{"id":22669,"date":"2007-02-05T11:28:58","date_gmt":"2007-02-05T11:28:58","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2007\/02\/05\/vida-e-o-valor-primeiro-para-todo-o-homem-e-mulher\/"},"modified":"2007-02-05T11:28:58","modified_gmt":"2007-02-05T11:28:58","slug":"vida-e-o-valor-primeiro-para-todo-o-homem-e-mulher","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/vida-e-o-valor-primeiro-para-todo-o-homem-e-mulher\/","title":{"rendered":"Vida \u00e9 o valor primeiro para todo o homem e mulher"},"content":{"rendered":"<p>Homilia de D. Jo\u00e3o Miranda Teixeira na Jornada Diocesana da Pastoral da Fam\u00edlia <!--more--> Ent\u00e3o eu disse: Aqui estou, Senhor, enviai-me! (Isa\u00edas) Sim\u00e3o, faz-te ao largo e lan\u00e7ai as redes para a pesca! (Evangelho)  Esta \u00e9 uma Jornada habitual do Secretariado diocesano da Fam\u00edlia, a que se associou a Comiss\u00e3o diocesana \u201c\u00c9tica e Vida\u201d e o Secretariado da Sa\u00fade e v\u00e1rios movimentos de Leigos destas diversas \u00e1reas. Trata-se de um momento especial do nosso Pa\u00eds, em que foi e \u00e9 preciso dar as m\u00e3os a favor da Vida. A vida nasce no seio da Fam\u00edlia que existe para continuar no mundo a obra da Cria\u00e7\u00e3o, fazendo felizes os C\u00f4njuges e dando filhos \u00e0 sociedade. Para esc\u00e2ndalo geral, parece que estamos apostados em perverter as fontes da vida humana, colocando-as ao servi\u00e7o do prazer. \u00c9 leg\u00edtimo o prazer, se enquadrado na institui\u00e7\u00e3o familiar e se assumir as responsabilidades derivantes. O prazer anexou-o Deus \u00e0 comida e \u00e0 bebida para manter o indiv\u00edduo s\u00e3o e saud\u00e1vel. E colocou-o Deus tamb\u00e9m na sexualidade humana, para que o homem e a mulher se sintam felizes tamb\u00e9m na doa\u00e7\u00e3o f\u00edsica e d\u00eaem continuidade \u00e0 esp\u00e9cie humana. Disse Deus no princ\u00edpio: Fa\u00e7amos o homem \u00e0 nossa imagem e semelhan\u00e7a. F\u00ea-los homem e mulher e disse: Crescei e multiplicai-vos! E n\u00e3o se venha dizer que isto \u00e9 poesia ou mito. Se \u00e9 poesia, que bela poesia! J\u00e1  Fernando Pessoa escreveu: O melhor do mundo s\u00e3o as crian\u00e7as! E, se \u00e9 linguagem figurada, cont\u00e9m em si uma revela\u00e7\u00e3o que os crentes aceitam e compreendem a profunda mensagem que cont\u00e9m: O ser humano vem de Deus e a fam\u00edlia \u00e9 uma institui\u00e7\u00e3o divina, da qual o homem e a mulher n\u00e3o podem dispor a seu bel prazer. A Palavra de Deus deste Domingo come\u00e7a com uma passagem de Isa\u00edas, expoente da literatura universal, que narra as perip\u00e9cias da sua Voca\u00e7\u00e3o. Isa\u00edas viu o Santo dos Santos. Sentiu-se pobre e pecador: Ai de mim, sou um homem de l\u00e1bios impuros. Um anjo, por\u00e9m, tocou-lhe os l\u00e1bios com uma brasa acesa e disse: o teu pecado foi perdoado. Ent\u00e3o Isa\u00edas sentiu-se purificado e experimentou o desejo profundo de ir anunciar a salva\u00e7\u00e3o de Deus. Curiosamente, pode-se dizer que \u00e9 quase paralela a cena do Evangelho. Jesus convidou Pedro a voltar ao mar depois de