{"id":24789,"date":"2007-05-17T14:48:28","date_gmt":"2007-05-17T14:48:28","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2007\/05\/17\/cristo-rei-celebra-48-anos\/"},"modified":"2007-05-17T14:48:28","modified_gmt":"2007-05-17T14:48:28","slug":"cristo-rei-celebra-48-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/cristo-rei-celebra-48-anos\/","title":{"rendered":"Cristo-Rei celebra 48 anos"},"content":{"rendered":"<p>O Santu\u00e1rio do Cristo-Rei, em Almada, assinala hoje o seu 48.\u00ba anivers\u00e1rio com uma s\u00e9rie de iniciativas, entre as quais a inaugura\u00e7\u00e3o da exposi\u00e7\u00e3o de pintura da autoria do Arquitecto Jo\u00e3o de Sousa Ara\u00fajo e do espa\u00e7o no exterior onde ser\u00e1 colocada a Cruz Alta, que estava no Santu\u00e1rio de F\u00e1tima.  Como lembrou um documento da CEP, em 2003, a ideia de erigir em Lisboa um Monumento a Cristo-Rei surgiu quando, em Setembro de 1934, D. Manuel Gon\u00e7alves Cerejeira, Cardeal Patriarca de Lisboa, visitou o Monumento erguido a Cristo no alto do Corcovado, sobre o Rio de Janeiro. De regresso a Portugal, D. Manuel Gon\u00e7alves Cerejeira apresentou essa ideia a diversas entidades, tendo a proposta granjeado, desde logo, significativos apoios. Em Julho de 1936, o Cardeal Patriarca prop\u00f4s aos Bispos portugueses reunidos em Coimbra para a Festa da Rainha Santa a constru\u00e7\u00e3o do Monumento. Na Pastoral colectiva da Quaresma de 1937, os Bispos aprovaram oficialmente a ideia.   Come\u00e7ou, logo a seguir, a propaganda para a recolha do dinheiro necess\u00e1rio \u00e0 constru\u00e7\u00e3o da obra, que levou a um empenho, durante anos a fio, de cat\u00f3licos empenhados de Norte a Sul do pa\u00eds. Em diversos documentos surgidos nos finais da d\u00e9cada de 30, os Bispos portugueses recomendavam aos seus diocesanos a ora\u00e7\u00e3o e a generosidade para que o Monumento n\u00e3o demorasse a erguer-se.   O in\u00edcio da II Guerra Mundial, se bem que tenha tornado mais dif\u00edcil a recolha de donativos, veio, por outro lado, criar mais um motivo para construir o Monumento. Diante da trag\u00e9dia que ensanguentava o mundo, os Bispos portugueses fizeram, em 20 de Abril de 1940, a solene promessa de erguerem a Est\u00e1tua, se Portugal fosse poupado aos horrores da guerra.   Em Junho de 1941 comprou-se o local onde havia de erguer-se o Monumento. A ideia do Patriarca de Lisboa ia, a pouco e pouco, ganhando forma. J\u00e1 depois de terminada a Segunda Guerra Mundial, numa Pastoral Colectiva publicada a 18 de Janeiro de 1946, os Bispos portugueses reafirmavam a inten\u00e7\u00e3o de levar por diante o projecto de dotar a cidade de Lisboa de um Monumento a Cristo-Rei.  As dilig\u00eancias para a erec\u00e7\u00e3o do Monumento continuaram nos anos seguintes, com persist\u00eancia e entusiasmo, apesar de os donativos chegarem com lentid\u00e3o.  Em Novembro de 1948 foi apresentado ao Patriarca de Lisboa o modelo de Monumento, da autoria do arquitecto Ant\u00f3nio Lino. No dia 18 de Dezembro de 1949, foi lan\u00e7ada a primeira pedra do Monumento que o Cardeal Patriarca de Lisboa solenemente benzeu. Entretanto, o escultor Mestre Francisco Franco era encarregado, em Agosto de 1950, de fazer o modelo da est\u00e1tua e o engenheiro D. Francisco de Mello e Castro fazia os c\u00e1lculos.  A escassez de recursos econ\u00f3micos constitu\u00eda uma dificuldade sempre presente; contudo, a boa vontade e o sacrif\u00edcio dos fi\u00e9is fez com que, a pouco e pouco, a obra fosse ganhando forma. No final de 1956, o pedestal estava conclu\u00eddo e, no decurso de 1957 e 1958 moldava-se e fundia-se a imagem de Cristo.  No dia 17 de Maio de 1959, o Monumento foi inaugurado, na presen\u00e7a de todos os Bispos portugueses. Com a cria\u00e7\u00e3o da Diocese de Set\u00fabal, o Monumento ficou situado na nova Diocese.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Santu\u00e1rio do Cristo-Rei, em Almada, assinala hoje o seu 48.\u00ba anivers\u00e1rio com uma s\u00e9rie de iniciativas, entre as quais a inaugura\u00e7\u00e3o da exposi\u00e7\u00e3o de pintura da autoria do Arquitecto Jo\u00e3o de Sousa Ara\u00fajo e do espa\u00e7o no exterior onde ser\u00e1 colocada a Cruz Alta, que estava no Santu\u00e1rio de F\u00e1tima. 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