{"id":23001,"date":"2007-02-21T10:24:39","date_gmt":"2007-02-21T10:24:39","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2007\/02\/21\/o-coracao-trespassado-de-cristo-fonte-de-misericordia-e-perdao\/"},"modified":"2007-02-21T10:24:39","modified_gmt":"2007-02-21T10:24:39","slug":"o-coracao-trespassado-de-cristo-fonte-de-misericordia-e-perdao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/o-coracao-trespassado-de-cristo-fonte-de-misericordia-e-perdao\/","title":{"rendered":"O Cora\u00e7\u00e3o Trespassado de Cristo Fonte de Miseric\u00f3rdia e Perd\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>Mensagem quaresmal dos Bispos de \u00c9vora <!--more--> Car\u00edssimos Irm\u00e3os e Irm\u00e3s! O Santo Padre Bento XVI exorta, nesta Quaresma, a olhar para o Cora\u00e7\u00e3o trespassado do Redentor, grande sinal de amor e comunh\u00e3o com Deus e com os irm\u00e3os a viver e anunciar. O Redentor \u00e9  causa da nossa  alegria, porque acreditamos ter sido salvos em esperan\u00e7a gra\u00e7as ao triunfo do Ressuscitado sobre o pecado e sobre a morte.  1.  A  import\u00e2ncia central do Mist\u00e9rio Pascal de Cristo.   O Mist\u00e9rio Pascal \u00e9 alicerce da f\u00e9 e da esperan\u00e7a e \u00edcone do amor de Deus que nos  move ao testemunho coerente da diferen\u00e7a crist\u00e3 na obedi\u00eancia \u00e0 Verdade e ao desejo veemente de transforma\u00e7\u00e3o do nosso corpo mortal, sujeitos ainda  \u00e0 concupisc\u00eancia e ao pecado, para, pelo poder do Ressuscitado, sermos definitivamente configurados \u00e0 imagem do Seu Corpo Glorioso. A Morte e a Ressurrei\u00e7\u00e3o de Jesus s\u00e3o o motivo, a fonte e a causa da reconcilia\u00e7\u00e3o dos homens entre si e com Deus Pai, que por Cristo, no Esp\u00edrito, pela media\u00e7\u00e3o da Igreja nos perdoa os pecados, como diz S. Paulo: \u201cCristo morreu por todos para que os  que vivem n\u00e3o vivam mais para si mesmos mas para Aquele que por eles morreu e ressuscitou&#8230; Tudo vem de Deus que por meio de Cristo nos reconciliou consigo e nos confiou o minist\u00e9rio da reconcilia\u00e7\u00e3o \u201d( 2 Cor 5,15.18 ).  Do lado aberto do Redentor, das Suas ador\u00e1veis chagas, nasce a Igreja e prov\u00e9m a efic\u00e1cia dos Sacramentos, sendo o Cora\u00e7\u00e3o trespassado  a fonte e o sinal mais eloquente do amor infinito e misericordioso de Deus por n\u00f3s, como \u00edcone grandioso que mostra o limite inultrapass\u00e1vel que Deus imp\u00f4s ao pecado, assegurando-nos que n\u00e3o h\u00e1 pecados irremiss\u00edveis, que a Miseric\u00f3rdia de Deus \u00e9 infinitamente maior que os pecados, por maiores que sejam, que Deus  perdoa sempre, se, arrependidos, quisermos livremente ser perdoados por Ele, que nos ama at\u00e9 ao ponto de ter entregue o Seu Filho por n\u00f3s. Como nos disse Bento XVI, na mensagem da Quaresma do ano passado: \u201ca Quaresma \u00e9 o tempo privilegiado da peregrina\u00e7\u00e3o interior at\u00e9 Aquele que \u00e9 a fonte da miseric\u00f3rdia. Nesta peregrina\u00e7\u00e3o, Ele pr\u00f3prio nos acompanha atrav\u00e9s