{"id":25832,"date":"2007-07-10T11:08:37","date_gmt":"2007-07-10T11:08:37","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2007\/07\/10\/respostas-a-questoes-relativas-a-alguns-aspectos-da-doutrina-sobre-a-igreja\/"},"modified":"2007-07-10T11:08:37","modified_gmt":"2007-07-10T11:08:37","slug":"respostas-a-questoes-relativas-a-alguns-aspectos-da-doutrina-sobre-a-igreja","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/respostas-a-questoes-relativas-a-alguns-aspectos-da-doutrina-sobre-a-igreja\/","title":{"rendered":"Respostas a quest\u00f5es relativas a alguns aspectos da doutrina sobre a Igreja"},"content":{"rendered":"<p>Congrega\u00e7\u00e3o para a Doutrina da F\u00e9 <!--more--> <b>Introdu\u00e7\u00e3o<\/b> \u00c9 de todos conhecida a import\u00e2ncia que teve o Conc\u00edlio Vaticano II para um conhecimento mais profundo da eclesiologia cat\u00f3lica, quer com a Constitui\u00e7\u00e3o dogm\u00e1tica Lumen gentium quer com os Decretos sobre o Ecumenismo (Unitatis redintegratio) e sobre as Igrejas Orientais (Orientalium Ecclesiarum). Muito oportunamente, tamb\u00e9m os Sumos Pont\u00edfices acharam por bem aprofundar a quest\u00e3o, atendendo sobretudo \u00e0 sua aplica\u00e7\u00e3o concreta: assim, Paulo VI com a Carta enc\u00edclica Ecclesiam suam (1964) e Jo\u00e3o Paulo II com a Carta enc\u00edclica Ut unum sint (1995).  O sucessivo trabalho dos te\u00f3logos, tendente a ilustrar com maior profundidade os m\u00faltiplos aspectos da eclesiosologia, levou \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de uma vasta literatura na mat\u00e9ria. Mas, se o tema se revelou deveras fecundo, foi tamb\u00e9m necess\u00e1rio proceder a algumas chamadas de aten\u00e7\u00e3o e esclarecimentos, como aconteceu com a Declara\u00e7\u00e3o Mysterium Ecclesiae (1973), a Carta aos Bispos da Igreja Cat\u00f3lica Communionis notio (1992) e a Declara\u00e7\u00e3o Dominus Iesus (2000), todas elas promulgadas pela Congrega\u00e7\u00e3o para a Doutrina da F\u00e9.  A complexidade estrutural do tema, bem como a novidade de muitas afirma\u00e7\u00f5es, continuam a alimentar a reflex\u00e3o teol\u00f3gica, nem sempre imune de desvios geradores de d\u00favidas, a que esta Congrega\u00e7\u00e3o tem prestado sol\u00edcita aten\u00e7\u00e3o. Da\u00ed que, tendo presente a doutrina \u00edntegra e global sobre a Igreja, entendeu ela dar com clareza a genu\u00edna interpreta\u00e7\u00e3o de algumas afirma\u00e7\u00f5es eclesiol\u00f3gicas do Magist\u00e9rio, por forma a que o correcto debate teol\u00f3gico n\u00e3o seja induzido em erro, por motivos de ambiguidade.  <b>Respostas \u00e0s quest\u00f5es<\/b>  Primeira quest\u00e3o: Ter\u00e1 o Conc\u00edlio Ecum\u00e9nico Vaticano II modificado a precedente doutrina sobre a Igreja?  Resposta: O Conc\u00edlio Ecum\u00e9nico Vaticano II n\u00e3o quis modificar essa doutrina nem se deve afirmar que a tenha mudado; apenas quis desenvolv\u00ea-la, aprofund\u00e1-la e exp\u00f4-la com maior fecundidade.  