{"id":23962,"date":"2007-04-09T13:38:39","date_gmt":"2007-04-09T13:38:39","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2007\/04\/09\/nao-procuremos-entre-os-mortos-aquele-que-esta-vivo\/"},"modified":"2007-04-09T13:38:39","modified_gmt":"2007-04-09T13:38:39","slug":"nao-procuremos-entre-os-mortos-aquele-que-esta-vivo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/nao-procuremos-entre-os-mortos-aquele-que-esta-vivo\/","title":{"rendered":"N\u00e3o procuremos entre os mortos Aquele que est\u00e1 vivo!"},"content":{"rendered":"<p>Nesta Vig\u00edlia da Ressurrei\u00e7\u00e3o ressoa program\u00e1tico o an\u00fancio: \u201c Porque procurais entre os mortos Aquele que est\u00e1 vivo?\u201d (Lc.24, 5). Somos chamados a anunciar que Cristo vive, se fez ver glorioso e vivifica os crentes que por Ele, com Ele e n\u2019Ele devem plasmar a vida e alicer\u00e7ar a f\u00e9, a esperan\u00e7a e o amor fraterno. As mulheres em pranto levavam aromas, para a sepultura e, com eles, o luto. Na \u00daltima Ceia Jesus sabia que chegara a sua hora, que o Pai tinha posto tudo nas suas m\u00e3os, pois d\u2019Ele sa\u00edra e para Ele voltava. Mas os disc\u00edpulos n\u00e3o entendiam o que Jesus lhes dizia e anunciava, nem percebiam porque Ele deveria morrer por n\u00f3s, depois de ter \u201c amado os seus que estavam no mundo, amando-os at\u00e9 ao extremo\u201d (Jo 13,1). Pedro n\u00e3o entendia o alcance das palavras e dos gestos de Jesus, nem a simbologia escandalosa e humilhante do lava-p\u00e9s e, por isso, Jesus lhe disse: \u201co que Eu fa\u00e7o n\u00e3o o entendes agora, mas o entender\u00e1s depois\u201d (Jo 13,7). Todos eram lentos em acreditar, prisioneiros do medo e da pr\u00f3pria imagem, seduzidos pela grandeza, pelo poder e pelos interesses imediatos chegando a pactuar com a trai\u00e7\u00e3o e a nega\u00e7\u00e3o, deixando-se vencer pelo sono e pelo desinteresse, enquanto a trama urdida dos inimigos contra Jesus crescia, com as trevas da noite que a todos, disc\u00edpulos e opositores, envolvia. 1. As Apari\u00e7\u00f5es do ressuscitado vencem a incredulidade e o luto dos disc\u00edpulos. Foi absolutamente necess\u00e1rio que Jesus se fizesse ver, como vencedor do pecado e da morte e Senhor da vida, ensinando os disc\u00edpulos durante 40 dias, \u2018com muitas provas, mostrando-se e falando do Reino de Deus, comendo com eles\u2019 e que o Pai por Cristo concedesse o Prometido, a For\u00e7a do alto, sendo assim \u2018baptizados pelo Esp\u00edrito Santo\u2019 (Act.1,3-5), para poderem acreditar e compreender a fim de poderem testemunhar com desassombro e verdade tudo quanto viram e creram. A incredulidade, a dureza de cora\u00e7\u00e3o e a incompreens\u00e3o dos disc\u00edpulos s\u00f3 foram vencidas e ultrapassadas pelas Apari\u00e7\u00f5es do Ressuscitado, que se imp\u00f4s \u00e0 incredulidade, se fez ver, ultrapassando o esc\u00e2ndalo, o luto, o desespero e a desilus\u00e3o que a paix\u00e3o e morte, como naufr\u00e1gio total e ruir de toda a esperan\u00e7a, deles se tinham apoderado. O