{"id":25636,"date":"2007-06-30T11:01:36","date_gmt":"2007-06-30T11:01:36","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2007\/06\/30\/santa-se-explica-carta-de-bento-xvi\/"},"modified":"2007-06-30T11:01:36","modified_gmt":"2007-06-30T11:01:36","slug":"santa-se-explica-carta-de-bento-xvi","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/santa-se-explica-carta-de-bento-xvi\/","title":{"rendered":"Santa S\u00e9 explica carta de Bento XVI"},"content":{"rendered":"<p>Papa mostra uma \u00abpaix\u00e3o pela caridade e pela verdade\u00bb e recorda as grandes linhas do Conc\u00edlio Vaticano II <!--more--> <b>Nota Explicativa<\/b> Com a &#8220;Carta aos Bispos, aos presb\u00edteros, \u00e0s pessoas consagradas e aos fi\u00e9is leigos da Igreja cat\u00f3lica na Rep\u00fablica Popular da China&#8221;, que leva a data do Domingo de Pentecostes, o Papa Bento XVI deseja manifestar o seu amor e a sua cercania aos cat\u00f3licos que est\u00e3o na China. O faz, sem d\u00favida, como Sucessor de Pedro e Pastor Universal da Igreja.  Do texto despontam dois pensamentos fundamentais: de um lado, um profundo afeto por toda a comunidade cat\u00f3lica na China e, de outro, uma ardente fidelidade pelos grandes valores da tradi\u00e7\u00e3o cat\u00f3lica no campo eclesiol\u00f3gico; portanto, uma paix\u00e3o pela caridade e pela verdade. O Papa recorda as grandes linhas eclesiol\u00f3gicas do Conc\u00edlio Vaticano II e da tradi\u00e7\u00e3o cat\u00f3lica mas, ao mesmo tempo, leva em considera\u00e7\u00e3o aspectos particulares da vida da Igreja na China, situando-os numa ampla vis\u00e3o teol\u00f3gica.  A &#8211; A Igreja na China nos \u00faltimos 50 anos  A comunidade cat\u00f3lica na China viveu intensamente estes \u00faltimos 50 anos, enfrentando um caminho dif\u00edcil e doloroso, que n\u00e3o s\u00f3 a marcou profundamente, mas a fez assumir caracter\u00edsticas peculiares que ainda hoje a distinguem.  A comunidade cat\u00f3lica sofreu uma primeira persegui\u00e7\u00e3o nos anos \u201950, que viu a expuls\u00e3o dos Bispos e dos mission\u00e1rios estrangeiros, a pris\u00e3o de quase todos os eclesi\u00e1sticos chineses e dos respons\u00e1veis pelos v\u00e1rios movimentos de leigos, o fechamento das igrejas e o isolamento dos fi\u00e9is. Posteriormente, no fim do anos \u201950, foram criados organismos estatais como o Departamento para os Assuntos Religiosos e a Associa\u00e7\u00e3o Patri\u00f3tica dos Cat\u00f3licos Chineses, com a finalidade de guiar e &#8220;controlar&#8221; qualquer atividade religiosa. Em 1958 tiveram lugar as primeiras duas ordena\u00e7\u00f5es episcopais sem o mandato papal, dando in\u00edcio a uma longa s\u00e9rie de gestos que ferem profundamente a comunh\u00e3o eclesial.  No dec\u00eanio 1966-1976, a Revolu\u00e7\u00e3o Cultural, que acontecia em todo o Pa\u00eds, envolveu a comunidade cat\u00f3lica, atingindo tamb\u00e9m aqueles Bispos, sacerdotes e fi\u00e9is leigos que se tinham demonstrado mais dispon\u00edveis com as novas disposi\u00e7\u00f5es impostas pelas Autoridades do Governo.  Nos anos \u201980, com as aberturas promovidas por Deng Xiaoping, iniciou um per\u00edodo de toler\u00e2ncia religiosa com certa possibilidade de movimento e de di\u00e1logo, que permitiu a reabertura das igrejas, dos semin\u00e1rios e de casas religiosas, e um certo rein\u00edcio da vida comunit\u00e1ria. As informa\u00e7\u00f5es, que provinham das comunidades eclesiais, confirmavam que, uma vez mais, o sangue dos m\u00e1rtires era a semente de novos crist\u00e3os: a f\u00e9 tinha permanecido viva nas comunidades, a maioria dos cat\u00f3licos tinha dado um f\u00e9rvido testemunho de fidelidade a Cristo e \u00e0 Igreja, o interior das fam\u00edlias se transformou no sulco da transmiss\u00e3o da f\u00e9. Por\u00e9m, o novo clima n\u00e3o deixou de suscitar distintas rea\u00e7\u00f5es no seio das comunidades cat\u00f3licas.  