{"id":23893,"date":"2007-04-05T11:09:19","date_gmt":"2007-04-05T11:09:19","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2007\/04\/05\/a-solidariedade-activa-no-presbiterio\/"},"modified":"2007-04-05T11:09:19","modified_gmt":"2007-04-05T11:09:19","slug":"a-solidariedade-activa-no-presbiterio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/a-solidariedade-activa-no-presbiterio\/","title":{"rendered":"A Solidariedade activa no presbit\u00e9rio"},"content":{"rendered":"<p>Homilia de D. Jorge Ortiga, Arcebispo de Braga, na Missa Crismal com o clero da Diocese <!--more--> Nesta Eucaristia crismal de B\u00ean\u00e7\u00e3o dos Santos \u00d3leos, que ser\u00e3o usados em toda a Arquidiocese, sentimos a ternura e carinho dum amor de Deus que nos congregou nesta Fam\u00edlia Sacerdotal comum. Na renova\u00e7\u00e3o dos nossos compromissos sacerdotais queremos dar vida nova \u00e0 sedu\u00e7\u00e3o que o mesmo amor depositou nos nossos cora\u00e7\u00f5es, para reafirmar o encanto e a paix\u00e3o de, na Igreja e para a Igreja, sermos portadores duma identidade especial. \tConscientes da gravidade da hora presente, vamos refrescar os la\u00e7os da nossa uni\u00e3o sacerdotal e reassumir, numa perspectiva toda particular, o trabalho e o testemunho de ser, e querer dar vida a uma verdadeira \u201cFam\u00edlia Solid\u00e1ria\u201d. \tDesculpai que repita, j\u00e1 o fiz na mensagem que lestes e procurastes concretizar nas actividades pastorais, quanto Jo\u00e3o Paulo II dizia em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 solidariedade. Das suas palavras quero extrair nuances para o nosso ser padre \u201caqui e agora\u201d. \tA solidariedade \u201c\u00e9 a determina\u00e7\u00e3o firme e perseverante de se empenhar pelo bem comum; ou seja, pelo bem de todos e de cada um, porque todos n\u00f3s somos verdadeiramente respons\u00e1veis por todos\u201d (S.R.S. 38). Todos somos verdadeiramente respons\u00e1veis por todos. Eis a ess\u00eancia da solidariedade.  1 \u2013 Solidariedade na e atrav\u00e9s da ora\u00e7\u00e3o. \tO minist\u00e9rio sacerdotal \u00e9, antes de mais e acima de tudo, um trabalho em Deus e com Deus. N\u00e3o existimos para fazer coisas talvez belas e bonitas; vivemos para permitir que o \u00fanico sacerd\u00f3cio de Cristo resplande\u00e7a no nosso viver quotidiano. \tDa\u00ed que a ora\u00e7\u00e3o nunca pode ser opcional ou facultativa. \u00c9 como o ar que se respira. Ao viver a ora\u00e7\u00e3o estamos a interpretar a verdadeira dimens\u00e3o da nossa solidariedade. Em Deus, estamos em comunh\u00e3o com todos e tornamo-nos Igreja de louvor e esperan\u00e7a. Sabemos que ningu\u00e9m substitui ningu\u00e9m. A falta de ora\u00e7\u00e3o por parte de alguns prejudica o corpo presbiteral, assim como a sua intensidade enriquece o presbit\u00e9rio fazendo com que interprete o seu minist\u00e9rio \u00e0 luz do querer divino e da vontade da Igreja. \tViver sem ora\u00e7\u00e3o, ou limitar-se a um mero ritualismo dum funcion\u00e1rio que at\u00e9 pode parecer zeloso, \u00e9 sin\u00f3nimo de preju\u00edzo eclesial. O povo de Deus tem direito e deve poder contar com a nossa ora\u00e7\u00e3o. Por um lado, o corpo sacerdotal, neste ambiente de ora\u00e7\u00e3o, saber\u00e1 intuir as correc\u00e7\u00f5es