olhar dos disc\u00edpulos, iluminado pela luz do Ressuscitado e pelo magist\u00e9rio do Esp\u00edrito, \u00e9 como que transfigurado, passando a compreender e a crer. Deste modo a f\u00e9 da Igreja nascente se apresenta como dom divino recebido. Ao vidente de Patmos Jesus apresenta-se como vencedor da morte, toca-lhe no ombro, dizendo: \u201c Estive morto e eis que agora vivo pelos s\u00e9culos dos s\u00e9culos\u201d (Ap 1,18). E aos disc\u00edpulos, fugindo de Jerusal\u00e9m para Emaus, o misterioso Peregrino ensina que o \u2018Messias tinha de sofrer para entrar na sua gl\u00f3ria\u2019. \u00c9 o Esp\u00edrito que Jesus d\u00e1 que ajuda a compreender, que \u201c \u00e9 necess\u00e1rio passar por muitas tribula\u00e7\u00f5es para entrar no Reino de Deus\u201d (Act.14,22). \u00c9 Ele que ajuda a compreender a utilidade da cruz de Cristo e  \u2018recorda\u2019, faz compreender em profundidade o alcance de tudo quanto Jesus disse e fez. 2.No Tr\u00edduo Pascal a Igreja n\u00e3o est\u00e1 de luto nem vive o luto, mas a alegria. Pensar e viver como se Jesus n\u00e3o tivesse ressuscitado \u00e9 proclamar s\u00f3 meia verdade, um fragmento do Credo e dizer o que toda a gente sabe, isto \u00e9, que Jesus morreu e foi sepultado. Essa era ali\u00e1s a situa\u00e7\u00e3o anterior de morte, luto, desespero e desencanto, em que os disc\u00edpulos desiludidos mergulhavam pesarosos pela morte e desaparecimento do Mestre. Para eles, Jesus, morto e sepultado, convertera-se num pesadelo. Perante Jesus morto, as suas esperan\u00e7as terrenas ru\u00edram como um baralho de cartas. A Igreja n\u00e3o est\u00e1 de luto, porque Jesus morreu por n\u00f3s uma s\u00f3 vez, e agora sabemos e cremos que Ele est\u00e1 vivo para nunca mais morrer. A morte e sepultura de Jesus sozinhas n\u00e3o mostram a verdade da sua Pessoa e da sua causa. A morte manifesta a grandeza do seu amor at\u00e9 ao extremo, mas \u00e9 s\u00f3 a Ressurrei\u00e7\u00e3o, como testemunho do Pai em favor do Filho, que garante e mostra a coer\u00eancia e a verdade do seu testemunho e do seu Evangelho. J\u00e1 S. Agostinho dizia: \u201c A f\u00e9 dos crist\u00e3os \u00e9 a ressurrei\u00e7\u00e3o de Cristo. N\u00e3o \u00e9 uma coisa grande crer que Ele morreu; isto tamb\u00e9m os pag\u00e3os o cr\u00eaem. Mas o que \u00e9 verdadeiramente extraordin\u00e1rio \u00e9 acreditar que Ele ressuscitou\u201d. 3.A P\u00e1scoa \u00e9 celebra\u00e7\u00e3o da Vida divina e eterna oferecida na morte do Senhor. N\u00f3s n\u00e3o desejamos, nem celebramos e promovemos o imp\u00e9rio da morte. Queremos, sim e desejamos a Vida com Deus, eterna e definitiva, conforme o des\u00edgnio de Deus que nos deu o Seu Filho que por n\u00f3s morreu e ressuscitou, como diz S. Ireneu: \u201c A gl\u00f3ria de Deus \u00e9 o homem vivente, (isto \u00e9, o homem que deseja viver para sempre e ao qual a vida \u00e9 concedida), e o desejo do homem \u00e9 ver a Deus\u201d. O homem \u00e9 criado para a vida e para viver eternamente com Deus que o criou. Cristo com a sua morte e ressurrei\u00e7\u00e3o