uma noite intensa de trabalho: Pedro, faz-te ao largo. Pedro lan\u00e7ou as redes ao mar e a pesca foi abundante. Ent\u00e3o disse, de joelhos: Senhor, sou um homem pecador. E Jesus retorquiu-lhe: N\u00e3o tenhas medo, ser\u00e1s pescador de homens! A voca\u00e7\u00e3o sobrenatural implica uma teofania ou manifesta\u00e7\u00e3o de Deus: Isa\u00edas VIU o Santo, Pedro viu o milagre da pesca. A voca\u00e7\u00e3o implica uma miss\u00e3o. Isa\u00edas disse: Eis-me aqui, enviai-me. Pedro recebeu a miss\u00e3o: Ser\u00e1s pescador de homens. O mesmo aconteceu na Convers\u00e3o de S. Paulo. Ouviu uma voz, caiu do cavalo. Foi baptizado. Fez um retiro longo. Transformou-se em ap\u00f3stolo das gentes. \u00c9 sempre a mesma hist\u00f3ria, o mesmo ritmo, o mesmo desfecho: Deus revela-se, o homem sente a sua pequenez, Deus purifica-o do pecado e a pessoa sente o impulso da miss\u00e3o. \u00c9 assim tamb\u00e9m a voca\u00e7\u00e3o de todo o Povo de Deus. Estamos em tempos de necessidade de uma teofania de Deus. Bento XVI escreveu: A Igreja deve falar de muitas coisas, de todas as quest\u00f5es relacionadas com o ser humano, da pr\u00f3pria estrutura e do pr\u00f3prio ordenamento, e assim por diante. Mas O seu tema verdadeiro e sob certos aspectos \u00fanico \u00e9 DEUS. E o grande problema do ocidente \u00e9 o esquecimento de Deus: \u00e9 um esquecimento que se difunde\u2026 (Discurso do Papa aos Cardeais\u202622\/12\/06). Olhai \u00e0 volta e vede! Uma Europa, ber\u00e7o da civiliza\u00e7\u00e3o moderna, a fugir de Deus. Nem sequer o seu nome quis no esbo\u00e7o de Constitui\u00e7\u00e3o Europeia que, para j\u00e1, est\u00e1 falida. Por isso, tudo o que chamamos valores se degrada, os valores da vida, os valores e os direitos do homem, a transpar\u00eancia nas rela\u00e7\u00f5es entre povos e na\u00e7\u00f5es e dentro de cada na\u00e7\u00e3o mesmo em democracia\u2026 \u00c9 precisa uma nova teofania de Deus. Porque estamos a voltar \u00e0 par\u00e1bola original do Livro do G\u00e9nesis: Depois do pecado, Ad\u00e3o fugiu. Deus foi \u00e0 procura dele e disse: Ad\u00e3o, onde est\u00e1s? Senhor, tive medo, porque estava nu, e fugi!  A sociedade foge de Deus. Est\u00e1 ela tamb\u00e9m a desnudar-se. E n\u00e3o d\u00e1 conta de que o rei vai nu. Ent\u00e3o, neste contexto, qual \u00e9 a miss\u00e3o do homem e mulher de f\u00e9? \u00c9 purificar-se dos pr\u00f3prios pecados e depois n\u00e3o ter medo e ir pelos pa\u00edses e continentes anunciar que o mundo est\u00e1 salvo em Jesus Cristo. Anunciar que Ele precisa dos nossos bra\u00e7os e p\u00e9s, precisa da nossa intelig\u00eancia e vontade, precisa da nossa colabora\u00e7\u00e3o para salvar da escravid\u00e3o o homem sujeito \u00e0 tenta\u00e7\u00e3o e ao pecado. \u00c9 preciso ent\u00e3o gritar com voz de profeta, sem ferir ningu\u00e9m, que n\u00f3s somos irm\u00e3os do Verbo da Vida (1.\u00aa Jo\u00e3o 1,1). \u00c9 preciso clamar bem alto que o Verbo da Vida veio do seio do Pai para nos dizer: O que mais quero \u00e9 que tenhais a vida e vida em abund\u00e2ncia. \u00c9 preciso gritar que toda a vida vem de Deus, n\u00e3o \u00e9 propriedade nossa.  \u00c9 preciso partir como Isa\u00edas a anunciar que o mundo n\u00e3o est\u00e1 perdido, porque tem um Pai que cuida dele, mas quer que sejamos n\u00f3s os oper\u00e1rios do mundo novo. \u00c9 preciso imitar Pedro que, sentindo-se pobre e pecador, ousou lan\u00e7ar as redes para mais longe e mais fundo e, mesmo de dia, teve a alegria de testemunhar uma pesca abundante. Somos um Povo de Profetas. N\u00e3o podemos calar o que nos vai fundo na alma nem podemos ter medo seja do que for que se passe \u00e0 nossa volta. J\u00e1 em 1996, escrevia Joseph Ratzinger: Talvez tenhamos de nos despedir das ideias que existem de uma Igreja de massas\u2026O Cristianismo voltar\u00e1 a estar sob o signo do gr\u00e3o de mostarda, em pequenos grupos, aparentemente sem import\u00e2ncia\u2026 (O Sal da Terra). Podemos afirmar tamb\u00e9m que, nesta circunst\u00e2ncia do nosso Pa\u00eds e da nossa Diocese, a Igreja ter\u00e1 menos membros activos, mas est\u00e1 a tornar-se mais viva nos grupos e movimentos, na consci\u00eancia de perten\u00e7a a um Povo que vem desde Abra\u00e3o e h\u00e1-de durar at\u00e9 \u00e0 consuma\u00e7\u00e3o final.  Quantas for\u00e7as e grupos, movimentos e Secretariados se n\u00e3o juntaram a favor da Vida porque sabem que ela \u00e9 o valor primeiro para todo o homem e mulher. Se este se perde, l\u00e1 se v\u00e3o todos os outros. A uni\u00e3o faz a for\u00e7a e a comunh\u00e3o cria a unidade. Gritemos ent\u00e3o que n\u00e3o respeita os direitos humanos a sociedade que nega o direito de nascer. Gritemos isso em segredo e sobre os telhados, como nos aconselha o Evangelho. Gritemos ent\u00e3o que n\u00e3o h\u00e1 filho sem pai; que aquele que gera um filho n\u00e3o pode depois abandon\u00e1-lo ou faz\u00ea-lo desaparecer; que antes das dez semanas e depois das dez semanas h\u00e1 um ser humano em gesta\u00e7\u00e3o no seio da mulher; que n\u00e3o \u00e9 l\u00edcito interromper essa gesta\u00e7\u00e3o; que ao Inverno da vida, geralmente presente na Europa \u201ccivilizada\u201d, se deve seguir uma Primavera da Vida que d\u00ea alegria a este velho continente.  A vitalidade da sociedade esteve e est\u00e1 hoje \u00e0 prova. Estamos a querer corrigir males na foz do rio, em vez de purificarmos as nascentes. Num jornal di\u00e1rio (Jornal de Not\u00edcias 28\/01\/07) vinha, h\u00e1 pouco tempo, um articulado com o t\u00edtulo: D\u00f3i, M\u00e3e? Tratava-se de analisar o caso de uma adolescente que ficou gr\u00e1vida e tinha receio de dizer \u00e0 m\u00e3e. Quando se afoitou e confessou o que se passava, a m\u00e3e abriu a boca, os olhos inundaram-se de l\u00e1grimas e perguntou: Est\u00e1s gr\u00e1vida, como? A m\u00e3e a saber como se fazem os beb\u00e9s, a investigar-lhe o corpo e a medir-lhe o ventre pueril com os olhos\u2026 E agora, m\u00e3e? D\u00f3i a crescer, m\u00e3e? Como se desliga uma coisa destas, m\u00e3e? E d\u00f3i, m\u00e3e?&#8230; O jornalista tirou as suas conclus\u00f5es. Por minha parte, direi que isto \u00e9 um drama para a adolescente e para a m\u00e3e.  \u00c9 na nascente do rio que se previnem estas situa\u00e7\u00f5es, n\u00e3o na foz. \u00c9 na educa\u00e7\u00e3o sexual que se ajudam os adolescentes a conhecer a transforma\u00e7\u00e3o por que estando passando. \u00c9 tendo em conta que o homem foi feito para a liberdade, mas a liberdade \u00e9 um bem muito sens\u00edvel que se quebra com qualquer desvio do caminho. Livre de facto, como dizem uns amigos italianos que escreveram por estes dias uma Mensagem aos Bispos, livre de facto n\u00e3o \u00e9 aquele que faz o que lhe apetece e lhe agrada, mas aquele que se vincula no amor e aceita levar no pr\u00f3prio cora\u00e7\u00e3o uma outra pessoa humana para gerar nela Vida.  Aquele e aquela que fazem o que lhes apetece n\u00e3o s\u00e3o livres s\u00e3o libertinos. E \u00e9 da libertinagem que resultam tantos males sociais que depois queremos resolver na foz do rio, quando a corrente j\u00e1 \u00e9 muito forte. \u00c9 na nascente, \u00e9 na educa\u00e7\u00e3o dos adolescentes e jovens, \u00e9 no assumir de uma Paternidade e Maternidade consciente e respons\u00e1vel que est\u00e1 a solu\u00e7\u00e3o. E, se ainda sobrarem casos graves e dif\u00edceis de aceita\u00e7\u00e3o da vida intra-uterina, ent\u00e3o temos a solu\u00e7\u00e3o de Madre Teresa de Calcut\u00e1: N\u00e3o abortem, d\u00eaem-me os filhos. Ai de mim que sou um homem de l\u00e1bios impuros! Afasta-te de mim, Senhor, que sou um homem pecador. H\u00e1 sempre lugar para o perd\u00e3o e para a convers\u00e3o, sejam quais forem os erros cometidos. Termino sublinhando o esfor\u00e7o e a din\u00e2mica criada em toda a diocese, que atingiu muitas centenas de pessoas e que foi obra do Secretariado Diocesano da Fam\u00edlia e da Sa\u00fade e da Comiss\u00e3o Diocesana \u201c\u00c9tica e Vida\u201d, de Movimentos v\u00e1rios de leigos com iniciativa. \u00c9 justo agradecer aos M\u00e9dicos, Juristas e Moderadores que percorrera as Vigararias em miss\u00e3o de esclarecimento. Seja qual for o resultado do Referendo, ganh\u00e1mos a batalha da mobiliza\u00e7\u00e3o e do espa\u00e7o laical que \u00e9 hoje uma preciosidade na Igreja do Vaticano II. Importante, importante \u00e9 que ningu\u00e9m falta \u00e0 mesa de voto no pr\u00f3ximo Domingo. <i>D. Jo\u00e3o Miranda Teixeira, Administrador Apost\u00f3lico da Diocese do Porto<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Homilia de D. Jo\u00e3o Miranda Teixeira na Jornada Diocesana da Pastoral da Fam\u00edlia<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[120,154,187,189,193,201,203,206,248],"class_list":["post-22669","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-bento-xvi","tag-crianca","tag-diocese-do-porto","tag-direitos-humanos","tag-educacao","tag-etica","tag-europa","tag-familia","tag-madre-teresa"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22669","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=22669"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22669\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=22669"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=22669"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=22669"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}