{"id":252284,"date":"2022-09-06T12:01:49","date_gmt":"2022-09-06T11:01:49","guid":{"rendered":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/?p=252284"},"modified":"2022-09-06T12:01:49","modified_gmt":"2022-09-06T11:01:49","slug":"relatorio-sinodal-desafio-a-discernir-e-praticar-juntos-a-renovacao-eclesial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/relatorio-sinodal-desafio-a-discernir-e-praticar-juntos-a-renovacao-eclesial\/","title":{"rendered":"Relat\u00f3rio sinodal: desafio a discernir e praticar juntos a renova\u00e7\u00e3o eclesial"},"content":{"rendered":"<p><em>Padre Jorge Guarda, Diocese de Leiria-F\u00e1tima<\/em><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/padre-jorge-guarda.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignright wp-image-177645 size-medium\" src=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/padre-jorge-guarda-390x260.jpg\" alt=\"\" width=\"390\" height=\"260\" srcset=\"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/padre-jorge-guarda-390x260.jpg 390w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/padre-jorge-guarda-768x512.jpg 768w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/padre-jorge-guarda-480x320.jpg 480w, https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/padre-jorge-guarda.jpg 900w\" sizes=\"(max-width: 390px) 100vw, 390px\" \/><\/a>O Relat\u00f3rio com os resultados da escuta sinodal em Portugal foi recentemente publicado pela Confer\u00eancia Episcopal. Suscitou apre\u00e7o em certos sectores da sociedade e perplexidade nalgumas sensibilidades da Igreja, como transpareceu numa pergunta no final do Simp\u00f3sio do Clero, em F\u00e1tima, e em tomadas de posi\u00e7\u00e3o com eco na comunica\u00e7\u00e3o social. Desconfio que n\u00e3o foram muitos os que se deram ao trabalho de ler o documento na sua \u00edntegra. Numa conversa em que algu\u00e9m me falava da sua impress\u00e3o negativa a partir das not\u00edcias da comunica\u00e7\u00e3o social, recomendei-lhe que lesse o Relat\u00f3rio. Depois de o fazer, disse-me que, afinal, se revia nele e que era \u201cbem melhor\u201d do que as not\u00edcias faziam crer. E enviou mensagem nesse sentido a quem lhe falara tamb\u00e9m com perplexidade relativamente ao documento.<\/p>\n<p>Que se pode dizer do retrato que o Relat\u00f3rio faz da Igreja em Portugal e que desafios nos apresenta? O que nele li fez-me lembrar as \u201ccartas \u00e0s sete Igrejas\u201d do Livro do Apocalipse (cap\u00edtulos 2 e 3). Nelas, Jesus ressuscitado apresenta a sua vis\u00e3o sobre 7 Igrejas. Elogia o bem e fervor que nelas encontra, censura afrouxamentos e desvios e aponta os caminhos de renova\u00e7\u00e3o. \u00c0 Igreja de Laodiceia, por exemplo, censura-a por se ter tornado morna, n\u00e3o sendo fria nem quente, e de se julgar rica, sem nada lhe faltar, n\u00e3o se dando conta de ser uma \u201cinfeliz, miser\u00e1vel, pobre, cega e nua\u201d. Aconselha-a ent\u00e3o a virar-se para o Ressuscitado para lhe comprar \u201couro purificado no fogo\u201d e vestes novas e o seu olhar ser curado. Revela-lhe que est\u00e1 \u00e0 porta e bate, convidando-a a abri-la para que Ele entre em sua casa e se sente \u00e0 mesa para cear com ela (cf Ap 3, 14-20). N\u00e3o s\u00e3o meigas as palavras do Senhor na censura, mas s\u00e3o cheias de vigor, ternura e esperan\u00e7a no convite \u00e0 escuta, convers\u00e3o e mudan\u00e7a e na promessa de as Igrejas se tornarem vencedoras como Ele e de estar com ela no seu Reino. A exorta\u00e7\u00e3o do Senhor ressuscitado termina com as palavras: \u00abQuem tem ouvidos, ou\u00e7a o que o Esp\u00edrito diz \u00e0s igrejas\u00bb (Ap 3, 22).