j\u00e1 nos assegurou e garantiu a vida eterna e gloriosa. Falta s\u00f3 fazer que a nossa vida, vivida de convers\u00e3o em convers\u00e3o, pelo esfor\u00e7o pessoal aliado \u00e0 omnipot\u00eancia transformadora de Deus, que em n\u00f3s realiza, misteriosamente, o querer e o operar, se v\u00e1 assemelhando a Cristo diariamente at\u00e9 \u00e0 metamorfose da ressurrei\u00e7\u00e3o final que converter\u00e1 o nosso corpo corrupt\u00edvel tornando-o semelhante e \u00e0 imagem do Seu Corpo Glorioso. A morte \u00e9 um portal, quase um acidente de percurso pelo qual temos de passar, mas n\u00e3o \u00e9 o fim, nem o desejo do homem e muito menos a inten\u00e7\u00e3o e desejo \u00faltimo de Deus acerca de n\u00f3s. A pessoa humana, no seu \u00edntimo, \u00e9 desejo de Deus e \u00e9, por isso, que como disse Agostinho n\u00e3o descansa enquanto n\u00e3o repousa em Deus. Diz o Conc\u00edlio Vaticano II:\u201d \u00c9 em face da morte que o enigma da condi\u00e7\u00e3o humana atinge o seu auge. O homem n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 torturado pela dor e pela progressiva dissolu\u00e7\u00e3o do corpo, mas tamb\u00e9m e ainda mais, pelo temor da destrui\u00e7\u00e3o definitiva. Pensa pois rectamente quando, guiado pelo impulso do seu cora\u00e7\u00e3o, afasta com horror e recusa a ru\u00edna total o fracasso definitivo da sua pessoa. O g\u00e9rmen de eternidade que traz em si, porque irredut\u00edvel \u00e0 pura mat\u00e9ria, insurge-se contra a morte\u201d (GS 18). Por isso, canta a Liturgia, \u201cpara os que cr\u00eaem a vida n\u00e3o acaba apenas se transforma e desfeita a morada deste ex\u00edlio terrestre uma eterna morada se adquire no C\u00e9u\u201d. 4. Sabemos que Jesus vive e acreditamos que com Ele e por Ele ressuscitaremos Acreditamos que Ele venceu definitivamente a morte. Sabemos que se fez ver e foi visto e reconhecido por centenas de pessoas e por isso n\u00e3o podemos viver, pensar e agir como desesperados, tristes, em luto permanente, como se o Senhor n\u00e3o vivesse e n\u00e3o se tivesse feito ver poderoso e glorioso, enviando os disc\u00edpulos, como testemunhas deste maravilhoso acontecimento por todo o mundo (Act 1,8). De facto, j\u00e1 por volta do ano 30 ou 35 da nossa era, um letrado judeu, perseguidor encarni\u00e7ado de Cristo e da Igreja, se apresenta como testemunha de Jesus que lhe apareceu no caminho de Damasco. Este acontecimento revolucionou a sua vida. Jesus fazendo-se ver, mostrando o seu poder e gl\u00f3ria, fez do perseguidor um seguidor, um disc\u00edpulo e testemunha qualificada de Cristo e da sua Ressurrei\u00e7\u00e3o. Saulo mudou de nome e de vida, recebeu da Igreja o que Jesus disse, fez e pediu para transmitir. Deste modo, o perseguidor, transformado pelo amor e verdade do Ressuscitado, recebeu da comunidade crente n\u00e3o s\u00f3 o que Jesus disse e fez e a Igreja transmite, entre outras coisas, o que Jesus disse e fez na \u00daltima Ceia (1 Cor.11, 23), mas tamb\u00e9m que Ele se fez ver vivo e glorioso aos Ap\u00f3stolos e a uma