{"id":23658,"date":"2007-03-25T18:54:35","date_gmt":"2007-03-25T18:54:35","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2007\/03\/25\/bispo-para-trabalhar-pelo-triunfo-do-bem\/"},"modified":"2007-03-25T18:54:35","modified_gmt":"2007-03-25T18:54:35","slug":"bispo-para-trabalhar-pelo-triunfo-do-bem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/bispo-para-trabalhar-pelo-triunfo-do-bem\/","title":{"rendered":"Bispo para trabalhar pelo triunfo do bem"},"content":{"rendered":"<p>Homilia de D. Manuel Clemente na celebra\u00e7\u00e3o de entrada na Diocese do Porto <!--more--> HOMILIA DA ENTRADA NA S\u00c9 DO PORTO 25 de Mar\u00e7o de 2007  A minha primeira sauda\u00e7\u00e3o dirige-se neste momento ao Santo Padre Bento XVI, que me enviou \u00e0 Diocese do Porto, para a servir como bispo, na comunh\u00e3o da Igreja universal. Em.mo e Rev.mo Senhor Cardeal-Patriarca de Lisboa, mestre e amigo de tantos anos, a quem nunca poderei agradecer bastante. Ex.mo e Rev.mo Senhor Arcebispo Primaz e Presidente da Confer\u00eancia Episcopal Portuguesa, em cuja metr\u00f3pole agora me insiro, refor\u00e7ando a nossa colegialidade. Ex.mos e Rev.mos Senhores Bispos que integram o minist\u00e9rio episcopal do Porto, com especial refer\u00eancia ao Senhor D. Jo\u00e3o Miranda Teixeira, que t\u00e3o generosamente assegurou a administra\u00e7\u00e3o apost\u00f3lica da Diocese. Ex.mos e Rev.mos Senhores Arcebispos e Bispos de Portugal, irm\u00e3os de todas as horas no servi\u00e7o comum das Igrejas da nossa P\u00e1tria. Excelent\u00edssimas Autoridades p\u00fablicas aqui presentes, do Estado, Consulares, e das Autarquias, administrativas, judiciais, acad\u00e9micas e militares ou de seguran\u00e7a: para todos a minha sauda\u00e7\u00e3o respeitosa e a garantia de colabora\u00e7\u00e3o sincera em tudo quanto respeite ao bem comum da sociedade que servimos. Caro presbit\u00e9rio diocesano, secular e religioso &#8211; come\u00e7ando pelos Senhores Vig\u00e1rios gerais e episcopais, o Il.mo e Rev.mo Cabido desta S\u00e9 e -, com quem agora formo um s\u00f3 corpo pastoral, na variedade das suas aplica\u00e7\u00f5es e na unidade sacramental que nos torna presen\u00e7a viva de Cristo Pastor no meio e ao servi\u00e7o dos crentes.  Estimados diocesanos do Porto: caros di\u00e1conos, seminaristas, religiosos e religiosas, membros dos institutos seculares e todos os consagrados; fi\u00e9is leigos que fazeis frutificar o vosso Baptismo e Confirma\u00e7\u00e3o em m\u00faltiplas maneiras de testemunhar o Evangelho de Cristo, da fam\u00edlia \u00e0 sociedade, da vida profissional \u00e0 cultural, da caridade \u00e0s miss\u00f5es, pessoalmente ou agregados, em quantos grupos, associa\u00e7\u00f5es e movimentos o Esp\u00edrito suscita e alimenta, da Igreja para o Mundo.       Amigos de sempre, sacerdotes, di\u00e1conos, seminaristas, consagrados e leigos, do Patriarcado e de outras Dioceses, que quisestes vir aqui, para de algum modo me oferecer \u00e0 Diocese do Porto, qual fruto tamb\u00e9m da vossa amizade de tantos anos e do vosso est\u00edmulo de tantas horas. Todos v\u00f3s, crist\u00e3os ou de outros credos, crentes ou porventura n\u00e3o-crentes, que aqui vos encontrais no que posso desde j\u00e1 considerar um exerc\u00edcio de amizade, a que me sinto deveras reconhecido e obrigado:    Ao iniciar o minist\u00e9rio na Diocese do Porto, atinge-me compreensivelmente o sentimento forte de venera\u00e7\u00e3o e respeito por tudo o que aconteceu de nobre e sublime na longa s\u00e9rie dos seus episcopados. Diocese antiga, precedeu e acompanhou a hist\u00f3ria portuguesa, dando-lhe por vezes os nomes mais expressivos