{"id":24491,"date":"2007-05-04T15:25:33","date_gmt":"2007-05-04T15:25:33","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2007\/05\/04\/dia-da-mae-2\/"},"modified":"2007-05-04T15:25:33","modified_gmt":"2007-05-04T15:25:33","slug":"dia-da-mae-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/dia-da-mae-2\/","title":{"rendered":"Dia da M\u00e3e"},"content":{"rendered":"<p>Nunca est\u00e1 tudo dito, apesar do muito que se tem escrito e reflectido, sobre o papel da M\u00e3e na Fam\u00edlia e na Sociedade. H\u00e1, por\u00e9m uma palavra que nunca est\u00e1 deslocada quando se fala da nossa M\u00e3e. Uma palavra bem simples mas que encerra um sentimento que anda um pouco arredio e esquecido de muitos filhos: Obrigado(a)! Obrigado(a) por nos ter acolhido no seu ventre e aceite como um dom, um presente, de vida e para a vida; Obrigado(a) por ter passado tantos dias e noites ocupada connosco. Em beb\u00e9s, jovens e mesmo j\u00e1 adultos; Obrigado(a) por tantas e tantas ren\u00fancias que fez e faz cada m\u00e3e para que nada nos falte, mesmo com imenso sacrif\u00edcio pessoal; Obrigado(a) por toda a vida, aten\u00e7\u00e3o, escuta e entrega, minuto a minuto, hora a hora ou dia a dia, sem olhar aos nossos defeitos ou imperfei\u00e7\u00f5es; Obrigado(a) por tudo e por sempre cada m\u00e3e, ainda viva ou j\u00e1 do outro lado da vida, d\u00e1 e continuar\u00e1 a dar a cada filho. De facto neste dia, em que celebramos a M\u00e3e, a palavra mais simples e mais significativa tem de ser, sem d\u00favida um Obrigado(a)! Neste dia, sem d\u00favida, para l\u00e1 dos presentes, \u00e9 a nossa presen\u00e7a amorosa que a M\u00e3e merece e espera. O Amor \u00e9 assim como o de cada M\u00e3e pelos seus filhos: desinteressado, tolerante e acolhedor.  Sinto cada vez mais\u2026  Sinto  cada vez mais A tua aus\u00eancia, M\u00e3e!  Consola-me a f\u00e9 De que n\u00e3o me abandonaste. Est\u00e1s a\u00ed, n\u00e3o sei bem onde, A olhar por mim E continuas a n\u00e3o te aborreceres Com os meus pedidos Ou a solicitar-te opini\u00e3o Quando a indecis\u00e3o Me pinta a alma de cinzento  Sinto  cada vez mais A tua aus\u00eancia, M\u00e3e!  Este t\u00e3o longe onde agora moras E te afasta de mim Dilacera-me o cora\u00e7\u00e3o. Queria-te ao meu lado Queria que contasses a meus netos Aquelas hist\u00f3rias que eu j\u00e1 sabia de cor E que n\u00e3o consigo repetir Nem contar com o amor Que tu lhe punhas!&#8230;  Sinto  cada vez mais A tua aus\u00eancia, M\u00e3e!  Quando penso em ti (E fa\u00e7o-o todos os dias) Lembras-me uma vela Que toda a vida deu luz At\u00e9 que te apagaste Indo brilhar l\u00e1 do alto De outro jeito Num longe para onde mudaste.  Sinto  cada vez mais A tua aus\u00eancia, M\u00e3e!   <i>Carlos Aguiar Gomes<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nunca est\u00e1 tudo dito, apesar do muito que se tem escrito e reflectido, sobre o papel da M\u00e3e na Fam\u00edlia e na Sociedade. H\u00e1, por\u00e9m uma palavra que nunca est\u00e1 deslocada quando se fala da nossa M\u00e3e. 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