{"id":23460,"date":"2007-03-15T10:15:55","date_gmt":"2007-03-15T10:15:55","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2007\/03\/15\/algarve-pela-vida-lamenta-falta-de-verdade-do-ministro\/"},"modified":"2007-03-15T10:15:55","modified_gmt":"2007-03-15T10:15:55","slug":"algarve-pela-vida-lamenta-falta-de-verdade-do-ministro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/algarve-pela-vida-lamenta-falta-de-verdade-do-ministro\/","title":{"rendered":"\u00abAlgarve pela Vida\u00bb lamenta falta de verdade do Ministro"},"content":{"rendered":"<p>Os mandat\u00e1rios que constitu\u00edram o grupo c\u00edvico &#8216;Algarve pela Vida&#8217; vieram insurgir-se contra o facto de o Ministro da Sa\u00fade, Correia de Campos, ter faltado \u00e0 verdade no per\u00edodo que antecedeu o referendo do aborto quanto ao valor de cada aborto a pagar pelo Estado.  Em comunicado de imprensa enviado \u00e0 comunica\u00e7\u00e3o social, afirmam que &#8220;vem agora a descobrir-se que, apesar de o Ministro da Sa\u00fade ter dito em Janeiro de 2007, na SIC, que o aborto iria custar apenas entre 300 e 700 euros ao Estado, a realidade \u00e9 que o seu Governo j\u00e1 tinha estabelecido em 2006 que os pre\u00e7os de pagamento para as cl\u00ednicas, se situariam entre os 829 e os 1074 euros por aborto, tal como se pode comprovar do teor da parte final da p\u00e1gina 45 da portaria n\u00ba110-A\/2007 de 23 de Janeiro publicada no Di\u00e1rio da Rep\u00fablica de 23 de Janeiro&#8221;.   Os membros do grupo c\u00edvico entretanto extinto contestam a nova lei do aborto aprovada no passado dia 8 deste m\u00eas, alegando que &#8220;ao rejeitar o aconselhamento obrigat\u00f3rio, acabou por ser a mais radical, contrariando, desta forma, quer as promessas eleitorais, quer as recomenda\u00e7\u00f5es de modera\u00e7\u00e3o do senhor Presidente da Rep\u00fablica, quer as boas pr\u00e1ticas europeias&#8221;, considerando que &#8220;o que est\u00e1 em causa com o aconselhamento obrigat\u00f3rio \u00e9 precisamente apurar se a mulher quer livremente realizar o aborto ou se est\u00e1 a ser pressionada por terceiros&#8221; para o realizar &#8220;e ainda propor-lhe alternativas&#8221;.  Os militantes pelo &#8216;n\u00e3o&#8217; ao aborto no referendo, que rejeitam &#8220;em absoluto a argumenta\u00e7\u00e3o de que o aconselhamento obrigat\u00f3rio viola a pergunta do referendo e a liberdade de escolha da mulher&#8221;, lembram que o resultado do mesmo &#8220;n\u00e3o \u00e9 legalmente vinculativo&#8221;, uma vez que &#8220;s\u00f3 pouco mais de 25 por cento da totalidade dos portugueses \u00e9 que votaram &#8216;sim'&#8221;.  Os mandat\u00e1rios do ex-grupo c\u00edvico consideram que &#8220;os 3 partidos pol\u00edticos que, neste momento, t\u00eam a maioria parlamentar (BE, PS e PCP) ostracizaram completamente os deputados que fizeram campanha pelo &#8216;sim&#8217;, defendendo posi\u00e7\u00f5es mais moderadas&#8221; e afirmam ser &#8220;igualmente chocante que os mesmos partidos tenham tamb\u00e9m chumbado a proposta de tr\u00eas deputadas do PS que visava punir a publicidade e incita\u00e7\u00e3o \u00e0 pr\u00e1tica do aborto&#8221;.  No comunicado enviado \u00e0 imprensa classificam ainda a aprova\u00e7\u00e3o da nova lei &#8220;uma posi\u00e7\u00e3o extremista que contraria a tradi\u00e7\u00e3o humanista de Portugal&#8221;, raz\u00e3o pela qual dirigem agora um apelo ao Presidente da Rep\u00fablica &#8220;para que sejam tomadas as medidas necess\u00e1rias \u00e0 rejei\u00e7\u00e3o deste projecto e \u00e0 aprova\u00e7\u00e3o de uma outra lei mais moderada&#8221;. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os mandat\u00e1rios que constitu\u00edram o grupo c\u00edvico &#8216;Algarve pela Vida&#8217; vieram insurgir-se contra o facto de o Ministro da Sa\u00fade, Correia de Campos, ter faltado \u00e0 verdade no per\u00edodo que antecedeu o referendo do aborto quanto ao valor de cada aborto a pagar pelo Estado. 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