{"id":24695,"date":"2007-05-14T12:32:51","date_gmt":"2007-05-14T12:32:51","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2007\/05\/14\/voluntariado-marca-para-a-vida\/"},"modified":"2007-05-14T12:32:51","modified_gmt":"2007-05-14T12:32:51","slug":"voluntariado-marca-para-a-vida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/voluntariado-marca-para-a-vida\/","title":{"rendered":"Voluntariado, marca para a vida"},"content":{"rendered":"<p>Partir por um m\u00eas, por um ano, voltar a Portugal e continuar em terras lusas a fazer voluntariado. Esta \u00e9 uma realidade sobre a qual Ricardo Perna, da Funda\u00e7\u00e3o Evangeliza\u00e7\u00e3o e Cultura &#8211; FEC -, reconhece n\u00e3o haver dados. O factor pessoal \u00e9 determinante nesta escolha de dar ou n\u00e3o continuidade a um projecto de voluntariado, porque a experi\u00eancia pode n\u00e3o correr bem, \u201cpode ser apenas encarada como um pequeno per\u00edodo da sua vida\u201d, exemplifica. \u201cMas h\u00e1 de tudo um pouco\u201d e em n\u00famero \u201csuficiente para garantir o funcionamento das ONG\u2019s\u201d.  O voluntariado \u00e9 encarado como um momento da vida \u201cque pode passar ou n\u00e3o\u201d, dependendo das motiva\u00e7\u00f5es e da vida pessoal. Apesar deste quadro, \u201cexiste uma maior sensibilidade hoje para as quest\u00f5es do voluntariado e da coopera\u00e7\u00e3o\u201d, uma identifica\u00e7\u00e3o com as \u201cnecessidades de quem sofre\u201d, seja dentro ou fora das fronteiras portuguesas.  Por isso mesmo, a Plataforma Portuguesa das Organiza\u00e7\u00f5es N\u00e3o Governamentais para o Desenvolvimento &#8211; ONGD -, \u00e9 solicitada para sess\u00f5es de apresenta\u00e7\u00e3o acerca do voluntariado de coopera\u00e7\u00e3o, que engloba voluntariado mission\u00e1rio, ajuda de emerg\u00eancia, voluntariado empresarial. A sess\u00e3o tem o objectivo de apresentar \u00e0s pessoas o que existe e a capacidade de respostas, para que com informa\u00e7\u00e3o \u201cas pessoas possam optar de acordo com a \u00e1rea e contactar directamente as ONGD\u201d.  A primeira sess\u00e3o de apresenta\u00e7\u00e3o decorreu em Outubro passado, em Lisboa. Agora, rumaram a Coimbra para dar resposta \u00e0s solicita\u00e7\u00f5es e d\u00favidas que surgem quanto ao voluntariado para a coopera\u00e7\u00e3o. Chegar onde haja pessoas \u201cvocacionadas\u201d para viver esta experi\u00eancia, independentemente da dura\u00e7\u00e3o. \u201cA voca\u00e7\u00e3o relaciona-se intimamente com as motiva\u00e7\u00f5es pessoais\u201d, surgindo sempre \u201cde um apelo interior\u201d e de uma motiva\u00e7\u00e3o de \u201csolidariedade\u201d, explica Ricardo Perna, representante da FEC na sess\u00e3o.  A organiza\u00e7\u00e3o reconhece a \u201cmuita vontade em fazer voluntariado\u201d, mas pouco conhecimento do que \u00e9 preciso, \u201cnomeadamente acerca do tempo de prepara\u00e7\u00e3o e forma\u00e7\u00e3o\u201d, espec\u00edfica de cada organiza\u00e7\u00e3o e projecto.  Essencial nas apresenta\u00e7\u00f5es \u00e9 dar voz pessoal aos projectos e iniciativas. Em Coimbra os testemunhos centraram-se na apresenta\u00e7\u00e3o das diferentes \u00e1reas do voluntariado para a coopera\u00e7\u00e3o entre eles a ajuda humanit\u00e1ria de emerg\u00eancia, as experi\u00eancias de voluntariado \u201cque v\u00e3o desde um m\u00eas a dois anos\u201d, o voluntariado entre adultos e tamb\u00e9m o voluntariado empresarial.   Na cidade dos estudantes a \u201cades\u00e3o n\u00e3o correu conforme o esperado\u201d. O p\u00fablico estudantil, \u201cmaior campo onde o voluntariado ganha eco\u201d, mostrou-se \u201caqu\u00e9m do esperado\u201d. Mas o entusiasmo n\u00e3o esmoreceu com o n\u00famero de participantes na sess\u00e3o. No final do encontro uma feira do voluntariado permitia obter informa\u00e7\u00f5es mais detalhadas junto, precisamente, das ONGD.   Recorde-se que a Plataforma Portuguesa das ONGD re\u00fane cerca de 50 organiza\u00e7\u00f5es portuguesas que apoiam o desenvolvimento. Em 2005, a plataforma constitui um grupo de voluntariado, a que a FEC pertence e onde participam tamb\u00e9m diversas institui\u00e7\u00f5es que trabalham em \u00e1reas diferentes do voluntariado, entre elas a OIKOS, os Leigos para o Desenvolvimento, M\u00e9dicos do Mundo e Sol Sem Fronteiras.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Partir por um m\u00eas, por um ano, voltar a Portugal e continuar em terras lusas a fazer voluntariado. Esta \u00e9 uma realidade sobre a qual Ricardo Perna, da Funda\u00e7\u00e3o Evangeliza\u00e7\u00e3o e Cultura &#8211; FEC -, reconhece n\u00e3o haver dados. 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