{"id":25675,"date":"2007-07-02T15:25:06","date_gmt":"2007-07-02T15:25:06","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2007\/07\/02\/fazer-igreja-em-diferentes-linguas\/"},"modified":"2007-07-02T15:25:06","modified_gmt":"2007-07-02T15:25:06","slug":"fazer-igreja-em-diferentes-linguas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/fazer-igreja-em-diferentes-linguas\/","title":{"rendered":"Fazer Igreja em diferentes l\u00ednguas"},"content":{"rendered":"<p>A Festa dos Povos realizou-se, este fim de semana, na Amora, pelo quinto ano. Uma iniciativa que nasceu da vontade do Bairro Quinta da Princesa, de raiz africana, onde a par\u00f3quia trabalha liturgicamente e onde existe uma comunidade organizada.  A pr\u00f3pria comunidade sentiu o desejo de fazer algo mais. Com a ajuda paroquial a Festa concretizou-se. As v\u00e1rias nacionalidades existentes no Bairro deram o cariz multicultural, conferindo \u00e0 Festa o tema \u201cMuitas riquezas para partilhar\u201d.   De ano para ano, esta iniciativa tem-se transformado em festa. \u201cPouco a pouco a Festa dos Povos tomou propor\u00e7\u00f5es maiores\u201d, explica \u00e0 Ag\u00eancia ECCLESIA o p\u00e1roco da Igreja da Amora, Pedro Granzotto. Em 2006 a celebra\u00e7\u00e3o \u201ccontou j\u00e1 com o apoio da autarquia\u201d.   Uma festa de dois dias que conjugou diversas manifesta\u00e7\u00f5es culturais e recreativas \u201conde as pessoas se exprimiram atrav\u00e9s de c\u00e2nticos e dan\u00e7as, consoante as suas riquezas\u201d.   A pr\u00f3pria celebra\u00e7\u00e3o eucar\u00edstica, \u201cponto alto da festa no Domingo\u201d, foi express\u00e3o da multiculturalidade. O p\u00e1roco de Palmela, de origem cabo verdiana, \u201cjuntou-se tamb\u00e9m a n\u00f3s\u201d. Uma eucaristia animada pela comunidade, com c\u00e2nticos em crioulo e portugu\u00eas. A Festa caminhava para o final e \u201cainda havia pessoas que queriam exprimir-se e o tempo j\u00e1 escasseava\u201d, recorda o Pe. Pedro Granzotto.  As culturas j\u00e1 convivem entre si nos v\u00e1rios bairros da Amora. Vivem lado a lado, \u201ctodos falam o portugu\u00eas, apesar de manterem tamb\u00e9m a sua l\u00edngua de origem\u201d, explica o p\u00e1roco da Amora. Uma vez que a uni\u00e3o j\u00e1 \u00e9 efectiva no dia a dia, a \u201cFesta dos Povos \u00e9 apenas sinal do essencial que j\u00e1 existe\u201d.   A Amora \u00e9 uma cidade situada na margem sul do Tejo, onde residem cerca de 70000 habitantes, na sua grande maioria migrantes oriundos de diversas regi\u00f5es do Pa\u00eds, bem como dos Palop, do Brasil e do Leste europeu.  A par\u00f3quia da Amora tem o cuidado \u201cde acolher toda a gente e de dar espa\u00e7o, principalmente nos momentos mais marcantes, para que as pessoas se possam exprimir e ter lugar\u201d. A par da Festa dos Povos, h\u00e1 tamb\u00e9m o dia dos S\u00e3o Tomenses, ou a Festa de Nossa Senhora Aparecida &#8211; celebrada pelos brasileiros. Os de origem asi\u00e1tica, de Goa, celebram a festa de Nossa Senhora do Perp\u00e9tuo Socorro, \u201cum conjunto de iniciativas que procuramos acompanhar pois fazem parte das suas origens e faz\u00eamo-lo de forma a que a par\u00f3quia os sinta\u201d, explica o Pe. Pedro Granzotto. Momentos que aproximam diferentes culturas e onde se faz igreja em diferentes linguagens.  <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Festa dos Povos realizou-se, este fim de semana, na Amora, pelo quinto ano. 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