A este respeito, o Papa lembra que alguns Pastores, &#8220;n\u00e3o querendo submeter-se a um controlo indevido, exercido sobre a vida da Igreja, e desejosos de manter uma plena fidelidade ao Sucessor de Pedro e \u00e0 doutrina cat\u00f3lica, viram-se obrigados a fazer-se consagrar clandestinamente&#8221; para garantir um servi\u00e7o pastoral \u00e0s pr\u00f3prias comunidades (n. 8). De facto, &#8220;a clandestinidade&#8221; &#8211; especifica o Santo Padre &#8211; &#8220;n\u00e3o pertence \u00e0 normalidade da vida da Igreja, e a hist\u00f3ria mostra que Pastores e fi\u00e9is a ela recorrem somente no \u00e1rduo desejo de manter \u00edntegra a pr\u00f3pria f\u00e9 e de n\u00e3o aceitar inger\u00eancias de organismos estatais no que se refere \u00e0 vida \u00edntima da Igreja.&#8221; (Ib.).  Outros, preocupados sobretudo pelo bem dos fi\u00e9is e visando o futuro, &#8220;aceitaram receber a ordena\u00e7\u00e3o episcopal sem o mandato pontif\u00edcio mas, depois, pediram de poder ser acolhidos na comunh\u00e3o com o Sucessor de Pedro e com os demais Irm\u00e3os no episcopado&#8221; (ib.) . O Papa, considerando a complexidade da situa\u00e7\u00e3o e profundamente desejoso de favorecer o restabelecimento da uma plena comunh\u00e3o, concedeu a muitos deles &#8220;o pleno e leg\u00edtimo exerc\u00edcio da jurisdi\u00e7\u00e3o episcopal&#8221;.  Analisando com aten\u00e7\u00e3o a situa\u00e7\u00e3o da Igreja na China, Bento XVI sabe que, de facto, a comunidade sofre intimamente por uma situa\u00e7\u00e3o de fortes contrastes, na qual v\u00ea implicados fi\u00e9is e Pastores. Por\u00e9m, ele destaca que esta dolorosa situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o foi provocada por diferentes posi\u00e7\u00f5es doutrinais, mas pelo fruto do &#8220;papel significativo desempenhado por organismos, que se impuseram como principais respons\u00e1veis pela vida da comunidade cat\u00f3lica&#8221; (n. 7). Trata-se de organismos, cujas finalidades declaradas, especialmente a de actuar os princ\u00edpios de independ\u00eancia, autogoverno e autogest\u00e3o, n\u00e3o s\u00e3o concili\u00e1veis com a doutrina cat\u00f3lica. Esta interfer\u00eancia deu lugar a situa\u00e7\u00f5es realmente preocupantes. Al\u00e9m disso, os Bispos e os sacerdotes sentiam-se muitos controlados e cerceados no exerc\u00edcio do pr\u00f3prio of\u00edcio pastoral.  Nos anos \u201990, de v\u00e1rias partes e com sempre maior frequ\u00eancia, Bispos e sacerdotes solicitaram \u00e0 Congrega\u00e7\u00e3o para a Evangeliza\u00e7\u00e3o dos Povos e \u00e0 Secretaria de Estado poder receber da Santa S\u00e9 indica\u00e7\u00f5es concretas de comportamento relativas a certos problemas da vida eclesial na China. Muitos pediam qual seria a atitude que deveriam assumir diante do Governo e dos organismos estatais, prepostos \u00e0 vida da Igreja. Outros pedidos relacionavam-se a quest\u00f5es estritamente sacramentais, como a possibilidade de concelebrar com Bispos que tinham sido ordenados sem mandato pontif\u00edcio ou de receber os Sacramentos de sacerdotes, ordenados por aqueles Bispos. Alguns sectores da comunidade cat\u00f3lica, enfim, achavam-se desorientados diante da legitima\u00e7\u00e3o de numerosos Bispos, que tinham sido consagrados ilicitamente.  Al\u00e9m disso, a lei sobre a regista\u00e7\u00e3o dos lugares de culto e o pedido do Estado de um certificado de perten\u00e7a \u00e0 Associa\u00e7\u00e3o Patri\u00f3tica suscitaram novas tens\u00f5es e d\u00favidas.  Durante aqueles anos o Papa Jo\u00e3o Paulo II dirigiu v\u00e1rias vezes \u00e0 Igreja que est\u00e1 na China mensagens e apelos que convidavam todos os cat\u00f3licos \u00e0 unidade e \u00e0 reconcilia\u00e7\u00e3o. As mensagens do Santo Padre foram bem acolhidas, criando um ardente desejo de unidade, mas as tens\u00f5es com as Autoridades e dentro da comunidade cat\u00f3lica infelizmente n\u00e3o diminu\u00edram.  Por sua vez, a Santa S\u00e9 deu indica\u00e7\u00f5es acerca de v\u00e1rios problemas mas, depois de certo tempo, ao surgirem novas situa\u00e7\u00f5es sempre mais complexas, era for\u00e7oso reconsiderar toda a mat\u00e9ria, com a finalidade de oferecer uma resposta, a mais precisa poss\u00edvel, sobre os pedidos e de proporcionar orienta\u00e7\u00f5es seguras para a actividade pastoral nos anos vindouros.  