Foi quanto Jo\u00e3o XXIII claramente afirmou no in\u00edcio do Conc\u00edlio (1). Paulo VI repetiu-o (2) e assim se exprimiu no acto de promulga\u00e7\u00e3o da Constitui\u00e7\u00e3o Lumen gentium: &#8220;N\u00e3o pode haver melhor coment\u00e1rio para esta promulga\u00e7\u00e3o do que afirmar que, com ela, a doutrina transmitida n\u00e3o se modifica minimamente. O que Cristo quer, tamb\u00e9m n\u00f3s o queremos. O que era, manteve-se. O que a Igreja ensinou durante s\u00e9culos, tamb\u00e9m n\u00f3s o ensinamos. S\u00f3 que o que antes era percept\u00edvel apenas a n\u00edvel de vida, agora tamb\u00e9m se exprime claramente a n\u00edvel de doutrina; o que at\u00e9 agora era objecto de reflex\u00e3o, de debate e, em parte, at\u00e9 de controv\u00e9rsia, agora tem uma formula\u00e7\u00e3o doutrinal segura&#8221; (3). Tamb\u00e9m os Bispos repetidamente manifestaram e seguiram essa mesma inten\u00e7\u00e3o (4).  Segunda quest\u00e3o: Como deve entender-se a afirma\u00e7\u00e3o de que a Igreja de Cristo subsiste na Igreja cat\u00f3lica?  Resposta: Cristo &#8220;constituiu sobre a terra&#8221; uma \u00fanica Igreja e instituiu-a como &#8220;grupo vis\u00edvel e comunidade espiritual&#8221; (5), que desde a sua origem e no curso da hist\u00f3ria sempre existe e existir\u00e1, e na qual s\u00f3 permaneceram e permanecer\u00e3o todos os elementos por Ele institu\u00eddos (6). &#8220;Esta \u00e9 a \u00fanica Igreja de Cristo, que no S\u00edmbolo professamos como sendo una, santa, cat\u00f3lica e apost\u00f3lica [\u2026]. Esta Igreja, como sociedade constitu\u00edda e organizada neste mundo, subsiste na Igreja Cat\u00f3lica, governada pelo Sucessor de Pedro e pelos Bispos em comunh\u00e3o com ele&#8221; (7).  Na Constitui\u00e7\u00e3o dogm\u00e1tica Lumen gentium (8), subsist\u00eancia \u00e9 esta perene continuidade hist\u00f3rica e a perman\u00eancia de todos os elementos institu\u00eddos por Cristo na Igreja cat\u00f3lica8, na qual concretamente se encontra a Igreja de Cristo sobre esta terra.  Enquanto, segundo a doutrina cat\u00f3lica, \u00e9 correcto afirmar que, nas Igrejas e nas comunidades eclesiais ainda n\u00e3o em plena comunh\u00e3o com a Igreja cat\u00f3lica, a Igreja de Cristo \u00e9 presente e operante atrav\u00e9s dos elementos de santifica\u00e7\u00e3o e de verdade nelas existentes (9), j\u00e1 a palavra &#8220;subsiste&#8221; s\u00f3 pode ser atribu\u00edda exclusivamente \u00e0 \u00fanica Igreja cat\u00f3lica, uma vez que precisamente se refere \u00e0 nota da unidade professada nos s\u00edmbolos da f\u00e9 (Creio\u2026 na Igreja &#8220;una&#8221;), subsistindo esta Igreja &#8220;una&#8221; na Igreja cat\u00f3lica (10).  Terceira quest\u00e3o: Porque se usa a express\u00e3o &#8220;subsiste na&#8221;, e n\u00e3o simplesmente a forma verbal &#8220;\u00e9&#8221;?  Resposta: O uso desta express\u00e3o, que indica a plena identidade da Igreja de Cristo com a Igreja cat\u00f3lica, n\u00e3o altera a doutrina sobre Igreja; encontra, todavia, a sua raz\u00e3o de verdade no facto de exprimir mais claramente como, fora do seu corpo, se encontram &#8220;diversos elementos de santifica\u00e7\u00e3o e de verdade&#8221;, &#8220;que, sendo dons pr\u00f3prios da Igreja de Cristo, impelem para a unidade cat\u00f3lica&#8221; (11).  &#8220;Por isso, as pr\u00f3prias Igrejas e Comunidades separadas, embora pensemos que t\u00eam faltas, n\u00e3o se pode dizer que n\u00e3o tenham peso ou sejam vazias de significado no mist\u00e9rio da salva\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que o Esp\u00edrito se n\u00e3o recusa a servir-se delas como de instrumentos de salva\u00e7\u00e3o, cujo valor deriva da mesma plenitude da gra\u00e7a e da verdade que foi confiada \u00e0 Igreja cat\u00f3lica&#8221; (12).  Quarta quest\u00e3o: Porque \u00e9 que o Conc\u00edlio Ecum\u00e9nico Vaticano II d\u00e1 o nome de &#8220;Igrejas&#8221; \u00e0s Igrejas orientais separadas da plena comunh\u00e3o com a Igreja cat\u00f3lica?  Resposta: O Conc\u00edlio quis aceitar o uso tradicional do nome. &#8220;Como estas Igrejas, embora separadas, t\u00eam verdadeiros sacramentos e sobretudo, em virtude da sucess\u00e3o apost\u00f3lica, o Sacerd\u00f3cio e a Eucaristia, por meio dos quais continuam ainda unidas a n\u00f3s por estreit\u00edssimos v\u00ednculos&#8221; (13), merecem o t\u00edtulo de &#8220;Igrejas particulares ou locais&#8221; (14) , e s\u00e3o chamadas Igrejas irm\u00e3s das Igrejas particulares cat\u00f3licas (15).  &#8220;Por isso, pela celebra\u00e7\u00e3o da Eucaristia do Senhor em cada uma destas Igrejas, a Igreja de Deus \u00e9 edificada e cresce&#8221; (16). Como por\u00e9m a comunh\u00e3o com a Igreja cat\u00f3lica, cuja Cabe\u00e7a vis\u00edvel \u00e9 o Bispo de Roma e Sucessor de Pedro, n\u00e3o \u00e9 um complemento extr\u00ednseco qualquer da Igreja particular, mas um dos seus princ\u00edpios constitutivos internos, a condi\u00e7\u00e3o de Igreja particular, de que gozam essas venerandas Comunidades crist\u00e3s, \u00e9 de certo modo lacunosa (17).  Por outro lado, a plenitude da catolicidade pr\u00f3pria da Igreja, governada pelo Sucessor de Pedro e pelos Bispos em comunh\u00e3o com ele, encontra na divis\u00e3o dos crist\u00e3os um obst\u00e1culo \u00e0 sua realiza\u00e7\u00e3o plena na hist\u00f3ria (18).  Quinta quest\u00e3o: Por que raz\u00e3o os textos do Conc\u00edlio e do subsequente Magist\u00e9rio n\u00e3o atribuem o t\u00edtulo de &#8220;Igreja&#8221; \u00e0s comunidades crist\u00e3s nascidas da Reforma do s\u00e9culo XVI?  Resposta: Porque, segundo a doutrina cat\u00f3lica, tais comunidades n\u00e3o t\u00eam a sucess\u00e3o apost\u00f3lica no sacramento da Ordem e, por isso, est\u00e3o privadas de um elemento essencial constitutivo da Igreja. Ditas comunidades eclesiais que, sobretudo pela falta do sacerd\u00f3cio sacramental, n\u00e3o conservam a genu\u00edna e \u00edntegra subst\u00e2ncia do Mist\u00e9rio eucar\u00edstico (19), n\u00e3o podem, segundo a doutrina cat\u00f3lica, ser chamadas &#8220;Igrejas&#8221; em sentido pr\u00f3prio (20).  O Santo Padre Bento XVI, na Audi\u00eancia concedida ao abaixo-assinado Cardeal Prefeito da Congrega\u00e7\u00e3o para a Doutrina da F\u00e9, ratificou e confirmou estas Respostas, decididas na Sess\u00e3o ordin\u00e1ria desta Congrega\u00e7\u00e3o, mandando que sejam publicadas.  Roma, Sede da Congrega\u00e7\u00e3o para a Doutrina da F\u00e9, 29 de Junho de 2007, Solenidade dos Ap\u00f3stolos S\u00e3o Pedro e S\u00e3o Paulo.  <i>William Cardeal Levada Prefeito  + Angelo Amato, SDB, Arcebispo tit. de Sila Secret\u00e1rio<\/i>  _______________________  1 JO\u00c3O XXIII, Alocu\u00e7\u00e3o de 11 de Outubro de 1962: &#8220;\u2026 o Conc\u00edlio \u2026 quer transmitir uma doutrina cat\u00f3lica \u00edntegra e imut\u00e1vel, n\u00e3o distorcida\u2026Imp\u00f5e-se todavia que, nos dias de hoje, a doutrina crist\u00e3, na sua inteireza e sem mutila\u00e7\u00f5es, seja por todos acolhida com novo entusiasmo e com serena e pac\u00edfica ades\u00e3o \u2026\u00c9 necess\u00e1rio que, como todos os sinceros promotores da realidade crist\u00e3, cat\u00f3lica e apost\u00f3lica veementemente desejam, a mesma doutrina seja conhecida de forma cada vez mais ampla e profunda\u2026 \u00c9 necess\u00e1rio que essa doutrina, certa e imut\u00e1vel, a que \u00e9 devido fiel obs\u00e9quio, seja estudada e exposta em sintonia com as exig\u00eancias do nosso tempo. Uma coisa \u00e9 o pr\u00f3prio depositum fidei, ou seja, as verdades contidas na nossa veneranda tradi\u00e7\u00e3o, e uma outra \u00e9 o modo como s\u00e3o enunciadas, sempre por\u00e9m com os mesmos significado e sentido&#8221;: AAS 54 [1962] 791.792.  2 Cf. PAULO VI, Alocu\u00e7\u00e3o de 29 de Setembro de 1963: AAS 55 [1963] 847-852.  3 PAULO VI, Alocu\u00e7\u00e3o de 21 de Novembro de 1964: AAS 55 [1964] 1009-1010.  4 O Conc\u00edlio quis exprimir a identidade da Igreja de Cristo com a Igreja Cat\u00f3lica. \u00c9 o que se encontra nos debates sobre o Decreto Unitatis redintegratio. O Esquema do Decreto foi apresentado em Aula a 23 de Setembro de 1964 com uma Relatio (Act Syn III\/II 296-344). O Secretariado para a Unidade dos Crist\u00e3os respondia a 10 de Novembro de 1964 aos modos que os Bispos entretanto haviam enviado (Act Syn III\/VII 11-49). Desta Expensio modorum reproduzem-se quatro textos relativos \u00e0 primeira resposta.  A) [In Nr. 1 (Prooemium) Schema Decreti: Act Syn III\/II 296, 3-6]  &#8220;Pag. 5, lin. 3-6: Videtur etiam Ecclesiam catholicam inter illas Communiones comprehendi, quod falsum esset.  R(espondetur): Hic tantum factum, prout ab omnibus conspicitur, describendum est. Postea clare affirmatur solam Ecclesiam catholicam esse veram Ecclesiam Christi&#8221; (Act Syn III\/VII 12).  B) [In Caput I in genere: Act Syn III\/II 297-301]  &#8220;4 \u2013 Expressius dicatur unam solam esse veram Ecclesiam Christi; hanc esse Catholicam Apostolicam Romanam; omnes debere inquirere, ut eam cognoscant et ingrediantur ad salutem obtinendam\u2026  R(espondetur): In toto textu sufficienter effertur, quod postulatur. Ex altera parte non est tacendum etiam in aliis communitatibus christianis inveniri veritates revelatas et elementa ecclesialia&#8221; (Act Syn III\/VII 15). Cf. tamb\u00e9m ibidem n. 5.  C) [In Caput I in genere: Act Syn III\/II 296s]  &#8220;5 \u2013 Clarius dicendum esset veram Ecclesiam esse solam Ecclesiam catholicam romanam\u2026  R(espondetur): Textus supponit doctrinam in constitutione \u2018De Ecclesia\u2019 expositam, ut pag. 5, lin. 24-25 affirmatur (Act Syn III\/VII 15). Portanto, a comiss\u00e3o que deveria pronunciar-se sobre as emendas ao Decreto Unitatis redintegratio exprime claramente a identidade da Igreja de Cristo e da Igreja cat\u00f3lica e a sua unicidade, considerando ter essa doutrina fundamento na Constitui\u00e7\u00e3o dogm\u00e1tica Lumen gentium.  