{"id":267282,"date":"2023-01-10T17:28:23","date_gmt":"2023-01-10T17:28:23","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=267282"},"modified":"2023-01-15T13:47:57","modified_gmt":"2023-01-15T13:47:57","slug":"mensagem-do-papa-para-o-xxxi-dia-mundial-do-doente-11-de-fevereiro-de-2023","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/mensagem-do-papa-para-o-xxxi-dia-mundial-do-doente-11-de-fevereiro-de-2023\/","title":{"rendered":"Mensagem do Papa para o XXXI Dia Mundial do Doente (11 de fevereiro de 2023)"},"content":{"rendered":"<div class=\"abstract text parbase vaticanrichtext\"><\/div>\n<p><em>\u00abTrata bem dele\u00bb (Lc 10,35)<\/em><br \/>\n<em> A compaix\u00e3o como exerc\u00edcio sinodal de cura<\/em><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/cuidar-doente.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-267295 size-medium alignright\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/cuidar-doente-390x260.jpg\" alt=\"\" width=\"390\" height=\"260\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/cuidar-doente-390x260.jpg 390w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/cuidar-doente-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/cuidar-doente-768x512.jpg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/cuidar-doente-391x260.jpg 391w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/cuidar-doente-1080x720.jpg 1080w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/cuidar-doente-1280x853.jpg 1280w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/cuidar-doente-980x653.jpg 980w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/cuidar-doente-480x320.jpg 480w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/cuidar-doente.jpg 1500w\" sizes=\"(max-width: 390px) 100vw, 390px\" \/><\/a>Queridos irm\u00e3os e irm\u00e3s<\/p>\n<p>A doen\u00e7a faz parte da nossa experi\u00eancia humana. Mas pode tornar-se desumana, se for vivida no isolamento e no abandono, se n\u00e3o for acompanhada pelo cuidado e pela compaix\u00e3o. Quando caminhamos juntos \u00e9 normal que algu\u00e9m se possa sentir mal, que tenha de parar por causa do cansa\u00e7o ou por alguma dificuldade no percurso. \u00c9 exatamente nesses momentos que se v\u00ea como estamos a caminhar: se caminhamos verdadeiramente <em>juntos<\/em> ou vamos pela mesma estrada, mas cada um por sua conta, dando aten\u00e7\u00e3o aos seus pr\u00f3prios interesses e deixando que os outros \u201cse arranjem\u201d. Por isso, neste XXXI Dia Mundial do Doente e em pleno percurso sinodal, convido-vos a refletir sobre o facto de podermos aprender, precisamente atrav\u00e9s da experi\u00eancia da fragilidade e da doen\u00e7a, a caminhar juntos segundo o estilo de Deus que \u00e9 proximidade, compaix\u00e3o e ternura.<\/p>\n<p>No livro do profeta Ezequiel, num grande or\u00e1culo que constitui um dos pontos culminantes de toda a Revela\u00e7\u00e3o, o Senhor diz-nos: \u00abSou Eu que apascentarei as minhas ovelhas, sou Eu quem as far\u00e1 descansar \u2013 or\u00e1culo do Senhor Deus. Procurarei aquela que se tinha perdido, reconduzirei a que se tinha tresmalhado; cuidarei da que est\u00e1 ferida e tratarei da que est\u00e1 doente. [\u2026] A todas apascentarei com justi\u00e7a\u00bb (34,15-16). Naturalmente as experi\u00eancias de estarmos perdidos, doentes ou fr\u00e1geis fazem parte do nosso caminho: n\u00e3o nos excluem do povo de Deus. Pelo contr\u00e1rio, colocam-nos no centro da solicitude do Senhor que \u00e9 Pai e n\u00e3o quer perder pelo caminho nem sequer um dos seus filhos. Trata-se, pois, de aprender com Ele a ser verdadeiramente uma comunidade que caminha em conjunto, capaz de n\u00e3o se deixar contagiar pela cultura do descarte.