<\/p>\n<p>Quem ler com aten\u00e7\u00e3o o Relat\u00f3rio na \u00edntegra (e n\u00e3o somente as not\u00edcias sobre ele), encontra o eco de como foi acolhido, organizado e vivido o processo de consulta nas variadas inst\u00e2ncias da Igreja em Portugal, com o entusiasmo e esperan\u00e7a que suscitou, mas tamb\u00e9m com as resist\u00eancias e descren\u00e7as com que foi recebido. Depois, vem a vis\u00e3o do estado atual da Igreja que transparece dos dados recolhidos. O retrato salienta mais os tra\u00e7os negativos e as insatisfa\u00e7\u00f5es do que a beleza do rosto, o fogo ardente do cora\u00e7\u00e3o e as boas obras da Igreja. E \u00e9 isto que acaba por transparecer na comunica\u00e7\u00e3o social. Por fim, na terceira parte, o documento tra\u00e7a a vis\u00e3o da Igreja desejada por quem participou no processo, as exig\u00eancias de renova\u00e7\u00e3o e os desafios que hoje lhe s\u00e3o feitos para realizar frutuosamente a sua miss\u00e3o no mundo. Vejo nele tra\u00e7os prof\u00e9ticos que inquietam, interpelam, requerendo discernimento e mudan\u00e7a de mentalidade e de atitudes. Exigem, no entanto, que se procure l\u00ea-lo \u00e0 luz do Esp\u00edrito<\/p>\n<p>Santo, para tentar identificar o que Ele quer dizer \u00e0 Igreja e os passos que inspira a dar, n\u00e3o tanto para acertar o passo com o mundo e se adaptar a ele, mas para ser nele luz iluminadora e fermento transformador que, com as suas boas obras e santidade, ela manifeste a gl\u00f3ria de Deus, contribua para a fraternidade universal entre os homens e atraia os homens para Ele.<\/p>\n<p>Que desafios traz \u00e0 Igreja em Portugal este relat\u00f3rio? Saliento quatro.<\/p>\n<p>1. Continuar o discernimento juntos. Contrariamente ao que por vezes parece, o processo sinodal, no que a n\u00f3s diz respeito, n\u00e3o termina com a recolha dos resultados da escuta e o seu envio para Roma, ficando depois \u00e0 espera que aconte\u00e7am as outras dimens\u00f5es da caminhada, a celebra\u00e7\u00e3o do S\u00ednodo dos Bispos e as decis\u00f5es que, na sequ\u00eancia dele, o Santo Padre torne p\u00fablicas para a vida e pr\u00e1tica de toda a Igreja. O desejo do Papa Francisco \u00e9 que o estilo sinodal se torne a forma de ser e agir na Igreja. Por isso, nas v\u00e1rias inst\u00e2ncias eclesiais, a escuta m\u00fatua e o discernimento juntos deve continuar, de modo a perceber-se os passos a dar, segundo a inspira\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito Santo. O mencionado relat\u00f3rio \u00e9 um instrumento a retomar, mas n\u00e3o menos as conclus\u00f5es de cada grupo, par\u00f3quia, movimento eclesial, congrega\u00e7\u00e3o religiosa ou diocese. O nosso caminho sinodal continua, sem interrup\u00e7\u00e3o nem alheamento do que se passa noutros \u00e2mbitos da Igreja. O esfor\u00e7o de escuta e discernimento dever\u00e1 continuar a fazer-se no \u00e2mbito pastoral ordin\u00e1rio das comunidades crist\u00e3s, nos seus variados n\u00edveis, sob pena de perdermos as inspira\u00e7\u00f5es, os impulsos e os dons com que o Esp\u00edrito Santos acompanha e enriquece a Igreja na sua vida e miss\u00e3o temporal.<\/p>\n<p>2. Envolver todos os membros da Igreja. Algu\u00e9m pode pensar que os reparos, exig\u00eancias e desafios do Relat\u00f3rio \u00e0 Igreja se dirijam aos seus pastores e \u00e0queles que com eles colaboram mais de perto. Mas n\u00e3o \u00e9 assim. N\u00e3o a vemos a Igreja fora ou distante de n\u00f3s, pois ela toca-nos a todos n\u00f3s. A Igreja sou tamb\u00e9m eu, dever\u00e1 pensar e sentir cada fiel. O que ali se diz da Igreja envolve todos, mesmo que nela haja responsabilidades diversificadas. As insatisfa\u00e7\u00f5es, defeitos, incoer\u00eancias, falhas\u2026 mas tamb\u00e9m as virtudes, as boas obras e servi\u00e7os tamb\u00e9m me dizem respeito a mim, singularmente ou na minha responsabilidade ministerial, \u00e0 minha comunidade, movimento, servi\u00e7o ou diocese. N\u00e3o posso, portanto, deixar de sentir dirigido tamb\u00e9m a mim tudo o que no documento se diz da Igreja. Por isso, as interpela\u00e7\u00f5es e desafios para a renova\u00e7\u00e3o da Igreja tocam-nos tamb\u00e9m a n\u00f3s, qualquer que seja o lugar e a responsabilidade que nela ocupemos.<\/p>\n<p>3. A renova\u00e7\u00e3o come\u00e7a em mim. Ser\u00e1 tenta\u00e7\u00e3o ficar parado \u00e0 espera das orienta\u00e7\u00f5es que h\u00e3o de vir para toda a Igreja no final do processo sinodal. Essas ser\u00e3o bem-vindas e dever\u00e3o ser acolhidas e obedecidas por todos, \u00e9 certo. Mas \u00e9 preciso que eu comece a fazer a renova\u00e7\u00e3o desde j\u00e1, no que depende de mim. Observamos como o Papa Francisco age: vai tomando iniciativas e fazendo inova\u00e7\u00f5es pouco a pouco. O mesmo deve fazer cada um de n\u00f3s, a come\u00e7ar pela convers\u00e3o de mentalidade e de atitudes que este processo implica. O passo que