pessoais e pastorais a efectuar, experimentar\u00e1 um impulso motivador para a alegria duma entrega e saber\u00e1 responder aos anseios da comunidade eclesial. \tCar\u00edssimos sacerdotes, tornemo-nos peritos na ora\u00e7\u00e3o e cres\u00e7amos na intimidade com Deus para dar \u00e0 solidariedade a raiz que n\u00e3o permite que ela se abale ou desmorone. \t 2 \u2013 Solidariedade com e para o povo \tO minist\u00e9rio sacerdotal nunca poder\u00e1 ser interpretado como mero trabalho \u00e0 procura de resultados pessoais. Fomos constitu\u00eddos em favor do povo e a raz\u00e3o de ser da nossa vida \u00e9 a humanidade atrav\u00e9s duma media\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o e doa\u00e7\u00e3o. \tSe vivemos para o povo, a solidariedade est\u00e1 na responsabilidade por ele com a simplicidade e humildade de, por ele, entregar a vida. Nunca podemos ser destinat\u00e1rios do nosso trabalho, procurando-nos nos gostos ou nos resultados pastorais. Ser para o povo \u00e9 um dever de todos os dias e de todas as horas a interpretar nunca de maneira contrafeita mas na obla\u00e7\u00e3o duma vida inteira que se entrega. \tEsta solidariedade deve passar por uma verdadeira identifica\u00e7\u00e3o com as alegrias e tristezas do povo que nos foi confiado. Sofremos com eles e com eles nos alegramos. Tornamo-nos um corpo e nunca poderemos ser insens\u00edveis ou duros quanto \u00e0s solicita\u00e7\u00f5es que at\u00e9 podem parecer desordenadas. Tamb\u00e9m nos compete ordenar o servi\u00e7o pastoral mas fomos enviados para servir. \tCar\u00edssimos sacerdotes, o nosso povo merece e necessita duma solidariedade mais activa e terna dos seus sacerdotes. Num mundo sem sentimentos e pouco compreensivo perante as neglig\u00eancias ou erros, o sacerdote sabe estar e testemunhar uma solicitude que envolve a vida com todos os seus mist\u00e9rios. 3 \u2013 Solidariedade na e com a pastoral \tA responsabilidade pelo bem comum foi-nos confiada no dia da ordena\u00e7\u00e3o. Somos sacerdotes duma diocese concreta e com uma pastoral espec\u00edfica. Em primeiro lugar, sabemos que a vida \u00e9 sinodal, ou seja, caminhamos juntos no intuir os problemas e no discernir as respostas. A pastoral diocesana n\u00e3o \u00e9 dum pequeno grupo. Ela deve ter o r\u00f3tulo ou a marca de todos. \tUma vez definidos os itiner\u00e1rios de ac\u00e7\u00e3o, a solidariedade exige que a sigamos e que nunca sejamos interpretadores duma pastoral pessoal. Mais do que nunca, a unidade na pastoral \u00e9 imprescind\u00edvel e sabemos como o trabalhar por conta pr\u00f3pria n\u00e3o s\u00f3 n\u00e3o constr\u00f3i o Reino mas lhe \u00e9 prejudicial. N\u00e3o posso condenar nenhum sacerdote. Gosto muito de todos e de cada um. Mas, permitam-me a confid\u00eancia, sofro com a aus\u00eancia continuada nas nossas actividades dum n\u00famero significativo de sacerdotes que, posteriormente, n\u00e3o pode testemunhar perten\u00e7a ao mesmo corpo. \tCar\u00edssimos sacerdotes, demos gra\u00e7as a Deus pela solidariedade pastoral existente na Arquidiocese mas sintamo-nos construtores duma maior e mais efectiva corresponsabilidade pelo bem comum. Nunca sejamos motivo de dispers\u00e3o. Tornemo-nos art\u00edfices duma solidariedade pastoral activa.  