<\/p>\n<p>A enc\u00edclica <em>Fratelli tutti<\/em>, como sabem, prop\u00f5e uma leitura atualizada da par\u00e1bola do Bom Samaritano (cf. n. 56). Escolhi-a como charneira, como ponto de viragem para se poder sair das \u00absombras dum mundo fechado\u00bb (cap. I) e \u00abpensar e gerar um mundo aberto\u00bb (cap. III). Com efeito, h\u00e1 uma profunda conex\u00e3o entre esta par\u00e1bola de Jesus e as m\u00faltiplas formas em que hoje \u00e9 negada a fraternidade. De modo particular, no facto de a pessoa espancada e roubada acabar abandonada na estrada, podemos ver representada a condi\u00e7\u00e3o em que s\u00e3o deixados tantos irm\u00e3os e irm\u00e3s nossos na hora em que mais precisam de ajuda. Distinguir quais os atentados \u00e0 vida e \u00e0 sua dignidade que prov\u00eam de causas naturais e quais s\u00e3o aqueles que s\u00e3o provocados por injusti\u00e7as e viol\u00eancias\u2026 n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil. Na realidade, o n\u00edvel das desigualdades e a preval\u00eancia dos interesses de poucos j\u00e1 incidem de tal modo sobre cada ambiente humano que \u00e9 dif\u00edcil considerar \u201cnatural\u201d qualquer experi\u00eancia. Um sofrimento realiza-se sempre numa \u201ccultura\u201d e nas suas contradi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O que importa, no entanto, \u00e9 reconhecer a condi\u00e7\u00e3o de solid\u00e3o, de abandono. Trata-se duma atrocidade que pode ser superada antes de qualquer outra injusti\u00e7a, porque para a eliminar \u2013 como conta a par\u00e1bola \u2013 basta um momento de aten\u00e7\u00e3o, o movimento interior da compaix\u00e3o. Dois viajantes, considerados religiosos, veem o ferido e n\u00e3o param. Mas o terceiro, um samaritano, algu\u00e9m que \u00e9 desprezado, deixa-se mover pela compaix\u00e3o e cuida daquele estranho \u00e0 beira do caminho e trata-o como irm\u00e3o. Procedendo deste modo, sem pensar sequer, muda as coisas, gera um mundo mais fraterno.<\/p>\n<p>Irm\u00e3os, irm\u00e3s, nunca estamos preparados para a doen\u00e7a. E muitas vezes nem sequer para admitir que avan\u00e7amos na idade. Tememos a vulnerabilidade e a difusa cultura do mercado leva-nos a neg\u00e1-la. N\u00e3o h\u00e1 espa\u00e7o para a fragilidade. E assim o mal, quando irrompe e nos ataca, deixa-nos por terra, atordoados. Ent\u00e3o pode acontecer que os outros nos abandonem ou que nos pare\u00e7a a n\u00f3s que devemos abandon\u00e1-los a fim de n\u00e3o nos sentirem como um peso para eles. Come\u00e7a assim a solid\u00e3o e envenena-nos a sensa\u00e7\u00e3o amarga de uma injusti\u00e7a, devido \u00e0 qual at\u00e9 nos parece que o C\u00e9u se fecha. Na realidade, sentimos dificuldade de permanecer em paz com Deus, quando se desfaz a rela\u00e7\u00e3o com os outros e com n\u00f3s pr\u00f3prios. Por isso \u00e9 mesmo importante, relativamente tamb\u00e9m \u00e0 doen\u00e7a, que toda a Igreja se confronte com o exemplo evang\u00e9lico do bom samaritano, para se tornar um \u201chospital de campanha\u201d v\u00e1lido: a sua miss\u00e3o, com efeito, especialmente nas circunst\u00e2ncias hist\u00f3ricas que atravessamos, exprime-se no exerc\u00edcio do cuidado. Todos somos fr\u00e1geis e vulner\u00e1veis; todos temos necessidade daquela aten\u00e7\u00e3o compassiva que sabe deter-se e aproximar-se, que sabe cuidar e levantar. A condi\u00e7\u00e3o dos enfermos \u00e9, assim, um apelo que quebra a indiferen\u00e7a e abranda o passo de quem avan\u00e7a como se n\u00e3o tivesse irm\u00e3s e irm\u00e3os.<\/p>\n<p>De facto, o Dia Mundial do Doente n\u00e3o convida apenas \u00e0 ora\u00e7\u00e3o e \u00e0 proximidade com aqueles que sofrem, mas, ao mesmo tempo, visa sensibilizar o povo de Deus, as institui\u00e7\u00f5es de sa\u00fade e a sociedade civil para uma nova forma de avan\u00e7armos juntos. A profecia de Ezequiel, j\u00e1 referida atr\u00e1s, cont\u00e9m um ju\u00edzo muito duro sobre as prioridades daqueles que exercem, sobre o povo, o poder econ\u00f3mico, cultural e governamental: \u00abV\u00f3s bebestes o leite, vestistes-vos com a sua l\u00e3, matastes as reses mais gordas e n\u00e3o apascentastes as ovelhas. N\u00e3o tratastes das que eram fracas, n\u00e3o cuidastes da que estava doente, n\u00e3o curastes a que estava ferida; n\u00e3o reconduzistes a transviada; n\u00e3o procurastes a que se tinha perdido, mas a todas tratastes com viol\u00eancia