e prof\u00e9ticos: n\u00e3o nos faltar\u00e3o ocasi\u00f5es e efem\u00e9rides, para os irmos lembrando especificamente, t\u00e3o importante \u00e9 reter a vida vivida, para inspirar a que se h\u00e1-de viver. Deu-lhe, mais constantemente, a garantia da fidelidade eclesial dos seus sucessivos pastores. Entre eles, quero homenagear aqui as venerandas figuras dos meus imediatos antecessores, os Senhores D. J\u00falio Tavares Rebimbas e D. Armindo Lopes Coelho, cuja sa\u00fade e vida Deus guarde e acrescente, para benef\u00edcio de todos quantos havemos de lucrar muito com a sua acumulada experi\u00eancia e comprovada sabedoria. Particularmente ao Senhor D. Armindo formulo votos \u2013 que s\u00e3o de toda a Diocese \u2013 de boa recupera\u00e7\u00e3o. Episcopados coevos de pujantes manifesta\u00e7\u00f5es do Esp\u00edrito de Cristo, carism\u00e1ticas e institucionais, em multiplicadas obras de evangeliza\u00e7\u00e3o, culto e caridade. Tem sido esta Diocese, ao longo dos tempos, ber\u00e7o ou palco das mais diversas realiza\u00e7\u00f5es apost\u00f3licas, de cl\u00e9rigos religiosos ou seculares, de v\u00e1rios tipos de vida consagrada e de in\u00fameros leigos, por si ou associados. Por toda a larga e densa Diocese portucalense, quase n\u00e3o h\u00e1 localidade em que uma rua, uma institui\u00e7\u00e3o, um monumento, ou a mem\u00f3ria vida dos habitantes n\u00e3o lembre uma realiza\u00e7\u00e3o evang\u00e9lica com redund\u00e2ncia social ou cultural, art\u00edstica ou genericamente filantr\u00f3pica.  \u00c9 a esta Diocese que a vontade do Santo Padre me trouxe agora, para servir a inesgot\u00e1vel obra do Esp\u00edrito Santo, que assim fecunda a Igreja, ao servi\u00e7o duma Humanidade de que Deus n\u00e3o desiste nunca. E s\u00f3 por saber que a obra \u00e9 divina, me atrevo eu a juntar o nome \u00e0 evocada s\u00e9rie dos seus prelados e a quantos, cl\u00e9rigos, religiosos ou leigos, constituem a Igreja do Porto, louvando a Deus e servindo os irm\u00e3os.  Deus n\u00e3o desiste nunca de criar e recriar o Mundo, quer nos cora\u00e7\u00f5es, quer na pr\u00e1tica social. H\u00e1 muito que ter\u00edamos desistido n\u00f3s, se n\u00e3o fosse assim. Em cada constru\u00e7\u00e3o da paz, que \u00e9 obra da justi\u00e7a &#8211; distributiva e pedag\u00f3gica, mesmo quando corrige -, em cada compromisso solid\u00e1rio e generoso, h\u00e1 desgastes, decep\u00e7\u00f5es e feridas que precisam de um \u00e2nimo maior do que as disposi\u00e7\u00f5es moment\u00e2neas e as boas inten\u00e7\u00f5es. Por vezes, os temperamentos fortes ou os ideais mais empolgantes podem garantir alguma persist\u00eancia mais. Mas para seguir sempre, e, sobretudo, para n\u00e3o desistir de ningu\u00e9m, \u00e9 comprovadamente necess\u00e1ria a participa\u00e7\u00e3o no cora\u00e7\u00e3o divino, onde cabemos todos como filhos, donde renascemos sempre como d\u00e1diva.  Reconhe\u00e7amo-lo, ent\u00e3o, para podermos prosseguir, sobretudo num tempo t\u00e3o rarefeito como o nosso. Chamam p\u00f3s-moderna \u00e0 sensibilidade dominante nas \u00faltimas tr\u00eas d\u00e9cadas. Caracterizam-na como fruto de grandes decep\u00e7\u00f5es ideol\u00f3gicas e concentra\u00e7\u00e3o no moment\u00e2neo e imediatamente gratificante. Algo como vigorava entre pag\u00e3os, quando o Cristianismo nasceu: \u201ccomamos e bebamos que amanh\u00e3 morreremos\u2026\u201d. Neste ambiente, o pensamento \u00e9 d\u00e9bil, os valores s\u00e3o fr\u00e1geis e as pr\u00e1ticas inconsequentes. Sem manique\u00edsmos, podemos reconhecer raz\u00f5es neste modo de sentir e estar, arredio e desconfiado em rela\u00e7\u00e3o a grandes discursos e propaladas