do deserto da nossa pobreza, amparando-nos no caminho que leva \u00e0 alegria intensa da P\u00e1scoa. Mesmo naqueles \u201cvales tenebrosos\u201d de que fala o Salmista ( S. 23,4 ), enquanto o tentador sugere que nos abandonemos ao desespero ou deponhamos uma esperan\u00e7a ilus\u00f3ria na obra das nossas m\u00e3os, Deus guarda-nos e ampara-nos\u201d. A vida \u00e9 luta contra \u201co mundo, dem\u00f3nio e  carne\u201d, que nos movem guerra, se  op\u00f5em a Deus e ao amor fraterno: luta experimentada por n\u00f3s, na \u2018lei da carne\u2019 contra a \u2018lei do Esp\u00edrito\u2019(Rm.7,14-25) e nas sedu\u00e7\u00f5es do mundo, como diz S. Jo\u00e3o: \u201c tudo o que h\u00e1 no mundo \u2013 a concupisc\u00eancia da carne, a concupisc\u00eancia dos olhos e a soberba da vida &#8211; n\u00e3o v\u00eam de do Pai, mas do mundo\u201d(1 Jo 2,16). E, depois, h\u00e1 \u2018o pai da mentira\u2019, que seduz, desmotiva, engana, cega, banaliza o pecado, minimiza a sua maldade e fealdade, nos empurra para o mal, convencendo que da sua pr\u00e1tica nada adv\u00e9m de mal, para, ap\u00f3s a queda e amargura do pecado,  nos atormentar e paralisar, com o medo e o desespero, no estado de impenit\u00eancia e oclus\u00e3o ao perd\u00e3o e \u00e0 miseric\u00f3rdia de Deus.  2.  A f\u00e9 na remiss\u00e3o dos pecados  N\u00e3o devemos anuir \u00e0 ilus\u00e3o enganadora do pecado, mas devemos ter em conta e tomar consci\u00eancia do poder que ele exerce em n\u00f3s e \u00e0 nossa volta, acreditando na remiss\u00e3o dos pecados, no infinito poder do amor misericordioso de Deus, que jorra do Cora\u00e7\u00e3o aberto do Crucificado, como limite intranspon\u00edvel \u00e0 for\u00e7a desagregadora e aniquiladora do pecado, definitivamente vencido pelo triunfo da Ressurrei\u00e7\u00e3o de Cristo. Contemplando este Cora\u00e7\u00e3o trespassado confessamos que Jesus \u00e9 o Filho de Deus que por n\u00f3s morreu e ressuscitou, atestamos que o Pai o ressuscitou  e \u201c cremos na remiss\u00e3o dos pecados\u201d, pois sabemos que \u201c n\u00e3o h\u00e1 pessoa, por muito m\u00e1 e culp\u00e1vel que seja, que n\u00e3o deva seguramente esperar o seu perd\u00e3o, desde que o seu arrependimento seja sincero\u201d (Cat.Rom.I,15,5), como sabemos que \u201c Jesus Cristo, que morreu por todos os homens, quer que, na sua Igreja, as portas do perd\u00e3o estejam sempre abertas a todo aquele que se afastar do pecado\u201d ( CIC 982 ). Jesus uniu a prega\u00e7\u00e3o do Evangelho e an\u00fancio do Reino ao apelo \u00e0 convers\u00e3o dizendo: \u201carrependei-vos e acreditai no Evangelho\u201d (Mc 1,15) e enviou os Ap\u00f3stolos a pregar e  baptizar, professando \u201cum s\u00f3 baptismo para a remiss\u00e3o dos pecados\u201d, exortando a que \u201cem Seu nome, proclamassem a todas as na\u00e7\u00f5es o arrependimento e o perd\u00e3o dos pecados\u201d (Lc. 24,47). Assim, n\u00e3o h\u00e1 verdadeira ades\u00e3o de f\u00e9, esperan\u00e7a e amor a Jesus Cristo, sem arrependimento e perd\u00e3o dos pecados, os quais cavam verdadeiramente a nossa ru\u00edna e nos afastam de Deus e dos irm\u00e3os.   3.  