{"id":23988,"date":"2007-04-10T15:50:41","date_gmt":"2007-04-10T15:50:41","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2007\/04\/10\/deus-serve-se-de-nos-para-mostrar-as-pessoas-quanto-ama-os-pobres\/"},"modified":"2007-04-10T15:50:41","modified_gmt":"2007-04-10T15:50:41","slug":"deus-serve-se-de-nos-para-mostrar-as-pessoas-quanto-ama-os-pobres","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/deus-serve-se-de-nos-para-mostrar-as-pessoas-quanto-ama-os-pobres\/","title":{"rendered":"Deus serve-se de n\u00f3s para mostrar \u00e0s pessoas quanto ama os pobres"},"content":{"rendered":"<p>Entrevista do Pe. Vitor Mira, sacerdote mission\u00e1rio no Sumbe (Angola), \u00e0 Sala de Imprensa do Santu\u00e1rio de F\u00e1tima <!--more--> Lu\u00eds Represas vai estar em F\u00e1tima no pr\u00f3ximo S\u00e1bado, 14 de Abril, para um espect\u00e1culo de solidariedade, promovido pelo Grupo Mission\u00e1rio Diocesano de Leiria-F\u00e1tima Ondjoyetu. As receitas reverter\u00e3o para apoiar o trabalho que a equipa mission\u00e1ria de Leiria-F\u00e1tima est\u00e1 a desenvolver em Angola desde Agosto de 2006, no \u00e2mbito do protocolo de gemina\u00e7\u00e3o assinado entre as dioceses de Leiria-F\u00e1tima e do Sumbe.  A prop\u00f3sito desta iniciativa cultural e solid\u00e1ria, a Sala de Imprensa do Santu\u00e1rio entrevistou esta manh\u00e3 o Pe. Vitor Mira, sacerdote mission\u00e1rio no Sumbe.  <b>Que balan\u00e7o faz do trabalho da equipa desta diocese que est\u00e1 no Sumbe?<\/b> A equipa mission\u00e1ria de Leiria-F\u00e1tima est\u00e1 no Sumbe desde Agosto de 2006. Tem havido algumas dificuldades mas, gra\u00e7as a Deus, o balan\u00e7o \u00e9 positivo.  Neste momento a comunidade do Gungo j\u00e1 tem uma equipa mission\u00e1ria a acompanh\u00e1-la, o que antes n\u00e3o acontecia; durante v\u00e1rios anos aquela comunidade s\u00f3 tinha missa ao domingo quando os grupos de volunt\u00e1rios de Leiria-F\u00e1tima iam a Angola nos meses de Julho a Setembro. Gra\u00e7as a esta presen\u00e7a o Gungo passou de Centro Mission\u00e1rio a Miss\u00e3o, o que lhe d\u00e1 mais autonomia; \u00e9 um passo muito importante pois at\u00e9 agora esta comunidade estava ligada \u00e0 par\u00f3quia da S\u00e9 do Sumbe que fica a mais de 100 km de dist\u00e2ncia. Outro passo importante nestes meses foi a recep\u00e7\u00e3o do jipe da miss\u00e3o que aconteceu em Janeiro. De Agosto at\u00e9 este m\u00eas a equipa andou com um jipe emprestado por um senhor amigo do Sumbe. Este jipe foi adquirido com a contribui\u00e7\u00e3o da diocese de Leiria-F\u00e1tima (principalmente crian\u00e7as e adolescentes das catequeses e escolas) e com o apoio da MIVA, uma organiza\u00e7\u00e3o austr\u00edaca que apoia as miss\u00f5es. Outra faceta deste projecto tem sido a constru\u00e7\u00e3o da casa no bairro da Pedra Um, nos arredores do Sumbe. A necessidade desta casa justifica-se pela dist\u00e2ncia a que se situa o Gungo e seu isolamento. Para a equipa l\u00e1 realizar o seu trabalho precisa desta estrutura de apoio. As obras de veda\u00e7\u00e3o do terreno come\u00e7aram em Outubro, a constru\u00e7\u00e3o da casa iniciou-se em Janeiro; esperamos que esteja habit\u00e1vel em fins de Maio. Depois deste passo a equipa mission\u00e1ria dedicar-se-\u00e1 \u00e0 comunidade do Gungo a tempo mais completo; at\u00e9 agora teve que se dividir entre a constru\u00e7\u00e3o da casa (de segunda a sexta) e o acompanhamento da comunidade (s\u00e1bados, domingos e maiores festas lit\u00fargicas).  <b>Quais as principais dificuldades e as grandes alegrias sentidas?<\/b> As dificuldades prendem-se com o clima diferente, tamb\u00e9m a cultura e mentalidade. A pr\u00f3pria forma como o projecto foi assumido com a constru\u00e7\u00e3o da casa e o apoio ao Gungo t\u00eam exigido do grupo um grande esfor\u00e7o; a falta de energia electrica e \u00e1gua canalisada na casa em que vive a equipa embora n\u00e3o sejam propriamente uma dificuldade, limita um bocado o trabalho. Outra dificuldade \u00e9 a picada de acesso ao Gungo; no tempo da chuva \u00e9 a m\u00e9dia de velocidade \u00e9 5 km \u00e0 hora com muitos enterramentos na lama pelo meio; as viagens tornam-se longas e cansativas; o tempo de trabalho com a comunidade fica reduzido o que \u00e9 algo frustrante, mas sabemos que esta \u00e9 apenas uma fase. A principal alegria \u00e9 sentir a alegria e esperan\u00e7a deste povo que tem estado t\u00e3o isolado e vive com tantas dificuldades; tamb\u00e9m sentir o projecto a avan\u00e7ar, objectivos a serem atingidos e receber o apoio de tanta gente \u00e9 motivo de grande alegria. Outro motivo de alegria \u00e9 sentirmos que Deus se serve de n\u00f3s para mostrar \u00e0s pessoas, aos mais pobres dos pobres, quanto os ama e que n\u00e3o os esquece.  <b>As receitas conseguidas com este concerto financiar\u00e3o alguma obra ou trabalho em especial?<\/b> O lucro do concerto reverte a favor do fundo do grupo e destina-se a apoiar o projecto no seu todo. O grupo tem procurado angariar fundos de por v\u00e1rios meios. Por agora n\u00e3o lhes d\u00e1 um fim espec\u00edfico. Entram todos na contabilidade geral do grupo. \u00c9 desse fundo que se est\u00e1 a financiar o pagamento da casa que est\u00e1 a ser constru\u00edda e a cobrir outras despesas inerentes \u00e0 presen\u00e7a desta equipa de Leiria-F\u00e1tima no Sumbe.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entrevista do Pe. 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