{"id":26112,"date":"2007-07-26T17:00:52","date_gmt":"2007-07-26T17:00:52","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2007\/07\/26\/sacerdotes-do-porto-em-bodas-de-ouro-e-de-prata-sacerdotais\/"},"modified":"2007-07-26T17:00:52","modified_gmt":"2007-07-26T17:00:52","slug":"sacerdotes-do-porto-em-bodas-de-ouro-e-de-prata-sacerdotais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/sacerdotes-do-porto-em-bodas-de-ouro-e-de-prata-sacerdotais\/","title":{"rendered":"Sacerdotes do Porto em bodas de ouro e de prata sacerdotais"},"content":{"rendered":"<p>Nove sacerdotes ordenados no Porto em 1957 completam este ano 50 anos de sacerd\u00f3cio. Dois sacerdotes completam tamb\u00e9m 25 anos da sua ordena\u00e7\u00e3o. Voz Portucalense solicitou a todos eles um testemunho sobre esta efem\u00e9ride da sua vida sacerdotal, e a D. Manuel Clemente solicitou uma mensagem e sauda\u00e7\u00e3o, para ser a presen\u00e7a do Bispo da Diocese nesta circunst\u00e2ncia festiva das suas vidas. <b>Mensagem de D. Manuel Clemente, Bispo do Porto<\/b> A Sagrada Escritura fala-nos insistentemente na fidelidade de Deus,\u00a0apontando-a porventura como a sua melhor defini\u00e7\u00e3o: antes, durante e\u00a0depois de cada acontecimento da hist\u00f3ria pessoal ou colectiva, Deus \u00e9,\u00a0igual a si pr\u00f3prio e \u00e0 sua miseric\u00f3rdia para connosco. \u00c9 fiel \u00e0 sua\u00a0alian\u00e7a e, em Cristo, une a fidelidade divina com a humana, finalmente\u00a0congra\u00e7adas. Desta fidelidade nasce a Igreja, enquanto corpo de\u00a0Cristo, no seu Esp\u00edrito. Por isso tamb\u00e9m, a melhor nota da Igreja, em\u00a0si mesma e face ao mundo, \u00e9 a da fidelidade. Por isso ainda, a\u00a0fidelidade da Igreja \u00e9 sobremaneira suscitada e mantida pela\u00a0 fidelidade dos seus ministros, nisso mesmo sacramentos da fidelidade\u00a0 de Deus para com o seu povo.  \u00c9 o que reconhecidamente sa\u00fado nos irm\u00e3os sacerdotes que agora celebram as suas bodas sacerdotais. Boda de\u00a0Cristo e da Igreja, neles activada em vidas entregues a Deus e aos\u00a0irm\u00e3os. Vit\u00f3rias da gra\u00e7a divina, que neles sustenta a marcha dos dias\u00a0e dos anos, em sucessivas vit\u00f3rias de fidelidade e servi\u00e7o. Comigo, \u00e9\u00a0toda a Igreja do Porto que lhes agradece e beija reverentemente as\u00a0m\u00e3os, pelas quais Jesus Cristo dispensou, dispensa e dispensar\u00e1 tantas\u00a0gra\u00e7as de salva\u00e7\u00e3o e vida. Gra\u00e7as a Deus por eles, gra\u00e7as a Deus pelos\u00a0nossos sacerdotes! <i>D. Manuel Clemente<\/i> <b>Testemunhos P. Carlos de Sousa Ribeiro<\/b> Fui coadjutor durante os tr\u00eas primeiros anos em Cedofeita, no Porto. Depois fui durante dez anos p\u00e1roco de Ferreira, no concelho de Pa\u00e7os de Ferreira; durante tr\u00eas anos fui p\u00e1roco da S\u00e9, no porto; e durante trinta e dois anos, p\u00e1roco da ent\u00e3o vila e agora cidade de Pa\u00e7os de Ferreira. Actualmente dispensado da paroquialidade por raz\u00f5es pessoais, vivo na minha casa, na minha terra natal, em Arouca, e vou colaborando enquanto puder com os p\u00e1rocos desta vigararia.  