multid\u00e3o de disc\u00edpulos e por \u00faltimo ao pr\u00f3prio Paulo. Assim, por volta do ano 55, diz: \u201cAgora, irm\u00e3os, quero comunicar-vos a boa not\u00edcia que vos anunciei, que aceitastes e conservastes, que vos salva, desde que conserveis a mensagem que vos anunciei; de contr\u00e1rio, ter\u00edeis aceite em v\u00e3o a f\u00e9. Antes de tudo eu vos transmiti o que havia recebido: que Cristo morreu por nossos pecados segundo as Escrituras. Apareceu a Cefas e aos doze; a seguir apareceu a mais de quinhentos irm\u00e3os de uma s\u00f3 vez: a maioria ainda vive, alguns j\u00e1 morreram. Por \u00faltimo apareceu-me tamb\u00e9m a mim\u201d ( 1 Cor 15,1-8). 5. Pela for\u00e7a regeneradora da Palavra e do Baptismo recebemos a Vida do Pai por meio do Filho no Esp\u00edrito, gra\u00e7as ao triunfo de Jesus sobre a morte. Na Eucaristia desta Vig\u00edlia, ouvimos a Palavra que anuncia Cristo e O mostra j\u00e1 presente, actuante e vivo no meio de n\u00f3s, e a seguir vamos celebrar os Sacramentos do Baptismo e da Confirma\u00e7\u00e3o de irm\u00e3os nossos, que v\u00e3o mergulhar no mist\u00e9rio de Cristo e receber o dom do Esp\u00edrito do Pai e do Filho. O Baptismo introduziu-nos na comunh\u00e3o da Igreja, comunidade dos disc\u00edpulos e testemunhas do Ressuscitado, vivo e glorioso que misteriosa e invisivelmente acompanha e mediante a Eucaristia alimenta, une e vivifica os crentes. No banho da regenera\u00e7\u00e3o espiritual que \u00e9 o Baptismo, morremos para o pecado, passamos a ser e a viver como filhos e herdeiros da gl\u00f3ria e da vida eterna, gra\u00e7as \u00e0 efic\u00e1cia que flui do lado aberto do cora\u00e7\u00e3o de Cristo, cuja efic\u00e1cia, mediante o Esp\u00edrito, que Ele nos concedeu, floresce em toda a Igreja e no esp\u00edrito dos crentes, pois como ensina S. Paulo, mediante o Baptismo, mergulhamos no mist\u00e9rio de Cristo, morrendo com Ele para o pecado e por isso, \u201ccremos que tamb\u00e9m viveremos com Ele. Sabemos que Cristo, ressuscitado da morte, j\u00e1 n\u00e3o torna a  morrer, a morte n\u00e3o tem poder sobre Ele. De facto, morrendo, morreu para o pecado definitivamente; e vivendo, vive para Deus. Da mesma forma, v\u00f3s considerai-vos mortos para o pecado e vivos para Deus em Cristo Jesus\u201d ( Rm 6,8-11). Passou-se com Cristo, dum modo an\u00e1logo, o que se passa com os p\u00e1ssaros que rompem as teias e devoram as aranhas. Os mosquitos s\u00e3o aprisionados na teia e devorados pela aranha, mas esta e a armadilha da sua teia n\u00e3o resistem \u00e0 for\u00e7a de seres superiores. Assim, Cristo Filho de Deus feito homem, pela sua morte e pelo poder vitorioso da sua gloriosa ressurrei\u00e7\u00e3o venceu a morte e o pecado, arrebentou as cadeias da escravid\u00e3o. A sua vit\u00f3ria \u00e9 um definitivo regresso e ascens\u00e3o da humanidade assumida no seio de Maria a uma vida eterna, gloriosa e superior \u00e0 vida terrena que Ele quis partilhar connosco, enquanto peregrinos neste mundo. 