{"id":25289,"date":"2007-06-12T11:14:11","date_gmt":"2007-06-12T11:14:11","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2007\/06\/12\/diocese-de-santarem-atenta-as-festas-religiosas\/"},"modified":"2007-06-12T11:14:11","modified_gmt":"2007-06-12T11:14:11","slug":"diocese-de-santarem-atenta-as-festas-religiosas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/diocese-de-santarem-atenta-as-festas-religiosas\/","title":{"rendered":"Diocese de Santar\u00e9m atenta \u00e0s festas religiosas"},"content":{"rendered":"<p>D. Manuel Pelino defende abertura \u00e0s manifesta\u00e7\u00f5es de uma cultura popular que tem uma matriz crist\u00e3 <!--more--> A Diocese de Santar\u00e9m tem estado particularmente activa no que diz respeito \u00e0 valoriza\u00e7\u00e3o das tradi\u00e7\u00f5es religiosas. A Igreja reuniu recentemente as comiss\u00f5es de festas religiosas, &#8220;que ainda s\u00e3o bastantes&#8221;. D. Manuel Pelino regista que &#8220;estas manifesta\u00e7\u00f5es continuam a existir mas s\u00e3o, cada vez mais, festas civis que religiosas&#8221;, mas a matriz crist\u00e3 leva a que o &#8220;povo adira mais&#8221;. A Igreja tem de ser &#8220;muito acolhedora&#8221; neste campo e n\u00e3o classificar &#8220;logo \u00e0 partida como paganismo&#8221;. Esta religiosidade manifesta uma abertura ao &#8220;religioso&#8221; e \u00e9 uma cultura popular que &#8220;tem uma matriz crist\u00e3&#8221;.  O Bispo de Santar\u00e9m rejeita portanto a ruptura, mas tamb\u00e9m a confus\u00e3o que se pode estabelecer, devendo por isso haver &#8220;uma coer\u00eancia entre a festa em honra de um padroeiro e os seus elementos da festa&#8221;. Da parte das Comiss\u00f5es deve sim, &#8220;haver uma liga\u00e7\u00e3o maior com a par\u00f3quia&#8221;, revelando \u00e0 Ag\u00eancia ECCLESIA a exist\u00eancia de comiss\u00f5es &#8220;completamente \u00e0 margem da proposta da Igreja&#8221;.  D. Manuel Pelino n\u00e3o nota, de qualquer forma, &#8220;resist\u00eancia ao esclarecimento dos elementos e da import\u00e2ncia dos conceitos religiosos&#8221;, dando conta que &#8220;\u00e0s vezes falta conhecimento, porque quando explicado, as comiss\u00f5es aceitam os crit\u00e9rios crist\u00e3os&#8221;. Estes podem ser momentos de evangeliza\u00e7\u00e3o. Muitas pessoas &#8220;t\u00eam ainda uma f\u00e9 pouco esclarecida, mais pr\u00f3xima de um sentimento do que de uma convic\u00e7\u00e3o&#8221;, aponta o Bispo de Santar\u00e9m, que d\u00e1 conta que &#8220;em algumas par\u00f3quias estas manifesta\u00e7\u00f5es de religiosidade popular podem ser a express\u00e3o mais importante da sua f\u00e9&#8221;. Por isso &#8220;n\u00e3o se pode negar que seja uma manifesta\u00e7\u00e3o de f\u00e9&#8221;, sublinhando no entanto, n\u00e3o ser &#8220;uma f\u00e9 esclarecida&#8221;, mas de &#8220;uma religiosidade natural, que devemos acolher, purificar e evangelizar&#8221;.  O estere\u00f3tipo de considerar que estas manifesta\u00e7\u00f5es apenas ganham terreno junto de popula\u00e7\u00f5es menos esclarecidas &#8220;n\u00e3o \u00e9 verdade porque mesmo junto de camadas acad\u00e9micas s\u00e3o tamb\u00e9m tocadas por estas manifesta\u00e7\u00f5es, abrindo assim caminho para a f\u00e9&#8221;.  A religiosidade popular tem, por isso, o &#8220;seu lugar, se forem acolhidas e esclarecidas&#8221;, desenvolvendo depois &#8220;um certo itiner\u00e1rio&#8221;, de forma a que n\u00e3o se fique no rito, mas &#8220;perceber o significado que esse rito tem&#8221;, dando assim &#8220;coer\u00eancia e unidade \u00e0s festas religiosas&#8221;.  No trabalho j\u00e1 realizado conta-se um encontro com mais de 100 membros das Irmandades\/Confrarias da Diocese, em Fevereiro de 2006. Na altura, D.Manuel Pelino indicou que &#8220;a espiritualidade, \u00e9, verdadeiramente, a alma das Confrarias. Qualquer actividade, desde o cuidar da beleza e dignidade da Liturgia, at\u00e9 ao estar atenta \u00e0s dificuldades dos Irm\u00e3os, exige vida interior, vida de ora\u00e7\u00e3o. Os pr\u00f3prios actos externos, como a Prociss\u00e3o, mostram a transcend\u00eancia da vida humana. S\u00e3o representa\u00e7\u00e3o do mundo invis\u00edvel da F\u00e9&#8221;. Mais recentemente, no passado m\u00eas de Maio, cerca de 80 membros das Comiss\u00f5es de Festas Religiosas (ou dos Organismos Paroquiais), reuniram-se com D. Manuel Pelino, tendo sido sublinhado que &#8220;a pr\u00f3pria parte cultural, numa Festa Religiosa, exige ser executada de uma forma digna e tamb\u00e9m, n\u00e3o ser t\u00e3o onerosa economicamente, que crie o risco de acabar com a pr\u00f3pria Festa&#8221;. Logo que seja poss\u00edvel, ir\u00e3o ser emanadas algumas orienta\u00e7\u00f5es para ajudar as Comiss\u00f5es das Festas Religiosas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>D. 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