Dou gra\u00e7as e Deus por tudo e aguardo com serenidade o restante. O P. Carlos de Sousa Ribeiro nasceu em 15 de Outubro de 1933, e foi ordenado em 4 de Agosto de 1957. <b>P. Ant\u00f3nio de Queir\u00f3s Alves<\/b> Nasci em 27 de Fevereiro de 1934, em Soalh\u00e3es, Marco de Canaveses. Fui ordenado em 4 de Agosto de 1957, por D. Ant\u00f3nio Ferreira Gomes. Estive em Paranhos, no Porto, dois anos como coadjutor, e como p\u00e1roco de Vila Cova, em Penafiel, durante quatro anos. Desde Outubro de 1963 sou p\u00e1roco de Jazente e Padronelo, no concelho de Amarante. Em Dezembro de 1969 acumulei as freguesias de Gouveia (S. Sim\u00e3o) e Carvalho de Rei, e fiquei a ser p\u00e1roco de Jazente, Padronelo e Carvalho de Rei. <b>Bodas de Ouro Sacerdotais do P. Albino Fernandes<\/b> MANUEL PAIVA No dia 4 de Agosto de 1957, foram ordenados, al\u00e9m de outros, 8 presb\u00edteros, ainda vivos, e que est\u00e3o a celebrar, este ano, as suas \u00abBodas de Ouro Sacerdotais\u00bb.  Um deles foi o P. Albino de Almeida Fernandes, nascido em Chave, concelho de Arouca, em 27 de Janeiro de 1934. Logo no dia da ordena\u00e7\u00e3o disse ao seu bispo que desejava ser p\u00e1roco. Assim: em contacto directo com a alma do povo!&#8230; E um m\u00eas depois iniciou as suas lides pastorais na aspereza das serras de Cabreiros e de Albergaria das Cabras (hoje Albergaria da Serra).  Isolado, sem electricidade, sem \u00e1gua em casa, sem estradas, sem telefone, o P. Albino temperou o seu car\u00e1cter por entre riban\u00e7as, penhascos e caminhos de cabras, no meio de gente rude que nada tinha a n\u00e3o ser o duro trabalho e um bom cora\u00e7\u00e3o! E viveu feliz onde nada possu\u00eda. Apenas lhe sobrava a paix\u00e3o de servir o povo, e a gra\u00e7a de sentir a voz de Deus na majestade c\u00f3smica da natureza. E a\u00ed dedicou-se logo \u00e0 transmiss\u00e3o da Mensagem do Evangelho, organizando a catequese das crian\u00e7as e criando grupos de jovens, tanto quanto os escassos meios o permitiram.  Em 1963 foi nomeado P\u00e1roco de Milheir\u00f3s de Poiares. A sua primeira preocupa\u00e7\u00e3o foi estudar as orienta\u00e7\u00f5es do Vaticano II, procurando aplic\u00e1-las, o que lhe valeu a fama de \u00abPadre progressista\u00bb. Naquele tempo isso \u00abcheirava\u00bb a pol\u00edtica revolucion\u00e1ria!&#8230; Mas conseguiu conquistar as crian\u00e7as, os jovens e tamb\u00e9m os adultos.  O seu m\u00e9todo pastoral foi sempre o mesmo: Sonhava e criava as iniciativas, incentivava os grupos de paroquianos a assumir responsabilidades, e ficava na penumbra para que eles vivessem as iniciativas como suas, depois de bem preparados. O P. Albino foi sempre uma presen\u00e7a t\u00e3o cont\u00ednua quanto recatada. Em tudo. A participa\u00e7\u00e3o do povo cresceu. Semente que, lan\u00e7ada, se desenvolveu. E aquela comunidade transformou-se numa igreja viva, marcada pela ac\u00e7\u00e3o discreta do P. Albino.  