{"id":26731,"date":"2007-09-04T15:03:20","date_gmt":"2007-09-04T15:03:20","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2007\/09\/04\/o-jubileu-dos-padres-da-rua\/"},"modified":"2007-09-04T15:03:20","modified_gmt":"2007-09-04T15:03:20","slug":"o-jubileu-dos-padres-da-rua","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/o-jubileu-dos-padres-da-rua\/","title":{"rendered":"O jubileu dos \u201cPadres da Rua\u201d"},"content":{"rendered":"<p>Entre os sacerdotes que este ano celebraram os 50 anos de ordena\u00e7\u00e3o sacerdotal, encontravam-se, como notici\u00e1mos, os sacerdotes que se dedicaram \u00e0 \u201cObra da Rua\u201d, fundada pelo Padre Am\u00e9rico. Em O Gaiato de 18 de Agosto deste ano, encontramos na primeira p\u00e1gina a seguinte not\u00edcia: Neste m\u00eas de Agosto fazem 50 anos de sacerd\u00f3cio (as bodas de outro), os nossos Padres Manuel Ant\u00f3nio e Ac\u00edlio Fernandes, O  Padre Manuel Ant\u00f3nio, da Diocese do Porto, foi ordenado a 4 de Agosto de 1957; e o Padre Ac\u00edlio Fernandes, da Diocese de Coimbra, a 15 de Agosto de 1957\u201d.  T\u00ednhamos dado j\u00e1 essa not\u00edcia, quer na nossa edi\u00e7\u00e3o de 4 de Julho, quer na de 25 de Julho. Acrescentamos que o Padre Manuel Ant\u00f3nio se encontra na Casa do Gaiato em Benguela, Angola, assinando cr\u00f3nicas regulares em O gaiato; o Padre Ac\u00edlio \u00e9 actualmente o respons\u00e1vel da Casa do Gaiato de Pa\u00e7o de Sousa, e tamb\u00e9m assina artigos em O Gaiato. Diga-se que um e outro produzem textos de boa doutrina e de bela escrita, na esteira ali\u00e1s do seu mestre, o Padre Am\u00e9rico. Pois no mesmo n\u00famero de O Gaiato encontramos um outro texto do Padre Carlos [Galamba], outra destacada figura da Obra da Rua, que pelo seu interesse hist\u00f3rico e de mem\u00f3ria do passado e do presente, transcrevemos:  Cinquenta Anos   F\u00e1-los hoje, Dia do Santo Cura d&#8217; Ars, que a Igreja, pela palavra de D. Ant\u00f3\u00adnio Ferreira Gomes, se compro\u00admeteu com a Obra da Rua em hora e em contexto de solenidade: a Festa anual das Ordena\u00e7\u00f5es. [Refere-se ao P. Manuel Ant\u00f3nio Pereira]. Naqueles anos era o primeiro Domingo de Agosto a data esco\u00adlhida para tal, nem sei se pela proximidade \u00e0 Mem\u00f3ria lit\u00fargica do padre apaixonante que foi S. Jo\u00e3o Maria Vianney. como que a pedir-lhe a ben\u00e7\u00e3o para os novos padres &#8230; Neste, de 1957, a Dio\u00adcese do Porto teve o seu primeiro padre da rua; e exactamente seis anos depois, o segundo que o Senhor j\u00e1 levou. [Este foi o Padre Lu\u00eds Augusto Carretas Barata, falecido em 13 de Abril de 2003 \u2013 ver VP de 16 de Abril desse ano). Recordo algo da not\u00edcia de ent\u00e3o n&#8217;O GAIATO: \u00abNo fim do Pontifical da Ordena\u00e7\u00e3o, o Senhor Bispo dirigiu-se a todos, mor\u00admente \u00e0queles que acabavam de ser ordenados, lembrando uma palavra de S. Vicente de Paulo: &#8216;O Povo \u00e9 de quem o ama e mos\u00adtra que o ama.&#8217; Da\u00ed a \u00e2nsia do Pastor de que os seus padres se d\u00eaem \u00e0 obra do amor total dos homens (uni\u00e3o substancial de alma e corpo) para a eleva\u00e7\u00e3o total dos mesmos homens nos caminhos de Deus.  Depois referiu-se \u00e0 Obra da Rua. Quanto desejou Pai Am\u00e9rica ouvir aquelas afirma\u00e7\u00f5es. A sua vontade era que a Igreja perfi\u00adlhasse a Obra, que a fizesse Sua. E ali. naquela hora, j\u00e1 n\u00e3o apenas por um consentimento t\u00e1cito, por uma aprova\u00e7\u00e3o subentendida. mas expressa e positivamente, a Igreja tomou-a em Suas M\u00e3os e disse, pela boca do nosso Bispo, o seu contentamento por ter um padre para nos dar. Bendito seja Deus!\u00bb. E n\u00f3s sabemos quantos mais D. Ant\u00f3nio gostaria de ter para nos dar, conforme as suas palavras de um ano antes, no adro da S\u00e9, \u00e0 sa\u00edda das Ordena\u00e7\u00f5es de 1956, palavras dirigidas ao Reitor do Semin\u00e1rio, o C\u00f3nego Domingos de Pinho Brand\u00e3o, que chamou ao p\u00e9 de n\u00f3s para lhas comunicar. Momentos belos, ainda hoje reconfortantes para os que vive\u00admos, a confirmar o legado de F\u00e9 e de Esperan\u00e7a que Pai Am\u00e9rico nos deixara: \u00abA minha Obra come\u00e7a quando eu morrer\u00bb.  Mas se com D. Ant\u00f3nio foi maior a visibilidadc da sua inter\u00adven\u00e7\u00e3o, n\u00e3o deixou de ser igual\u00admente vivo o acolhimento e efec\u00adtivo o apoio dos outros Bispos a quem estivemos ligados pelo v\u00ednculo da nossa incardina\u00e7\u00e3o sacerdotal c pela inser\u00e7\u00e3o da Obra nas suas Dioce\u00adses: Coimbra e Lisboa.  D. Manuel Gon\u00e7alves Cerejeira que, talvez por ter sido o Confes\u00adsor de Pai Am\u00e9rico enquanto Seminarista, foi at\u00e9 ao fim o Bispo dos seus desabafos mais \u00edntimos;  e D. Ernesto [Sena Oliveira] porque era o seu Bispo &#8211; s\u00e3o lembran\u00e7a carregada de gratid\u00e3o nas nossas mentes e de afecto em nossos cora\u00e7\u00f5es.  O amor que dedicaram \u00e0 Obra e a confian\u00e7a que tiveram nos pobrezitos dos obreiros que fica\u00adram, s\u00e3o fundamentais para se entender o \u00abmilagre\u00bb anunciado da Obra que, em vez de acabar, \u00abcome\u00e7a\u00bb ent\u00e3o &#8230; Quem dera que \u00abeste milagre\u00bb (e \u00aboutros\u00bb &#8230;) contassem para a Beatifica\u00e7\u00e3o do seu Fundador. Para esta gra\u00e7a e para quantas de que a nossa vida urge, contamos n\u00f3s com os tr\u00eas Bispos, Manuel, Ernesto e Ant\u00f3\u00adnio, como particulares interces\u00adsores que temos no C\u00e9u.  <i>Padre Carlos<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entre os sacerdotes que este ano celebraram os 50 anos de ordena\u00e7\u00e3o sacerdotal, encontravam-se, como notici\u00e1mos, os sacerdotes que se dedicaram \u00e0 \u201cObra da Rua\u201d, fundada pelo Padre Am\u00e9rico. 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