e dureza\u00bb (34,3-4). A Palavra de Deus \u2013 n\u00e3o s\u00f3 na den\u00fancia, mas tamb\u00e9m na proposta \u2013 \u00e9 sempre capaz de iluminar, \u00e9 sempre atual. Na realidade, a conclus\u00e3o da par\u00e1bola do Bom Samaritano sugere-nos como a pr\u00e1tica da fraternidade, que come\u00e7ou por um encontro tu a tu, se pode alargar para um cuidado organizado. A estalagem, o estalajadeiro, o dinheiro, a promessa de se manterem mutuamente informados (cf. Lc 10,34-35): tudo isto faz pensar no minist\u00e9rio dos sacerdotes, no trabalho dos agentes de sa\u00fade e dos agentes sociais, no empenho de familiares e de volunt\u00e1rios, gra\u00e7as aos quais em cada dia, em todo o mundo, o bem se op\u00f5e ao mal.<\/p>\n<p>Os anos da pandemia aumentaram o nosso sentimento de gratid\u00e3o por quem diariamente trabalha em prol da sa\u00fade e da investiga\u00e7\u00e3o. Mas, ao sair de uma trag\u00e9dia coletiva assim t\u00e3o grande, n\u00e3o \u00e9 suficiente louvar os her\u00f3is. A Covid-19 p\u00f4s \u00e0 prova esta grande rede de compet\u00eancias e de solidariedade e mostrou os limites estruturais dos sistemas de assist\u00eancia social existentes. Por isso, \u00e9 necess\u00e1rio que a gratid\u00e3o seja acompanhada, em cada pa\u00eds, pela busca ativa de estrat\u00e9gias e recursos a fim de serem garantidos a todo o ser humano o acesso aos cuidados e o direito fundamental \u00e0 sa\u00fade.<\/p>\n<p>\u00abTrata bem dele\u00bb (Lc 10,35) \u00e9 a recomenda\u00e7\u00e3o do samaritano ao estalajadeiro. Mas Jesus repete-a igualmente a cada um de n\u00f3s na exorta\u00e7\u00e3o conclusiva: \u00abVai e faz tu tamb\u00e9m o mesmo\u00bb. Como evidenciei na enc\u00edclica <em>Fratelli tutti<\/em>, \u00aba par\u00e1bola mostra-nos as iniciativas com que se pode refazer uma comunidade a partir de homens e mulheres que assumem como pr\u00f3pria a fragilidade dos outros, n\u00e3o deixam constituir-se uma sociedade de exclus\u00e3o, mas fazem-se pr\u00f3ximos, levantam e reabilitam o ca\u00eddo, para que o bem seja comum\u00bb (n. 67). Efetivamente \u00abfomos criados para a plenitude que s\u00f3 se alcan\u00e7a no amor. Viver indiferentes \u00e0 dor n\u00e3o \u00e9 uma op\u00e7\u00e3o poss\u00edvel\u00bb (n. 68).<\/p>\n<p>No dia 11 de fevereiro de 2023 olhamos para o Santu\u00e1rio de Lurdes como uma profecia, uma li\u00e7\u00e3o confiada \u00e0 Igreja em plena modernidade. N\u00e3o tem valor s\u00f3 aquilo que funciona; n\u00e3o conta s\u00f3 quem produz. As pessoas doentes est\u00e3o no \u00e2mago do povo de Deus, que avan\u00e7a juntamente com elas como profecia duma humanidade onde cada pessoa \u00e9 preciosa e ningu\u00e9m deve ser descartado.<\/p>\n<p>\u00c0 intercess\u00e3o de Maria, Sa\u00fade dos Enfermos, confio cada um de v\u00f3s, que estais doentes; v\u00f3s que cuidais deles em fam\u00edlia, com o trabalho, a investiga\u00e7\u00e3o e o voluntariado; e v\u00f3s que vos esfor\u00e7ais por tecer la\u00e7os pessoais, eclesiais e civis de fraternidade. A todos envio de cora\u00e7\u00e3o a minha B\u00ean\u00e7\u00e3o Apost\u00f3lica.<\/p>\n<p>Roma, S\u00e3o Jo\u00e3o de Latr\u00e3o, 10 de janeiro de 2023.<\/p>\n<p>FRANCISCO<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00abTrata bem dele\u00bb (Lc 10,35) A compaix\u00e3o como exerc\u00edcio sinodal de cura<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":267295,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[166],"class_list":["post-267282","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-documentos","tag-dia-mundial-do-doente"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/267282","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=267282"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/267282\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/267295"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=267282"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=267282"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=267282"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}