{"id":23360,"date":"2007-03-09T11:17:11","date_gmt":"2007-03-09T11:17:11","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2007\/03\/09\/novo-bispo-do-funchal-dara-prioridade-a-juventude-e-a-familia\/"},"modified":"2007-03-09T11:17:11","modified_gmt":"2007-03-09T11:17:11","slug":"novo-bispo-do-funchal-dara-prioridade-a-juventude-e-a-familia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/novo-bispo-do-funchal-dara-prioridade-a-juventude-e-a-familia\/","title":{"rendered":"Novo bispo do Funchal dar\u00e1 prioridade \u00e0 juventude e \u00e0 fam\u00edlia"},"content":{"rendered":"<p><b>Jornal da Madeira \u2014 Passa da segunda maior Diocese do pa\u00eds para uma com caracter\u00edsticas completamente diferentes e com uma dimens\u00e3o muito mais reduzida, para al\u00e9m de ser uma ilha aberta \u00e0s diferentes culturas. Como ser\u00e1 essa transi\u00e7\u00e3o? <\/b> D. Ant\u00f3nio Carrilho- \u00c9 um desafio grande. Felizmente, tenho tido facilidade de adapta\u00e7\u00e3o aos diversos meios por onde tenho realizado a minha ac\u00e7\u00e3o pastoral.  Nunca senti qualquer dificuldade de adapta\u00e7\u00e3o por vir do Algarve para Lisboa. Quando vim para o Porto, as pessoas tamb\u00e9m diziam que ia ter dificuldades de adapta\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o tive. No Porto senti-me t\u00e3o em casa como me senti em Lisboa e no meu Algarve.  Espero que esta facilidade de adapta\u00e7\u00e3o que tenho tido me ajude tamb\u00e9m a adaptar-me com facilidade \u00e0 nova realidade que \u00e9 a Ilha da Madeira e o Porto Santo. Conhe\u00e7o alguma coisa, mas pretendo aprofundar esses conhecimentos. Vou dar tempo ao tempo.  O D. Teodoro de Faria continua na Madeira e ser\u00e1 uma preciosa ajuda.  <b>JM \u2014 Como se sente por vir substituir um bispo que j\u00e1 est\u00e1 no exerc\u00edcio de fun\u00e7\u00f5es h\u00e1 25 anos e ao qual os madeirenses est\u00e3o habituados?<\/b>  DAC \u2014 Na vida da Igreja isto \u00e9 absolutamente normal, porque Jesus escolheu os ap\u00f3stolos, enviou-os e estes t\u00eam tido sucessores constantes ao longo destes dois mil anos. Portanto, a sucess\u00e3o apost\u00f3lica faz parte do mist\u00e9rio da Igreja. Mas relembro que D. Teodoro de Faria continua na Madeira e ser\u00e1 para mim um irm\u00e3o que me ir\u00e1 ajudar. Ao mesmo tempo, estou convencido que o povo, continuando a estimar e a querer muito a D. Teodoro de Faria, saber\u00e1 tamb\u00e9m acolher o novo bispo. O novo bispo que vem n\u00e3o vai tirar o lugar a ningu\u00e9m. Pelo contr\u00e1rio, vem suceder. Vem com a mesma miss\u00e3o, com a mesma responsabilidade e espero que a estima que t\u00eam por ele tamb\u00e9m me seja prestada e n\u00e3o me seja negada qualquer ajuda, n\u00e3o s\u00f3 na integra\u00e7\u00e3o, como depois na actividade pastoral que temos para desenvolver.  <b>JM \u2014 O pr\u00f3prio D. Teodoro de Faria mostrou-se agradado quando o seu nome foi apontado para seu sucessor. O que pensa disso?<\/b>  DAC \u2014 Fico muito contente. Li a nota episcopal, que achei muito bonita. Isso alegra-me muito. \u00c9 curioso que h\u00e1 dias estive a ver algumas fotografias da nossa \u00faltima visita feita ao Santo Padre, que ocorreu em 1999, e numa delas, na Capela particular do Papa, pertinho dele, est\u00e1 o D. Teodoro, eu e o D. Maur\u00edlio Gouveia. Achei muito interessante, porque at\u00e9 me pareceu uma esp\u00e9cie de an\u00fancio prof\u00e9tico.  