{"id":26908,"date":"2007-09-12T12:33:14","date_gmt":"2007-09-12T12:33:14","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2007\/09\/12\/testemunhas-da-ternura-de-deus\/"},"modified":"2007-09-12T12:33:14","modified_gmt":"2007-09-12T12:33:14","slug":"testemunhas-da-ternura-de-deus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/testemunhas-da-ternura-de-deus\/","title":{"rendered":"Testemunhas da Ternura de Deus"},"content":{"rendered":"<p>Carta Pastoral de D. Ant\u00f3nio Marto sobre o acolhimento e a voca\u00e7\u00e3o lan\u00e7a ac\u00e7\u00e3o da diocese em 2007\/2008 <!--more--> Com o t\u00edtulo \u201cTestemunhas da ternura de Deus\u201d, D. Ant\u00f3nio Marto acaba de publicar a carta pastoral que serve de pano de fundo \u00e0 actividade pastoral durante o ano 2007\/2008. Trata-se de um documento precioso que denota o cariz teol\u00f3gico, pastoral e espiritual de um bispo que vive e sente a diocese e ao mesmo tempo deixa transparecer a ternura de um pai e amigo.  D. Ant\u00f3nio come\u00e7a por dizer que este ano corresponder\u00e1 a um momento de paragem. N\u00e3o de inactividade, mas paragem reconfortante e animadora. Uma paragem que deve ser momento para \u201cconsolidar os dinamismos, as iniciativas e propostas, as ac\u00e7\u00f5es que foram desencadeadas e corriam o risco de depressa serem esquecidas, sem lan\u00e7arem ra\u00edzes s\u00f3lidas em todas as comunidades e vigararias\u201d.  A frase b\u00edblica que servir\u00e1 de mote ao longo do ano \u00e9 \u201cSaboreai e vede como \u00e9 bom o Senhor\u201d (Sl 34,9) e o s\u00edmbolo que lhe dar\u00e1 visibilidade \u00e9 a B\u00edblia.  No documento agora publicado, D. Ant\u00f3nio Marto \u201cretoma os temas do acolhimento e da voca\u00e7\u00e3o em conjunto, procurando conjug\u00e1-los e ilumin\u00e1-los na perspectiva da ternura de Deus\u201d.    Come\u00e7a por fazer uma an\u00e1lise do \u201cmundo in\u00f3spito\u201d que invoca ternura, para desmascarar profeticamente as situa\u00e7\u00f5es de stress, individualismo, mercantilismo e mobilidade que caracterizam os tempos e as sociedades modernas. Situa\u00e7\u00f5es estas que \u201cproduzem o drama moderno da incomunicabilidade, do anonimato, da solid\u00e3o existencial\u201d. Que sociedade estamos assim a construir \u2013 pergunta-se o prelado?  Para os crist\u00e3os esta situa\u00e7\u00e3o torna-se um desafio e uma voca\u00e7\u00e3o. \u00c9-lhes pedido que criem uma \u201ccultura da ternura e do acolhimento, da comunh\u00e3o e da solidariedade, como alternativa \u00e0 anti-cultura do ego\u00edsmo, da indiferen\u00e7a, da dureza e da frieza de rela\u00e7\u00f5es, da divis\u00e3o e da viol\u00eancia\u201d.   Segue-se uma bela p\u00e1gina de teologia e espiritualidade em que, servindo-se de passagens b\u00edblicas, o bispo fala do amor e ternura de Deus, o primeiro a acolher-nos, mesmo nas nossas fragilidades, nas nossas recusas. Acolhimento esse que suscita em n\u00f3s o desejo de acolher Deus no quotidiano, a exemplo de Abra\u00e3o, Marta e Maria ou Zaqueu.   Enraizado neste acolhimento de Deus que acolhe, o crist\u00e3o sente o impulso para se tornar acolhedor dos irm\u00e3os, o que implica abertura relacional e universal, disponibilidade, solidariedade, comunh\u00e3o e partilha nas alegrias e tristezas.  No final da sua carta, D. Ant\u00f3nio, aponta algumas formas concretas de cultivar a espiritualidade do acolhimento, tanto para as comunidades paroquiais, como para a diocese e para os principais agentes da pastoral. Nota de particular refer\u00eancia para a aten\u00e7\u00e3o dada \u00e0s situa\u00e7\u00f5es de fragilidade, doen\u00e7a, velhice, perturba\u00e7\u00f5es ps\u00edquico-espirituais e imigrados, bem como situa\u00e7\u00f5es familiares problem\u00e1ticas.  Antes de terminar com uma expressiva ora\u00e7\u00e3o a Nossa Senhora da ternura e do acolhimento, tempo ainda para uma breve reflex\u00e3o sobre a voca\u00e7\u00e3o, apresentada como resultado evidente de quem se deixa tocar pela \u201cchama que ama e chama\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Carta Pastoral de D. 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