{"id":25853,"date":"2007-07-11T11:13:43","date_gmt":"2007-07-11T11:13:43","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2007\/07\/11\/quebra-de-nascimentos-atinge-recorde-em-2006\/"},"modified":"2007-07-11T11:13:43","modified_gmt":"2007-07-11T11:13:43","slug":"quebra-de-nascimentos-atinge-recorde-em-2006","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/quebra-de-nascimentos-atinge-recorde-em-2006\/","title":{"rendered":"Quebra de nascimentos atinge recorde em 2006"},"content":{"rendered":"<p>No ano passado, nasceram menos 4.100 beb\u00e9s do que no ano anterior. S\u00e3o os valores mais baixos alguma vez registados nas estat\u00edsticas disponibilizadas pelo INE.   Os indicadores demogr\u00e1ficos foram actualizados a prop\u00f3sito do Dia Mundial da Popula\u00e7\u00e3o, que hoje se assinala.    Segundo o Instituto Nacional de Estat\u00edstica (INE), o \u00edndice sint\u00e9tico de fecundidade apresentava em 2006 o valor mais baixo de sempre, o n\u00famero m\u00e9dio de filhos por mulher em idade f\u00e9rtil caiu de 1,41% para 1,36%.  O contraste regional \u00e9 evidente nos dados disponibilizados pelo INE com o Algarve a apresentar o valor mais elevado 1,7%.  Apresentavam valores superiores ou iguais \u00e0 m\u00e9dia nacional o Grande Porto, Grande Lisboa , as regi\u00f5es do Litoral e regi\u00f5es aut\u00f3nomas da Madeira e A\u00e7ores.  J\u00e1 o valor mais baixo para este indicador foi registado em Alto Tr\u00e1s-os-Montes, com 0,97%.  O per\u00edodo entre 1987- 2006, resume o INE ,caracteriza-se por um adiamento da maternidade a acompanhar o decl\u00ednio da fecundidade, ou seja, as portuguesas t\u00eam menos filhos e mais tarde.  Se no in\u00edcio do per\u00edodo em an\u00e1lise os valores mais elevados das taxas de fecundidade se verificavam nos grupos et\u00e1rios 20-24 e 25-29 anos, nos dois \u00faltimos anos \u00e9 no grupo dos 30-34 anos que esta taxa \u00e9 mais expressiva.  Com o n\u00famero m\u00e9dio de filhos a situar-se nos 1,36, Portugal afasta-se mais da m\u00e9dia europeia, que em 2005 era de 1,52 filhos por mulher f\u00e9rtil.  Apesar dos dados recolhidos pelo instituto, as projec\u00e7\u00f5es de popula\u00e7\u00e3o residente em Portugal entre 2000-2050 apontam para a possibilidade de recupera\u00e7\u00e3o do \u00edndice sint\u00e9tico de fecundidade para valores que venham a situar, em m\u00e9dia, em 1,7% crian\u00e7as por mulher.  Nos pr\u00f3ximos 25 anos, o n\u00famero de idosos poder\u00e1 ultrapassar o dobro do n\u00famero de jovens, confirmando Portugal como um dos pa\u00edses mais envelhecidos do mundo.  Os n\u00fameros apresentados pelo INE n\u00e3o surpreendem a Associa\u00e7\u00e3o Portuguesa de Fam\u00edlias Numerosas, que face ao decl\u00ednio da natalidade para n\u00fameros nunca antes vistos, o INE tem agora de rever as projec\u00e7\u00f5es j\u00e1 realizadas at\u00e9 2050.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No ano passado, nasceram menos 4.100 beb\u00e9s do que no ano anterior. S\u00e3o os valores mais baixos alguma vez registados nas estat\u00edsticas disponibilizadas pelo INE. Os indicadores demogr\u00e1ficos foram actualizados a prop\u00f3sito do Dia Mundial da Popula\u00e7\u00e3o, que hoje se assinala. 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