{"id":23801,"date":"2010-03-27T15:40:28","date_gmt":"2010-03-27T15:40:28","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2010\/03\/27\/igreja-celebra-semana-santa\/"},"modified":"2010-03-27T15:40:28","modified_gmt":"2010-03-27T15:40:28","slug":"igreja-celebra-semana-santa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/igreja-celebra-semana-santa\/","title":{"rendered":"Igreja celebra Semana Santa"},"content":{"rendered":"<p>Domingo de Ramos inicia percurso mais importante do ano lit\u00fargico <!--more--> <\/p>\n<p>S&atilde;o factos repletos de realismo, os que se celebram na Semana Santa. Vividos num mist&eacute;rio de f&eacute;, s&atilde;o tamb&eacute;m dramatizados em diferentes express&otilde;es e para reviver os quadros da paix&atilde;o e morte de Cristo na cruz. <\/p>\n<p>A celebra&ccedil;&atilde;o dos mist&eacute;rios da Reden&ccedil;&atilde;o, realizados por Jesus nos &uacute;ltimos dias da sua vida, come&ccedil;a pela sua entrada messi&acirc;nica em Jerusal&eacute;m. O Domingo de Ramos abre solenemente a Semana Santa, com a lembran&ccedil;a das Palmas e da Paix&atilde;o do Senhor. <br \/>Duas celebra&ccedil;&otilde;es marcam a Quinta-Feira Santa: a Missa Crismal e a Missa da Ceia do Senhor. Antigamente, na manh&atilde; deste dia celebrava-se o rito da reconcilia&ccedil;&atilde;o dos penitentes, a quem tinha sido imposto o cil&iacute;cio em quarta-feira de cinzas. A manh&atilde; foi preenchida pela Missa Crismal, que re&uacute;ne em torno do Bispo o clero da Diocese e s&atilde;o aben&ccedil;oados os &oacute;leos dos catec&uacute;menos e dos enfermos e consagrado o Santo &Oacute;leo do Crisma. <br \/>A origem da b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o dos &oacute;leos santos e do sagrado crisma &eacute; romana, embora o rito tenha marcas galicanas. Em conformidade com a tradi&ccedil;&atilde;o latina, a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o do &oacute;leo dos doentes faz-se antes da conclus&atilde;o da ora&ccedil;&atilde;o eucar&iacute;stica; a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o do &oacute;leo dos catec&uacute;menos e do crisma &eacute; dada depois da comunh&atilde;o. Permite-se, todavia, por raz&otilde;es pastorais, cumprir todo o rito de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o depois da liturgia da Palavra, conservando, por&eacute;m, a ordem indicada no pr&oacute;prio rito. <br \/>Com a Missa vespertina da Ceia do Senhor tem in&iacute;cio o Tr&iacute;duo Pascal da Paix&atilde;o, Morte e Ressurrei&ccedil;&atilde;o do Senhor. &Eacute; comemorada a institui&ccedil;&atilde;o dos Sacramentos da Eucaristia e da Ordem e o mandamento do Amor (o gesto do lava-p&eacute;s). <br \/>A simbologia do sacrif&iacute;cio &eacute; expressa pela separa&ccedil;&atilde;o dos dois elementos &#8220;o p&atilde;o&#8221; e &#8220;o vinho&#8221;. Esse evento do mist&eacute;rio de Jesus tamb&eacute;m se tornou manifesto no gesto do lava-p&eacute;s. Depois do longo sil&ecirc;ncio quaresmal, a liturgia canta o Gl&oacute;ria. <br \/>No final da Missa, o Sant&iacute;ssimo Sacramento &eacute; trasladado para um outro local, desnudando-se ent&atilde;o os altares. <br \/>Na Sexta-feira Santa n&atilde;o se celebra a missa, tendo lugar a celebra&ccedil;&atilde;o da morte do Senhor, com a adora&ccedil;&atilde;o da cruz. O sil&ecirc;ncio, o jejum e a ora&ccedil;&atilde;o marcam este dia. A celebra&ccedil;&atilde;o da tarde &eacute; uma esp&eacute;cie de drama em tr&ecirc;s actos: proclama&ccedil;&atilde;o da Palavra de Deus, apresenta&ccedil;&atilde;o e adora&ccedil;&atilde;o da cruz, comunh&atilde;o. <br \/>O S&aacute;bado Santo &eacute; dia alit&uacute;rgico: a Igreja debru&ccedil;a-se, no sil&ecirc;ncio e na medita&ccedil;&atilde;o, sobre o sepulcro do Senhor. A &uacute;nica celebra&ccedil;&atilde;o primitiva parece ter sido o jejum. <br \/>A Vig&iacute;lia Pascal &eacute; a &ldquo;m&atilde;e de todas as celebra&ccedil;&otilde;es&rdquo; da