B &#8211; Iter hist\u00f3rico da Carta Pontif\u00edcia  Os numerosos problemas, que parecem incidir mais de perto na vida da Igreja na China durante estes \u00faltimos anos, foram ampla e atentamente analisados por uma Comiss\u00e3o especial, constitu\u00edda por alguns sin\u00f3logos e por aqueles que, na C\u00faria Romana, seguem a situa\u00e7\u00e3o daquela comunidade. Posteriormente, quando o Papa Bento XVI decidiu convocar, nos dias 19-20 de Janeiro de 2007, uma Reuni\u00e3o da qual participaram v\u00e1rios eclesi\u00e1sticos inclusive chineses, a sobredita Comiss\u00e3o encarregou-se de preparar um documento destinado a favorecer um amplo debate sobre v\u00e1rios pontos, de recolher indica\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas dos participantes e de sugerir algumas poss\u00edveis orienta\u00e7\u00f5es teol\u00f3gico-pastorais para a Comunidade cat\u00f3lica na China. Sua Santidade, que de bom grado participou na \u00faltima sess\u00e3o da Reuni\u00e3o, decidiu, entre outros assuntos, dirigir uma Sua Carta aos Bispos, aos presb\u00edteros, \u00e0s pessoas consagradas e aos fi\u00e9is leigos.  C &#8211; Conte\u00fado da Carta  \u00abSem pretender tratar detalhadamente dos complexos problemas por v\u00f3s bem conhecidos\u00bb, escreve Bento XVI aos cat\u00f3licos chineses, \u00abcom esta Carta quero oferecer-vos algumas orienta\u00e7\u00f5es relacionadas com a vida da Igreja e com a obra de evangeliza\u00e7\u00e3o na China, para ajudar-vos a descobrir o que Jesus Cristo, Senhor e Mestre, quer de v\u00f3s\u00bb (n. 2). O Papa ressalta alguns princ\u00edpios fundamentais da eclesiologia cat\u00f3lica para iluminar os problemas mais importantes, ciente de que a elucida\u00e7\u00e3o de tais princ\u00edpios poder\u00e1 ajudar a enfrentar as v\u00e1rias quest\u00f5es e os aspectos mais concretos da vida da comunidade cat\u00f3lica.  Ao exprimir grande alegria pela fidelidade demonstrada, nestes \u00faltimos cinq\u00fcenta anos, pelos cat\u00f3licos na China, Bento XVI volta a afirmar o valor inestim\u00e1vel do sofrimento e das persegui\u00e7\u00f5es padecidas por causa do Evangelho, dirigindo a todos um fervoroso apelo em prol da unidade e da reconcilia\u00e7\u00e3o. Ciente do fato de que a plena reconcilia\u00e7\u00e3o \u00abn\u00e3o poder\u00e1 acontecer de um dia para o outro\u00bb, Ele lembra que este caminho \u00e9 \u00absustentado pelo exemplo e pela ora\u00e7\u00e3o de tantas &#8220;testemunhas da f\u00e9&#8221; que sofreram e perdoaram, oferecendo suas vidas pelo futuro da Igreja cat\u00f3lica na China\u00bb (n. 6).  Neste contexto, continua sendo v\u00e1lida a palavra de Jesus \u00abDuc in altum (Lc 5,4). \u00c9 uma palavra que \u00abnos convida a lembrar com gratid\u00e3o o passado, a viver com paix\u00e3o o presente e abrir-nos com confian\u00e7a ao futuro\u00bb. De fato, na China, como no resto do mundo, \u00aba Igreja \u00e9 chamada a ser testemunha de Cristo, a olhar para frente com esperan\u00e7a e defrontar-se &#8211; no an\u00fancio do Evangelho &#8211; com os novos desafios que o Povo chin\u00eas deve enfrentar\u00bb (n. 3). \u00abTamb\u00e9m no vosso Pa\u00eds\u00bb, lembra o Papa, \u00abo an\u00fancio de Cristo crucificado e ressuscitado ser\u00e1 poss\u00edvel na medida em que com fidelidade ao Evangelho, na comunh\u00e3o com o Sucessor de Pedro e com a Igreja universal, sabereis realizar os sinais do amor e da unidade\u00bb (ib.).  