4 \u2013 Solidariedade com os sacerdotes \tSe todos somos respons\u00e1veis por todos na ora\u00e7\u00e3o, no servi\u00e7o aos irm\u00e3os baptizados, no minist\u00e9rio, o importante e condi\u00e7\u00e3o para que a vida sacerdotal decorra com a alegria que os tempos actuais exigem \u00e9 a solidariedade entre os sacerdotes. N\u00e3o se trata s\u00f3 duma dimens\u00e3o ontol\u00f3gica. \u00c9 algo existencial que, como recordava o Papa, se adquire com uma \u201cdetermina\u00e7\u00e3o firme e perseverante\u201d:  \t&#8211; Como determina\u00e7\u00e3o depende de cada um; \t&#8211; Sendo firme ultrapassa todas as dificuldades; \t&#8211; Se \u00e9 perseverante torna-se trabalho de todos os dias. \tEsta solidariedade sacerdotal pode e deve ter muitas nuances e s\u00f3 o Esp\u00edrito Santo sugere o verdadeiro percurso para a efectivar. Em alguns momentos, ser\u00e1 uma minuciosa aten\u00e7\u00e3o aos colegas vizinhos para expressar amizade atrav\u00e9s de sinais muito concretos. Noutras, pode significar a destrui\u00e7\u00e3o da barreira da idade para ser capaz de viver e conviver para al\u00e9m da mesma, disponibilizar-se para ouvir de confiss\u00e3o, para estar perto nos momentos dif\u00edceis, para corrigir atrav\u00e9s de palavras serenas e amigas. \tNunca dever\u00edamos ter medo de nos querermos bem e de acreditar que o presbit\u00e9rio \u00e9 a nossa verdadeira fam\u00edlia. N\u00e3o desconsideremos as rela\u00e7\u00f5es familiares, mas procuremos imprimir ao nosso sacerd\u00f3cio um cariz de quem se sente parte doutra fam\u00edlia. Dela cada um \u00e9 respons\u00e1vel e o seu bem-estar material e espiritual depende de cada um. Como Arquidiocese temos procurado criar estruturas. Sei que, sem o \u00f3leo do verdadeiro amor, que d\u00e1 e partilha o que tem e o que se \u00e9, nada acontecer\u00e1 e continuaremos insatisfeitos. N\u00e3o sei se tenho sido express\u00e3o dum amor aut\u00eantico a cada sacerdote. Quero pedir desculpa pelas omiss\u00f5es, perd\u00e3o por qualquer atitude menos solid\u00e1ria e sugest\u00f5es para ser um verdadeiro pai, sol\u00edcito e empenhado para que nada falte a nenhum sacerdote. \tCar\u00edssimos Sacerdotes, pe\u00e7o-vos uma maior solicitude e aten\u00e7\u00e3o aos sacerdotes, agrade\u00e7o aqueles que j\u00e1 se apaixonaram por este apostolado que considero de primordial import\u00e2ncia, espero que continuemos a crescer criando todas as condi\u00e7\u00f5es para sermos felizes em comum. \tObrigado pela generosidade de muitos em favor das nossas causas, como por exemplo, o IDAC. Com estes gestos o futuro n\u00e3o mete medo a ningu\u00e9m. \tNesta solidariedade faremos mem\u00f3ria e recordaremos quantos partiram para o Pai. \t 4.1 &#8211; Sacerdotes  Falecidos 2006\/ 2007  (Ordenados pelo Arcebispo Primaz, D. Ant\u00f3nio Bento Martins J\u00fanior) \t \t1. Mons. Jos\u00e9 Ferreira da Silva, ordenado em 15 de Junho de 1935, foi Reitor da Bas\u00edlica de Nossa Senhora do Sameiro &#8211; falecido em 21 de Abril de 2006; \t2. Pe. Jos\u00e9 de Jesus Ribeiro, ordenado em 06 de Abril de 1946, foi p\u00e1roco de S. Clemente de Sande, Guimar\u00e3es &#8211; falecido em 01 de Maio de 2006; \t3. Mons. Manuel Jos\u00e9 Gomes da Costa Amorim, ordenado em 15 de Agosto de 1953, foi Arcipreste de Vila do Conde\/P\u00f3voa