6. Da celebra\u00e7\u00e3o do Mist\u00e9rio Pascal nasce a esperan\u00e7a e floresce a alegria. A menos que as l\u00e1grimas sejam de alegria, ap\u00f3s a ressurrei\u00e7\u00e3o de Cristo s\u00f3 h\u00e1 lugar para o louvor, a ac\u00e7\u00e3o de gra\u00e7as e a esperan\u00e7a a testemunhar com desassombro. Se falamos de l\u00e1grimas, ao celebrar a Paix\u00e3o e Morte do Senhor, s\u00e3o l\u00e1grimas de arrependimento e reconhecimento pelo amor e pela gra\u00e7a que nos foi dada, quando o Filho de Deus assumiu uma humanidade como a nossa e por n\u00f3s deu a vida em reden\u00e7\u00e3o, fazendo-se servo, esvaziando-se e obedecendo at\u00e9 \u00e0 morte e morte de cruz ( Fil. 2,5-11).  Na Igreja, mist\u00e9rio de comunh\u00e3o, necessitada de arrependimento e reforma, h\u00e1  \u201c duas t\u00e1buas de salva\u00e7\u00e3o\u201d(Tertuliano), que, segundo S. Ambr\u00f3sio, correspondem \u00e0s convers\u00f5es: \u201cda \u00e1gua e a das l\u00e1grimas: a da \u00e1gua do Baptismo e a das l\u00e1grimas da Penit\u00eancia\u201d (Ep. 41,12), pois \u00e9 das l\u00e1grimas da convers\u00e3o e do arrependimento que necessitamos e \u00e9 do amor, da alegria e da paz que nos devemos alimentar dando raz\u00e3o da nossa esperan\u00e7a diante dos homens, testemunhando a f\u00e9 e o amor fraterno que o Esp\u00edrito infundiu nos  cora\u00e7\u00f5es e que \u00e9 sinal da nossa perten\u00e7a a \u201cCristo que \u00e9 tudo para n\u00f3s\u201d( S. Ambr\u00f3sio ). Tudo se fundamenta na certeza de que Jesus vive glorioso e ressuscitou, pois se tal n\u00e3o tivesse acontecido, seria in\u00fatil e v\u00e3 a f\u00e9, a esperan\u00e7a, a prega\u00e7\u00e3o e o testemunho ( 1 Cor. 15,14 ). Cristo ressuscitou e, por isso, n\u00e3o O devemos procurar morto, entre os mortos, porque Ele est\u00e1 vivo e nos convida a viver d\u2019Ele, n\u2019Ele e por Ele, em benef\u00edcio dos outros, como pregoeiros da alegria que a vinda ao mundo do Filho de Deus nos trouxe e a sua Ressurrei\u00e7\u00e3o gloriosa nos atesta, libertando do pecado, do constrangimento, do luto, da tristeza e do desespero que a morte traz consigo.  \u201cEste \u00e9 o dia que o Senhor fez, alegremo-nos e exultemos nele\u201d, porque o Senhor ressuscitou e vive glorioso e est\u00e1 sentado \u00e0 direita do Pai! Aleluia! Ele precedeu-nos, no caminho e subida para o Pai, onde nos prepara um lugar e uma morada. Dessa morada Ele mesmo \u00e9 a Porta e o Caminho para o Pai, concedendo-nos a Chave, que \u00e9 o Esp\u00edrito, que nos abre e recorda o mist\u00e9rio que Cristo veio anunciar. Ele venceu, ressuscitou da morte, libertou-nos do pecado, deu-nos e garantiu-nos desde j\u00e1 a vida e a bem-aventuran\u00e7a eterna, que nesta hora humildemente impetramos de Deus. \u00c1men.  \u00c9vora, 8 de Abril de 2007 + Am\u00e2ndio Jos\u00e9 Tom\u00e1s<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nesta Vig\u00edlia da Ressurrei\u00e7\u00e3o ressoa program\u00e1tico o an\u00fancio: \u201c Porque procurais entre os mortos Aquele que est\u00e1 vivo?\u201d (Lc.24, 5). 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