A minha amizade por D. Teodoro de Faria j\u00e1 vem de h\u00e1 muito, do tempo em que ele estava no col\u00e9gio portugu\u00eas, em Roma, e dos encontros de amigos que temos tido. O D. Teodoro n\u00e3o sai por qualquer outra raz\u00e3o que n\u00e3o seja o limite de idade. Portanto, a sucess\u00e3o \u00e9 perfeitamente normal, j\u00e1 que esta \u00e9 uma situa\u00e7\u00e3o que acontece em toda a Igreja. Sucedemo-nos uns aos outros, na mesma miss\u00e3o, no mesmo servi\u00e7o, dando continuidade e inovando naquilo que for necess\u00e1rio.  <b>JM \u2014 A sociedade actual est\u00e1 cada vez mais a afastar-se da Igreja e da religi\u00e3o, especialmente os jovens. Que estrat\u00e9gias \u00e9 que podem ser usadas para cativar a popula\u00e7\u00e3o para estes valores? <\/b> DAC \u2014 A Pastoral da Juventude \u00e9 para mim uma grande prioridade. \u00c9 dif\u00edcil fazer confronto com outras ac\u00e7\u00f5es pastorais, mas \u00e9 uma prioridade grande. Como bispo presidente da Comiss\u00e3o Episcopal do Laicado e da Fam\u00edlia, n\u00e3o posso deixar de prestar esta aten\u00e7\u00e3o aos jovens. H\u00e1 muito a fazer com eles e por eles.  <b>JM \u2014 Nos dias que correm, muitos pais mandam os filhos para a catequese apenas com o intuito de que estes fa\u00e7am os Sacramentos, mas depois assiste-se a um div\u00f3rcio entre os jovens e a Igreja. Como combater essa situa\u00e7\u00e3o? <\/b> DAC \u2014 \u00c9 pena que esse div\u00f3rcio ocorra, mas \u00e9 pena tamb\u00e9m que a Catequese nem sempre prenda e nem sempre transmita aquela viv\u00eancia que apanha a pessoa por dentro.  O problema da juventude n\u00e3o est\u00e1 s\u00f3 em fazer a sequ\u00eancia do itiner\u00e1rio catequ\u00e9tico, mas est\u00e1 em ir captando, atrav\u00e9s da descoberta e do conhecimento de Cristo, aquilo que significa sequi-Lo. No fundo, o que est\u00e1 em causa \u00e9 um ideal. Tenho verificado que quando os jovens captam a figura de Jesus por dentro como ideal de vida agarram-se a Ele e seguem-No. Se aquilo que lhes \u00e9 proporcionado n\u00e3o os atinge t\u00e3o dentro e n\u00e3o se transforma a mensagem em ideal de vida, muito dificilmente permanecer\u00e3o dentro daquilo que n\u00e3o seja a pr\u00e1tica tradicional ou at\u00e9 mesmo afastar-se dela.  Tenho a preocupa\u00e7\u00e3o e sinto um grande desafio de uma aposta da Pastoral de jovens. Como vamos fazer, veremos. Outro aspecto fundamental \u00e9 a fam\u00edlia.   <b>JM \u2014 \u00c9 presidente da Comiss\u00e3o Episcopal do Laicado e da Fam\u00edlia. Acha que os valores da fam\u00edlia est\u00e3o a perder-se? <\/b> DAC \u2014 Consta-me que na Madeira as fam\u00edlias s\u00e3o unidas. H\u00e1 um la\u00e7o familiar que \u00e9 firme e s\u00f3lido. Mas \u00e9 evidente que hoje, naquela sociedade multicultural, h\u00e1 muitos costumes, muitos comportamentos e uma mentalidade diversa. As pessoas est\u00e3o em confronto e \u00e9 dif\u00edcil n\u00e3o se deixar influenciar. Portanto, considero importante que as fam\u00edlias crist\u00e3s cat\u00f3licas descubram o valor do ideal do matrim\u00f3nio crist\u00e3o e sejam capazes de dar testemunho da alegria e da felicidade de viver em fam\u00edlia crist\u00e3.  Para mim, mais do que escrever coisas sobre a fam\u00edlia, considero importante o testemunho de felicidade que as fam\u00edlias crist\u00e3s t\u00eam, por vezes at\u00e9 no meio do sofrimento e das lutas da vida.  Chegou a hora de apostarmos tamb\u00e9m na fam\u00edlia, de um modo particular nos casais novos.  <b>JM \u2014 Como encara o facto de cada vez haver menos pessoas a enveredar pela vida religiosa?