{"id":2538,"date":"2006-04-03T14:44:19","date_gmt":"2006-04-03T14:44:19","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/04\/03\/nota-da-vigararia-geral-da-arquidiocese-de-braga-sobre-os-casamentos\/"},"modified":"2006-04-03T14:44:19","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:19","slug":"nota-da-vigararia-geral-da-arquidiocese-de-braga-sobre-os-casamentos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/nota-da-vigararia-geral-da-arquidiocese-de-braga-sobre-os-casamentos\/","title":{"rendered":"Nota da Vigararia Geral da Arquidiocese de Braga Sobre os Casamentos"},"content":{"rendered":"<p>O matrim\u00f3nio e a fam\u00edlia que dele surge constituem um dos bens mais preciosos da humanidade. Assim o reconhece a f\u00e9 crist\u00e3 como dom de Deus. Do matrim\u00f3nio depende em grande parte a felicidade e o bem estar das pessoas, da fam\u00edlia, da sociedade e da Igreja. O dia do casamento \u00e9 sempre um momento grande na vida e na hist\u00f3ria das pessoas  noivos, familiares e amigos  que merece e exige ser celebrado de modo festivo e digno. Para os crist\u00e3os n\u00e3o \u00e9 algo meramente mundano. T\u00eam a consci\u00eancia de celebrar um mist\u00e9rio de amor cheio de riqueza e de beleza humanas e divinas. Por isso o fazem diante de Deus e da Sua Igreja reunida em celebra\u00e7\u00e3o lit\u00fargica. Acontece que hoje a sociedade procura maneiras de conferir novidade aos acontecimentos de car\u00e1cter social ou religioso. Mudando as circunst\u00e2ncias pretende-se dar-lhes solenidade atrav\u00e9s do recurso a meios que n\u00e3o existiam no passado.  \u00c9 salutar este caminhar com a hist\u00f3ria desde que tudo seja enquadrado no seu contexto e o Sagrado n\u00e3o seja desvirtuado do seu verdadeiro significado. Reconhecemos que a f\u00e9 pode e deve ser experimentada em todos os lugares mas sabemos que os lugares e ambientes facilitam ou dificultam a sua interioridade e viv\u00eancia.  Concretamente, verifica-se que vai avan\u00e7ando e ganhando terreno a ideia da celebra\u00e7\u00e3o dos Sacramentos, e particularmente dos matrim\u00f3nios, em Capelas particulares &#8211; sempre diminutas para acolher e enquadrar os participantes na celebra\u00e7\u00e3o  e noutros espa\u00e7os integrados em empreendimentos tur\u00edsticos, em quintas ou locais para o efeito preparados. Foi esta quest\u00e3o objecto de estudo durante o ano 2002, em reuni\u00e3o do Conselho Presbiteral. Mais tarde, toda a Prov\u00edncia Eclesi\u00e1stica de Braga, tomando em conta as an\u00e1lises e os estudos feitos sobre estas celebra\u00e7\u00f5es, acolheu a ideia da sua n\u00e3o conveni\u00eancia.  A nossa Igreja Diocesana que vai fazendo, ao longo dos tempos, diversas e espec\u00edficas conforma\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas de harmonia com as exig\u00eancias do tempo, sente a obriga\u00e7\u00e3o de, tamb\u00e9m aqui, determinar, pastoralmente, o que lhe parece melhor. Assim, e depois de serem ouvidos os Reverendos Arciprestes, determina-se que:   1\u00ba &#8211; Os p\u00e1rocos informem os noivos sobre a n\u00e3o conveni\u00eancia e a proibi\u00e7\u00e3o da celebra\u00e7\u00e3o do casamento religioso nestes lugares, dum modo geral. 2\u00ba &#8211; A prepara\u00e7\u00e3o dos casamentos cat\u00f3licos dever\u00e1 ser devidamente acompanhada, em princ\u00edpio, pelo p\u00e1roco da nubente. Em devido tempo, dever\u00e1 saber-se quem \u00e9 o sacerdote que vai presidir \u00e0 celebra\u00e7\u00e3o, assim como de todos os intervenientes na mesma (leitores, grupo coral, c\u00e2nticos de harmonia com a nossa Nota Pastoral, fot\u00f3grafos&#8230;), para que a celebra\u00e7\u00e3o religiosa seja digna e o casamento, de direito e de facto, um casamento cat\u00f3lico. 3\u00ba &#8211; A celebra\u00e7\u00e3o dever\u00e1 decorrer nas igrejas paroquiais, que s\u00e3o sempre o local aconselh\u00e1vel, a n\u00e3o ser que s\u00e9rias raz\u00f5es dos nubentes sugiram outras escolhas. Sabemos que a festa de conv\u00edvio e de confraterniza\u00e7\u00e3o dos amigos e familiares, neste acto de extraordin\u00e1ria import\u00e2ncia para a Igreja e para a sociedade, \u00e9 tamb\u00e9m acontecimento marcante para os noivos, mas deve decorrer em local diferente e separado daquele em que decorreu a celebra\u00e7\u00e3o do Sacramento.  4\u00ba &#8211; Evocando a alegria das Bodas de Can\u00e1, n\u00e3o pretende esta nota pastoral, de modo algum, desgostar ningu\u00e9m mas firmemente reconduzir a celebra\u00e7\u00e3o matrimonial para os locais e circunst\u00e2ncias que lhe s\u00e3o devidas. Com a diferencia\u00e7\u00e3o e as condi\u00e7\u00f5es ideais que as igrejas proporcionam para o Sacramento, assim melhor se exprime o car\u00e1cter cat\u00f3lico do matrim\u00f3nio aumentando-lhe o seu aspecto festivo.  Braga, 28 de Setembro de 2003  C\u00f3n. Dr Valdemar Gon\u00e7alves, Vig\u00e1rio Geral<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O matrim\u00f3nio e a fam\u00edlia que dele surge constituem um dos bens mais preciosos da humanidade. Assim o reconhece a f\u00e9 crist\u00e3 como dom de Deus. Do matrim\u00f3nio depende em grande parte a felicidade e o bem estar das pessoas, da fam\u00edlia, da sociedade e da Igreja. 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