Deus perdoa na Igreja mediante o ministro da reconcilia\u00e7\u00e3o  Como rem\u00e9dio contra o mal dos nossos pecados, na comunh\u00e3o desta Igreja que somos e de que fazemos parte, que \u00e9 corpo de Cristo, templo e \u201ccampo onde o Esp\u00edrito floresce\u201d (S.Hip\u00f3lito),\u201cexistem a \u00e1gua do baptismo e as l\u00e1grimas da Penit\u00eancia\u201d(S. Ambr\u00f3sio), os quais s\u00e3o sinais e instrumentos do poder de Deus que, mediante eles, atrav\u00e9s do ministro da Igreja, nos asseguram e concedem o perd\u00e3o dos pecados.  Ao infundir sobre os Ap\u00f3stolos o \u201cEsp\u00edrito do Pai e do Filho\u201d, o Ressuscitado deu-lhes o poder divino de perdoar os pecados, por Cristo e no Esp\u00edrito, em nome de Deus Pai, dizendo: \u201c Recebei o Esp\u00edrito Santo: \u00e0queles a quem perdoardes os pecados ser-lhes-\u00e3o perdoados; e \u00e0queles a quem os retiverdes ser-lhes-\u00e3o retidos\u201d ( Jo 20,22-23 ). Consciente do minist\u00e9rio da reconcilia\u00e7\u00e3o e perd\u00e3o dos pecados, poder que o Pai, por Cristo, d\u00e1, juntamente com o Esp\u00edrito, ao ministro ordenado, no Sacramento da Ordem, o Ap\u00f3stolo Paulo escreve aos Cor\u00edntios: \u201ctudo vem de Deus que por meio de Cristo nos reconciliou consigo e nos confiou o minist\u00e9rio da reconcilia\u00e7\u00e3o\u201d ( 2 Cor 5,18 ). \u201cO Baptismo \u00e9 o primeiro e principal sacramento para o perd\u00e3o dos pecados: une-nos a Cristo morto e ressuscitado e d\u00e1-nos o Esp\u00edrito Santo\u201d (CIC 985 ), mas o Baptismo,  n\u00e3o suprime a fragilidade, nem a concupisc\u00eancia, n\u00e3o nos torna impec\u00e1veis e assim \u201co Sacramento da Penit\u00eancia \u00e9 a via ordin\u00e1ria para obter o perd\u00e3o e a remiss\u00e3o dos pecados graves cometidos depois do Baptismo\u201d(Jo\u00e3o Paulo II, Exorta\u00e7\u00e3o Reconcilia\u00e7\u00e3o e Penit\u00eancia, 31). O pecador arrependido deve confessar humilde e sinceramente os seus pecados, possuir e manifestar verdadeiro arrependimento, estar disposto a emendar-se e a reparar, na medida do poss\u00edvel, o mal feito, como diz o Catecismo Romano: \u201cA penit\u00eancia leva o pecador a tudo sofrer de boa vontade: no cora\u00e7\u00e3o, a contri\u00e7\u00e3o; na boca, a confiss\u00e3o; na pr\u00e1tica, toda a humildade e satisfa\u00e7\u00e3o de obra\u201d ( II, V, 21 ).   4.  Crise e necessidade do Sacramento da Penit\u00eancia   Alegramo-nos por muitos receberem a Eucaristia \u201cant\u00eddoto que nos livra das faltas quotidianas e nos imuniza contra os pecados graves\u201d(Conc.Trento: DS 1638), mas \u00e9 necess\u00e1rio ver se ela, que \u00e9 a m\u00e1xima express\u00e3o de intimidade com Cristo, \u00e9 celebrada e adorada, como Deus quer e a Igreja recomenda, pois \u201ca Igreja nunca cedeu \u00e0 tenta\u00e7\u00e3o de banalizar esta \u2018intimidade\u2019 com o Seu Esposo, recordando que Ele \u00e9 tamb\u00e9m o Seu Senhor e que, embora \u2018banquete\u2019, permanece sempre um banquete sacrificial, assinalado