Igreja. Celebra-se a Ressurrei&ccedil;&atilde;o de Cristo, a Luz que ilumina o mundo, e para transmitir esse simbolismo deve ser celebrada n&atilde;o antes do anoitecer e terminada antes da aurora. Cinco elementos comp&otilde;em a liturgia da Vig&iacute;lia Pascal: a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o do fogo novo e do c&iacute;rio pascal; a proclama&ccedil;&atilde;o da P&aacute;scoa, que &eacute; um canto de j&uacute;bilo anunciando a Ressurrei&ccedil;&atilde;o do Senhor; a s&eacute;rie de leituras sobre a Hist&oacute;ria da Salva&ccedil;&atilde;o; a renova&ccedil;&atilde;o das promessas do Baptismo e, por fim, a liturgia Eucar&iacute;stica. Ainda hoje continua a ser a noite por excel&ecirc;ncia do Baptismo. <\/p>\n<p><em>Hist&oacute;ria<\/em> <br \/>O ano lit&uacute;rgico como hoje o conhecemos pretende levar os cat&oacute;licos a celebrar sacramentalmente a pessoa de Jesus Cristo como &#8220;mem&oacute;ria&#8221;, &#8220;presen&ccedil;a&#8221;, &#8220;profecia&#8221;. Na Igreja primitiva, o mist&eacute;rio, a celebra&ccedil;&atilde;o, a prega&ccedil;&atilde;o, a vida crist&atilde; tiveram um &uacute;nico centro: a P&aacute;scoa &#8211; o culto da Igreja primitiva nasceu da P&aacute;scoa e para celebrar a P&aacute;scoa. No in&iacute;cio da vida crist&atilde; encontra-se o Domingo como &uacute;nica festa, com a &uacute;nica denomina&ccedil;&atilde;o de &#8220;Dia do Senhor&#8221;. Por influ&ecirc;ncia das comunidades crist&atilde;s provenientes do juda&iacute;smo, surgiu depois um &#8220;grande Domingo&#8221;, como celebra&ccedil;&atilde;o anual da P&aacute;scoa. <br \/>A partir do s&eacute;c. IV, com os decretos que garantiam a liberdade de culto aos crist&atilde;os, come&ccedil;aram-se a celebrar na Terra Santa os acontecimentos da Paix&atilde;o e morte de Jesus Cristo, nos locais e &agrave;s horas em que eram relatados nos Evangelhos. Nasceu assim a Semana Santa e os peregrinos estenderam este uso a todas as igrejas. <br \/>A celebra&ccedil;&atilde;o do baptismo na noite de P&aacute;scoa, j&aacute; em uso no s&eacute;culo III, e a disciplina penitencial com a reconcilia&ccedil;&atilde;o dos penitentes na manh&atilde; de Quinta-feira Santa, j&aacute; no s&eacute;culo V, fizeram nascer tamb&eacute;m o per&iacute;odo preparat&oacute;rio da P&aacute;scoa, ou seja, a Quaresma, inspirada nos &#8220;quarenta dias b&iacute;blicos&#8221;. <br \/>A Semana Santa apresenta-se, neste contexto, como a Semana Maior do ano lit&uacute;rgico. Gra&ccedil;as &agrave; peregrina Eg&eacute;ria, que viveu no final do s&eacute;culo IV, conhecemos os rituais que envolviam estas celebra&ccedil;&otilde;es no princ&iacute;pio do Cristianismo. <br \/>Ela descreve em seu livro &#8220;Itinerarium&#8221; a liturgia que se desenvolveu em Jerusal&eacute;m, teatro das &uacute;ltimas horas de vida de Jesus, e compreende o intervalo de tempo que vai do Domingo de Ramos &agrave; P&aacute;scoa. <br \/>Na Idade M&eacute;dia, esta semana era chamada a &#8220;semana dolorosa&#8221;, porque a Paix&atilde;o de Cristo era dramatizada pelo povo, pondo em destaque os aspectos do sofrimento e da compaix&atilde;o. Actualmente, muitas igrejas locais d&atilde;o ainda vida a essa tradi&ccedil;&atilde;o dram&aacute;tica, que se desenrola em prociss&otilde;es e representa&ccedil;&otilde;es da Paix&atilde;o de Jesus. <strong><\/strong><\/p>\n<p><strong>A<\/strong><strong>s outras Igrejas<\/strong> <br \/>Paix&atilde;o, morte e Ressurrei&ccedil;&atilde;o de Cristo s&atilde;o as doutrinas comuns a todos os ramos do Cristianismo e que, ao mesmo tempo as distingue das outras religi&otilde;es. A Quarta-feira de cinzas marca o in&iacute;cio da Quaresma para todas as Igrejas crist&atilde;s, mas apenas a tradi&ccedil;&atilde;o cat&oacute;lica a assinala obrigatoriamente com a simbologia da imposi&ccedil;&atilde;o das cinzas. <\/p>\n<p>A Igreja Lusitana de comunh&atilde;o Anglicana e tamb&eacute;m a Presbiteriana