte Crist\u00e3s), para conserva\u00e7\u00e3o e divulga\u00e7\u00e3o do saber, para valoriza\u00e7\u00e3o e preserva\u00e7\u00e3o do patrim\u00f3nio. Apoiou a RR \u2013 Voz do Minho, para incremento da Igreja e das suas not\u00edcias. No tempo dele realizaram-se v\u00e1rios Congressos: 5 S\u00e9culos de Evangeliza\u00e7\u00e3o e Encontro de Culturas; IX Centen\u00e1rio da Catedral; III Congresso Eucar\u00edstico Nacional. Tamb\u00e9m na sua prelatura surgiu o Museu Medina.<\/p>\n<p>Coloquial, de fino trato, deu-se bem com todos: clero e fi\u00e9is, associa\u00e7\u00f5es civis e religiosas, autoridades civis, acad\u00e9micas, militares\u2026 Mas ningu\u00e9m o amorda\u00e7ava. Sempre defendeu os mais pobres, sempre denunciou desvios, incompet\u00eancias, omiss\u00f5es dos poderosos, sempre clamou contra a corrup\u00e7\u00e3o, sempre defendeu as prerrogativas, posses e direitos da Igreja. Muitas das suas homilias ocuparam abundantes p\u00e1ginas de jornais e revistas. N\u00e3o por vontade de se mostrar. Mas para evangelizar. Para educar. Para que nenhum \u201ci\u201d ficasse sem ponto.<\/p>\n<p>Da sua m\u00faltipla atividade na Arquidiocese, merecem realce duas grandes aventuras: o S\u00ednodo Arquidiocesano (o 40\u00ba, anos 1994-1997) e a reconstru\u00e7\u00e3o do Semin\u00e1rio Conciliar de S. Pedro e S. Paulo (demonstra\u00e7\u00e3o palp\u00e1vel de uma solicitude maior &#8211; que as pessoas valem mais que as pedras).<\/p>\n<p>D. Eurico viveu um momento \u00fanico na hist\u00f3ria da Arquidiocese de Braga e, mais concretamente, do Santu\u00e1rio de Nossa Senhora do Sameiro: a visita do Papa S. Jo\u00e3o Paulo II, no dia 15 de maio de 1982. J\u00e1 l\u00e1 v\u00e3o mais de 40 anos\u2026 O Papa chegou mais tarde que o previsto. Mas sempre a tempo, que a vontade de o acolher era muita. O povo estava l\u00e1. Incans\u00e1vel. Caloroso e piedoso. A aclamar, a cantar, a rezar. O papa chega de autocarro, vindo da esta\u00e7\u00e3o do caminho de ferro. Entra na Bas\u00edlica do Sameiro. Sai depois rumo ao Cruzeiro, para a celebra\u00e7\u00e3o da Eucaristia. Um mar de gente\u2026 Uma Avenida transformada em abra\u00e7o.<\/p>\n<p>A palavra de acolhimento, no introito da Eucaristia, cabe a D. Eurico: \u201cSede bem-vindo a este recanto mariano do velho Portugal. Aqui se venera, com especial carinho e devo\u00e7\u00e3o, h\u00e1 mais de cem anos, a Imaculada Concei\u00e7\u00e3o da Sant\u00edssima Virgem, em recorda\u00e7\u00e3o da defini\u00e7\u00e3o dogm\u00e1tica de t\u00e3o sublime mist\u00e9rio. A essa feliz mem\u00f3ria associou-se, pouco depois, a da Infalibilidade pontif\u00edcia, proclamada alguns anos mais tarde. Assim respondia o povo cat\u00f3lico de Braga \u00e0 campanha sect\u00e1ria contra a Igreja no s\u00e9culo passado. Sentimo-nos vivamente emocionados por se haver dignado V. Santidade vir at\u00e9 n\u00f3s\u201d.<\/p>\n<p>Preocupado com ao crescimento espiritual dos seus fi\u00e9is, D. Eurico p\u00f4s em marcha tr\u00eas processos de canoniza\u00e7\u00e3o: da beata Alexandrina de Balasar; do P. Ab\u00edlio Gomes Correia; de Frei Bernardo de Vasconcelos, padroeiro, em Braga, das Jornadas Mundiais da Juventude.<\/p>\n<p>Depois da ren\u00fancia, por limite de idade, \u00e0 sede arquiepiscopal bracarense, ficou a residir no Semin\u00e1rio Conciliar de S. Pedro e S. Paulo. Colaborou com o Tribunal Arquidiocesano de Braga, atendia quem o procurava, escrevia e rezava e\u2026 olhava com respeito e simpatia para os jovens que povoam a casa\u2026<\/p>\n<p>Morreu aos 91 anos de idade, depois de uma vida cheia, entregue a Deus e aos muitos que com ele, em v\u00e1rias partes do mundo, tiveram a dita de conviver.<\/p>\n<p>Foi sendo distinguido de muitas formas: recebeu o Doutoramento \u201cHonoris Causa\u201d da Universidade do Minho, em 1990; no mesmo ano foi eleito Membro da Academia Portuguesa da Hist\u00f3ria e Grande Oficial da Ordem Equestre do Santo Sepulcro; ainda no mesmo ano foi agraciado com a Gr\u00e3-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique; recebeu ainda a Gr\u00e3-Cruz da Ordem de Nossa Senhora de Vila Vi\u00e7osa e a Gr\u00e3-Cruz de M\u00e9rito da Ordem de Malta (em 1996).<\/p>\n<p>Mere\u00e7a agora a distin\u00e7\u00e3o final: a coroa da gl\u00f3ria que Deus tem prometida \u00e0queles que com tanto esmero e abnega\u00e7\u00e3o O sabem servir.<\/p>\n<p>Paz \u00e0 sua alma!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Paulo Abreu<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>C\u00f3nego Paulo Abreu, Arquidiocese de Braga<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":273304,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[10],"tags":[],"class_list":["post-273303","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/273303","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=273303"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/273303\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/273304"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=273303"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=273303"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=273303"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}