Ao enfrentar alguns problemas mais urgentes, apresentados com os pedidos encaminhados \u00e0 Santa S\u00e9 por parte dos Bispos e dos sacerdotes, Bento XVI oferece indica\u00e7\u00f5es acerca do reconhecimento de eclesi\u00e1sticos da comunidade clandestina por parte das Autoridades governativas (cf.n. 8), especialmente quanto \u00e0 nomea\u00e7\u00e3o dos Bispos (n. 9). Al\u00e9m disso, adquirem um significado particular as orienta\u00e7\u00f5es pastorais que o Santo Padre faz para as comunidades, ressaltando primeiramente a figura e a miss\u00e3o do Bispo na comunidade diocesana: &#8220;nada sem o Bispo&#8221;. Oferece, tamb\u00e9m, indica\u00e7\u00f5es para a concelebra\u00e7\u00e3o eucar\u00edstica e convida a criar os organismos diocesanos, previstos pelas normas can\u00f4nicas. N\u00e3o deixa de dar indica\u00e7\u00f5es sobre a forma\u00e7\u00e3o dos presb\u00edteros e a vida da fam\u00edlia.  Quanto \u00e0s rela\u00e7\u00f5es da comunidade cat\u00f3lica com o Estado, com um esp\u00edrito sereno e de respeito, Bento XVI lembra a doutrina cat\u00f3lica que o Conc\u00edlio Vaticano II voltou a propor. Mais: exprime o sincero desejo de que prossiga o di\u00e1logo entre a Santa S\u00e9 o Governo chin\u00eas, a fim de poder chegar a um acordo sobre a nomea\u00e7\u00e3o dos Bispos, ao pleno exerc\u00edcio da f\u00e9 dos cat\u00f3licos mediante o respeito de uma aut\u00eantica liberdade religiosa e \u00e0 normaliza\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es das rela\u00e7\u00f5es entre a Santa S\u00e9 e o Governo de Pequim.  O Papa, enfim, revoga todas as Faculdades e Diretrizes de ordem pastoral, passadas e recentes, que foram concedidas pela Santa S\u00e9 para a Igreja na China. As novas circunst\u00e2ncias da situa\u00e7\u00e3o geral da Igreja na China e as maiores possibilidades de comunica\u00e7\u00e3o j\u00e1 permitem aos cat\u00f3licos de seguir as normas can\u00f3nicas gerais e, conforme for, de recorrer \u00e0 S\u00e9 Apost\u00f3lica. Em qualquer caso, os princ\u00edpios doutrinais, que inspiravam as sobreditas Faculdades e Diretrizes, possuem agora nova aplica\u00e7\u00e3o nas diretrizes contidas nesta Carta (cf. n.18).  D &#8211; Teor e perspectivas da Carta  Bento XVI, com sentido sobrenatural e com uma linguagem eminentemente pastoral, se dirige a toda a Igreja que est\u00e1 na China. A sua inten\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 a de criar situa\u00e7\u00f5es de atrito com pessoas e com grupos particulares: ele, mesmo pondo em evid\u00eancia certas situa\u00e7\u00f5es cr\u00edticas, o faz com muita compreens\u00e3o devido aos aspectos contingentes e pelas pessoas envolvidas, apesar de recordar com extrema clareza os princ\u00edpios teol\u00f3gicos. O Papa deseja convidar a Igreja a uma mais profunda fidelidade a Jesus Cristo, lembrando a todos os cat\u00f3licos chineses a miss\u00e3o de ser evangelizadores no actual contexto concreto do seu Pa\u00eds. O Santo Padre observa com respeito e com profunda simpatia a hist\u00f3ria antiga e recente do grande Povo chin\u00eas e renova, uma vez mais, a disponibilidade para dialogar com as autoridades chinesas, ciente de que a normaliza\u00e7\u00e3o da vida da Igreja na China pressup\u00f5e um di\u00e1logo franco, aberto e construtivo com as Autoridades. Bento XVI, assim como o seu Predecessor, Jo\u00e3o Paulo II, est\u00e1 tamb\u00e9m firmemente convencido de que tal normaliza\u00e7\u00e3o oferecer\u00e1 uma inigual\u00e1vel contribui\u00e7\u00e3o para a paz no mundo, criando assim um marco insubstitu\u00edvel no grande mosaico da conviv\u00eancia pac\u00edfica entre os povos.  <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Papa mostra uma \u00abpaix\u00e3o pela caridade e pela verdade\u00bb e recorda as grandes linhas do Conc\u00edlio Vaticano II<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[120,144,206,237,294,297],"class_list":["post-25636","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-bento-xvi","tag-concilio-vaticano-ii","tag-familia","tag-joao-paulo-ii","tag-sacramentos","tag-santa-se"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25636","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25636"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25636\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25636"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25636"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25636"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}