diferem pouco da tradi&ccedil;&atilde;o cat&oacute;lica. Pequenos detalhes marcam a diferen&ccedil;a. &ldquo;A Igreja Lusitana &eacute; cat&oacute;lica mas n&atilde;o &eacute; romana, ou seja, n&atilde;o reconhecemos a autoridade a Roma. A actividade lit&uacute;rgica &eacute;, por isso, muito semelhante&rdquo;, explica o Bispo Fernando Soares. O tempo de Quaresma principia na Quarta-feira de cinzas com o rito de imposi&ccedil;&atilde;o das cinzas. N&atilde;o &eacute; uma pr&aacute;tica de todas as igrejas, &ldquo;depender&aacute; da sensibilidade das comunidades&rdquo;. Tamb&eacute;m a Igreja Evang&eacute;lica Metodista Portuguesa n&atilde;o tem doutrinas nem normas espec&iacute;ficas sobre este culto, mas em alguns pa&iacute;ses, &ldquo;apenas em sentido tradicional e volunt&aacute;rio, h&aacute; uma cerim&oacute;nia nesta data, com ou sem imposi&ccedil;&atilde;o de cinzas&rdquo;, explica o Pastor Jorge Barros. <\/p>\n<p>Talvez a maior &ldquo;detalhe&rdquo; nas celebra&ccedil;&otilde;es da Igreja Lusitana aconte&ccedil;a no Domingo de Ramos. Durante a Quaresma, s&atilde;o feitas, em folhas de palmeira, pequenas cruzes que no &uacute;ltimo Domingo da Quaresma, s&atilde;o aben&ccedil;oadas e distribu&iacute;das aos fi&eacute;is que, durante a leitura do Evangelho sobre a crucifica&ccedil;&atilde;o de Jesus, as seguram na m&atilde;o. &ldquo;&Eacute; uma cruz pequena que se usa para marcar os livros. Algumas pessoas gostam inclusivamente de levar para alguns familiares&rdquo;. Um pequeno s&iacute;mbolo que pretende &ldquo;refor&ccedil;ar a rela&ccedil;&atilde;o de cada um com a cruz de Cristo&rdquo;, explica o Bispo Fernando Soares. <\/p>\n<p>A tradi&ccedil;&atilde;o Presbiteriana aponta como diferen&ccedil;a a leitura do Evangelho no Domingo de Ramos. Enquanto a tradi&ccedil;&atilde;o cat&oacute;lica revive toda a paix&atilde;o de Cristo neste Domingo, a Igreja Presbiteriana apenas l&ecirc; a entrada de Jesus em Jerusal&eacute;m, deixando o restante relato para a Semana Santa. Os sete dias antes da P&aacute;scoa s&atilde;o um tempo especial de prepara&ccedil;&atilde;o para os fi&eacute;is presbiterianos e tamb&eacute;m para os metodistas. &ldquo;A Semana Santa &eacute; a &eacute;poca do ano em que temos mais servi&ccedil;os religiosos, em especial nas igrejas paroquiais maiores, onde h&aacute; servi&ccedil;os durante toda a semana, excepto no S&aacute;bado&rdquo;, explica o pastor Jorge Barros. <\/p>\n<p><em>Semana Santa<\/em> <br \/>Todas as Igrejas t&ecirc;m um culto especial na Quinta-feira e na Sexta-feira Santa. Algumas comunidades Presbiterianas encontram-se todos os dias da Semana Santa. &ldquo;A organiza&ccedil;&atilde;o fica dependente de cada comunidade que poder&aacute; organizar actividades para os mais novos e mais velhos&rdquo;, explica Eva Michel. <\/p>\n<p>Durante a Quaresma a aten&ccedil;&atilde;o principal centra-se nas passagens b&iacute;blicas e na reflex&atilde;o pessoal de cada um, &ldquo;para que possamos viver com maior aten&ccedil;&atilde;o aos outros, a n&oacute;s pr&oacute;prios, com a natureza e com Deus&rdquo;. Este &eacute; o centro da pr&aacute;tica quaresmal da Igreja Presbiteriana. <\/p>\n<p>Tradicionalmente, nas Igrejas protestantes, a espiritualidade centrou-se na Sexta-feira Santa e na reden&ccedil;&atilde;o. Eva Michel recorda a devo&ccedil;&atilde;o que leva as pessoas ao culto na Sexta-feira santa, mesmo que estejam ausentes durante o resto do ano. No entanto, o di&aacute;logo ajudou a corrigir os extremos e, a pastora Eva explica que, hoje entende-se a necessidade de ampliar os horizontes. &ldquo;A cruz sem ressurrei&ccedil;&atilde;o &eacute; muito vazia, mas a celebra&ccedil;&atilde;o da ressurrei&ccedil;&atilde;o sem olhar para o sofrimento na cruz tamb&eacute;m &eacute; insuficiente. Para ver a morte de Jesus temos de a perceber enquanto consequ&ecirc;ncia da sua vida e n&atilde;o isol&aacute;-la. Isto significa redescobrir o profundo mist&eacute;rio