{"id":26986,"date":"2007-09-15T16:50:17","date_gmt":"2007-09-15T16:50:17","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2007\/09\/15\/d-jose-policarpo-escreve-aos-padres-sobre-o-motu-proprio\/"},"modified":"2007-09-15T16:50:17","modified_gmt":"2007-09-15T16:50:17","slug":"d-jose-policarpo-escreve-aos-padres-sobre-o-motu-proprio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/d-jose-policarpo-escreve-aos-padres-sobre-o-motu-proprio\/","title":{"rendered":"D. Jos\u00e9 Policarpo escreve aos padres sobre o Motu Proprio"},"content":{"rendered":"<p>O sacerdote n\u00e3o deve p\u00f4r o acento no seu poss\u00edvel gosto pessoal pela Liturgia anterior \u00e0 Reforma Lit\u00fargica <!--more--> <i>Carta a todos os Presb\u00edteros que exercem o seu minist\u00e9rio no Patriarcado de Lisboa<\/i> Caros Padres, 1. Dirijo-me a v\u00f3s num momento da vida da Igreja, em que se exige particular discernimento pastoral: a publica\u00e7\u00e3o por Sua Santidade o Papa Bento XVI da Carta Apost\u00f3lica, dada sob a forma de \u201cMotu Proprio\u201d, \u201cSummorum Pontificum Cura\u201d. O \u201cMotu Proprio\u201d regula o uso, na Liturgia, do \u201cMissale Romanum\u201d, na sua \u00faltima edi\u00e7\u00e3o de 1962, promulgada pelo Papa Jo\u00e3o XXIII, como forma extraordin\u00e1ria de celebra\u00e7\u00e3o da Liturgia cat\u00f3lica segundo o Rito Romano.  Ao apresentar este \u201cMotu Proprio\u201d, o Santo Padre escreveu uma Carta aos Bispos de todo o mundo, cujo texto \u00e9 indispens\u00e1vel para a interpreta\u00e7\u00e3o e aplica\u00e7\u00e3o pastoral do referido \u201cMotu Proprio\u201d.  Ambos os textos ser\u00e3o publicados no \u201cVida Cat\u00f3lica\u201d. O Santo Padre reconhece que a not\u00edcia da publica\u00e7\u00e3o destas Normas provocou duas reac\u00e7\u00f5es: uma entusiasta aceita\u00e7\u00e3o e uma f\u00e9rrea oposi\u00e7\u00e3o. Espero que, entre n\u00f3s, nenhuma destas atitudes extremas prevale\u00e7a. Considero que as pessoas que desejam celebrar a Liturgia do Missal de 1962 s\u00e3o, entre n\u00f3s, uma minoria, embora perme\u00e1veis ao que se passa noutras Igrejas. \u00c9 mais plaus\u00edvel a reac\u00e7\u00e3o daqueles que sentem desgosto, pensando que se p\u00f4s em quest\u00e3o o Conc\u00edlio Vaticano II e o seu \u201cex libris\u201d que \u00e9 a Reforma Lit\u00fargica. De facto, muitos de n\u00f3s vivemos com grande entusiasmo a Reforma Lit\u00fargica e o esp\u00edrito de \u201caggiornamento\u201d proposto pelo Conc\u00edlio, e isso modelou a nossa forma de ser crist\u00e3o e imprimiu o rosto \u00e0s comunidades crist\u00e3s, que aprenderam a viver a Liturgia, n\u00e3o apenas como manifesta\u00e7\u00e3o da f\u00e9 pessoal, mas como express\u00e3o viva de um Povo que se reconhece como comunidade quando celebra a Sagrada Liturgia. Em esp\u00edrito de comunh\u00e3o com o Santo Padre, escutando-o e obedecendo-lhe, queremos p\u00f4r pastoralmente em pr\u00e1tica, com o discernimento que a sua aplica\u00e7\u00e3o a uma situa\u00e7\u00e3o concreta exige, a sua orienta\u00e7\u00e3o para toda a Igreja, percebendo as motiva\u00e7\u00f5es que o moveram e os objectivos que pretende alcan\u00e7ar. Apesar de o \u201cMotu Proprio\u201d dar uma grande autonomia de decis\u00e3o aos P\u00e1rocos e, em certos casos, a todos os Sacerdotes, o Bispo n\u00e3o deixa de ser, como o Santo Padre reconhece, citando a \u201cSacrossanctum Concilium\u201d, n\u00ba 22, o moderador da Liturgia na pr\u00f3pria Diocese: \u201cO governo da Liturgia depende unicamente da autoridade da Igreja: pertence \u00e0 S\u00e9 Apost\u00f3lica e, nas regras do direito, ao Bispo\u201d (S.C., n\u00ba22). Na constru\u00e7\u00e3o da unidade