<\/b>  DAC \u2014 Penso que h\u00e1 tamb\u00e9m um trabalho a realizar nesse \u00e2mbito.  <b>JM \u2014 Ter\u00e1 de ser a aposta na juventude?<\/b> DAC \u2014 Na juventude, na fam\u00edlia e no conhecimento da verdadeira realidade e dimens\u00e3o da vida da Igreja. Na sociedade corre a ideia de que afinal os leigos podem fazer o mesmo que os padres. \u00c9 uma ideia um pouco dilu\u00edda daquilo que \u00e9 o espec\u00edfico do padre na vida da Igreja, que pode levar um pouco a um certo div\u00f3rcio. Mas acho que se est\u00e1 tamb\u00e9m a fazer um caminho de recupera\u00e7\u00e3o e vamos continuar a faz\u00ea-lo. Na juventude, o tal ideal por Cristo tanto aponta para a linha sacerdotal como para a vida religiosa. Os jovens n\u00e3o devem ter vergonha da possibilidade de virem a ser sacerdotes ou religiosas. O que importa \u00e9 que cada um encontre o seu caminho e nele seja feliz.  <b>JM- Qual ser\u00e1 o futuro da Igreja se continuarmos neste caminho em que se verifica algum afastamento da religi\u00e3o e em que h\u00e1 cada vez menos pessoas a enveredar pelo sacerd\u00f3cio e pela vida religiosa? Os leigos ter\u00e3o um papel importante?<\/b> DAC \u2014 \u00c9 dif\u00edcil falar de um futuro abstracto. Tamb\u00e9m n\u00e3o quero ver o papel do leigo centrado na falta de sacerdotes e de religiosos e religiosas.  Cada um tem a sua miss\u00e3o espec\u00edfica e a sua responsabilidade. Na Igreja, o bispo, os sacerdotes, os di\u00e1conos, os religiosos e os leigos fazem uma unidade. Portanto, n\u00e3o queremos de modo nenhum que os leigos se sintam relegados para substitutos ou para algu\u00e9m que vem suprir a falta de sacerdotes e religiosas. Eles t\u00eam uma responsabilidade pr\u00f3pria e \u00e9 essa responsabilidade pr\u00f3pria que n\u00f3s queremos que assumam.   <b>JM \u2014 Como v\u00ea a actual rela\u00e7\u00e3o entre a Igreja e o poder pol\u00edtico?<\/b> DAC \u2014 H\u00e1 duas palavras para definir as rela\u00e7\u00f5es entre a Igreja e os poderes p\u00fablicos: Autonomia e coopera\u00e7\u00e3o. \u00c9 aqui que se centra a quest\u00e3o, ou seja, respeitarem-se mutuamente as esferas diferentes daquilo que \u00e9 espec\u00edfico dos poderes p\u00fablicos ou de outras institui\u00e7\u00f5es e aquilo que \u00e9 pr\u00f3prio da Igreja. Pelas pessoas, vamos fazer todos aquilo que melhor pudermos. Quando h\u00e1 boa vontade, gosto e desejo de trabalhar para o bem comum, ser\u00e3o sempre poucas as for\u00e7as para realizar e responder \u00e0s necessidades das pessoas.  <b>JM \u2014 A pobreza tem aumentado cada vez mais. Qual o papel da Igreja e da sociedade para combater este problema?<\/b> DAC \u2014 H\u00e1 dois aspectos importantes. Por um lado, uma assist\u00eancia de ordem social da Igreja no campo da Pastoral social e caritativa. H\u00e1 caridade individual, h\u00e1 uma caridade organizada, h\u00e1 uma ajuda que deve prestar-se, que \u00e9 pessoal, que \u00e9 de rela\u00e7\u00e3o pr\u00f3xima e que muitas vezes faz falta, mesmo quando se diz que isso n\u00e3o resolve o problema. Mas ajuda. Depois, h\u00e1 um aspecto de ordem estrutural, na linha social e econ\u00f3mica, em que a Igreja n\u00e3o pode calar a sua doutrina social, para ajudar as empresas, os respons\u00e1veis dos Governos, no sentido de que os caminhos que se trilham n\u00e3o olhem para interesses particulares, mas procurem promover um desenvolvimento que chegue o mais poss\u00edvel a todos.  <b>JM \u2014 Que mensagem deixa aos madeirenses, que o aguardam no dia 19 de Maio?