de Varzim e P\u00e1roco de Beiriz, P\u00f3voa de Varzim &#8211; falecido em 08 de Maio de 2006; \t4. Pe. Cust\u00f3dio Alberto Ferreira Pinto, ordenado em 08 de Julho de 1956, foi p\u00e1roco de Amares e Figueiredo, Amares &#8211; falecido em 15 de Junho de 2006; \t5. Pe. Joaquim Xavier da Silva Pojeira, ordenado em 13 de Julho de 1952, foi p\u00e1roco de Parada de Tib\u00e3es, Braga &#8211; falecido em 29 de Junho de 2006; \t6. Pe. M\u00e1rio Xavier Rodrigues, ordenado em 15 de Agosto de 1945, foi capel\u00e3o da Ordem de S. Francisco, Guimar\u00e3es &#8211; falecido em 01 de Agosto de 2006; \t7. Pe. Jorge Pais dos Santos, ordenado em 26 de Novembro de 1944, foi Administrador Paroquial de Cunha, Braga \u2013 falecido em 20 de Agosto de 2006; \t8. Pe. Manuel Joaquim Pires de Castro, ordenado em 03 de Julho de 1955, foi p\u00e1roco de S. Mamede d\u2019Este, Braga &#8211; falecido em 12 de Setembro de 2006; \t9. Mons. Adelino Afonso Salgado, ordenado em 20 de Julho de 1947, foi arcipreste de Terras de Bouro e p\u00e1roco de Chamoim e Vilar, Terras de Bouro &#8211; falecido em 16 de Janeiro de 2007; \t10. Mons. Ant\u00f3nio Alexandre Ferreira de Melo, ordenado em 28 de Setembro de 1947, foi p\u00e1roco de Nova Oeiras e Assistente da Junta Diocesana da ACISJF no Patriarcado de Lisboa &#8211; falecido em 12 de Fevereiro de 2007; \t11. Pe. Ant\u00f3nio Macedo Ribeiro da Silva, ordenado em 03 de Julho de 1949, foi p\u00e1roco de Nogueir\u00f3 e Ten\u00f5es, Braga &#8211; falecido em 04 de Mar\u00e7o de 2007; \t12. Mons. Rodrigo Alves Novais, ordenado em 15 de Agosto de 1945, foi arcipreste de Barcelos e p\u00e1roco de Abade de Neiva, Barcelos &#8211; falecido em 05 de Mar\u00e7o de 2007;  \t13. Pe. Miguel Baptista Pereira, ordenado em 05 de Julho de 1953, foi Professor Catedr\u00e1tico &#8211; falecido em 06 de Mar\u00e7o de 2007;   (Ordenado pelo Arcebispo Primaz, D. Francisco Maria da Silva) \t \t14. Joaquim das Flores Antunes, ordenado em 15 de Agosto de 1968, foi p\u00e1roco de Revelhe e Pedra\u00eddo, Fafe \u2013 falecido em 26 de Mar\u00e7o de 2007.  Na solidariedade da festa comum, homenagearemos: \t 4.2 &#8211; Sacerdotes Ordenados em 16 de Julho de 2006  (Pelo Arcebispo Primaz, D. Jorge Ferreira da Costa Ortiga)  \t1. Pe. Avelino Manuel Lima de Castro \u2013 Santo Emili\u00e3o, P\u00f3voa de Lanhoso; \t2. Pe. Francisco Medeiros Bastos \u2013 Riodouro, Cabeceiras de Basto; \t3. Pe. Jo\u00e3o Manuel Pinheiro Antunes \u2013 Bico, Amares; \t4. Pe. Paulo C\u00e9sar Pereira Dias \u2013 S. V\u00edtor, Braga; \t5. Pe. Jos\u00e9 Figueiredo de Sousa \u2013 Rates, P\u00f3voa de Varzim.  4.3 &#8211; Sacerdotes que celebram as Bodas de Prata \u2013 1982\/2007 (Ordenados pelo Arcebispo Primaz, D. Eurico Dias Nogueira, em 18 de Julho de 1982) \t \t1. Pe. Albino Azevedo Faria, natural de Antas, Esposende \u2013 P\u00e1roco da Silva, Fonte Boa e Abade do Neiva, Barcelos;   \t2. Pe. Delfim Pinto Coelho, natural de Mire de Tib\u00e3es, Braga \u2013 P\u00e1roco de Beiriz, P\u00f3voa de Varzim; \t3. Pe. Manuel Freire Ramos, natural de S. Sebasti\u00e3o de Touro, Vila Nova de Paiva, Lamego \u2013 P\u00e1roco de Alhais, Vila Nova de Paiva e Seg\u00f5es, Moimenta da Beira.     