{"id":2646,"date":"2006-04-03T14:44:19","date_gmt":"2006-04-03T14:44:19","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/04\/03\/mais-cinco-diaconos-permanentes-em-aveiro\/"},"modified":"2006-04-03T14:44:19","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:19","slug":"mais-cinco-diaconos-permanentes-em-aveiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/mais-cinco-diaconos-permanentes-em-aveiro\/","title":{"rendered":"Mais cinco di\u00e1conos permanentes em Aveiro"},"content":{"rendered":"<p>\u201cRecebe o Evangelho de Cristo que tens a miss\u00e3o de proclamar. Cr\u00ea o que l\u00eas; ensina o que cr\u00eas; e vive o que ensinas.\u201d Do ritual da ordena\u00e7\u00e3o de di\u00e1conos, todo ele cheio de simbologia, doutrina e conselhos evang\u00e9licos, esta s\u00edntese, sublinhada pelo nosso Bispo, D. Ant\u00f3nio Marcelino, no domingo, na S\u00e9 de Aveiro, indica novos rumos aos que aceitaram enriquecer o corpo diaconal aveirense. \u00c9lio Sim\u00f5es, empregado fabril, da Vera Cruz; Francisco Cravo, t\u00e9cnico de inform\u00e1tica, de Recard\u00e3es; Fernando Silva, serralheiro, da Oliveirinha; Jos\u00e9 Carlos Costa, m\u00e9dico naturista, da Vera Cruz; e Reinaldo Barnab\u00e9, banc\u00e1rio aposentado, de Albergaria-a-Velha, s\u00e3o os novos di\u00e1conos permanentes da Diocese de Aveiro, que v\u00eam juntar-se aos 23 existentes, depois de um percurso empenhado de forma\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica. Na Eucaristia de ordena\u00e7\u00e3o, com a S\u00e9 repleta de fi\u00e9is vindos das par\u00f3quias dos novos di\u00e1conos permanente e de outros mais comprometidos com a vida da Igreja Diocesana, D. Ant\u00f3nio lembrou, \u00e0  homilia, que \u201cos di\u00e1conos n\u00e3o s\u00e3o para suprir a diminui\u00e7\u00e3o dos presb\u00edteros ou a sobrecarga pastoral\u201d, porque a sua \u201cordena\u00e7\u00e3o tem valor pr\u00f3prio\u201d. No fundo, sublinhou que \u201celes tornam vis\u00edvel a disponibilidade de homens casados para uma miss\u00e3o pastoral permanente\u201d, exercida de harmonia com as suas possibilidades familiares e profissionais. Ao mesmo tempo, os di\u00e1conos contribuem para que a Igreja Diocesana possa realizar outras  tarefas pastorais, porque eles est\u00e3o \u201cmais aptos para o di\u00e1logo e para o testemunho directo e mais convincente com as pessoas que vivem igual condi\u00e7\u00e3o social\u201d. D. Ant\u00f3nio, que esteve na g\u00e9nese da ordena\u00e7\u00e3o de di\u00e1conos permanente na Igreja aveirense, no p\u00f3s-Conc\u00edlio Vaticano II,  com D. Manuel de Almeida Trindade, recordou que n\u00e3o tem havido precipita\u00e7\u00e3o na prepara\u00e7\u00e3o de quem se disp\u00f5e a aceitar o primeiro grau do Sacramento da Ordem. Referiu que a forma\u00e7\u00e3o \u00e9 agora mais exigente, estando ligada ao Instituto Superior de Ci\u00eancias Religiosas de Aveiro (ISCRA), n\u00e3o faltando ainda um seu delegado que acompanha espiritualmente os candidatos e suas esposas. Entretanto, o nosso Bispo informou que outros homens se v\u00e3o perfilando como candidatos ao diaconado em algumas par\u00f3quias da Diocese, tendo salientado a prem\u00eancia de \u201cque sejam estimulados por todos n\u00f3s e acolhidos na voca\u00e7\u00e3o que neles se vai exprimindo\u201d.  Sobre os di\u00e1conos permanentes que foram ordenados em 1988, 1993 e 1999, D. Ant\u00f3nio recordou que todos eles est\u00e3o ao servi\u00e7o de par\u00f3quias, da pastoral familiar e sociocaritativa, em sectores diversificados, mas tamb\u00e9m no servi\u00e7o das migra\u00e7\u00f5es e nas comunica\u00e7\u00f5es sociais, entre outros campos que se t\u00eam aberto \u00e0 Igreja e na comunidade civil. Correio do Vouga ouviu no final da cerim\u00f3nia da ordena\u00e7\u00e3o o Ricardo Barnab\u00e9, para saber o que sentiu ele nesta hora certamente t\u00e3o importante para si e para os seus colegas de caminhada.  \u201cO que senti hoje \u00e9 muito dif\u00edcil de explicar, tal foi a festa e a responsabilidade do compromisso que nos envolveram\u201d, disse. E acrescentou: \u201cN\u00f3s sentimos um apelo a uma nova caminhada, embora estejamos h\u00e1 muito na Igreja. Mas a partir de agora, passaremos a ter, com certeza, uma participa\u00e7\u00e3o mais respons\u00e1vel.\u201d Recordou a prepara\u00e7\u00e3o por que passou, iniciada em 1994, tendo frequentado o ISCRA desde 1997, durante tr\u00eas anos,  sem nunca deixar de colaborar na sua par\u00f3quia de Albergaria-a-Velha, como ministro extraordin\u00e1rio  da comunh\u00e3o. Frisou que faz parte h\u00e1 12 anos de um grupo de apoio aos marginalizados, ao n\u00edvel da prostitui\u00e7\u00e3o. Agora, adiantou, \u201cchegou o grande momento de responder com mais convic\u00e7\u00e3o ao chamamento do Senhor\u201d. Isso implica, para j\u00e1, que a sua vida vai ser diferente, porque, decerto, muitos ir\u00e3o passar a olh\u00e1-lo \u201ccom outros olhos\u201d. Disse que as pessoas procurar\u00e3o saber,  \u201catrav\u00e9s de n\u00f3s e das nossas ac\u00e7\u00f5es, o que  \u00e9 a Igreja e que  uni\u00e3o fraterna estaremos dispostos a fomentar\u201d. Ainda se mostrou dispon\u00edvel para responder ao apelo do nosso Bispo, no sentido de servir onde ele achar que \u00e9 mais importante para a Igreja,  \u201cembora gostasse de continuar ligado \u00e0 pastoral dos marginalizados\u201d. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cRecebe o Evangelho de Cristo que tens a miss\u00e3o de proclamar. Cr\u00ea o que l\u00eas; ensina o que cr\u00eas; e vive o que ensinas.\u201d Do ritual da ordena\u00e7\u00e3o de di\u00e1conos, todo ele cheio de simbologia, doutrina e conselhos evang\u00e9licos, esta s\u00edntese, sublinhada pelo nosso Bispo, D. 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