D) [In Nr 2 Schema Decreti: Act Syn III\/II 297s]  &#8220;Pag 6, lin. I-24: Clarius exprimatur unicitas Ecclesiae. Non sufficit inculcare, ut in textu fit, unitatem Ecclesiae.  R(espondetur): a) Ex toto textu clare apparet identificatio Ecclesiae Christi cum Ecclesia Catholica, quamvis, ut opportet, efferantur elementa ecclesialia aliarum communitatum&#8221;.  &#8220;Pag. 7, lin. 5: Ecclesia a successoribus Apostolorum cum Petri successore capite gubernata (cf. novum textum ad pag. 6, lin. 33-34) explicite dicitur \u2018unicus Dei grex\u2019 et lin. 13 \u2018una et unica Dei Ecclesia\u2019&#8221; (Act Syn III\/VII).  Estas duas express\u00f5es encontram-se na Unitatis redintegratio 2.5 e 3.1.  5 Cf. CONC\u00cdLIO ECUM\u00c9NICO VATICANO II, Const. dogm. Lumen gentium, 8.1.  6 Cf. CONC\u00cdLIO ECUM\u00c9NICO VATICANO II, Decr. Unitatis redintegratio, 3.2, 3.4, 3.5, 4.6.  7 CONC\u00cdLIO ECUM\u00c9NICO VATICANO II, Const. dogm. Lumen gentium, 8.2.  8 Cf. CONGREGA\u00c7\u00c3O PARA A DOUTRINA DA F\u00c9, Decl. Mysterium Ecclesiae, 1.1: AAS 65 [1973] 397; Decl. Dominus Iesus, 16.3: AAS 92 [2000-II] 757-758; Notifica\u00e7\u00e3o sobre o livro do P. Leonardo Boff, OFM, &#8220;Igreja: carisma e poder&#8221;: AAS 77 [1985] 758-759.  9 Cf. JO\u00c3O PAULO II, Carta enc. Ut unum sint, 11.3: AAS 87 [1995-II] 928.  10 Cf. CONC\u00cdLIO ECUM\u00c9NICO VATICANO II, Const. dogm. Lumen gentium, 8.2.  11 CONC\u00cdLIO ECUM\u00c9NICO VATICANO II, Const. dogm. Lumen gentium, 8.2.  12 CONC\u00cdLIO ECUM\u00c9NICO VATICANO II, Decr. Unitatis redintegratio, 3.4.  13 Cf. CONC\u00cdLIO ECUM\u00c9NICO VATICANO II, Decr. Unitatis redintegratio, 15.3; cf. CONGREGA\u00c7\u00c3O PARA A DOUTRINA DA F\u00c9, Carta Communionis notio, 17.2: AAS 85 [1993-II] 848.  14 Cf. CONC\u00cdLIO ECUM\u00c9NICO VATICANO II, Decr. Unitatis redintegratio, 14.1.  15 Cf. CONC\u00cdLIO ECUM\u00c9NICO VATICANO II, Decr. Unitatis redintegratio, 14.1; JO\u00c3O PAULO II, Carta enc. Ut unum sint, 56s: AAS 87 [1995-II] 954s.  16 CONC\u00cdLIO ECUM\u00c9NICO VATICANO II, Decr. Unitatis redintegratio, 15.1.  17 Cf. CONGREGA\u00c7\u00c3O PARA A DOUTRINA DA F\u00c9, Carta Communionis notio, 17.3: AAS 85 [1993-II] 849.  18 Cf. CONGREGA\u00c7\u00c3O PARA A DOUTRINA DA F\u00c9, Carta Communionis notio, 17.3: AAS 85 [1993-II] 849.  19 Cf. CONC\u00cdLIO ECUM\u00c9NICO VATICANO II, Decr. Unitatis redintegratio, 22.3.  20 Cf. CONGREGA\u00c7\u00c3O PARA A DOUTRINA DA F\u00c9, Decl. Dominus Iesus, 17.2: AAS 92 [2000-II] 758.  <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Congrega\u00e7\u00e3o para a Doutrina da F\u00e9<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[120,139,144,192,237,238,294],"class_list":["post-25832","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-bento-xvi","tag-communio","tag-concilio-vaticano-ii","tag-ecumenismo","tag-joao-paulo-ii","tag-joao-xxiii","tag-sacramentos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25832","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25832"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25832\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25832"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25832"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25832"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}