4.4 &#8211; Sacerdotes que celebram as Bodas de Ouro \u2013 1957\/2007 (Ordenados pelo Arcebispo Primaz, D. Ant\u00f3nio Bento Martins J\u00fanior)  \t\t\t\t\t 2 de Junho de 1957 \t1. C\u00f3nego Amadeu Rodrigues Torres, natural de Vila do Punhe, Viana do Castelo \u2013 Professor Catedr\u00e1tico;  \t\t\t\t\t 14 de Julho de 1957 \t2. Pe. Ant\u00f3nio Rodrigues Couto, natural de Travass\u00f3s, Fafe \u2013 P\u00e1roco de  Covelas e Ferreiros, P\u00f3voa de Lanhoso; \t3. Pe. Arm\u00e9nio Vaz Monteiro, natural de Queimadela, Fafe \u2013 P\u00e1roco de S. Faustino, G\u00e9meos e Pinheiro, Guimar\u00e3es; \t4. Pe. Avelino Vieira Cardoso, natural de Ronfe, Guimar\u00e3es, ex-professor de Religi\u00e3o e Moral;  \t5. Mons. Domingos Coutinho da Silva, natural de S. Pedro de Merelim, Braga \u2013 Administrador da Casa Arquiepiscopal; \t6. Pe. Domingos Vieira, natural de Brito, Guimar\u00e3es \u2013 P\u00e1roco de Vila Nova de \u00ad\u00ad\u00ad\u00ad\u00adSande e Figueiredo, Guimar\u00e3es;  \t7. Pe. Ernesto de Castro, natural de Ribeiros, Fafe \u2013 P\u00e1roco de Freitas e Vila Cova, Fafe; \t8. Pe. Hor\u00e1cio Campos Moreira, natural de Brufe, Vila Nova de Famalic\u00e3o \u2013 P\u00e1roco de S. Paio de Seide e Abade de Vermoim, V. N. de Famalic\u00e3o; \t9. Pe. Joaquim Soares, natural de Revelhe, Fafe \u2013 P\u00e1roco de Fornelos, Fafe; \t10. C\u00f3nego Jos\u00e9 Ant\u00f3nio Gomes da Silva Marques, natural de Santo Est\u00eav\u00e3o de Penso,\tBraga \u2013 Vig\u00e1rio Judicial do Tribunal Metropolitano e Eclesi\u00e1stico de Braga; \t11. Pe. Miguel da Silva Carneiro, natural de Ponte Guimar\u00e3es \u2013 Professor de M\u00fasica, no Col\u00e9gio Militar em Lisboa;    \t\t\t\t\t 15 de Agosto de 1957 \t12. Pe. Jos\u00e9 Alves Duarte, natural de Palmeira, Braga; \t13. Pe. Jos\u00e9 Valentim Pereira Vilar, natural de Terroso, P\u00f3voa de Varzim \u2013 Arcipreste de Barcelos e P\u00e1roco de Gilmonde e Milhazes, Barcelos;  \t\t\t\t\t 29 de Setembro de 1957 \t14. Pe. Alexandre Dias da Cruz, natural de Ribeir\u00e3o, Vila Nova de Famalic\u00e3o \u2013 foi P\u00e1roco de Cabe\u00e7udos e Palmeira, Vila Nova de Famalic\u00e3o; \t15. Pe. Ant\u00f3nio Domingues, natural de Alvaredo, Melga\u00e7o \u2013 Reitor da Igreja dos Terceiros, Braga; \t16. Pe. Carlos Alberto Silva Vilar, natural de S. V\u00edtor, Braga \u2013 Professor Catedr\u00e1tico;  (Ordenado pelo Arcebispo de Luanda \u2013 Angola, D. Mois\u00e9s Alves de Pinho) \t                         17 de Setembro de 1957 &#8211; Angola \t17. Pe. Jos\u00e9 Ad\u00edlio Barbosa de Macedo, natural de Oliveira, Barcelos \u2013 P\u00e1roco de Remelhe, Barcelos.  \tJesus, sumo e eterno sacerdote, faz com que, em Presbit\u00e9rio Arquidiocesano, atrav\u00e9s do amor solid\u00e1rio entre n\u00f3s e no exerc\u00edcio do nosso minist\u00e9rio, sejamos um testemunho eloquente do vosso amor pela humanidade. Que Maria, a M\u00e3e perita em solidariedade, nos acompanhe na responsabilidade de colocarmos vinho novo nas Bodas do povo que amamos e que Jesus Eucaristia se torne \u201cFonte e Cume\u201d da nossa miss\u00e3o em Igreja.  S\u00e9 Catedral, 5 de Abril de 2007 <i>+ Jorge Ferreira da Costa Ortiga, Arcebispo Primaz<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Homilia de D. 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