{"id":27211,"date":"2007-09-26T14:26:25","date_gmt":"2007-09-26T14:26:25","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2007\/09\/26\/em-defesa-dos-pobres-de-africa-caraibas-e-pacifico\/"},"modified":"2007-09-26T14:26:25","modified_gmt":"2007-09-26T14:26:25","slug":"em-defesa-dos-pobres-de-africa-caraibas-e-pacifico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/em-defesa-dos-pobres-de-africa-caraibas-e-pacifico\/","title":{"rendered":"Em defesa dos pobres de \u00c1frica, Cara\u00edbas e Pac\u00edfico"},"content":{"rendered":"<p>No dia 27 de Setembro faz cinco anos que iniciaram as negocia\u00e7\u00f5es dos Acordos de Parceria Econ\u00f3mica (APE) entre a Uni\u00e3o Europeia e 77 Pa\u00edses de \u00c1frica, Cara\u00edbas e Pac\u00edfico (ACP). O esp\u00edrito com que se iniciaram os acordos era de introduzir estes pa\u00edses na economia mundial por meio do incremento das rela\u00e7\u00f5es comerciais com a Europa e a promo\u00e7\u00e3o do desenvolvimento econ\u00f3mico destes pa\u00edses e destes com os pa\u00edses da sua regi\u00e3o. No entanto, as negocia\u00e7\u00f5es acabaram por tomar um rumo em que o mais importante \u00e9 a cria\u00e7\u00e3o de novos mercados para a Europa numa l\u00f3gica de livre mercado. Para agravar a situa\u00e7\u00e3o de fragilidade dos pa\u00edses ACP, est\u00e1 o limite de tempo para assinar os acordos at\u00e9 ao final de 2007.  A AEFJN (Rede \u00c1frica-Europa F\u00e9 e Justi\u00e7a) convida os portugueses a enviarem, individualmente e por email, a carta ao Primeiro-Ministro Jos\u00e9 S\u00f3crates, pedindo o seu empenho pessoal para que as desvantagens dos APE para as popula\u00e7\u00f5es africanas sejam superadas e sejam asseguradas condi\u00e7\u00f5es de desenvolvimento sustent\u00e1vel para os africanos.  A carta est\u00e1 dispon\u00edvel na Internet (www.portugal.aefjn.org e www.epa2007.org ). A rede AEFJN conta com o apoio dos portugueses em geral e dos internautas em particular para o sucesso desta ac\u00e7\u00e3o em favor do continente africano.  A Rede \u00c1frica-Europa F\u00e9 e Justi\u00e7a foi criada em 1988 por v\u00e1rios institutos religiosos e mission\u00e1rios. Hoje engloba 48 institutos que trabalham na Africa e na Europa e pretendem promover a justi\u00e7a nas rela\u00e7\u00f5es entre os dois continentes. Disp\u00f5e de um comit\u00e9 executivo e de um secretariado internacional com sede em Bruxelas, e de antenas nacionais em 11 pa\u00edses europeus.  Estes respons\u00e1veis pedem ainda aos cat\u00f3licos que promovam uma ora\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria por mais justi\u00e7a e solidariedade com os pa\u00edses ACP, mais pobres e fr\u00e1geis nestas negocia\u00e7\u00f5es. A inten\u00e7\u00e3o \u00e9 pedir &#8220;verdadeiros sentimentos de justi\u00e7a, fraternidade e solidariedade aos negociadores dos Acordos de Parceria Econ\u00f3mica, para que estes acordos possam resultar num verdadeiro desenvolvimento dos pa\u00edses mais pobres e na globaliza\u00e7\u00e3o do amor&#8221;.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No dia 27 de Setembro faz cinco anos que iniciaram as negocia\u00e7\u00f5es dos Acordos de Parceria Econ\u00f3mica (APE) entre a Uni\u00e3o Europeia e 77 Pa\u00edses de \u00c1frica, Cara\u00edbas e Pac\u00edfico (ACP). 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