Em 1997 foi nomeado P\u00e1roco da ent\u00e3o vila de Oliveira de Azem\u00e9is. Ali encontrou, na igreja, uma comunidade quase s\u00f3 de idosos. Havia que chamar as crian\u00e7as, cativar os jovens, mas sem deixar de atingir os adultos. Miss\u00e3o a exigir uma quase aventura!&#8230; Come\u00e7ou pela base: as crian\u00e7as. Elas acorreram aos apelos e, com elas, vieram tamb\u00e9m os pais.  E catequistas? O grito, muitas vezes por ele repetido, era este: \u00abTemos 30 catequistas, mas precisamos de 130!\u00bb. Hoje s\u00e3o muito mais! Mas todos os e as catequistas tiveram uma s\u00e9ria e prolongada prepara\u00e7\u00e3o em v\u00e1rios Cursos de Inicia\u00e7\u00e3o e Cursos Complementares. A grande e mais evidente ac\u00e7\u00e3o do P. Albino foi a conquista dos jovens, sobretudo atrav\u00e9s dos c\u00e9lebres Acampamentos. Esta foi a sua grande paix\u00e3o, porque ele sabia que perder um jovem \u00e9 comprometer o futuro da sociedade e da Igreja. Hoje a par\u00f3quia tem um grande n\u00famero de Movimentos e Grupos de trabalho pastoral, social e caritativo, para al\u00e9m de todas as estruturas necess\u00e1rias ao apoio de uma eficaz pastoral.  O P. Albino confessa-se feliz na sua vida de Pastor de almas. Sempre feliz e sorridente. Sem medo de avan\u00e7ar e de deixar que os grupos avancem por seu p\u00e9! A comunidade forma uma fam\u00edlia que o apoia, que admira a sua simplicidade, o seu desprendimento, a sua entrega sem limites a todos. Nunca esta par\u00f3quia realizou tantas obras materiais (Nova Resid\u00eancia, Centro Social Paroquial com suas diversas val\u00eancias, restauro da igreja, e da sua preciosa talha e imagens, do Santu\u00e1rio de N\u00aa Sr\u00aa de La Salette, etc.), mas sempre, e em 1\u00ba lugar, as in\u00fameras iniciativas de ordem espiritual e caritativa que fazem desta par\u00f3quia um modelo de viv\u00eancia crist\u00e3. Na Liturgia, no canto e na vida pr\u00e1tica. Com os colegas tem mantido sempre uma posi\u00e7\u00e3o de respeito, de colabora\u00e7\u00e3o e de defesa do bom-nome de todos. Sempre pronto a ajud\u00e1-los. Mas tamb\u00e9m nenhum lhe regateia ajuda, quando dela precisa. Nos 30 anos \u00e0 frente desta par\u00f3quia, j\u00e1 deixou nela a marca de Pastor que sabe viver a sua miss\u00e3o sacerdotal. O P. Albino de Almeida Fernandes e foi ordenado em 4 de Agosto de 1957. <b>P. Elias da Silva Rocha<\/b> Durante estes meus cinquenta anos de sacerd\u00f3cio cumpri o mandato do Senhor Jesus na \u00faltima ceia, mandato esse que me foi transmitido pelo meu Bispo no dia da minha Ordena\u00e7\u00e3o: Isto \u00e9 o meu Corpo; isto \u00e9 o meu Sangue. Todas as vezes que isto fizerdes, fazei-o em minha mem\u00f3ria. Estou a viver o meu jubileu sacerdotal. Dou gra\u00e7as a Deus por me ter chamado ao sacerd\u00f3cio ministerial. Dou gra\u00e7as e Deus pela minha fidelidade ao seu apelo, recebido do meu bispo no dia da ordena\u00e7\u00e3o. Dou tamb\u00e9m gra\u00e7as a Deus por me ter sentido feliz nesse chamamento. Se me perguntarem por que \u00e9 que sou padre, n\u00e3o sei responder; a voca\u00e7\u00e3o \u00e9 um mist\u00e9rio, por isso inexplic\u00e1vel. O Senhor chamou-me e eu senti-me bem, por isso tenho permanecido durante estes