que &eacute; a P&aacute;scoa&rdquo;. <\/p>\n<p>Na tradi&ccedil;&atilde;o baptista, durante a Semana Santa, h&aacute; cultos vespertinos ou servi&ccedil;os religiosos &agrave; noite, em especial na Quinta-feira e Sexta-feira santa, onde s&atilde;o lembradas, atrav&eacute;s de textos e hinos, as &uacute;ltimas 48 horas de Jesus, a &uacute;ltima ceia com os disc&iacute;pulos e a crucifica&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Existem muitos serm&otilde;es sobre a descri&ccedil;&atilde;o hist&oacute;rica do que aconteceu&rdquo;. Os c&acirc;nticos e os textos sagrados centram-se no sofrimento de Jesus. &ldquo;Os evang&eacute;licos consideram que a salva&ccedil;&atilde;o &eacute; de gra&ccedil;a, mas n&atilde;o a foi para Jesus. Teve um alto pre&ccedil;o e por isso os pastores recordam aos crentes que este foi um sofrimento atroz e d&atilde;o &ecirc;nfase ao pre&ccedil;o do sofrimento para a salva&ccedil;&atilde;o&rdquo;, afirma Fernando Loja. <\/p>\n<p>Das Igrejas crist&atilde;s, apenas a Cat&oacute;lica realiza a Via-sacra na tarde de Sexta-feira santa, reconstruindo os &uacute;ltimo passos de Cristo. Na Sexta-feira Santa, a Igreja Lusitana prepara um momento devocional pelas 15 horas nas comunidades e tamb&eacute;m &agrave; noite, onde o culto se debru&ccedil;a sobre a crucifica&ccedil;&atilde;o. &ldquo;A reflex&atilde;o &eacute; conduzida pela prega&ccedil;&atilde;o, pelos textos sagrados e por c&acirc;nticos&rdquo;. O culto de Quinta-feira santa termina com a desnuda&ccedil;&atilde;o do altar. &ldquo;Todas as alfaias lit&uacute;rgicas, a cruz, as flores, velas, a toalha s&atilde;o retirados com o objectivo de lembrar que Jesus foi sepultado e tudo ficou nu&rdquo;. Na Sexta-feira o culto decorre na austeridade e apenas na Vig&iacute;lia Pascal de S&aacute;bado os elementos lit&uacute;rgicos s&atilde;o repostos. Quando anunciada a ressurrei&ccedil;&atilde;o, acendem-se as luzes, &ldquo;come&ccedil;ando uma nova vida&rdquo;. Um rito semelhante &agrave; tradi&ccedil;&atilde;o cat&oacute;lica que habitualmente inicia a celebra&ccedil;&atilde;o com a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o do fogo no exterior da igreja. No Domingo celebra-se o dia da Ressurrei&ccedil;&atilde;o. O conv&iacute;vio ap&oacute;s o culto, num almo&ccedil;o familiar, &eacute; uma tradi&ccedil;&atilde;o que o Bispo da Igreja Lusitana lamenta estar-se a perder. &ldquo;At&eacute; no Natal as pessoas j&aacute; optam por ir ao restaurante ou a hot&eacute;is porque n&atilde;o querem cozinhar&rdquo;. <\/p>\n<p>A tradi&ccedil;&atilde;o Metodista celebra um culto na Sexta-feira santa &ldquo;muito solene e por vezes emotivo e s&atilde;o real&ccedil;ados os acontecimentos centrados na crucifica&ccedil;&atilde;o e morte&rdquo;, explica o Pastor Jorge Barros. Leituras b&iacute;blicas longas e apropriadas e hinos de sofrimento e tristeza, &ldquo;embora de f&eacute;&rdquo; conduzem os fi&eacute;is. Este &eacute; um dia em que a frequ&ecirc;ncia na Igreja &eacute; &ldquo;muito maior que o habitual, incluindo crentes pouco ass&iacute;duos e visitantes&rdquo;. <\/p>\n<p><em>OC\/LS<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Domingo de Ramos inicia percurso mais importante do ano lit\u00fargico<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[199,246,267,91,294,308,317],"class_list":["post-23801","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-vaticano","tag-espiritualidade","tag-liturgia","tag-natal","tag-quaresma","tag-sacramentos","tag-semana-santa","tag-terra-santa"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23801","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=23801"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23801\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=23801"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=23801"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=23801"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}