com o Sangue derramado no G\u00f3lgota\u201d ( Enc. Eccl. de Euch.,48 ). Constatamos a perda do \u2018sentido do pecado\u2019, \u201camea\u00e7ados pelo eclipse, deforma\u00e7\u00e3o, entorpecimento e anestesia das consci\u00eancias\u201d e expostos \u00e0 \u201c sujei\u00e7\u00e3o a modelos \u00e9ticos impostos pelo consenso e costume generalizado mesmo quando s\u00e3o condenados pela consci\u00eancia individual \u201d (Jo\u00e3o Paulo II, Ex. Ap. Reconcilia\u00e7\u00e3o e Penit\u00eancia, 31). E, por outro lado, a rotina, a ignor\u00e2ncia e a inconsci\u00eancia com que se celebra e vive a Eucaristia, repercute-se na vida incoerente dos crist\u00e3os desmotivados, com um verniz de piedade e perten\u00e7a crist\u00e3, mas sem impacto social, com uma f\u00e9 morta, desligada da vida, indiferente a tudo e a todos, j\u00e1 denunciada pelo Conc\u00edlio Vaticano II: \u201c o div\u00f3rcio entre a f\u00e9 que professam e o comportamento quotidiano de muitos deve ser contado entre os mais graves erros do nosso tempo\u201d  ( GS  43 ). A Eucaristia come\u00e7ou por ser chamada \u2018Frac\u00e7\u00e3o do P\u00e3o\u2019 e \u00e9 \u2018Comunh\u00e3o\u2019 porque dela se espera, nela se vive, se estabelece e se deseja  a Comunh\u00e3o com Deus e com os irm\u00e3os, pois \u00e9 ela que faz a comunidade da Igreja, que vive de Cristo, em Cristo e para Cristo. Ora, se isso n\u00e3o acontece, algo est\u00e1 mal. E o grande mal \u00e9, sem d\u00favida, a terr\u00edvel banaliza\u00e7\u00e3o do mal, o eclipse da consci\u00eancia e da Verdade que deve formar e iluminar a consci\u00eancia. Se tanta coisa est\u00e1 mal, se a nossa f\u00e9 \u00e9 sal apodrecido, indiferen\u00e7a e apenas exterioridade folcl\u00f3rica \u00e9 porque se verifica a perda do sentido do pecado, sinal da perda do sentido e desejo de Deus, do qual nos afastamos. S\u00f3 h\u00e1 um caminho para refazer a comunidade crist\u00e3, para fazer dela fermento e \u2018sinal levantado entre as na\u00e7\u00f5es\u2019, que \u00e9 realizar o caminho do retorno \u00e0 consci\u00eancia iluminada e esclarecida pela Verdade de Deus que se revelou em Cristo, o retorno \u00e0 convers\u00e3o a Deus, \u00e0 confiss\u00e3o e arrependimento dos pecados, abrindo-nos ao perd\u00e3o misericordioso de Deus, que nos \u00e9 outorgado na Igreja, pelos ministros ordenados a quem o Senhor concedeu o minist\u00e9rio da Reconcilia\u00e7\u00e3o. Ao abeirarmo-nos da Comunh\u00e3o devemos pensar no que fazemos, com a consci\u00eancia limpa, distinguindo o Corpo e o Sangue do Senhor, que nos chama \u00e0 comunh\u00e3o com Deus e com os outros, para n\u00e3o sermos r\u00e9us da condena\u00e7\u00e3o, como dizia Paulo aos Cor\u00edntios (1 Cor 11,17-29). Abeiremo-nos, com f\u00e9 e esp\u00edrito de adora\u00e7\u00e3o, de humildade, contri\u00e7\u00e3o e ac\u00e7\u00e3o de gra\u00e7as, da Penit\u00eancia e da Eucaristia, deixando-nos transformar pela efic\u00e1cia redentora destes dois sacramentos, que fluem do Amor Misericordioso do Cora\u00e7\u00e3o trespassado do Senhor, para construir e embelezar a Igreja de Deus, Esposa do Cordeiro e Sacramento universal de salva\u00e7\u00e3o e de unidade entre os homens, chamada a testemunhar a f\u00e9 e a comunh\u00e3o do amor a Deus e aos irm\u00e3os, na esperan\u00e7a e na alegria, na solidariedade e na partilha, a crescer at\u00e9 ao dia em que Cristo seja tudo em todos.  