agora posso dar \u00e9 importante que n\u00e3o espere<\/p>\n<p>para o dar. Do mesmo modo se deve fazer nas iniciativas que cada grupo, comunidade e diocese deve ter. Se assim se agir, quando vierem orienta\u00e7\u00f5es do Santo Padre, \u00e9 muito prov\u00e1vel que nos sintamos em sintonia e que algo j\u00e1 esteja a acontecer no tecido eclesial da base. \u00c9 o discernimento bem feito que nos permite dar passos certos no caminho pessoal de crist\u00e3o e das comunidades para avan\u00e7ar na renova\u00e7\u00e3o. O Relat\u00f3rio d\u00e1-nos muito pano para mangas neste sentido. Devemos, no entanto, faz\u00ea-lo juntos, segundo Deus e n\u00e3o somente segundo o nosso talento, com sentido de comunh\u00e3o eclesial, agindo inspirados e impelidos pelo Esp\u00edrito e n\u00e3o procurando protagonismo e popularidade.<\/p>\n<p>4. O fim da Igreja \u00e9 mission\u00e1rio. O Relat\u00f3rio refere que o processo em curso visa \u201cajudar a passar de uma Igreja exageradamente centrada na autoridade e a\u00e7\u00e3o do clero para uma Igreja sinodal e mission\u00e1ria, na comunh\u00e3o e participa\u00e7\u00e3o ativa de todos os seus membros.\u201d A Igreja existe para testemunhar e oferecer a todos, ao longe e perto, o Evangelho do amor e da miseric\u00f3rdia de Deus revelado por Jesus. Esta miss\u00e3o envolve cada crist\u00e3o, na diversidade das suas voca\u00e7\u00f5es, e todas as comunidades eclesiais. Dever\u00e3o faz\u00ea-lo de modo inovador e n\u00e3o repetindo simplesmente \u201co que sempre se fez\u201d, pensando que se n\u00e3o der frutos \u00e9 porque os \u201cdestinat\u00e1rios\u201d n\u00e3o deram ouvidos. \u00c9 significativa e plenamente atual a vis\u00e3o e a consci\u00eancia que a Igreja tem da sua miss\u00e3o, proclamada na Constitui\u00e7\u00e3o dogm\u00e1tica sobre a Igreja do Conc\u00edlio Vaticano II: reconhece que Cristo \u00e9 a luz dos povos e que esta luz resplandece no rosto da Igreja. Esta, unida a Cristo, \u00e9 sinal e instrumento \u201cda \u00edntima uni\u00e3o com Deus e da unidade de todo o g\u00e9nero humano\u201d. \u00c9 seu empenho que \u201cos homens todos, hoje mais estreitamente ligados uns aos outros, pelos diversos la\u00e7os sociais, t\u00e9cnicos e culturais, alcancem tamb\u00e9m a plena unidade em Cristo\u201d (LG 1). Este desafio, que se pode exprimir tamb\u00e9m pela express\u00e3o fraternidade universal, implica que a Igreja saia ao encontro dos homens, caminhe, escute, dialogue e colabore com eles, dando testemunho com respeito e amor da f\u00e9 e esperan\u00e7a que lhe v\u00eam de Jesus Cristo morto e ressuscitado. O testemunho da Igreja ser\u00e1 cativante se nela pr\u00f3pria se viver a fraternidade crist\u00e3 entre os seus membros. Tamb\u00e9m a rela\u00e7\u00e3o da Igreja com o mundo tem que ser sinodal, ou seja, de abertura, partilha de dons e inquieta\u00e7\u00f5es, procura da verdade e da justi\u00e7a juntos. V\u00e3o neste sentido os novos caminhos da miss\u00e3o.<\/p>\n<p>Em conclus\u00e3o, como disse D. Jos\u00e9 Ornelas no final do Simp\u00f3sio do Clero, em resposta \u00e0 pergunta acima referida, o Relat\u00f3rio da CEP \u00e9 um instrumento para continuar a caminhada e o discernimento nos diferentes n\u00edveis da vida da Igreja no nosso pa\u00eds. O processo e o caminho est\u00e3o apenas no inicio. Avancemos com confian\u00e7a guiados e animados pelo Esp\u00edrito Santo e n\u00e3o nos deixemos parar pelo cansa\u00e7o, desalento ou retardar dos frutos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Padre Jorge Guarda, Diocese de Leiria-F\u00e1tima<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":177645,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[10],"tags":[],"class_list":["post-252284","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-opiniao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/252284","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=252284"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/252284\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/177645"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=252284"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=252284"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=252284"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}