<\/b> DAC \u2014 Quero dizer aos madeirenses que irei para a Diocese do Funchal para ser crist\u00e3o com eles. Conto com eles e pe\u00e7o que contem comigo. Irei procurar acolher os valores das tradi\u00e7\u00f5es, mas olhar em frente para responder \u00e0s novas necessidades e \u00e0s novas realidades. Deixo tamb\u00e9m uma mensagem fraterna para aqueles que se encontram em terras distantes, para as comunidades madeirenses espalhadas pelo mundo, que sei que mant\u00eam uma liga\u00e7\u00e3o pr\u00f3xima da Igreja e que contam muito com a presen\u00e7a, o apoio e a assist\u00eancia do bispo. Espero dar continuidade \u00e0quilo que se tem vindo a fazer neste campo. Daqui a pouco, a Madeira ter\u00e1 um novo madeirense decora\u00e7\u00e3o.  <b>JM \u2014 No passado dia 11 de Fevereiro Portugal manifestou-se afirmativamente sobre a interrup\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria da gravidez. Como \u00e9 que se prepara a sociedade para esta nova lei? <\/b> DAC \u2014 Depois do referendo, a Igreja n\u00e3o retira nada \u00e0quilo que disse antes do mesmo. Apenas p\u00f5e aos cat\u00f3licos a quest\u00e3o da consci\u00eancia. Nem sempre aquilo que \u00e9 legal \u00e9 bem na ordem moral. A Igreja \u00e9 pela vida porque considera que o princ\u00edpio de uma pessoa \u00e9 uma pessoa no seu princ\u00edpio. Por conseguinte, mantemos essa posi\u00e7\u00e3o.  Perante a lei, desejamos que os cat\u00f3licos se assumam em consci\u00eancia e sejam coerentes. Vamos procurar apoiar o mais poss\u00edvel todas as estruturas e institui\u00e7\u00f5es que ajudem ao esclarecimento das consci\u00eancias e apoiem as pessoas com problemas. Daremos todo o apoio a quem quer salvaguardar as vidas que est\u00e3o para nascer, ou que nasceram e passam por dificuldades.  <b>JM \u2014 Tamb\u00e9m considera que o Governo deve ter algum cuidado na aplica\u00e7\u00e3o desta lei?<\/b>  DAC \u2014 Mesmo publicando a lei, penso que os governos deviam mostrar que d\u00e3o muito mais valor \u00e0 vida do que \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o dela. \u00c0s vezes investe-se mais na destrui\u00e7\u00e3o do que na promo\u00e7\u00e3o. Ent\u00e3o, ajudem-se aqueles que querem apoiar a vida e n\u00e3o simplesmente se esteja a facilitar e a tomar como solu\u00e7\u00e3o o que j\u00e1 se viu que n\u00e3o \u00e9 solu\u00e7\u00e3o para um problema desta natureza.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Jornal da Madeira \u2014 Passa da segunda maior Diocese do pa\u00eds para uma com caracter\u00edsticas completamente diferentes e com uma dimens\u00e3o muito mais reduzida, para al\u00e9m de ser uma ilha aberta \u00e0s diferentes culturas. Como ser\u00e1 essa transi\u00e7\u00e3o? D. Ant\u00f3nio Carrilho- \u00c9 um desafio grande. Felizmente, tenho tido facilidade de adapta\u00e7\u00e3o aos diversos meios por [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[127,168,185,186,187,206,282,294],"class_list":["post-23360","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-entrevistas","tag-catequese","tag-diocese-da-guarda","tag-diocese-do-algarve","tag-diocese-do-funchal","tag-diocese-do-porto","tag-familia","tag-pastoral-social","tag-sacramentos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23360","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=23360"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23360\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=23360"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=23360"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=23360"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}