{"id":27038,"date":"2007-09-18T11:36:01","date_gmt":"2007-09-18T11:36:01","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2007\/09\/18\/um-bom-combate\/"},"modified":"2007-09-18T11:36:01","modified_gmt":"2007-09-18T11:36:01","slug":"um-bom-combate","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/um-bom-combate\/","title":{"rendered":"Um bom combate"},"content":{"rendered":"<p>As contas de Deus s\u00e3o sempre diferentes das nossas. Temos a certeza de que Ele n\u00e3o se engana e que n\u00f3s sabemos pouco de ajustes finais do tempo e da eternidade. Mas neste caso n\u00e3o perdemos muito com saber pouco. Podemos celebrar as zonas do desconhecido como uma d\u00e1diva silenciosa e \u00edntima de Deus. N\u00e3o sabemos a quem nem como chega a semente. Nesta mat\u00e9ria a televis\u00e3o, como meio massivo, tamb\u00e9m nos ajuda. Apesar das contagens comerciais das audi\u00eancias, tamb\u00e9m n\u00e3o sabemos com rigor quem est\u00e1 do outro lado, o que v\u00ea, o que sente, o que colhe, o que rejeita. Quando se trata de semear o Evangelho tamb\u00e9m n\u00e3o perdemos com as nossas poucas capacidades. Sabemos que um \u00e9 o quem semeia, outro o que colhe. E que tamb\u00e9m a Palavra se espalha ao vento sem explicar onde germinam as suas sementes. Nem como reagem os cora\u00e7\u00f5es atribulados, nem como da cinza renascem esperan\u00e7as, nem como se acendem luzes na noite das d\u00favidas. Tudo isto pode passar por um pequeno profeta, mas tamb\u00e9m pela Igreja prof\u00e9tica. Neste caso n\u00e3o faz contagem de participantes como no templo. Nem escuta as vozes  que respondem \u00e0s preces, nem mede os cora\u00e7\u00f5es que se sentem ressurgir com a palavra de Jesus, ou de Pedro, Paulo, Barnab\u00e9, ou dos Ap\u00f3stolos do s\u00e9culo XXI que continuam a anunciar sobre os telhados em anal\u00f3gico ou digital, pelos sons ou pela magia da imagem, pela par\u00e1bola, alegoria, pela not\u00edcia ou testemunho dos crentes, pela explos\u00e3o criadora do G\u00e9nesis ou pelo fant\u00e1stico an\u00fancio do concerto final do Apocalipse. V\u00e3o apenas 10 anos sobre o programa ECCLESIA, da Igreja Cat\u00f3lica, nos emissores da televis\u00e3o p\u00fablica, com um desfile incont\u00e1vel de crentes em Jesus, na Igreja, na comunica\u00e7\u00e3o dos santos. Esse trabalho deve-se a uma s\u00e9rie de dilig\u00eancias quase her\u00f3icas que tornaram poss\u00edvel a presen\u00e7a de Confiss\u00f5es Religiosas na Televis\u00e3o de todos os portugueses. Deve-se a um grupo entusiasta de jovens jornalistas de forma\u00e7\u00e3o crist\u00e3 que aprenderam a ser profissionais da Boa Nova. Deve-se a um grupo de peritos que generosamente contam o seu saber sobre a B\u00edblia, a liturgia, a hist\u00f3ria da Igreja, o empenhamento social, a espiritualidade do nosso tempo, a narrativa de quanto somos e queremos ser. Tudo isso se celebra no d\u00e9cimo anivers\u00e1rio do programa ECCLESIA onde se sabe o que se disse e se revelou pela imagem, mas n\u00e3o se calcula o quanto de semente caiu em crentes e descrentes, na sequ\u00eancia dum trabalho profissional s\u00e9rio, sereno, persistente, no grau preciso de fidelidade \u00e0 Igreja e aos homens e mulheres de hoje. Por isso a sociedade portuguesa deve saudar com gratid\u00e3o este anivers\u00e1rio de \u201cA F\u00e9 dos Homens\u201d.Por nossa parte n\u00e3o escondemos a alegria deste bom combate pela f\u00e9. <i>Ant\u00f3nio Rego<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As contas de Deus s\u00e3o sempre diferentes das nossas. Temos a certeza de que Ele n\u00e3o se engana e que n\u00f3s sabemos pouco de ajustes finais do tempo e da eternidade. Mas neste caso n\u00e3o perdemos muito com saber pouco. Podemos celebrar as zonas do desconhecido como uma d\u00e1diva silenciosa e \u00edntima de Deus. 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