da Igreja diocesana, a aplica\u00e7\u00e3o deste \u201cMotu Proprio\u201d, no respeito pela autoridade do Santo Padre, expressamente manifestada, ser\u00e1 definida pelo Bispo diocesano, com a colabora\u00e7\u00e3o do Departamento de Liturgia da Diocese. <b>Os motivos e objectivos do Santo Padre<\/b> 2. Antes de mais, o bem dos fi\u00e9is, daqueles que desejam a celebra\u00e7\u00e3o segundo o Missal de 1962, porque procuram a\u00ed a dimens\u00e3o sagrada do mist\u00e9rio da Eucaristia, que tamb\u00e9m podem encontrar na celebra\u00e7\u00e3o segundo o Missal de Paulo VI, que devem em qualquer hip\u00f3tese aceitar, porque continua a ser, para toda a Igreja, a forma normal de celebrar a Liturgia. O Santo Padre afirma mesmo que, vencidos os exageros de uma criatividade lit\u00fargica mal concebida, \u00e9 ocasi\u00e3o de imprimir nesta forma normal de celebrar a Missa toda a sua dimens\u00e3o sagrada. Diz Bento XVI na Carta aos Bispos: \u201cNa celebra\u00e7\u00e3o da Missa segundo o Missal de Paulo VI, poder-se-\u00e1 manifestar, de maneira mais intensa do que frequentemente tem acontecido at\u00e9 agora, aquela sacralidade que atrai muitos para o uso antigo\u2026\u201d celebrando \u201ccom grande rever\u00eancia, em conformidade com as rubricas; isto torna vis\u00edvel a riqueza espiritual e a profundidade teol\u00f3gica deste Missal\u201d.  &#8211; O \u201cbem dos fi\u00e9is\u201d \u00e9, pois, o \u00fanico motivo que pode levar os P\u00e1rocos a usar o Missal de 1962, pelo que um P\u00e1roco n\u00e3o pode impor \u00e0 Par\u00f3quia o Missal de 1962 apenas motivado pela sua perspectiva pessoal. &#8211; O \u201cbem dos fi\u00e9is\u201d sup\u00f5e discernimento: quantos s\u00e3o os fi\u00e9is, quais os motivos que os levam a pedir essa Liturgia; que forma\u00e7\u00e3o crist\u00e3 e lit\u00fargica possuem. De facto o Santo Padre afirma: \u201cO uso do Missal antigo pressup\u00f5e um certo grau de forma\u00e7\u00e3o lit\u00fargica e o conhecimento da l\u00edngua latina; e quer uma quer outro n\u00e3o \u00e9 muito frequente encontr\u00e1-los\u201d. Que ningu\u00e9m se precipite nem facilite, na certeza de que encontraremos de modo justo, uma resposta para os fi\u00e9is que o pedirem, obedecendo aos crit\u00e9rios enunciados pelo Santo Padre, que n\u00e3o contemplam motivos como o simples gosto pelo antigo, o ser diferente, ou a forma de reagir a imperfei\u00e7\u00f5es na forma actual de celebrar a Liturgia. 3. Um outro objectivo do Santo Padre \u00e9 salvaguardar a unidade da Igreja. \u201cTrata-se de chegar a uma reconcilia\u00e7\u00e3o interna no seio da Igreja\u201d[1].  Na hist\u00f3ria da Igreja, mais do que uma vez, as grandes reformas originaram divis\u00f5es com grupos de crist\u00e3os que n\u00e3o as aceitaram. Foi o caso dos \u201cvelhos cat\u00f3licos\u201d, a seguir ao Conc\u00edlio Vaticano I, e o do cisma de Mons. Lefebvre, a seguir ao Conc\u00edlio Vaticano II. Bento XVI confessa que a primeira abertura ao uso do Missal de 1962, feita por Jo\u00e3o Paulo II no \u201cMotu Proprio\u201d Ecclesia Dei, foi motivada pela crise lefebriana e dirigia-se \u00e0 Fraternidade S. Pio X. O seu \u201cMotu Proprio\u201d dirige-se n\u00e3o apenas aos seguidores de Mons. Lefebvre, mas a outros crist\u00e3os, mesmo jovens que, pensa o Santo Padre, se sentem atra\u00eddos por essa Liturgia. O horizonte de an\u00e1lise do Santo Padre \u00e9 a Igreja toda.  