meta-narrativas, que tantas vezes camuflaram des\u00edgnios obscuros e causadores de grandes males. Mas n\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil concluir que, se ficamos apenas com desconfian\u00e7as e impress\u00f5es, n\u00e3o faremos nada de futuro, enquanto crentes e cidad\u00e3os. Como se escrev\u00eassemos na \u00e1gua\u2026   N\u00e3o na \u00e1gua, mas na areia, escrevia Jesus ent\u00e3o, como quem dava tempo aos interlocutores para lerem nas pr\u00f3prias consci\u00eancias; a\u00ed mesmo, onde Deus deixou uma lei inapag\u00e1vel, na qual a dignidade de todos e de cada um realmente se garante. Traziam-lhe uma mulher surpreendida em adult\u00e9rio, queriam que Jesus apoiasse um castigo mortal. E o mais surpreendente nem ser\u00e1 depois a atitude serena e l\u00facida do \u201cmestre\u201d, que os obriga em consci\u00eancia a desistir de tal castigo. O mais surpreendente ser\u00e1 sim a frase final com que Jesus a envia: \u201cVai e n\u00e3o tornes a pecar\u201d. Aqui, efectivamente, ultrapassa-se toda a medida humana, ainda que larga e generosa. Aqui manifesta-se a grandeza de Deus, que pode ordenar o que s\u00f3 divinamente \u00e9 poss\u00edvel: \u201cN\u00e3o tornes a pecar!\u201d. Aqui se reconstr\u00f3i a vida, na ordem e no poder de Cristo, tantas vezes demonstrado a partir de ent\u00e3o: \u201cn\u00f3s somos testemunhas destas coisas\u201d e o Cristianismo \u00e9 tudo o que h\u00e1 de mais factual, pr\u00e1tico e comprovado, nesse sentido recriador e ilustrativo de que Deus \u00e9 a permanente juventude do Mundo. Irm\u00e3os e amigos, a Igreja de Cristo existe no Mundo e para o Mundo como sinal e activa\u00e7\u00e3o desta nov\u00edssima gra\u00e7a, que reconstr\u00f3i vidas e relan\u00e7a caminhos, a partir do poder de Deus. Temos nos altares in\u00fameras figuras \u2013 ainda assim muito menos do que as 144 000 que o Apocalipse nos mostra no C\u00e9u &#8211; , que antes de serem obras de arte nossa, o foram da divina gra\u00e7a, moldando cora\u00e7\u00f5es antes de talhar imagens. Fraquejou Pedro, a gra\u00e7a f\u00ea-lo m\u00e1rtir; de muitos males padecia a Madalena, a gra\u00e7a f\u00ea-la \u201cap\u00f3stola dos ap\u00f3stolos\u201d; distra\u00edam-se as juventudes de Francisco de Assis ou de Carlos de Foucauld, a gra\u00e7a f\u00ea-los santos e profetas das suas \u00e9pocas; descrente era Edite Stein, a gra\u00e7a f\u00ea-la doutora da Igreja e m\u00e1rtir de Auschwitz, pelo e com o seu povo\u2026 &#8211; E a todos n\u00f3s, neste Domingo de Quaresma e convers\u00e3o, que fez e faz a gra\u00e7a de Cristo, sen\u00e3o levantar-nos a uma vida mais alta, digna, pura e solid\u00e1ria?! E a todos n\u00f3s, que nos dizem e transmitem continuamente cada prega\u00e7\u00e3o, sacramento e obra de caridade, sen\u00e3o a possibilidade de persistir no bem e, mais ainda, de come\u00e7ar de novo?!  Irm\u00e3os sacerdotes e di\u00e1conos, estimados consagrados e seminaristas, car\u00edssimos leigos e todas as pessoas que a boa vontade e a cortesia hoje re\u00fane nesta vetusta e insigne catedral portucalense: s\u00f3 desta realidade vivemos e s\u00f3 para a difundir existimos como Igreja, na variedade dos carismas e minist\u00e9rios em que Deus nos queira. Existimos e trabalhamos, em cada comunidade paroquial ou religiosa, em cada fam\u00edlia, movimento ou associa\u00e7\u00e3o, em cada empenho profissional ou c\u00edvico, para manifestar o incans\u00e1vel recome\u00e7o e o verdadeiro progresso que todas as coisas leg\u00edtimas e necess\u00e1rias podem e devem ter a partir do poder de Deus. De Deus, que n\u00e3o desiste nunca de levar por diante uma cria\u00e7\u00e3o