cinquenta anos ao seu servi\u00e7o. P. Elias da Silva Rocha, p\u00e1roco de Pindelo, Oliveira de Azem\u00e9is. O P. Elias Rocha nasceu em 1 de Mar\u00e7o de 1934 e foi ordenado em 4 de Agosto de 1957. <b>P. Joaquim de Oliveira e Silva Sevilha<\/b> Depois da Ordena\u00e7\u00e3o (em 13 de Outubro de 1957), a primeira miss\u00e3o pastoral que me foi confiada foi a de coadjutor em S. Jo\u00e3o da Madeira. Como era costume nesse tempo, ser coadjutor era uma situa\u00e7\u00e3o transit\u00f3ria, esp\u00e9cie de est\u00e1gio junto de um p\u00e1roco experimentado. L\u00e1 passei o ano de 1958 (ano da elei\u00e7\u00e3o do Papa Jo\u00e3o XXIII ) coadjuvando o Rev. P.e Moura de Aguiar nas tarefas pastorais em geral, tendo em particular a fun\u00e7\u00e3o de assistente dos rapazes da JOC. Em 1959 (Janeiro ) assumi o encargo pastoral da par\u00f3quia de Milhundos, onde permaneci tr\u00eas anos. Aqui mantive uma colabora\u00e7\u00e3o continuada num seman\u00e1rio de Penafiel com um coment\u00e1rio do Evangelho de cada Domingo. Dei aten\u00e7\u00e3o particular \u00e0 catequese na par\u00f3quia e colaborei, a n\u00edvel vicarial, na forma\u00e7\u00e3o de catequistas. Da\u00ed, talvez, o ter sido abordado pelo P. Soares Jorge para o coadjuvar no Secretariado Diocesano da Catequese. Acabei por aceitar a nomea\u00e7\u00e3o, deixando ent\u00e3o a par\u00f3quia. Ao mesmo tempo assumi aulas de Religi\u00e3o e Moral no Liceu de Alexandre Herculano no Porto, no ano lectivo de 1961-62, (passando depois para a sec\u00e7\u00e3o de Gaia do mesmo liceu e, mais tarde, para o Liceu Nacional de Vila Nova de Gaia inaugurado em 1966). No Secretariado Diocesano da Catequese (at\u00e9 Setembro de 1964) acompanhei Cursos de Forma\u00e7\u00e3o para Catequistas, onde tamb\u00e9m dei aulas, e colaborei na edi\u00e7\u00e3o da Revista Mensagem. Depois de uma breve passagem pelo Semin\u00e1rio de Vilar, fui nomeado para a Ac\u00e7\u00e3o Cat\u00f3lica, primeiro com Assistente Diocesano da JECF  (desde Outubro de 1966 at\u00e9 1969) e, mais tarde, como Assistente Diocesano da LEC\/MEC durante largos anos.  Ao mesmo tempo, assistente de uma Equipa de Casais de Nossa Senhora desde 1962, acompanhei depois outras duas equipas e v\u00e1rias actividades do Movimento. Colaborei tamb\u00e9m assiduamente nos Cursos de Prepara\u00e7\u00e3o para o Matrim\u00f3nio  at\u00e9 2005. Na condi\u00e7\u00e3o de professor de E.M.R.C (estive 36 anos no ensino at\u00e9 \u00e0 reforma em 1997), estive durante alguns anos (a partir de 1975) a coordenar a Equipa do Secretariado Diocesano do Ensino da Igreja nas Escolas e colaborei na elabora\u00e7\u00e3o de programas e comp\u00eandios para a disciplina. Trabalho presentemente na Secretaria do Tribunal Eclesi\u00e1stico do Porto. <b>P. MANUEL MOREIRA DE PAIVA<\/b> A Par\u00f3quia de S. Ver\u00edssimo de Valbom promove de 28 de Julho a 4 de Agosto a comemora\u00e7\u00e3o das Bodas de Ouro Sacerdotais do seu P\u00e1roco, P. Manuel Moreira de Paiva. No dia 28 de Julho, a partir das 17 h, haver\u00e1 uma exposi\u00e7\u00e3o de trabalhos das crian\u00e7as da Catequese