{"id":23071,"date":"2007-02-22T16:52:55","date_gmt":"2007-02-22T16:52:55","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2007\/02\/22\/de-alma-e-coracao-para-o-porto\/"},"modified":"2007-02-22T16:52:55","modified_gmt":"2007-02-22T16:52:55","slug":"de-alma-e-coracao-para-o-porto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/de-alma-e-coracao-para-o-porto\/","title":{"rendered":"De alma e cora\u00e7\u00e3o para o Porto"},"content":{"rendered":"<p><i>D. Manuel Clemente, em entrevista ao Programa ECCLESIA, aborda a sua nomea\u00e7\u00e3o como Bispo do Porto e explica como encara esta nova miss\u00e3o dentro da Igreja.<\/i>  <object classid=\"CLSID:6BF52A52-394A-11d3-B153-00C04F79FAA6\"    id=\"player\" width=\"320\" height=\"260\"><param name=\"url\" value=\"http:\/\/www.agencia.ecclesia.pt\/d_manuelclemente.wmv\" \/><param name=\"src\"      value=\"http:\/\/www.agencia.ecclesia.pt\/d_manuelclemente.wmv\" \/><param name=\"showcontrols\" value=\"true\" \/><param name=\"autostart\" value=\"true\" \/><!--[if !IE]>-->   <object type=\"video\/x-ms-wmv\"      data=\"http:\/\/www.agencia.ecclesia.pt\/d_manuelclemente.wmv\"      width=\"320\" height=\"260\"><param name=\"src\" value=\"http:\/\/www.agencia.ecclesia.pt\/d_manuelclemente.wmv\"\/><param name=\"autostart\" value=\"true\" \/><param name=\"controller\" value=\"true\" \/><\/object>   <!--<![endif]--><\/object>  <i>Programa ECCLESIA (PE) &#8211; Quais s\u00e3o as suas expectativas para esta nova miss\u00e3o que a Santa S\u00e9 lhe confia? D. Manuel Clemente (MC) &#8211;<\/i> As expectativas est\u00e3o todas na gra\u00e7a de Deus. Eu aproveito para retomar aqui os termos da sauda\u00e7\u00e3o que enviei \u00e0 Diocese do Porto, nesta circunst\u00e2ncia, dizendo que o meu \u00fanico programa \u00e9 &#8220;conhecer, amar e servir a Diocese do Porto&#8221;. Conhecer, antes de mais, porque tenho alguma liga\u00e7\u00e3o ao Porto &#8211; a minha m\u00e3e \u00e9 portuense e sempre nos lembrou isso -, estar perto das pessoas, das institui\u00e7\u00f5es, dos padres, dos consagradas, das consagradas, das fam\u00edlias e isso \u00e9 um trabalho a que me dedicarei com todo o gosto. O melhor que qualquer realidade tem \u00e9 o seu rosto, cada rosto. Depois, amar, porque este n\u00e3o \u00e9 um trabalho que se fa\u00e7a de uma maneira formal ou distanciada, \u00e9 algo que nos envolve em tudo aquilo que n\u00f3s somos. Sempre se disse que o trabalho ministerial, e concretamente de um Bispo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sua Igreja, \u00e9 participa\u00e7\u00e3o no amor de Cristo Esposo pela Igreja. Por isso esta envolv\u00eancia e pe\u00e7o a Deus que seja sempre sinal da sua pr\u00f3pria envolv\u00eancia na salva\u00e7\u00e3o do seu povo. Por fim servir, como \u00e9 espec\u00edfico de um Bispo, estando atento a tudo aquilo que o Esp\u00edrito vai suscitando nessa grande Diocese que \u00e9 o Porto, tentando que tudo isso se fa\u00e7a em converg\u00eancia, em unidade, n\u00e3o s\u00f3 para os que est\u00e3o na Igreja, Corpo de Cristo, mas tamb\u00e9m como servi\u00e7o \u00e0 sociedade, enquanto sinal, fermento e instrumento de unidade e aproxima\u00e7\u00e3o entre as pessoas.   <i>PE &#8211; Chegar\u00e1 a uma Diocese totalmente diferente do Patriarcado de Lisboa. Isso traz-lhe alguma preocupa\u00e7\u00e3o? MC &#8211;<\/i> Essencialmente, h\u00e1 aqui uma grande igualdade: h\u00e1 igualdade de origem, porque tratando-se de uma Igreja, \u00e9 de Deus, o mesmo Deus. Depois, h\u00e1 uma grande unidade naqueles a quem nos destinamos, o g\u00e9nero humano, concretamente os crist\u00e3os e crist\u00e3s do Porto, pela presen\u00e7a e trabalho, neles, do Esp\u00edrito de Jesus Cristo. Afinal, n\u00e3o somos assim t\u00e3o diferentes.  <i>PE &#8211; Que peso tem o ter de incluir na sua miss\u00e3o episcopal esse atributo de ser o &#8220;Bispo do Porto&#8221;? MC &#8211;<\/i> Tenho de, n\u00e3o digo naturalizar, mas actualizar, porque isto \u00e9 uma obra da gra\u00e7a e \u00e9 coisa que farei com gosto. J\u00e1 tenho esse grande lastro familiar e agora com certeza que o irei retomar, para que, a pouco e pouco, tudo isto que at\u00e9 aqui eu tenha sido o seja de outro modo e outra aplica\u00e7\u00e3o no local.  <i>PE &#8211; Ser &#8220;Bispo do Porto&#8221; \u00e9 falar de nomes como Ant\u00f3nio Ferreira Gomes, ligado a muitas den\u00fancias sociais. H\u00e1 a\u00ed uma continuidade? MC &#8211;<\/i> O Esp\u00edrito \u00e9 o mesmo, o Esp\u00edrito que trabalhou nessa e noutras grandes figuras da Diocese do Porto \u00e9 o mesmo Esp\u00edrito que trabalhar\u00e1 em mim. Depois, o que as circunst\u00e2ncias produzirem, logo se ver\u00e1.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>D. Manuel Clemente, em entrevista ao Programa ECCLESIA, aborda a sua nomea\u00e7\u00e3o como Bispo do Porto e explica como encara esta nova miss\u00e3o dentro da Igreja. Programa ECCLESIA (PE) &#8211; Quais s\u00e3o as suas expectativas para esta nova miss\u00e3o que a Santa S\u00e9 lhe confia? D. 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