cujo potencial est\u00e1 muito longe do esgotamento, antes se apresenta promissor e exaltante, como o sabem os profetas e o atestam os verdadeiros crentes. N\u00e3o pe\u00e7a o Mundo \u00e0 Igreja outra coisa sen\u00e3o esta, a luz e a gra\u00e7a de Cristo para o triunfo do bem. Entregam-se e aplicam-se vidas sacerdotais inteiras \u2013 e como as havemos de pedir sempre e mais ao \u201cSenhor da messe\u201d! -, pregando o Evangelho, administrando sacramentos, alargando a caridade, unicamente para dar \u00e0 sociedade, com a gra\u00e7a de Cristo, a for\u00e7a e o est\u00edmulo do que ela h\u00e1-de ser toda, como fraternidade e partilha. Aplicam-se os ministros da Igreja e os leigos no Mundo em id\u00eantico af\u00e3, para que se comece a experimentar aquela verdadeira conviv\u00eancia, a que Jesus chamou \u201cReino de Deus\u201d!  O Papa Bento XVI percebeu agudamente que esta \u00e9 a \u00fanica oportunidade para a Igreja, para o Mundo e para a conjuga\u00e7\u00e3o positiva de ambos nos nossos dias. Por isso n\u00e3o hesitou em escrever as seguintes palavras, que devemos reter de cor e nos sobram como programa: \u201cToda a actividade da Igreja \u00e9 manifesta\u00e7\u00e3o dum amor que procura o bem integral do homem: procura a sua evangeliza\u00e7\u00e3o por meio da Palavra e dos Sacramentos, empreendimento este muitas vezes her\u00f3ico nas suas realiza\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas; e procura a sua promo\u00e7\u00e3o nos v\u00e1rios \u00e2mbitos da vida e da actividade humana. Portanto, \u00e9 amor o servi\u00e7o que a Igreja exerce para acorrer constantemente aos sofrimentos e \u00e0s necessidades, mesmo materiais, dos homens\u201d (Enc\u00edclica Deus caritas est, n\u00ba 19). N\u00e3o nos pe\u00e7a outra coisa o Mundo; mas, isto mesmo, havemos obrigatoriamente de lhe dar.  Servi\u00e7o de renova\u00e7\u00e3o constante de \u201ctodas as coisas\u201d, pela gra\u00e7a divina, que j\u00e1 prometia Isa\u00edas aos exilados do seu tempo, falando em nome de Deus: \u201cOlhai: vou realizar uma coisa nova, que j\u00e1 come\u00e7a a acontecer; n\u00e3o a vedes? Vou abrir um caminho no deserto, fazer brotar rios na terra \u00e1rida!\u201d. Horizonte infindo de realiza\u00e7\u00e3o e de ser, como escut\u00e1mos depois a Paulo, j\u00e1 poss\u00edvel pela caridade de Cristo, em quem Deus se demonstrou e prometeu: \u201cS\u00f3 penso numa coisa: esquecendo o que fica para tr\u00e1s, lan\u00e7ar-me para a frente, continuar a correr para a meta, em vista do pr\u00e9mio a que Deus, l\u00e1 do alto, me chama em Cristo Jesus\u201d. Aqui nos reencontramos sempre, irm\u00e3os e amigos, no que herdamos e no que temos para oferecer a todos os que connosco compartilham a aventura humana: um horizonte largo e uma gra\u00e7a garantida, para come\u00e7ar, recome\u00e7ar e persistir. Assim est\u00e1 Cristo hoje, como naquele dia em Jerusal\u00e9m, diante de toda a impossibilidade humana, sobretudo nas nossas contradi\u00e7\u00f5es e limites, sejam quais forem e de que ordem forem, f\u00edsica, moral, social ou espiritual. Est\u00e1 connosco, como a Igreja o sabe, testemunha e oferece.  \u00c9 nesta realidade vast\u00edssima e empolgante, que se sucedem as gera\u00e7\u00f5es e os minist\u00e9rios eclesiais, como acontece aqui e agora. Para que em tudo se realce e manifeste unicamente e sempre a bondade do Pai, a proximidade de Cristo e o poder do Esp\u00edrito! + Manuel Clemente  <B>Dossier AE<\/B> <a href=dossier.asp?dossierid=62> Novo Bispo para o Porto<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Homilia de D. 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