{"id":24115,"date":"2007-04-16T17:17:08","date_gmt":"2007-04-16T17:17:08","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2007\/04\/16\/musica-ajuda-projecto-missionario-em-angola\/"},"modified":"2007-04-16T17:17:08","modified_gmt":"2007-04-16T17:17:08","slug":"musica-ajuda-projecto-missionario-em-angola","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/musica-ajuda-projecto-missionario-em-angola\/","title":{"rendered":"M\u00fasica ajuda projecto mission\u00e1rio em Angola"},"content":{"rendered":"<p>Espect\u00e1culo de Lu\u00eds Represas angaria fundos para diocese geminada de Leiria &#8211; F\u00e1tima <!--more--> Um espect\u00e1culo de solidariedade, promovido pelo Grupo Mission\u00e1rio Diocesano de Leiria-F\u00e1tima Ondjoyetu, juntou f\u00e3s de Lu\u00eds Represas, mas tamb\u00e9m muitos que quiseram ajudar a diocese de Sumbe, em Angola. Esta diocese conta com a ajuda de volunt\u00e1rios mission\u00e1rios que, no princ\u00edpio por per\u00edodos de dois meses no Ver\u00e3o e agora de uma forma mais prolongada, ajudam a popula\u00e7\u00e3o a ter melhores condi\u00e7\u00f5es de vida.  Esta \u00e9 a aposta do grupo mission\u00e1rio de Leiria-F\u00e1tima, que tem lutado bastante para conseguir subs\u00eddios de forma a dar continuidade a este projecto, que agora d\u00e1 os primeiros passos de gemina\u00e7\u00e3o com a diocese de Sumbe. Por isso Ana Rute Santos  do Grupo Mission\u00e1rio de Leiria-F\u00e1tima, n\u00e3o hesita em afirmar que ter um artista como Lu\u00eds Represas \u00e9 garantia de um excelente espect\u00e1culo, mas tamb\u00e9m uma forma de quem assiste ao espect\u00e1culo \u201cajudar simultaneamente uma causa\u201d.  As receitas s\u00e3o exclusivamente para a miss\u00e3o, onde esta jovem este durante dois meses em 2004, a desenvolver um trabalho na \u00e1rea da educa\u00e7\u00e3o, uma vez que \u00e9 professora. Para al\u00e9m do contacto social, \u201cpartilhamos a vida das pessoas\u201d, uma conviv\u00eancia \u201cdif\u00edcil de traduzir por palavras\u201d, dada a riqueza de tudo o que por terras africanas se faz. O apelo de ajudar n\u00e3o se esgota em quem vai. \u201cQuem esteve l\u00e1 sente a necessidade de angariar estes fundos e \u00e9 fant\u00e1stico perceber que h\u00e1 muita gente aqui, que n\u00e3o os conhece e que nunca ir\u00e1 a Angola mas que est\u00e1 pronto a ajud\u00e1-los\u201d, sublinha Ana Rute Santos.   Este entusiasmo tem chegado a mais jovens, facto que tem contribu\u00eddo para o crescimento do grupo. \u201cEste trabalho atingiu aquilo que h\u00e1 muito esper\u00e1vamos, que \u00e9 a gemina\u00e7\u00e3o\u201d. Por altura da assinatura do protocolo, partiu a primeira equipa permanente com destino ao Gungo, uma regi\u00e3o martirizada pela guerra. \u201cO objectivo da gemina\u00e7\u00e3o \u00e9 estar durante 10 anos em perman\u00eancia com os volunt\u00e1rios leigos e sacerdotes que possam exercer voluntariado\u201d, garante a volunt\u00e1ria. Mas o trabalho n\u00e3o se esgota em Angola. Tamb\u00e9m na sua diocese o grupo desenvolve trabalho.   Lu\u00eds Represas destaca a \u201cjusti\u00e7a e a capacidade de interven\u00e7\u00e3o\u201d deste projecto. O cantor manifesta-se sens\u00edvel \u00e0 obra dos mission\u00e1rios e neste caso, \u201csendo uma obra que se destina a Angola, sabendo n\u00f3s as dificuldades que este povo atravessa h\u00e1 muitos anos, obviamente n\u00e3o podia deixar de responder a este apelo, percebendo que estamos com uma organiza\u00e7\u00e3o eficaz e que as receitas v\u00e3o chegar aos seus destinat\u00e1rios\u201d.  Sinal dos novos tempos em que se regista uma mudan\u00e7a dos mission\u00e1rios de \u00abbatina branca\u00bb para jovens que tiram tempo do seu tempo para ir \u201c\u00e9 um bom sinal, pois os jovens v\u00e3o sendo cada vez mais solid\u00e1rios e cada vez mais desprendidos e percebem que o mundo que os rodeia \u00e9 muito diferente do mundo l\u00e1 de casa\u201d, destaca Lu\u00eds Represas.   O trabalho em Angola \u201cvai correndo bem\u201d, afirma o Padre V\u00edtor Mira, respons\u00e1vel pelo grupo. Mant\u00eam uma casa no Sumbe, sendo esta a prioridade dos primeiros meses, uma vez que a miss\u00e3o do Gungo, \u201c\u00e9 uma zona isolada de dif\u00edcil acesso que n\u00e3o conta com condi\u00e7\u00f5es de perman\u00eancia\u201d.   Em Angola o Pe. V\u00edtor Mira destaca \u201co bom relacionamento do projecto com as autoridades civis e religiosas\u201d, sendo este fruto de uma caminhada longa de seis anos. \u201cHouve um amadurecimento que passou tamb\u00e9m por um conhecimento das autoridades civis e do consentimento do bispo da diocese\u201d, sublinha, destacando que \u201csentimos apoio e condi\u00e7\u00f5es para caminhar. Para a popula\u00e7\u00e3o do Gungo \u00e9 uma grande alegria e motivo de esperan\u00e7a para a melhoria das suas condi\u00e7\u00f5es de vida\u201d.  O Bispo do Sumbe, D. Benedito Roberto, manifesta um grande reconhecimento pelo trabalho desenvolvido. \u201cA obra tem crescido e podemos ver j\u00e1 as tarefas mission\u00e1rias\u201d, num registo de solidariedade e familiaridade, que \u201ca assinatura do protocolo foi apenas o culminar de uma caminhada\u201d, pois os projectos s\u00e3o mais do que ajuda financeira mas tamb\u00e9m \u201cprojecto de pastoral e de miss\u00e3o\u201d. Trabalho reconhecido tamb\u00e9m pelas autoridades civis que D. Benedito Roberto pode perceber quando apresentou o projecto.   \u201cQuando o baptismo \u00e9 compreendido na sua ess\u00eancia ele naturalmente se abre \u00e0 miss\u00e3o\u201d, destaca o Bispo de Sumbe referindo-se \u201c\u00e0 coragem da op\u00e7\u00e3o de se abrir para uma miss\u00e3o que tamb\u00e9m \u00e9 importante para a pr\u00f3pria diocese de Leiria-F\u00e1tima, porque quem d\u00e1 recebe\u201d.  <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Espect\u00e1culo de Lu\u00eds Represas angaria fundos para diocese geminada de Leiria &#8211; F\u00e1tima<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[106,177,193,207,314,329],"class_list":["post-24115","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-nacional","tag-angola","tag-diocese-de-leiria-fatima","tag-educacao","tag-fatima","tag-solidariedade","tag-voluntariado"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24115","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=24115"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24115\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=24115"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=24115"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=24115"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}