5.  Finalidades da partilha de bens, nesta nossa Quaresma  A f\u00e9 sem obras \u00e9 morta (Tiago 2,14-16). N\u00e3o h\u00e1 verdadeira convers\u00e3o a Deus sem convers\u00e3o \u00e0s necessidades dos irm\u00e3os e irm\u00e3s em humanidade. Seremos julgados pelo amor que tivermos dispensado ou n\u00e3o aos necessitados, nos quais Deus quer ser amado, reconhecido e encontrado (Mt 25,31-46).\u201c\u00c9 boa a ora\u00e7\u00e3o feita com verdade e a esmola, acompanhada pela justi\u00e7a&#8230; Melhor \u00e9 dar esmolas do que acumular tesouros, pois a esmola livra da morte e limpa de todo o pecado. Os que praticam a miseric\u00f3rdia e a justi\u00e7a ser\u00e3o cumulados de vida. Aqueles que cometem o pecado e a injusti\u00e7a s\u00e3o inimigos da pr\u00f3pria vida\u201d( Tob. 12,8-10 ). No ano passado, o contributo penitencial,  foi destinado aos crist\u00e3os da Terra Santa. Neste ano de 2007, continuando atentos aos sofrimentos dos fr\u00e1geis e  mais pobres, vamos destinar o nosso contributo penitencial \u00e0 Ajuda \u00e0s Crian\u00e7as do Mundo, colocando-o nas m\u00e3os do Santo Padre Bento XVI, para ajudar as crian\u00e7as  pobres, \u00f3rf\u00e3s e v\u00edtimas da guerra, da prepot\u00eancia, da manipula\u00e7\u00e3o, da inc\u00faria, do ego\u00edsmo, dos mais baixos e abomin\u00e1veis instintos e maus tratos que elas sofrem da parte dos adultos. Confiamos, mais uma vez, \u00e0 Caritas Diocesana a dinamiza\u00e7\u00e3o desta actividade pastoral penitencial que consideramos da maior import\u00e2ncia, agradecendo, desde j\u00e1, toda a sua disponibilidade e dedica\u00e7\u00e3o ao servi\u00e7o dos mais fr\u00e1geis e dos mais pobres.    \u00c9vora, Festas das Cinco Chagas de Cristo, 7 de Fevereiro de 2007 <i> + Maur\u00edlio  Quintal de Gouveia, Arcebispo de \u00c9vora  +  Am\u00e2ndio Jos\u00e9 Tom\u00e1s, bispo auxiliar.   <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mensagem quaresmal dos Bispos de \u00c9vora<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[120,144,154,168,175,237,275,91,294,314,317],"class_list":["post-23001","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-bento-xvi","tag-concilio-vaticano-ii","tag-crianca","tag-diocese-da-guarda","tag-diocese-de-evora","tag-joao-paulo-ii","tag-pascoa","tag-quaresma","tag-sacramentos","tag-solidariedade","tag-terra-santa"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23001","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=23001"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/23001\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=23001"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=23001"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=23001"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}