Mas esta preocupa\u00e7\u00e3o por salvaguardar a unidade da Igreja tem, nos dois documentos do Papa, outras concretiza\u00e7\u00f5es a que devemos dar grande relevo pastoral: antes de mais, o Missal de Paulo VI \u00e9 a forma normal, para toda a Igreja, de celebrar a Liturgia. Diz o Santo Padre que, \u201cobviamente, para viver em plena comunh\u00e3o, tamb\u00e9m os sacerdotes das Comunidades aderentes ao uso antigo n\u00e3o podem, em linha de princ\u00edpio, excluir a celebra\u00e7\u00e3o segundo os novos livros. De facto, n\u00e3o seria coerente com o reconhecimento do valor e da santidade do novo rito a exclus\u00e3o total do mesmo\u201d; por outro lado, quando o P\u00e1roco acha que deve acolher o desejo de um grupo de fi\u00e9is da sua Par\u00f3quia de celebrar pelo Missal de 1962, \u201ctenha em conta que o bem destes fi\u00e9is seja harmonicamente coordenado com o bem pastoral de toda a Par\u00f3quia, sob orienta\u00e7\u00e3o do Bispo nos termos do c. 392, evitando divis\u00f5es e promovendo a unidade de toda a Igreja\u201d (art.\u00ba 5 \u00a71 do Motu Proprio). Isto quer dizer que tem de se avaliar o significado dessa abertura na harmonia de toda a comunidade. <b>Papel dos Sacerdotes na aplica\u00e7\u00e3o destas Normas<\/b> 4. Porque \u00e9 o sacerdote quem preside \u00e0 Eucaristia e aos Sacramentos, o bom discernimento pastoral dos sacerdotes \u00e9 muito importante para uma aplica\u00e7\u00e3o positiva e equilibrada destas Normas. Como j\u00e1 ficou dito, o sacerdote n\u00e3o deve p\u00f4r o acento no seu poss\u00edvel gosto pessoal pela Liturgia anterior \u00e0 Reforma Lit\u00fargica, mas no bem dos fi\u00e9is e de toda a comunidade a que preside. O seu gosto pessoal s\u00f3 poder\u00e1 ter lugar na missa privada, \u201csine populo\u201d (art.\u00ba 2\u00ba). Estas celebra\u00e7\u00f5es n\u00e3o podem ser aquelas que s\u00e3o anunciadas ao Povo de Deus, como programa normal da Par\u00f3quia. Essas \u201cmissas privadas\u201d n\u00e3o devem ser anunciadas. A possibilidade de outros fi\u00e9is assistirem a elas, como est\u00e1 previsto no art.\u00ba 4\u00ba do \u201cMotu Proprio\u201d, n\u00e3o pode entender-se como divulga\u00e7\u00e3o p\u00fablica das mesmas. Quanto \u00e0s celebra\u00e7\u00f5es p\u00fablicas para os fi\u00e9is que as pedirem, dada a n\u00e3o prem\u00eancia do fen\u00f3meno entre n\u00f3s, que ningu\u00e9m se precipite a conceder essas celebra\u00e7\u00f5es, sem um discernimento pr\u00e9vio, de prefer\u00eancia feito em presbit\u00e9rio e em di\u00e1logo com o Bispo. Estejam os P\u00e1rocos particularmente atentos para se certificarem que os sacerdotes que se apresentam para celebrar segundo o rito antigo, mesmo na missa \u201csine populo\u201d, s\u00e3o id\u00f3neos e n\u00e3o impedidos pelo Direito (cf. Art.\u00ba 5\u00ba \u00a74). 5. Os P\u00e1rocos devem cuidar, particularmente, da qualidade e profundidade lit\u00fargica dessas celebra\u00e7\u00f5es. O rito antigo, j\u00e1 muito distante da pr\u00e1tica da Igreja, se n\u00e3o \u00e9 celebrado com dignidade lit\u00fargica, pode transformar-se em elemento desagregador do crescimento das comunidades. Neste aspecto tenham-se em conta, sobretudo os seguintes pontos: 5.1. O uso da l\u00edngua latina. \u00c9 claro na Carta do Santo Padre aos Bispos que o seu uso sup\u00f5e o conhecimento da l\u00edngua latina. Infelizmente muitos sacerdotes da nossa Diocese j\u00e1 n\u00e3o sabem o latim. Esses sacerdotes devem considerar-se n\u00e3o id\u00f3neos para presidir \u00e0 Missa segundo o Missal de 1962. Se as circunst\u00e2ncias pastorais o aconselharem, devem procurar-se sacerdotes que o possam fazer dignamente.  5.2. A m\u00fasica. Os textos do Missal de 1962 est\u00e3o musicados em gregoriano. A possibilidade de os cantar, com o m\u00ednimo de qualidade, deve ser condi\u00e7\u00e3o para permitir missas comunit\u00e1rias nesse rito. 5.3. O vern\u00e1culo. As leituras em portugu\u00eas sup\u00f5em tradu\u00e7\u00f5es aprovadas pela Santa S\u00e9 (cf. Art.