sobre as voca\u00e7\u00f5es sacerdotais com o tema \u201cJesus, o Bom Pastor\u201d, a inaugura\u00e7\u00e3o oficial do Museu S\u00e3o Ver\u00edssimo e Eucaristia, \u00e0s 19 h, animada pelos adolescentes e jovens. No dia 31 de Julho, \u00e0s 21h30 na igreja paroquial, ser\u00e1 apresenta da uma palestra sobre \u201cO minist\u00e9rio sacerdotal\u201d pelo  P. Dr. Jorge Madureira Soares. No dia 1 de Agosto, \u00e0s 21h30 no sal\u00e3o polivalente do Centro Paroquial, o P. Dr. Jos\u00e9 Maia falar\u00e1 sobre \u201cA vertente social da evangeliza\u00e7\u00e3o\u201d. No dia 2 de Agosto, \u00e0s 21h30 na igreja paroquial, haver\u00e1 noite de ora\u00e7\u00e3o pelo P\u00e1roco e pelos ministros ordenados da Igreja com orienta\u00e7\u00e3o da Comunidade Can\u00e7\u00e3o Nova. No dia 4 de Agosto, \u00e0s 16h30 na igreja paroquial, solene concelebra\u00e7\u00e3o com anima\u00e7\u00e3o pelos grupos corais da par\u00f3quia. Ao fim da tarde, no sal\u00e3o polivalente do Centro Paroquial,  b\u00ean\u00e7\u00e3o da primeira pedra da segunda fase do Lar Paroquial. Seguir-se-\u00e1 um jantar com convidados. O P. Manuel Moreira de Paiva \u00e9 p\u00e1roco de Valbom desde 2 de Fevereiro de 1971. Ao longo destes 36 anos promoveu uma not\u00e1vel ac\u00e7\u00e3o na vertente sociocaritativa: Constru\u00e7\u00e3o do Centro Social e Cultural  da Par\u00f3quia de Valbom com diversas val\u00eancias, uma Casa para Deficientes, etc. Reconstruiu e alargou a igreja paroquial e promoveu obras de conserva\u00e7\u00e3o nas capelas que servem de centros de culto. Por sua inciciativa, foi constru\u00edda a actual resid\u00eancia Paroquial, a capela da Ressurrei\u00e7\u00e3o, Salas para Catequese e o Museu S\u00e3o Ver\u00edssimo. Aos outros sacerdotes de quem n\u00e3o pudemos obter por agora o seu testemunho, apresentamos igualmente os votos de continua\u00e7\u00e3o de fecunda actividade pastoral na Igreja diocesana.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nove sacerdotes ordenados no Porto em 1957 completam este ano 50 anos de sacerd\u00f3cio. Dois sacerdotes completam tamb\u00e9m 25 anos da sua ordena\u00e7\u00e3o. Voz Portucalense solicitou a todos eles um testemunho sobre esta efem\u00e9ride da sua vida sacerdotal, e a D. Manuel Clemente solicitou uma mensagem e sauda\u00e7\u00e3o, para ser a presen\u00e7a do Bispo da [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[95,295,127,154,187,206,238,246,267,294],"class_list":["post-26112","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-nacional","tag-accao-catolica","tag-biblia","tag-catequese","tag-crianca","tag-diocese-do-porto","tag-familia","tag-joao-xxiii","tag-liturgia","tag-natal","tag-sacramentos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26112","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=26112"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26112\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=26112"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=26112"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=26112"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}