\u00ba 6\u00ba). 5.4. Os espa\u00e7os sagrados. Os nossos templos est\u00e3o orientados para a celebra\u00e7\u00e3o da Missa segundo o Missal de Paulo VI. Fica proibida qualquer tentativa de altera\u00e7\u00f5es dos espa\u00e7os, sobretudo do altar e do presbit\u00e9rio, por causa da possibilidade de celebrar o ritual de 1962, que ali\u00e1s j\u00e1 previa a celebra\u00e7\u00e3o \u201cversus populum\u201d. <b>Princ\u00edpios basilares a ter em conta.<\/b> 6. Os textos lit\u00fargicos emanados da Reforma Lit\u00fargica constituem a Liturgia normal da Igreja para todos. O uso de textos de antes da Reforma Lit\u00fargica, \u00e9 excepcional, motivado pelo \u201cbem dos fi\u00e9is\u201d, a discernir e analisar ponderadamente. 7. As celebra\u00e7\u00f5es, segundo esse rito, devem ser durante a semana. Nos Domingos e dias festivos, celebra-se a Liturgia normal. O Santo Padre abre a hip\u00f3tese, no caso dum grupo significativo de fi\u00e9is o aconselhar, de uma das celebra\u00e7\u00f5es paroquiais nos Domingos e dias festivos seguir o Missal de 1962. Na nossa Diocese, pe\u00e7o aos P\u00e1rocos que, por enquanto, n\u00e3o permitam essas celebra\u00e7\u00f5es dominicais, antes de uma an\u00e1lise profunda da situa\u00e7\u00e3o. Se chegarmos \u00e0 conclus\u00e3o que o \u201cbem dos fi\u00e9is\u201d o exige, encontraremos, em conjunto, formas de lhes garantir, ao Domingo e dias festivos, celebra\u00e7\u00f5es de grande qualidade segundo a Liturgia antiga. 8. Estejamos vigilantes para que esta abertura concedida pelo Santo Padre, tendo em conta o bem de toda a Igreja, n\u00e3o se transforme numa campanha em favor da Liturgia antiga. Isso seria contra a Reforma Lit\u00fargica e todo o esp\u00edrito do Conc\u00edlio Vaticano II, e ignoraria o car\u00e1cter extraordin\u00e1rio, claramente afirmado pelo Santo Padre, do uso do Missal de 1962. 9. Procuremos todos celebrar a Liturgia com qualidade, un\u00e7\u00e3o e sentido do Sagrado. Estas qualidades que aparecem a justificar os que procuram a Liturgia antiga, s\u00e3o ali\u00e1s valores da Reforma Lit\u00fargica, pois toda ela \u00e9 express\u00e3o, em assembleia orante, da f\u00e9 da Igreja. <b>Conclus\u00e3o<\/b> 10. Assino esta carta com data de 14 de Setembro, no dia em que entra em vigor a Carta Apost\u00f3lica do Santo Padre \u201cSummorum Pontificum Cura\u201d. Ela \u00e9 a express\u00e3o da nossa comunh\u00e3o obediente com o Santo Padre, mas tamb\u00e9m o assumir das nossas responsabilidades pastorais, como Pastor desta Igreja de Lisboa. Lisboa, 14 de Setembro de 2007, Festa da Exalta\u00e7\u00e3o da Santa Cruz <i>D. Jos\u00e9 Policarpo, Cardeal-Patriarca<\/i><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O sacerdote n\u00e3o deve p\u00f4r o acento no seu poss\u00edvel gosto pessoal pela Liturgia anterior \u00e0 Reforma Lit\u00fargica<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[120,144,161,168,221,237,238,246,294,297],"class_list":["post-26986","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-bento-xvi","tag-concilio-vaticano-ii","tag-d-jose-policarpo","tag-diocese-da-guarda","tag-historia-da-igreja","tag-joao-paulo-ii","tag-joao-xxiii","tag-liturgia","tag-sacramentos","tag-santa-se"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26986","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=26986"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26986\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=26986"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=26986"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=26986"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}